quarta-feira, 16 de agosto de 2017

African Rainbow Minerals e Vale vendem participação em mina de cobre de Zâmbia

African Rainbow Minerals e Vale vendem participação em mina de cobre de Zâmbia


A mineradora brasileira Vale e a African Rainbow Minerals (ARM) venderam participação indireta de 80 por cento da mina de cobre de Lubambe, na Zâmbia (África), para a EMR Capital Bidco, por 97,10 milhões de dólares, informou nesta terça-feira a ARM, em nota ao mercado.
A participação indireta, que é dividida em partes iguais entre ARM e Vale, inclui a participação patrimonial na mina de Lubambe, bem como empréstimos ao ativo.
A conclusão da alienação está sujeita ao cumprimento de algumas condições acordadas anteriormente.
A EMR é uma empresa especializada em private equity e gerencia investimentos de mais de 2 bilhões de dólares, segundo afirmou a empresa no comunicado.
Fonte: Extra

CRISTAL BRUTO DE 5 TONELADAS

CRISTAL BRUTO DE 5 TONELADAS

ÁGUA-MARINHA GIGANTE BRUTA

ÁGUA-MARINHA GIGANTE BRUTA

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Kit de cinco diamantes vai a leilão com preço inicial de US$ 10 milhões

Kit de cinco diamantes vai a leilão com preço inicial de US$ 10 milhões


Diamantes receberam nomes de dinastias da Rússia. Foto: Yuri Kadobnov
Diamantes receberam nomes de dinastias da Rússia. Foto: Yuri Kadobnov Foto: YURI KADOBNOV / STF
Bloomberg - O Globo

RIO - Um kit de cinco diamantes batizados com nomes de dinastias da Rússia vai a leilão em novembro com preço inicial de US$ 10 milhões. O maior dos diamantes foi chamado Dinastia e os demais receberam os nomes da era Romanov, como Sheremetyev, Orlov, Vorontsov e Usupov. Os mais caros diamantes já polidos no país serão vendidos on-line.
“Os diamantes da coleção receberam os nomes de dinastias que desempenharam papel importante no desenvolvimento do negócio de joias da Rússia. O Dinastia é o diamante mais valioso, com as melhores características, já polido na Rússia”, disse, em comunicado o diretor da empresa Alrosa, Pavel Vinikhin.
Antes do leilão, os diamantes participarão de um “roadshow” por diversos países em busca de potenciais compradores, como Israel, Estados Unidos, Hong Kong e Rússia. Os itens polidos são uma novidade para a Alrosa, que tradicionalmente que trabalha com diamantes brutos. Segundo o diretor-executivo da empresa, Sergey Ivanov, a ideia é tentar ampliar os ganhos da unidade de joias e polir as melhores pedras, em vez de vender na forma bruta.

Fonte: Bloomberg - O Globo

Vale deixa de ter controlador definido

Vale deixa de ter controlador definido


 Privatizada em 1997, a Vale entra agora em uma nova era, passando a ser uma “corporation”, isto é, uma companhia sem controlador definido. Isso passa a valer a partir da incorporação da Valepar – holding que reúne o bloco de controle formado por fundos de pensão estatais, BNDESPar, Bradespar e Mitsui -, prevista para ocorrer ainda nesta segunda-feira.
 “A partir desta noite a Vale deixa de ter controlador definido”, afirmou o presidente da Vale, Fabio Schvartsman, em teleconferência.
O executivo disse que o sucesso da operação afasta o fantasma da interferência de governo e seus impactos sobre a Vale. Durante a campanha pela conversão, Schvartsman foi bastante incisivo ao afirmar que a presença estatal exercia um enorme potencial de destruição de valor na Vale.
“Uma vez que houve a conversão, esse assunto está plenamente resolvido. Seguramente tudo que estava sendo feito era como medida preventiva, não que houvesse qualquer tipo de interferência indevida. Muito bem-vindo o governo como acionista minoritário”, disse.
Depois de a mineradora alcançar um porcentual de 84,4% de conversão voluntária de papéis preferenciais em ordinários, encerrada na última sexta-feira, a Valepar passou a ter 44% das ações com direito a voto, porcentual bem abaixo dos 51% que caracterizariam o controle da companhia.
Schvartsman explicou que os 44% já embutem o prêmio de 10% aos controladores acertado na reestruturação societária. Segundo ele, quando todas as PN forem convertidas esses acionistas terão, juntos, 41% das ações.
Os antigos membros da Valepar terão que obedecer um período de “lock-up” de seis meses. Nesse período, eles não podem se desfazer das ações no mercado. Um novo acordo de acionistas será assinado, vinculando 20% das ações desse grupo e com validade até 2020.
Fonte: Exame