quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Ibovespa pode dobrar em dois anos, avalia BofA Merrill Lynch

Ibovespa pode dobrar em dois anos, avalia BofA Merrill Lynch



 
© Reuters.  Ibovespa pode dobrar em dois anos, avalia BofA Merrill Lynch© Reuters. Ibovespa pode dobrar em dois anos, avalia BofA Merrill Lynch

Money Times - O principal índice de ações da B3 subiu pela terceira vez seguida na quarta-feira (13) e renovou sua máxima histórica ao anotar 74.787 pontos. O recorde na Bolsa tente a atrair novos investidores e analistas traçam perspectivas para a tendência de alta. Na visão de estrategista do Bank of America Merrill Lynch, o Ibovespa pode dobrar nos próximos anos.
Para Ajay Kapur, do BofA Merrill Lynch, as bolsas dos mercados emergentes podem dobrar nos próximos dois anos, inclusive no Brasil. Como pano de fundo para o rali, destaca o crescimento de dois dígitos nos lucros das empresas, a exposição ainda reduzida em Bolsa do investidor brasileiro e os indícios de um ambiente político mais amigável ao mercado.
“No entanto, as eleições presidenciais em 2018 são o ponto crucial de risco já que as contas públicas do Brasil permanecem como uma preocupação.” Na sessão de quarta-feira, a propósito, a informação de que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, teria topado ser candidato ao Planalto pelo PSD elevou ações brasileiras na B3.
Em relatório recente, o Bradesco (SA:BBDC4) argumentou que o Ibovespa teria o caminho livre para chegar aos 87 mil pontos caso o prêmio de risco exigido pelos investidores passe a cair, como aconteceu após as recessões de 2003 e 2009.
“Em nossos cálculos, assumindo um prêmio de risco apenas 1 p.p. abaixo da média histórica, o Ibovespa poderia atingir 87 mil pontos ao final de 2017”, disse o estrategista José Cataldo.
Por Money Times

Dow Jones fecha em patamar recorde, mas S&P e Nasdaq recuam

Dow Jones fecha em patamar recorde, mas S&P e Nasdaq recuam



 
Dow Jones fecha em patamar recorde, mas S&P e Nasdaq recuamDow Jones fecha em patamar recorde, mas S&P e Nasdaq recuam

(Reuters) - O avanço das ações da Boeing levou o índice Dow Jones para um patamar recorde nesta quinta-feira, enquanto o S&P 500 recuou porque os investidores viram uma inflação maior do que a esperada, aumentando a chance de uma alta da taxa de juros.
O índice Dow Jones subiu 0,2 por cento, a 22.203 pontos. O S&P 500 perdeu 0,11 por cento, a 2.495 pontos. O Nasdaq recuou 0,48 por cento, a 6.429 pontos.
O terceiro avanço consecutivo para um patamar recorde do Dow Jones foi impulsionado em parte pela Boeing, que subiu 1,36 por cento após o Deutsche Bank elevar o preço alvo da ação da empresa aeroespacial e de defesa.
O S&P 500 e o Nasdaq caiu após um relatório do Departamento de Trabalho mostrar que os preços ao consumidor subiram mais que o esperado em agosto, aumentando as chances de outro aumento da taxa de juros neste ano.
O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) avançou 0,4 por cento no mês passado, o maior aumento em sete meses, no último dos principais dados econômicos a serem divulgados antes do encontro da política monetária do Federal Reserve, banco central norte-americano, de 19 a 20 de setembro.
"Não acho que o mercado estava esperando essa força da inflação", disse Victor Jones, diretor de negociação da TD Ameritrade.
"O que as pessoas querem é saber se (Janet) Yellen (chair do Fed) vai falar ou não sobre a fraca inflação como transitória, ou se continua a preocupá-los."
Após a divulgação dos dados, a chance de alta dos juros em dezembro subiu para cima de 50 por cento pela primeira vez desde julho, de 41,3 por cento, segundo o FedWatch, do grupo CME.
Seis dos 11 principais setores do S&P 500 subiram, liderados por um aumento de 0,88 por cento nas empresas de serviços públicos.

Fonte:  Reuters

Coreia do Norte lança novo míssil e deixa Japão em alerta   

Coreia do Norte lança novo míssil e deixa Japão em alerta   
Imagem divulgada pelo Ministério da Defesa da Coreia do Sul em Seul mostra o sistema de mísseis disparando um míssil Hyunmu-2 no Mar do Oriente a partir de um local não revelado durante um exercício simulando um ataque nuclear da Coreia do Norte – 04/09/2017© Getty Images Imagem divulgada pelo Ministério da Defesa da Coreia do Sul em Seul mostra o sistema de mísseis disparando um míssil Hyunmu-2 no Mar do Oriente a partir de um local não revelado durante um exercício simulando um… A Coreia do Norte disparou um míssil não identificado nesta quinta-feira (sexta-feira no horário local), do distrito de Sunan, na capital Pyongyang, em direção ao leste, informaram as Forças Armadas da Coreia do Sul.
O governo do Japão emitiu um alerta de emergência em cidades na região norte do país.
Os militares sul-coreanos e dos Estados Unidos estão analisando o possível lançamento, disse o gabinete do Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul.
No início da semana, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou um novo pacote de sanções contra a Coreia do Norte pelos testes nucleares e balísticos que vem realizando desde 2006. A resolução, que contou com o apoio unânime dos 15 integrantes do Conselho, foi proposta pelos americanos.
Em resposta, os norte-coreanos emitiram um comunicado nesta quinta-feira ameaçando usar armas nucleares para “afundar” o Japão e reduzir os Estados Unidos a “cinzas e escuridão”. O regime de Kim Jong-un também pediu a dissolução do Conselho de Segurança, que chamou de uma “ferramenta do mal”.
Segundo a emissora CNN, desde fevereiro a Coreia do Norte disparou 21 mísseis em 14 testes militares. Se o lançamento de hoje for confirmado, será o 22º do ano.
(em atualização) 
Fonte:  MSN

As pedras de Diamonique são como diamantes verdadeiros?

As pedras de Diamonique são como diamantes verdadeiros?


As pedras de Diamonique são como diamantes verdadeiros?
As pedras Diamonique têm tanto similaridades quanto diferenças em relação aos diamantes verdadeiros (Creatas/Creatas/Getty Images)
Os diamantes são apreciados em joias por sua durabilidade e brilho intenso. Eles são também comumente usados em anéis de noivado. Contudo, os diamantes são extremamente caros, o que leva muitas pessoas a procurar alternativas. A empresa QVC tem uma linha de produtos chamada "Diamonique", que são joias contendo pedras similares a diamantes. Elas são feitas de zircônia cúbica e têm tanto similaridades quanto diferenças em relação aos diamantes verdadeiros.

Diamantes

Um diamante é uma pedra preciosa composta de carbono que tem propriedades únicas. Ele é uma das substâncias mais duras da Terra, tendo pontuação de 10 na escala de dureza de Mohs. Ele também é a substância com o maior ponto de fusão e é o melhor condutor de calor. Para usos em joias, o diamante tem um dos maiores índices de refração em relação a outras pedras preciosas, de valor 2,42, o que significa que poucas pedras podem equiparar-se a ele ou exceder seu brilho. Os diamantes incolores são os mais usados em joias, exceto por alguns outros raros e desejáveis, que podem existir em várias cores.

Zircônia cúbica

A zircônia cúbica é um material criado artificialmente com o nome técnico de dióxido de zircônio. Quando achado naturalmente, o dióxido de zircônio é chamado baddeleyíta e tem a mesma composição química da zircônia cúbica, mas com uma estrutura de cristal diferente. A forma de cristal da zircônia cúbica possui pequenas quantidades de óxido de ítrio e óxido de cálcio adicionados. Mudar a estrutura do cristal permite que a pedra possa ser cortada como um diamante. A zircônia cúbica é incolor, mas outras substâncias podem ser adicionadas para criar cores diferentes. Essa substância tem um índice de dureza de Mohs que varia de 8,25 a 8,5 e um índice de refração de 2,15. A zircônia cúbica é uma das mais populares e baratas imitações de diamante e o principal componente das pedras de Diamonique.

Similaridades

Para um amador, distinguir visualmente a zircônia cúbica de um diamante pode ser difícil. Ambos tem um alto índice de refração, resultando em brilho parecido quando cortadas. A zircônia cúbica tem os mesmos cortes de um diamante, de forma que suas formas são idênticas. A diferença mais óbvia entre esses dois materiais é que uma pedra de Diamonique pesa mais do que um diamante do mesmo tamanho. Visualmente, os diamantes verdadeiros e as pedras de Diamonique são quase indistinguíveis.

Diferenças

Quimicamente, as pedras de Diamonique não âm qualquer semelhança com os diamantes verdadeiros. Elas são também mais macias e podem ser riscadas por muitos outros materiais mas, com o cuidado adequado, o usuário da pedra Diamonique pode nunca perceber, pois elas também são bem duras. Além disso, devido ao fato de serem pedras de imitação, e não pedras preciosas, que são muito mais raras, as Diamonique não possuem o valor de revenda de um diamante real. Apesar de as pedras Diamonique e os diamantes reais parecem quase idênticos, os diamantes tem mais valor devido à sua raridade.
Fonte: Joia br

O que acontece com atividades de mineração na Amazônia? Conheça exemplos

O que acontece com atividades de mineração na Amazônia? Conheça exemplos


Mineração na Amazônia dinamiza a economia local ou causa devastação ambiental e problemas sociais? A imensa importância ecológica da maior floresta tropical do mundo e experiências do passado, como a corrida ao ouro em Serra Pelada e o projeto de Carajás, ambos no Pará, estimulam esse tipo de questionamento.  A decisão de Michel Temer, por decreto, de extinguir uma reserva mineral do tamanho do Espírito Santo entre os Estados do Pará e do Amapá deu novo combustível ao debate. A Renca (Reserva Nacional do Cobre e Associados) é rica em ouro e outros minérios e tem grandes reservas naturais e terras indígenas. Com o decreto, que foi suspenso temporariamente, o governo federal busca atrair empresas interessadas na exploração minerária. Por enquanto, o Ministério de Minas e Energia anunciou que fará um debate com a sociedade e em 120 dias serão apresentadas eventuais medidas de promoção de desenvolvimento para a região.
Para especialistas ouvidos pelo UOL, as experiências de mineração industrial na Amazônia feitas de forma legal e em locais permitidos –que não incluem Terras Indígenas e Unidades de Conservação– alteram profundamente as regiões em que chegam.   O desafio é direcionar o aquecimento gerado na economia para melhorias locais efetivas e duradouras e evitar danos ao ambiente. Os exemplos de sucesso são poucos e recentes.
“Mineração traz investimentos em regiões que possuem carências sociais e econômicas históricas. É bem-vinda em muitas das áreas habilitadas para receber mineração. Aumentam a potencialidade local. Mas muitas coisas vêm junto”, diz Daniela Gomes, coordenadora do Programa Desenvolvimento Local do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas. Entre os problemas apontados estão os grandes fluxos migratórios. Em Juriti, no Pará, a população da área urbana dobrou após o início da mineração, saltando de 10 mil para 20 mil habitantes. Uma série de problemas são decorrentes dessa explosão populacional. “Esses fluxos geram uma série de demandas adicionais sobre os serviços básicos de saúde, educação e infraestrutura. Ocorre epidemia de acidentes de trânsito e aumento da violência”, explica Gomes.
Fonte: UOL