sábado, 30 de setembro de 2017

Empresa britânica luta para dar nova vida ao mercado de esmeraldas e rubis

Empresa britânica luta para dar nova vida ao mercado de esmeraldas e rubis


Uma empresa de mineração pouco conhecida está modernizando o caótico comércio de pedras preciosas na esperança de gerar demanda para suas esmeraldas e rubis. Na maior mina de esmeraldas do mundo, perto da fronteira da Zâmbia com a República Democrática do Congo, a Gemfields PLC está extraindo milhões de quilates a cada mês.
Em novembro, dezenas de trabalhadores da mina Kagem coletavam fragmentos de rocha e os enviavam para a “sala de lavagem”, onde cerca de 50 pessoas debruçadas sobre esteiras transportadoras usavam ganchos de metal para tentar encontrar vestígios de esmeralda. Observados de perto por gemólogos e seguranças, os funcionários separavam as rochas com esmeraldas em cestos.
No ano encerrado em 30 de junho, a receita da Gemsfields somou US$ 171 milhões. Além da Zâmbia, a empresa, que conta com 2 mil funcionários, também opera em Moçambique e detém licenças para exploração em Madagascar e no Sri Lanka.
A operação na Zâmbia tem ajudado a empresa — que negocia suas ações no AIM, o mercado de pequenas empresas da bolsa de Londres — a dominar um setor que vem crescendo rápido e se tornando cada vez mais lucrativo.
A Gemfields é dona de 75% da mina Kagem e o governo da Zâmbia detém os outros 25%.
Desde 2008, a empresa triplicou a produção na Kagem ao contratar geólogos para identificar as melhores áreas de mineração e usar caminhões e equipamentos pesados, além de mais trabalhadores, para processar e transportar as pedras de forma mais eficiente.
Além disso, a Gemfields — ao adotar técnicas de marketing mais astutas que evocam a estratégia da gigante dos diamantes De Beers para dar impulso à demanda por brilhantes nas décadas de 40 e 50 — ajudou a aumentar os preços globais da esmeralda em quase 14 vezes desde 2009, segundo dados de vendas fornecidos pela empresa.
Estatísticas da Organização das Nações Unidas mostram que o comércio global de esmeraldas, rubis e safiras dobrou desde 2011, para cerca de US$ 5 bilhões por ano, e continua crescendo. E a Gemfields não enfrenta concorrentes do seu porte.
A família Gupta, dona da Gemfields, atua no mercado de pedras preciosas há décadas, mas a empresa era pequena e não tinha condições de levantar capital suficiente para crescer. Até que nos anos 2000, o fundador Rajiv Gupta entrou em contato com Brian Gilbertson, ex-diretor-presidente da gigante anglo-australiana BHP Billiton Ltd., que tinha criado uma firma de private equity para investir no setor de mineração. Com o apoio de Gilbertson, a Gemfields comprou a fatia na mina Kagem em 2008.
A Gemfields está bem posicionada para tirar proveito de sua posição como única produtora formal e de larga escala de rubis e esmeraldas no mercado mundial, dizem analistas.
“Nó ultimo ano, o crescimento de pedras preciosas coloridas foi muito maior que o de diamantes”, diz Daniel Struyf, diretor internacional de joias da casa de leilões britânica Bonhams.
O mercado de pedras preciosas coloridas soma US$ 8,6 bilhões ao ano e, com produtores questionáveis em países como Mianmar e Colômbia, ainda funciona nas sombras do mercado de diamantes mais formal, que é dez vezes maior.
“A Gemfields facilitou a vida de todos os grandes compradores de pedras preciosas”, diz Eckehard Julius Petsch, proprietário da Julius Petsch Jr., uma trading alemã especializada no setor fundada há 115 anos. Petsch foi o avaliador oficial de esmeraldas da Zâmbia entre 1988 e 1990.
A oferta estável tem ajudado a estimular a demanda, elevando os preços das esmeraldas brutas de alta qualidade da Kagem de US$ 4,40 o quilate em 2009 para US$ 60 no ano passado. A empresa produziu 30,1 milhões de quilates em esmeraldas e berilo — uma versão semipreciosa da esmeralda — no ano encerrado em 30 de junho, 49% a mais que no ano anterior. Isso dá à esmeralda um brilho raro num mercado de commodities hoje sombrio. O preço do ouro caiu cerca de 16% em 2015. O do cobre, principal produto exportado pela Zâmbia, caiu cerca de 25%. Até o mercado de diamantes enfraqueceu. A De Beers informou que as vendas de diamantes no terceiro trimestre caíram 59% ante o mesmo trimestre do ano anterior.
Há poucas garantias de que o mercado de pedras preciosas coloridas continuará aquecido, já que a demanda dos países emergentes por bens de luxo está caindo diante da desaceleração na China e das turbulências macroeconômicas globais.
O líder executivo da Gemfields, Ian Harebottle, diz que a empresa poderia ser ainda mais rentável, mas uma expansão oferece riscos, já que a base da demanda é pequena. “Já esprememos bastante a nossa margem”, diz ele.
Mas executivos da Gemfields acreditam que há espaço para crescer, já que as pedras preciosas coloridas respondem por apenas 8% do mercado americano de joias no valor em dólar em comparação com 45% dos diamantes, de acordo com Russell Shor, analista sênior do setor do Instituto Gemológico da América.
A empresa espera obter sucesso replicando as estratégias usadas pela De Beers para converter sua gigantesca mina em Kimberley, na África do Sul, em um mercado global para diamantes, com a realização de leilões diretamente a compradores e o criação de um sistema de classificação para suas pedras. Para ampliar seu domínio no mercado de pedras preciosas coloridas para além das esmeraldas, em 2011, a Gemfields comprou 75% da mina de rubi Montepuez, em Moçambique, por US$ 2,5 milhões.

Fonte: WSJ
ESMERALDA BRUTA
RUBI BRUTO/LAPIDADO

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Vale anuncia conclusão do resgate de bonds com vencimento em 2019 e resultado final da oferta de aquisição de bonds com vencimento em 2020

Vale anuncia conclusão do resgate de bonds com vencimento em 2019 e resultado final da oferta de aquisição de bonds com vencimento em 2020


 A Vale S.A. (“Vale”) informa a conclusão do resgate dos bonds garantidos pela Vale com cupom de 5,625% e vencimento em 2019 (CUSIP N. 91911TAJ2) (“Bonds 2019″), emitidos por sua subsidiária integral Vale Overseas Limited (“Vale Overseas”), conforme exercício do direito de resgate de tais Bonds 2019 anunciado por meio do comunicado de 28 de agosto de 2017. A Vale Overseas resgatou, nesta data, a totalidade dos Bonds 2019 em circulação, no valor total de principal de US$1.000.000.000,00, e realizou o pagamento do montante do prêmio calculado de acordo com os termos da escritura de emissão dos Bonds 2019.
A Vale informa também que titulares do valor principal de US$11.840.000,00 dos bonds em circulação garantidos pela Vale com cupom de 4,625% e vencimento em 2020 (CUSIP N. 91911TAL7) (“Bonds 2020″), emitidos pela Vale Overseas, validamente ofertaram seus Bonds 2020 após às 17:00, horário de Nova Iorque, do dia 13 de setembro de 2017 (“Data de Encerramento Antecipada”) e até 23:59, horário de Nova Iorque, do dia 27 de setembro de 2017 (“Data de Vencimento”), conforme oferta de aquisição da Vale Overseas anunciada por meio do comunicado de 28 de agosto de 2017 (“Oferta de Aquisição”).
A Vale Overseas aceitou adquirir todos os Bonds 2020 validamente ofertados na Oferta de Aquisição após a Data de Encerramento Antecipada e até a Data de Vencimento. A data de liquidação final em que a Vale Overseas efetuará o pagamento dos Bonds 2020 aceitos na Oferta de Aquisição está prevista para ocorrer no dia 29 de setembro de 2017 (“Data de Liquidação Final”).
Detentores de Bonds 2020 que validamente ofertaram seus Bonds 2020 após a Data de Encerramento Antecipada mas até a Data de Vencimento e cujos Bonds 2020 tenham sido aceitos para aquisição farão jus ao recebimento do valor de US$1.037,50 por US$1.000,00 de valor principal dos Bonds 2020 ofertados, além de juros devidos e não pagos sobre seus Bonds 2020 aceitos, desde a última data de pagamento, inclusive, até, mas não incluindo, a Data de Liquidação Final.
Ofertas válidas de Bonds 2020 após a Data de Encerramento Antecipada e até a Data de Vencimento não podem ser retiradas, exceto conforme exigido pela lei aplicável.
O valor principal total de Bonds 2020 aceitos para aquisição, nos termos da Oferta de Aquisição, é de US$501.225.000,00, incluindo os Bonds 2020 ofertados até a Data de Encerramento Antecipada.
A Oferta de Aquisição está encerrada. Bonds 2020 ofertados após a Data de Vencimento não serão aceitos para aquisição nos termos da Oferta de Aquisição.
A Oferta de Aquisição foi realizada nos termos do memorando da oferta de aquisição de 28 de agosto de 2017 (conforme aditado ou complementado de tempos em tempos, “Memorando da Oferta de Aquisição”), o qual estabelece em maiores detalhes os termos e condições da Oferta de Aquisição.
A Vale contratou o Citigroup Global Markets Inc., Credit Agricole Securities (USA) Inc., RBC Capital Markets, LLC e Scotia Capital (USA) Inc., para servirem como dealer managers (distribuidores) e Global Bondholders Services Corporation para servir como agente da Oferta de Aquisição e de informação para a Oferta de Aquisição. Questões sobre a Oferta de Aquisição deverão ser direcionadas diretamente ao Citigroup Global Markets Inc. pelos telefones +1 (212) 723-6106 ou +1 (800) 558-3745 (ligação gratuita nos EUA), Credit Agricole Securities (USA) Inc. pelos telefones +1(212) 261-7802 ou +1(866) 807-6030 (ligação gratuita nos EUA), RBC Capital Markets, LLC pelos telefones +1(212) 618-7822 ou +1(877) 381-2099 (ligação gratuita nos EUA), ou Scotia Capital (USA) Inc. pelos telefones +1(212) 225-5559 ou +1(800) 372-3930 (ligação gratuita nos EUA).
Este anúncio é para fins informativos somente e não se trata de uma oferta de aquisição nem de uma solicitação de uma oferta para venda de quaisquer títulos. A Oferta de Aquisição foi realizada somente pelo, e de acordo com os termos do, Memorando da Oferta de Aquisição. A Oferta de Aquisição não foi realizada em qualquer jurisdição na qual a realização ou aprovação não seria em conformidade com os títulos, com blue sky ou com outras leis de tal jurisdição. Em qualquer jurisdição onde as leis exigem que a Oferta de Aquisição seja realizada por um corretor ou distribuidor licenciado, a Oferta de Aquisição presume-se como tendo sido realizada por distribuidores representando a Vale Overseas. Nem a Vale, a Vale Overseas, o agente da oferta e de informação, os distribuidores ou o trustee relativos aos Bonds 2020, nem quaisquer afiliados deles, fizeram qualquer recomendação para que detentores de títulos oferecessem ou deixassem de oferecer em parte ou integralmente seus Bonds 2020 em resposta à Oferta de Aquisição. Nem a Vale, Vale Overseas, o agente da oferta e de informação, os distribuidores ou o trustee relativos aos Bonds 2020, nem quaisquer afiliados deles, autorizaram qualquer pessoa a dar qualquer informação ou fazer qualquer representação relativa à Oferta de Aquisição que não sejam as informações ou representações contidas no Memorando da Oferta de Aquisição.
O resgate e a Oferta de Aquisição são consistentes com a nossa estratégia de geração de valor ao acionista, fortalecimento do balanço e redução do endividamento.
Fonte: Vale

Brasil pode recuperar ‘Esmeralda Bahia’

Brasil pode recuperar ‘Esmeralda Bahia’


A Justiça Federal em Campinas (SP) concedeu decisão favorável à Advocacia-Geral da União (AGU) que faz com que a União possa recuperar a chamada ‘Esmeralda Bahia’, avaliada em US$ 372 milhões e atualmente nos Estados Unidos. Dois acusados de enviar a pedra preciosa para a América do Norte foram condenados no âmbito de ação penal cuja sentença também declarou o perdimento da peça em favor da União.
A Justiça determinou expedição de mandado de busca e apreensão da ‘Esmeralda Bahia’ com objetivo de repatriação da gema. Para cumprir tal determinação, a Procuradoria-Seccional da União (PSU) em Campinas e o Departamento de Assuntos Internacionais da Procuradoria-Geral da União (DAI/PGU) devem oficializar pedido por meio de acordo de cooperação firmado com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
A AGU considera a pedra preciosa de propriedade da União, conforme os termos do artigo 20, inciso IX, e 176, parágrafo 1º, da Constituição Federal. A ‘Esmeralda Bahia’ foi enviada para o exterior sem permissão e com documentação falsa. O mineral, portanto, não poderia ter sido vendido por garimpeiros e intermediários para compradores americanos, e muito menos ter sido enviado para o exterior. Os criminosos foram condenados pelos crimes de receptação, contrabando e uso de documento falso, todos relacionados ao envio da ‘Esmeralda Bahia’, de forma ilegal, para os Estados Unidos. Segundo a denúncia, os réus exportaram por meio de transporte aéreo, mediante declaração falsa de conteúdo, peso e valor, mercadoria proibida, consistente em bloco rochoso contendo esmeralda, extraído sem permissão de lavra garimpeira do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).
A AGU entrou com ação penal na condição de assistente de acusação, na forma do artigo 268 do Código de Processo Penal, para requerer o bloqueio da ‘Esmeralda Bahia’ e o reconhecimento da cooperação jurídica internacional com o Departamento de Justiça norte-americano para recuperar o mineral precioso. Os pedidos foram deferidos e transmitidos no primeiro semestre de 2015 à Justiça dos Estados Unidos, que determinou a aplicação da ordem de restrição sobre a Esmeralda naquele país. Atualmente, a ‘Esmeralda Bahia’ encontra-se sob custódia da Polícia de Los Angeles, por força dessa ordem judicial.
Com a nova decisão favorável à União, as autoridades americanas deverão se pronunciar sobre o pedido de cooperação jurídica internacional formulada pela AGU.
A ‘Esmeralda Bahia’ é um espécime mineral raro, sendo desconhecida a existência de peça com as suas características. Desta forma, a pedra tem valor científico e cultural inestimável, e uma vez devolvida ao Brasil deve ser destinada a museus, estabelecimentos de ensino ou outros fins científicos.



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Fonte: Brasil Mineral

   

ONG alerta ministros para riscos de nova lei de licenciamento ambiental

ONG alerta ministros para riscos de nova lei de licenciamento ambiental


O Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam) encaminhou na quarta-feira, 27, ofícios aos ministros do Meio Ambiente, Sarney Filho; das Relações Externos, Aloysio Nunes Ferreira; e da Fazenda, Henrique Meirelles, apontando os riscos de aprovação pela Câmara dos Deputados do projeto de lei 3.729/2004 que traz uma série de mudanças na Lei de Licenciamento Ambiental.
Os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente fecharam um acordo com a bancada ruralista, representantes do agronegócio, mineração e indústria para a criação de uma lei geral do licenciamento ambiental, contida no PL, que deverá ser votada, em regime de urgência, pela Câmara dos Deputados.
Nos documentos, o Proam alerta que o projeto traz elementos prejudiciais à segurança jurídica dos novos empreendimentos. “Há também riscos de perdas de divisas, com a diminuição do aporte de recursos internacionais por empresas e instituições financeiras atentas aos mecanismos legais brasileiros que possibilitam a prática responsável de compliance”, afirma Carlos Bocuhy, presidente da organização não-governamental e conselheiro do Conama.
Para o promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema) Piracicaba, Ivan Carneiro Castanheiro, as propostas legislativas sobre alterações nas regras do licenciamento ambiental “colocam em risco a desejada harmonia entre meio ambiente e desenvolvimento econômico”. Se aprovadas, diz, criarão mais incertezas e inseguranças do que definições precisas sobre as regras.
“A flexibilização das regras aumentará o grau de judicialização e afugentará o capital estrangeiro para financiar as grandes obras. Também colocarão em risco as instituições financeiras nacionais, ao investirem em empreendimentos ambientalmente in sustentáveis”, diz Carneiro. O promotor de Justiça argumenta que, se o objetivo for a agilidade do licenciamento, “melhor seria que se equipassem adequadamente os órgãos ambientais, com tecnologia de ponto e reposição dos técnicos aposentados”.
Para Bocuhy, “a última versão do substitutivo mantém grande parte de seus graves problemas de essência, que já eram encontrados nas suas versões anteriores”. Entre os pontos levantados pelo Proam, estão a redução dos prazos de emissões de licenças, falta de transparência e controle social sobre os empreendimentos e de participação nas decisões de entidades diretamente afetadas, facilidades injustificáveis ao empreendedor, em prejuízo das regiões e comunidades, entre outras questões.
Segundo a diretora institucional da Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa), Sandra Kishi, na versão do projeto 3.729/04, do deputado federal Mauro Pereira (PMDB-RS) existem normas que mostram um recuo. “No plano jurídico internacional, a legislação ambiental retrocessiva macula a efetividade de compromissos multilaterais assumidos pelo Brasil, com graves riscos ao desenvolvimento econômico sustentável preconizado nos artigos 170 e 225 da Constituição Federal.”
Essa também é a opinião de Bocuhy, ao lembrar que há no projeto evidentes conflitos com a Constituição, o que levará ao aumento da judicialização dos empreendimentos que forem aprovados com base na nova lei.
O Proam já encaminhou nesta semana à nova procuradora geral da República, Raquel Dodge, suas preocupações e pede o apoio dos ministros no alerta à Casa Civil e a Presidência da República em relação ao erro na aprovação do projeto de lei.
Na semana passada, o procurador Nildo de Freitas Silva Filho, coordenador da 4ª Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural da Procuradoria de República (PR) de Brasília, encaminhou uma ofício ao Congresso Nacional, alertando, sobre o PL 3729/2004, que é grande motivo de preocupação “a escassez de tempo disponibilizado para o exame de mais um substitutivo tratando de tema tão complexo e controverso, associada à carência de uma abordagem técnica multidisciplinar, imprescindível para a perfeita compreensão das consequências da alteração legislativa”.
Fonte: IstoÉDinheiro

Vale informa sobre Onça Puma

Vale informa sobre Onça Puma


Sobre o julgamento da 5ª. Turma do TRF1, que manteve a paralisação da atividade de mineração do empreendimento Onça Puma e reduziu o valor da indenização, a Vale informa que, em cumprimento à ordem judicial, paralisou suas atividades de mineração de Onça Puma e adotará os recursos cabíveis contra tal decisão de acordo com seu direito de ampla defesa.
No julgamento de ontem (13/9), o representante judicial do Estado do Pará confirmou que toda a atividade de Onça Puma é fiscalizada por técnicos da Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará -SEMAS/PA e que o rio Cateté,  mesmo antes da implantação do empreendimento,  já apresentava alguns elementos dissolvidos na água acima da norma, sendo isso uma condição natural da geologia da região, rica em minérios e outras atividades (garimpos, pecuária etc). Esta informação, inclusive, foi devidamente constatada pela Semas, em Nota Técnica emitida pelo órgão, em julho deste ano.
A Vale juntou diversos laudos de empresas técnicas e de profissionais de elevado conhecimento, indicando que não há relação entre os elementos dissolvidos na água e alegados problemas de saúde com a atividade de mineração de Onça Puma.
A Vale repassa cerca de 13 milhões por ano para os Sobre o julgamento da 5ª. Turma do TRF1, que manteve a paralisação da atividade de mineração do empreendimento Onça Puma e reduziu o valor da indenização, a Vale informa que, em cumprimento à ordem judicial, paralisou suas atividades de mineração de Onça Puma e adotará os recursos cabíveis contra tal decisão de acordo com seu direito de ampla defesa.
No julgamento de ontem (13/9), o representante judicial do Estado do Pará confirmou que toda a atividade de Onça Puma é fiscalizada por técnicos da Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará -SEMAS/PA e que o rio Cateté,  mesmo antes da implantação do empreendimento,  já apresentava alguns elementos dissolvidos na água acima da norma, sendo isso uma condição natural da geologia da região, rica em minérios e outras atividades (garimpos, pecuária etc). Esta informação, inclusive, foi devidamente constatada pela Semas, em Nota Técnica emitida pelo órgão, em julho deste ano.
A Vale juntou diversos laudos de empresas técnicas e de profissionais de elevado conhecimento, indicando que não há relação entre os elementos dissolvidos na água e alegados problemas de saúde com a atividade de mineração de Onça Puma.
A Vale repassa cerca de 13 milhões por ano para os Xikrin, contribuindo para o desenvolvimento da comunidade, e reforça que está aberta ao diálogo com os indígenas e os representantes do Ministério Público Federal para viabilizar o cumprimento do PBA Xikrin. A empresa informa também que o PBA Kayapó vem sendo implementado regularmente
Xikrin, contribuindo para o desenvolvimento da comunidade, e reforça que está aberta ao diálogo com os indígenas e os representantes do Ministério Público Federal para viabilizar o cumprimento do PBA Xikrin. A empresa informa também que o PBA Kayapó vem sendo implementado regularmente.
Fonte: Vale