sábado, 5 de agosto de 2017

Resumo da Origem do Universo

O universo é, provavelmente, uma das grandezas mais complexas que existem, afinal, absolutamente tudo o que podemos imaginar está inserido nele. Mas como algo de magnitude tão grande pode ter simplesmente surgido? O que havia em seu lugar antes dele? Há quanto tempo se formou e como foi esse processo?
Muitos estudiosos dedicaram suas vidas para responder a essas e outras questões e hoje há vários conhecimentos acumulados sobre o assunto. Antes de ir a eles, vale lembrar que é perfeitamente possível que, no futuro, outros cientistas descubram aspectos sobre o surgimento do universo diferentes dos que nós conhecemos agora e essa é a grande mágica desse conteúdo!
Veja agora um resumo da origem do universo e saiba onde tudo o que vemos hoje começou.
Origem do Universo
Chamamos de universo o espaço com toda a matéria e toda a energia existentes nele. Já cosmologia é o termo que designa os estudos a respeito da origem, estrutura, evolução e das partes que compõem esse universo.
A teoria mais aceita atualmente para explicar como o universo se formou é a do Big Bang, uma expressão em inglês que pode ser traduzida como “Grande Explosão”. Esse pensamento é baseado na Teoria da Relatividade de Albert Einstein e de estudos na área de astronomia conduzidos por Edwin Hubble e Milton Humason. De acordo com esses cientistas, as galáxias estão se afastando umas das outras, ou seja, o universo está em uma expansão constante. Por isso, o mais provável é que no passado, estivesse concentrado em um ponto.
No ano de 1948, a Teoria do Big Bang foi divulgada oficialmente, por George Gamow, um cientista da Rússia, e por Georges Lemaître, um astrônomo da Bélgica que também, pasme, era padre! De acordo com eles, o que hoje chamamos de universo teria surgido há muito tempo, entre 10 e 20 bilhões de anos (o número mais preciso é 13,7 bilhões de anos), a partir de uma grande explosão que consistiu, basicamente, em uma liberação imensa de energia.
Até aquele momento, o que haveria no lugar do universo seria uma grande quantidade de partículas subatômicas que se moviam quase na mesma velocidade que a luz. Então, algumas partículas de massa maior, como os prótons e nêutrons, começaram a se unir para formar os núcleos dos primeiros átomos, ainda leves, como o hidrogênio, por exemplo.
Depois da explosão, quando o universo se expandiu, ele entrou em um processo de resfriamento (curiosidade: logo após a explosão, a temperatura era de cerca de um trilhão de graus Celsius!) e aproximadamente um milhão de anos após o Big Bang, a matéria e a energia puderam se separar. E estima-se que um bilhão de anos depois dessa explosão que deu origem ao universo, os elementos químicos começaram a se combinar uns com os outros, o que teria começado a formar as galáxias.
É muito curioso o fato de que os cientistas ainda não conseguiram encontrar uma explicação para o que havia antes dessa explosão. Para que esse fenômeno tenha ocorrido, é porque havia elementos que estavam concentrados em um único ponto e puderam se separar, mas de onde surgiram esses elementos? Esse realmente ainda é um mistério.
Mesmo assim, como já foi dito anteriormente, a Teoria do Big Bang é a mais aceita, porque de todas é a que consegue trazer uma explicação mais satisfatória para o que teria acontecido. Provavelmente, vai permanecer assim até que outros estudiosos consigam descobrir algo diferente, mas ninguém sabe se isso vai de fato acontecer ou não. A verdade é que se pensarmos na imensidão do universo, esse é apenas um resumo da origem do universo, muito modesto.
Resumo da origem do universo – origem da vida
Agora que sabemos, de maneira bem básica, qual é a forma mais provável por meio da qual o universo surgiu, vamos saber um pouco mais sobre a origem das primeiras formas de vida, afinal, isso só foi possível porque o universo em si já existia!
Existem várias teorias que explicam o surgimento da vida, mas vamos analisar sob a perspectiva do Evolucionismo. Vários cientistas, como Pasteur, descobriram que um ser vivo só poderia surgir de outro preexistente (biogênese), uma teoria que rompeu com o pensamento vigente até então, de que a vida poderia surgir da matéria bruta.
A hipótese mais aceita diz que a vida teria surgido na água, a partir da união de moléculas extremamente simples que, combinadas umas às outras e com o ambiente em que estavam inseridas, puderam originar moléculas cada vez mais complexas, chegando a estruturas com metabolismo e capacidade de autoduplicação.
Também acredita-se que os primeiros seres vivos eram autotróficos, ou seja, produziam o seu próprio alimento e que as primeiras células eram procarióticas: o núcleo ficava espalhado no citoplasma, sem ser delimitado e organizado pela chamada membrana nuclear.

Fases da Lua

A Terra possui um único satélite natural e ele se chama Lua. A Lua gira ao seu redor a uma altura de aproximadamente 385 mil quilômetros do nosso planeta. A Lua não possui atmosfera, o que inviabiliza a presença de vida humana sem o auxílio de equipamentos especiais. Da mesma forma, a gravidade neste corpo celeste é bem menor do que a da Terra, o que dificulta ainda mais a presença de seres vivos por lá.
O nome Lua na verdade é genérico, já que todos os demais satélites naturais do Sistema Solar possuem nomes específicos. Na verdade todos são “luas”, mas o nosso satélite natural “assumiu” o nome Lua como o seu próprio.
Lua
A Lua executa movimentos de rotação e translação, assim como a Terra executa ao redor do Sol. Estes movimentos exercem influência direta na vida na Terra e desempenham papéis importantes para muitas atividades realizadas pelas pessoas em nosso planeta. Tais movimentos dão origem as fases da Lua, que são períodos de visibilidade em que nosso satélite natural aparece nos céus para os seres humanos.
A definição das fases da Lua é feita com base na incidência da luz solar sobre o satélite. Quando a parte visível da Lua está totalmente voltada para a Terra, diz-se que a Lua está na sua fase cheia, por exemplo.
São quatro fases da Lua: Lua Nova, Lua Crescente, Lua Cheia e Lua Minguante. Entenda agora quais são as principais características das fases da Lua e sua influência sobre a vida na Terra.
• Lua Nova: a Lua Nova é considerada a primeira fase da Lua justamente por ser uma fase onde nós não conseguimos ver a parte iluminada do satélite. Isso ocorre quando a Lua está entre a Terra e o Sol. No entanto não se pode confundir esta posição da Lua com a condição de eclipse. Este ocorre em condições bem específicas;
• Quarto Crescente: Geralmente após 15 horas do início da Lua Cheia, a parte visível do satélite começa a aparecer para os terráqueos. Aos poucos o que é apenas um pequeno filete de luz vai se tornando cada vez mais visível até atingir a fase Crescente, que é quando a metade da parte visível da Lua está aparecendo no céu;
• Lua Cheia: a fase cheia da Lua acontece quando toda a parte visível do satélite está voltada para a Terra. É, de longe, a fase mais bonita da Lua e é quando as noites são mais claras e iluminadas. Durante a Lua Cheia é possível observar (em determinadas condições e épocas) a Super Lua. Este fenômeno acontece quando a Lua está cheia e em seu perigeu (no ponto mais próximo de sua distância em relação à Terra). A Super Lua fascina pessoas no mundo inteiro;
• Quarto Minguante: basicamente o quarto Minguante da Lua é o oposto do quarto Crescente, ou seja, apenas metade da parte visível do satélite pode ser vista pelos humanos. No entanto existe uma diferença importante: durante o período minguante, a Lua só pode ser observada durante a madrugada. Já no quarto Crescente a Lua pode ser vista no entardecer e no amanhecer.
Eclipses lunares e solares
Os eclipses são espetáculos a parte nas interações entre Sol, Terra e Lua. O eclipse é a “obstrução” da visibilidade de um corpo no espaço. Logo, um eclipse solar acontece quando a Lua fica entre a Terra e o Sol. É importante lembrar que várias condições precisam ser contempladas para que este tipo de eclipse ocorra e ele sempre irá ocorrer na fase da Lua Nova, mas a recíproca não é verdadeira.
Já o eclipse lunar acontece quando a Terra fica entre a Lua e o Sol. Neste caso a sombra da Terra recai sobre a Lua. Este tipo de eclipse só acontece quando a Lua está na sua fase Cheia. Mas, da mesma forma, a recíproca não é verdadeira, já que outras condições precisam ser contempladas para que isso ocorra.
Influência das fases da Lua
A Lua exerce muitas influências sobre a Terra. Cientificamente falando, a principal destas influências é a alteração nas marés oceânicas. Esta influência sobre as marés é resultado da interação gravitacional que nosso satélite natural possui com o nosso planeta. Indiretamente, a mudança nas marés afeta toda a cadeia produtiva da pesca, o que atinge a economia mundial como um todo.
Ainda falando de influências, as fases da Lua influenciam os humanos também nas crenças e na cultura dos povos. E isso acontece há muito tempo, desde a Antiguidade. Civilizações utilizavam as fases da Lua para contar os dias, os meses e os anos. Muitas pessoas se baseiam nas fases da Lua para realizar colheitas e plantar. Outras crenças existem. Algumas ligadas ao ciclo reprodutivo de vários animais e até dos seres humanos. Mas tudo isso não passa de crença popular.

Sistema Solar

Sistema Solar
Histórico: Leia, a seguir, alguns nomes e dados históricos rela­cionados ao Sistema Solar.
• Cláudio Ptolomeu (século II) – no livro Almagesto, ou Syntaxis, descreveu a teoria dos epiciclos, segundo a qual os planetas teriam um movimento circular no es­paço e outro em torno da Terra – geocentrismo. Concepção geocêntrica, segundo a qual a Terra ocuparia o centro de um sistema constituído de esferas.
Sistema Solar, Teóricos do Universo

• Nicolau Copérnico (1473-1543) – no seu livro Sobre as Revoluções dos Corpos Celestes, afir­mou que o Sol é o centro do Sistema Solar –
heliocentrismo.
• Galileu G ali lei (1564-1642) – criou, em 1609, o primeiro telescópio, com o qual descobriu as man­chas solares, as crateras e as montanhas da Lua e os maiores satélites de Júpiter. Suas observações ajudaram a comprovar a teoria de Copérnico.
•    Johannes Kepler (1571-1630) – elaborou as leis da mecânica celeste, apresentadas a seguir.
–   la: Lei das Órbitas – os planetas descrevem órbitas elípticas, das quais o Sol ocupa um dos focos. Portanto, existe o afélio (maior afastamento do Sol) e o periélio (menor afastamento do Sol).
–   2a: Lei das Áreas – os raios vetores que unem o Sol aos planetas descrevem áreas iguais em tempos equiva­lentes. Portanto, a velocidade do planeta em torno do Sol é mais rápida no periélio e mais lenta no afélio.
–   3a.: Lei dos Tempos ou dos Períodos – o quadrado dos tempos das revoluções dos planetas são proporcionais ao cubo de sua distância média ao Sol.
A expressão t2 = d3 representa a Lei dos Tempos, em que t é o tempo e d, a distância.
•    Isaac Newton (1642-1727) – elaborou a Lei da Gravitação Universal: “Os corpos celestes atraem-se na razão direta das suas massas e na razão inversa do quadrado das distâncias que os separam”. Portanto, quanto maior a massa, maior a atração, e quanto maior a distância entre eles, menor a atração.
Componentes principais do Sistema Solar
Sol
O Sol, composto, principalmente, de hidrogênio e hélio, é uma estrela de quinta grandeza, amarela e, portanto, adulta, em fase de envelhecimento. Tem diâmetro de l 392 000 km. A distância média entre o Sol e a Terra é de aproximadamente 150 milhões de quilômetros; no afélio é de 152 milhões e, no periélio, de 147 milhões de quilômetros.
As camadas do Sol se dividem em núcleo, fotosfera, cromosfera e coroa solar.
•         Núcleo – nele acontece a fusão dos átomos de hidrogénio em hélio, ocasionando uma temperatura de 14 000 000°C.
•         Fotosfera – camada visível a olho nu, na qual estão as manchas solares.
•         Cromosfera – porção da atmosfera solar de cor rosada, na qual se originam as protuberâncias, gigantescas labaredas que podem atingir milhares de quilómetros de altura.
•         Coroa solar – atmosfera externa, visível apenas durante os eclipses totais do Sol. Os principais movimentos do Sol são o de rotação e o de translação.
•         Rotação – em torno do seu eixo, com duração de 25 dias e 10 horas.
•         Translação – com o Sistema Solar, para a direção de ápex, ou seja, da estrela de Vega, na constelação de Lira.
Asteroides ou  planetoide
São milhares de pequenos astros que têm suas órbi­tas, principalmente, entre as de Marte e de Júpiter. Ceres, o maior deles, tem 770 km de diâmetro.
Em 1951, o astrônomo Gerard Kuiper formulou a hipótese da existência de asteroides nos limites do Sistema Solar. Com o uso de modernos telescópios, hoje já se conhecem mais de 600 asteroides no cinturão de Kuiper. O mais famoso deles foi des­coberto em 2003 e recebeu o nome de Sedna – uma deusa esquimó que deu vida às criaturas marinhas no Ártico. Sedna é o astro que se encontra na mais distante e fria região do Siste­ma Solar, na qual a temperatura nunca é superior a -240°C.
Alguns astrônomos classificaram o Sedna como o décimo planeta do Sistema Solar, mas, para a maioria deles, tratava-se de um asteroide que está hoje a 13 bilhões de quilômetros do Sol. O Sedna tem entre l 290 e l 770 quilômetros de diâmetro e leva 10 500 anos para dar uma volta em torno do Sol.
Planetas-anões
No Congresso Internacional de Astronomia, realizado em agosto de 2006, em Praga, na República Tcheca, Plutão deixou de ser considerado planeta e passou à categoria de planeta-anão. Ceres e Sedna também obtiveram essa classi­ficação. Plutão tem 2 400 quilômetros de diâmetro e está a uma distância média de 5,9 bilhões de quilômetros do Sol.
Meteoros
São fragmentos interplanetários que, muitas vezes, são atraídos pela força gravitacional da Terra. Também conhecidos como meteoritos quando caem na superfície terrestre. No atrito com a atmosfera, incendeiam-se, for­mando as chamadas estrelas cadentes.
Cometas
Os cometas são formados por núcleo, cabeleira e cauda (quando passam pelo Sol) e descrevem órbitas ex­cêntricas. O núcleo é formado, predominantemente, por gás, água congelada e partículas químicas. A cabeleira é resultante da sublimação dos gases. A cauda é formada por partículas retiradas do cometa pelos ventos solares. Os cometas mais famosos são o Cometa Halley, que passa a cada 76 anos próximo à Terra, e o Hale-Bopp, descoberto mais recentemente, que passou próximo à Terra em 1997, e que só voltará a fazer isso daqui a 4 100 anos.
Os cometas são importantes fontes de estudo para os cientistas, pois são formados por materiais originais, que não sofreram o processo de fusão e, por isso, podem fornecer informações sobre a origem do universo. Em junho de 2005, a Nasa provocou o choque da Sonda Deep Impact com o Cometa Tempel 1. O objetivo do projeto Deep Impact é investigar as origens do Siste­ma Solar, a formação e a composição dos cometas, a via­bilidade de uma arma anti asteroides e o papel dos come­tas na formação da Terra e no início da vida no planeta.
Satélite natural da Terra, a Lua apresenta volume 49 vezes menor que o da Terra e força gravitacional equiva­lente a 1/6 da terrestre.
Em razão da baixa gravidade, a ausência de atmosfera causa uma amplitude térmica diária de 250°C. Apresenta um relevo bastante acidentado, com crateras circulares, os circos, causadas pelo impacto de meteoritos. As pla­nícies lunares são conhecidas como mares.
Os principais movimentos da Lua são o de rotação e o de revolução.
• Rotação – em torno do próprio eixo, com duração de 27 dias, 7 horas e 43 minutos; regula os dias e as noites lunares.
•     Revolução – movimento em torno da Terra, com duração de 27 dias, 7 horas e 43 minutos, dá origem às fases da Lua e aos eclipses solares e lunares. A Lua executa órbitas elípticas em tor­no da Terra. O afastamento máximo denomina-se apogeu e a aproximação máxima recebe o nome de perigeu.
Os movimentos de rotação e de revolução lunares têm a mesma duração, o que faz com que um lado, a face oculta da Lua, não seja visto da Terra. Revolução sinódica ou lunação é o tempo decorrido entre duas luas novas. As posições e fases da Lua são conjunção, primeira quadratura, oposição e segunda quadratura.
•         Conjunção – ocorre na lua nova ou novilúnio.
•         Primeira quadratura – ocorre no quarto cres­cente.
•         Oposição – ocorre na lua cheia ou plenilúnio.
•         Segunda quadratura – ocorre no quarto min­guante.
Os eclipses solares ocorrem somente na posição de conjunção, portanto na lua nova e, logicamente, durante o dia. A ocorrência desses fenômenos é explicada da se­guinte maneira: os raios solares projetam o cone de som­bra da Lua sobre a Terra. No trecho totalmente escureci­do da Terra, ocorre o eclipse total do Sol e, nas regiões de penumbra, o eclipse parcial do Sol. Em alguns casos, porém, em razão da maior distância entre os astros, o cone de sombra não atinge nenhum ponto da Terra, ocor­rendo assim eclipse anular do Sol, em que é visível so­mente um largo anel luminoso daquele astro.
Os eclipses solares são muito importantes para a observação da coroa solar, da cromosfera, das protube­râncias solares e de outros aspectos do Sol.
Os eclipses lunares ocorrem durante a lua cheia, isto é, quando o satélite se encontra em oposição e, evidente­mente, durante a noite.
Eclipses
Quando os três astros – Sol, Terra e Lua – se apre­sentam alinhados no espaço, podem ocorrer os fenômenos chamados eclipses, ou seja, a ocultação do Sol (eclip­ses solares) ou da Lua (eclipses lunares). Os raios solares encontram a Terra e projetam no es­paço o cone de sombra, que atinge a Lua, impedindo-a de refletir os raios do Sol. Os eclipses lunares também po­dem ser totais (1) ou parciais (2).

O ciclo solar

O ciclo solar, também chamado de ciclo solar de Schwabe, é o nome dado para uma série de fenômenos feitos pelo sol em suas atividades, com um intervalo entre eles de aproximadamente 11 anos. Ou seja, são atividades periódicas e repetitivas. A observação delas são importantes para a compreensão do cosmos, do espaço e mesmo da relação do sol com a Terra.
ciclo-solar

O sol

O sol é a maior e principal estrela do Sistema Solar, que tem esse nome devido justamente a isso. Todos os planetas, asteroides, satélites, poeira cósmica e o que mais existir nesse sistema, giram ao redor do sol. Sua composição é primariamente de hidrogênio e hélio, mas também já foram registrados traços de outros elementos, como ferro, enxofre, magnésio, cálcio, oxigênio e mais.
A massa desta estrela é tão grande (332.900 vezes maior que a da Terra), que ela é responsável por 99,86% da massa de todo o Sistema Solar. Seu volume também é gigantesco, sendo 1.300.00 vezes maior que o do nosso planeta. A distância da Terra é de 1 unidade astronômica (UA), o que equivale a mais ou menos 150 milhões de quilômetros, variáveis em cerca de 2-3 milhões dependendo da época do ano. A luz solar leva 8 minutos e 18

Interesse da Arauco sobre Eldorado Brasil enfrenta três ofertas rivais, dizem fontes

Interesse da Arauco sobre Eldorado Brasil enfrenta três ofertas rivais, dizem fontes

SÃO PAULO (Reuters) - A tentativa da chilena Arauco em comprar a produtora brasileira de celulose Eldorado Brasil, que fracassou mais cedo nesta sexta-feira, enfrenta três ofertas rivais, afirmaram duas fontes com conhecimento direto do assunto.
Após o fim das negociações exclusivas com a Arauco, controlada pela chilena Copec, a J&F Investimentos, abriu novo processo de ofertas pela Eldorado, sua controlada, afirmaram as fontes. As propostas foram feitas por Asia Pacific Resources International, da Indonésia; Fibria e uma companhia asiática não identificada, acrescentaram as fontes.
A Fibria, maior produtora mundial de celulose de eucalipto, vê potenciais significativos de redução de custos com a aquisição da Eldorado, cuja fábrica é sua vizinha em Três Lagoas (MS). Porém, uma união das duas empresas poderá enfrentar duras restrições no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), disse uma das fontes.
Depois do fim do período de negociação exclusiva, a Arauco terá que participar de um novo processo de ofertas se quiser comprar a Eldorado, disse a segunda fonte.
A Reuters publicou mais cedo nesta sexta-feira que as negociações exclusivas entre Arauco e J&F sobre a Eldorado fracassaram porque ambos os lados não chegaram a um entendimento sobre preço. A Arauco não conseguiu reduzir o valor de compra da fabricante brasileira, disseram as fontes.
O valor da Eldorado, que inclui caixa, dívida e fatias de minoritários, é de pouco mais de 10 bilhões de reais, disseram as fontes. A dívida da Eldorado está em torno de 8 bilhões de reais e os credores da J&F pressionam por uma venda da companhia, disseram fontes em maio à Reuters.
Representantes da Arauco não comentaram o assunto. As outras companhias não se manifestaram de imediato.

Fonte:  Reuters