terça-feira, 3 de outubro de 2017

Recuperação do Brasil já é sólida e ciclo de crescimento será longo, diz Meirelles

Recuperação do Brasil já é sólida e ciclo de crescimento será longo, diz Meirelles




Meirelles durante reunião em São Paulo 14/9/2017 REUTERS/Leonardo Benassatto
SÃO PAULO (Reuters) - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta segunda-feira que o Brasil já está com uma recuperação sólida que vai surpreender cada vez mais pela sua força.
Em cerimônia de abertura do Futurecom 2017, em São Paulo, Meirelles, afirmou ainda que a economia do país mostrará boas surpresas nos próximos trimestres.
“Nós vamos ver que esse ciclo de crescimento será talvez o mais longo que vivenciamos nos últimos tempos, talvez na última década ou mais”, disse Meirelles.
“E a taxa de juros mais baixa será um fenômeno que vai, talvez, nos levar algumas décadas. Isto é, nós temos uma previsão de taxas de juros mais baixas por um período bastante prolongado”, acrescentou.

Fonte: Redação Reuters

Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas ganha Carro Ambiental

Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas ganha Carro Ambiental


Já imaginou um espaço completamente voltado para a educação ambiental e dentro de um trem? Pois é, o Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) inaugurou um Carro Ambiental. Nele, você vai encontrar curiosidades e conhecer as ações sustentáveis da nossa empresa. A novidade foi inaugurada no dia 21 de setembro, quando se comemora o Dia da Árvore.
O evento de inauguração aconteceu na Oficina de Carro de Passageiros, com a presença de empregados envolvidos no projeto e as lideranças da Vitória a Minas.
Fonte: Vale

Caso Aécio, defesa de Temer e debates sobre mineração marcam a semana

Caso Aécio, defesa de Temer e debates sobre mineração marcam a semana


A semana começa com discussões sobre adiamento ou não da votação do afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG), determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a conclusão da votação da reforma política e a continuidade da tramitação das duas novas denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer – organização criminosa e obstrução de Justiça. A acusação se dirige ainda a dois dos seus ministros – Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral). O Planalto prossegue com reuniões e estratégias para tentar barrar a denúncia e no Judiciário.
A principal crise da semana está no PSDB. Além da questão de Aécio Neves propriamente, também acusado de corrupção e obstrução de Justiça pela PGR, o partido deve reunir a bancada para tentar aparar arestas provocadas pela indicação do relator da denúncia, o deputado Bonifácio de Andrada (PMDB-MG). Andrada já deixou claro que não vai abrir mão do cargo. E diante de um partido rachado em relação ao tema, vários tucanos que são favoráveis ao acolhimento da denúncia ameaçam apresentar um novo relatório com teor contrário ao do relator.
Os senadores também estão empenhados para definir, hoje, se haverá votação, no plenário do Senado, sobre o afastamento e decisão do STF em relação Aécio Neves. Na última sexta-feira (29), o tribunal anunciou que definirá no dia 11 quais as decisões do Judiciário sobre parlamentares que terão de passar pelo crivo do Legislativo.
Por conta disso, uma corrente liderada pelo presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), pretende transferir a votação de amanhã para a próxima semana. A intenção é aguardar a decisão do STF, como forma de apaziguar a crise institucional entre os dois poderes, mas vários senadores são contrários ao adiamento. Acham que a questão envolve a soberania do Senado Federal e, por isso, a votação deve ser mantida para esta terça-feira.
Em relação à reforma política, a corrida dos parlamentares é para dar início, na Câmara, a partir desta noite, ao final da votação dos últimos itens. Os líderes partidários têm reunião programada para as 17h para definirem como ficará a pauta. A princípio, a intenção é priorizar a votação da matéria até quarta-feira, de forma que o que for definido possa valer para as eleições de 2018. Para que isso aconteça, o resultado desta votação precisa ser publicado no Diário Oficial até o final desta semana de outubro.
Mais de 10 itens de mudança no sistema político foram deixados de fora nas votações dos últimos dias e a grande discussão diz respeito à instituição do fundo público para financiamento de campanhas. A previsão é que o deputado Vicente Candido (PT-SP), relator da proposta na Câmara, apresente nova proposta de fontes de financiamento para esse fundo.
No Judiciário, o grande destaque da semana é o julgamento previsto para quarta-feira (4), no STF, para definir se a Lei da Ficha Limpa também pode valer para períodos anteriores à sua vigência. O tema é polêmico e conta com posições divergentes de vários ministros do colegiado.

Comissões e audiências públicas

As reuniões das comissões e as audiências públicas começam a partir de hoje, no Senado e na Câmara. Está prevista, nesta segunda-feira, a partir das 14h, seminário na Comissão Mista de Orçamento sobre o sistema de emendas para o orçamento de 2018. O objetivo é suprir deputados e senadores sobre recomendações técnicas para evitar impedimentos, assim como discutir questões sobre emendas impositivas – coletivas e individuais e orientar as bancadas estaduais.
Também nesta segunda, a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) promove audiência às 18h, para debater o lugar do Brasil no cenário internacional. O encontro abordará temas como o desenvolvimento de tecnologia espacial e nuclear, a soberania nacional e o papel estratégico do Brasil na construção de parcerias com outros países. Contará com a participação de diplomatas, ex-embaixadores e acadêmicos.
No Rio de Janeiro, antes de chegarem a Brasília, os parlamentares que integram a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional vão lançar, logo mais, a frente naquele estado. A ideia é apresentar a proposta do grupo, formado por políticos de diferentes partidos e integrantes da sociedade civil, que se coloca contra a maneira como tem sido feita a gestão dos recursos naturais, as privatizações e a forma de lidar com a política externa do governo Temer.
Na terça-feira (3), a partir das 10h, as comissões mistas que analisam as medidas provisórias (MP) 789/2017 e (MP) 790/2017 – que fazem parte de um pacote de medidas do governo para estabelecer novo marco regulatório para a mineração – têm audiência pública com governadores de Minas Gerais (Fernando Pimentel) e Pará (Simão Jatene) e os ministros de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, e Meio Ambiente, Sarney Filho.

Defesa de Temer

Na quarta-feira (4) está prevista a entrega, pelo presidente Michel Temer e seus dois ministros citados na denúncia que tramita contra ele, das suas defesas, numa peça única. O presidente, os Padilha, Moreira Franco, assessores e advogados se reuniram neste domingo no Palácio do Jaburu para discutir pontos da peça jurídica a ser entregue à Câmara nos próximos dias.
Na quarta e na quinta-feira estão previstas novas audiências da CPMI da JBS, às 9h. Os destaques são as oitivas com o advogado Willer Tomaz de Souza, o procurador de República, Angelo Goulart Villela, e o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho. Já na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, os deputados realizarão, a partir das 10h da mesma quarta, uma comissão geral para debater o assassinato de policiais militares e agentes públicos de segurança no Brasil.
Fonte:  Rede Brasil

Jader solicita estudo sobre uso de água na mineração 

Jader solicita estudo sobre uso de água na mineração 


A crise hídrica mundial tem exigido da sociedade e de seus representantes muita reflexão e debates na busca de soluções permanentes para a questão. O Pará, assim como toda a região amazônica, difere-se das demais regiões pela abundância de recursos hídricos. A possibilidade de um racionamento de água é inimaginável para quem convive de perto com tantos rios, igarapés e com chuvas abundantes. Mas ninguém está livre do desabastecimento visto que, está provado que a água é um bem finito em nosso planeta.
Assim como as residências em outras regiões do Brasil têm sido afetadas pela falta de abastecimento, o setor produtivo também registra o mesmo problema, quer no varejo, na agropecuária, no setor de serviços ou na indústria, inclusive na indústria da mineração, um dos polos geradores de riqueza e divisas para municípios, estados e a União e principal atividade econômica do Estado do Pará.
Preocupado com a questão futura em relação ao setor produtivo paraense, principalmente a mineração, que depende fundamentalmente da água, o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) solicitou à Consultoria Técnica do Senado um estudo inédito sobre o uso dos recursos hídricos pelo setor da mineração e o risco de desabastecimento. “A discussão sobre como assegurar acesso à água a todos os segmentos, desde a dona de casa até os que atuam na fazenda, na padaria ou na indústria, deve ser priorizada pela sociedade. O que vemos é, a cada dia, mais possibilidades de que a crise hídrica se agrave ainda mais e comprometa a economia.
Analisar todos os aspectos e encontrar soluções é uma questão nacional, de todos nós” adverte o senador Jader.
Ele ressalta que, sem esta compreensão, serão frustradas as expectativas de desenvolvimento dos municípios, dos estados e em consequência do Brasil. “É o momento de união, do compartilhamento de ideias e de atitudes que favoreçam todos os setores e não o contrário”, destaca.
VOLUME
O senador esclarece que, no caso do Pará e de Minas Gerais o tema é mais preocupante, já que são os dois maiores produtores minerais do país. Na mineração, informa Jader, o consumo de água apresenta volumes expressivos quando comparada com o consumo de outras atividades, enquadrando o setor na categoria de consumidor de grande porte. “O setor produtivo não pode parar, assim como não pode haver prejuízos para a população em detrimento desta necessidade. Por isso solicitei um estudo aprofundado para que possamos encontrar uma forma de evitar tais prejuízos, tanto para a população em geral quanto para o setor produtivo. É uma proposta para assegurar o futuro” enfatiza o senador.
A necessidade de utilização de água em diversas etapas da cadeia produtiva vem fazendo com que esta seja considerada um dos principais insumos no setor de mineração, aumentando de maneira exponencial a preocupação com o conhecimento das fontes disponíveis para reposição da água consumida. A água está presente em quase todas as etapas do processo produtivo, desde a etapa de pesquisa mineral – que antecede o estabelecimento de uma mina – seguida pelas etapas de lavra, tratamento do minério até a metalurgia extrativa.
Falta de saneamento agrava crise
Minas Gerais, principal produtor mineral do Brasil, enfrenta o racionamento de água e já registra conflitos entre comunidade e produtores minerais. “Quando falta água na torneira de sua casa você se pergunta: será que o setor produtivo também está sofrendo com o racionamento?” questiona.
Para Jader Barbalho, é necessário investigar a fundo o problema já que o Pará não está livre de um racionamento. É preciso levar em consideração um dos mais graves problemas do Estado que é a fata de saneamento básico. “Não há coleta e muito menos tratamento de esgoto em nosso Estado. A poluição é um dos maiores problemas da água potável, uma vez que diariamente os mananciais do mundo recebem dois milhões de toneladas de diversos tipos de resíduos. Ou seja, nossos recursos hídricos estão seriamente ameaçados”, adverte.
“Vemos que a ausência do serviço de esgoto tem reflexos sobre a qualidade da água consumida pela população – retirada de poços, cacimbas e diretamente de rios, lagos igarapés e outros cursos d’água, onde estes estão sujeitos à poluição por falta de esgotos e estações de tratamento. Tempos atrás tinha-se a água como recurso abundante e inesgotável, como o ar não afetado pela escassez, escapando do objeto das teorias econômicas de oferta e demanda. A preocupação era permitir disponibilidade real e eficaz de água para uso de seres humanos e os seres vivos, e para atender às demandas de produção”, lembra o professor Antônio Pinheiro, do Centro de Ciências e Tecnologia das Águas da Universidade Federal do Oeste do Pará.
Jader Barbalho finalizou informando que, tão logo os estudos estejam concluídos serão apresentados para a sociedade. “Vamos promover um amplo debate. O futuro é agora e precisamos estar preparados”, concluiu o senador.
Vai faltar água em 2025, diz a ONU
A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 18% da população do planeta não tenha acesso à quantidade mínima necessária de água potável. Nos últimos relatórios de Desenvolvimento Humano da Organização indicam que, se o consumo de água potável continuar da forma que está, países africanos e asiáticos sofrerão com uma grave escassez de água já em 2025, que afetaria cerca de 5,5 bilhões de pessoas.
Já a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) estima que, até 2025, 2/3 da população mundial seja afetada, de alguma forma, por falta de água potável. O cenário piora em 2050, quando 75% da humanidade teria pouco acesso à água de qualidade, o que prejudicaria a produção agrícola e industrial, gerando também uma crise de alimentos. No Brasil, seis milhões de pessoas não têm acesso à água tratada e apenas 37,5% de todo o esgoto no país é devidamente tratado, segundo o Instituto Trata Brasil.
Das 100 maiores cidades do país apenas 10 municípios possuem índice de tratamento de esgoto superior a 80%.As 81 maiores cidades do país, com mais de 300 mil habitantes, despejam, diariamente, 5,9 bilhões de litros de esgoto sem tratamento algum, contaminando solos, rios, mananciais e praias do país, com impactos diretos na saúde da população.
Fonte: Trata Brasil 

As empresas que encolheram em valor de mercado em setembro

As empresas que encolheram em valor de mercado em setembro

Levantamento mostra as companhias que tiveram as maiores perdas de valor em setembro

São Paulo — A Vale viu seu valor de mercado encolher 16,87 bilhões de reais apenas em setembro. A mineradora foi a companhia que mais perdeu valor no último mês, de acordo com cálculos da empresa de serviços financeiros Economatica. 
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Em termos simples, o valor de mercado é obtido ao multiplicar o número de ações que uma empresa tem pelo valor nominal delas.
Em setembro, as ações ordinárias da Vale acumularam perdas de 8,61% enquanto as preferenciais tiveram baixa de 10,6%, puxadas pela forte queda do preço do minério de ferro na China.
No mesmo período, o Ibovespa teve ganhos de 4,9%, influenciado pela forte entrada de capital estrangeiro na Bolsa, pelos primeiros sinais de recuperação da economia e pela expectativa do avanço das reformas econômicas.
Abaixo, você vê as maiores perdas de valor entre as empresas listadas na Bolsa.
EmpresaValor de mercado em 30/09Quanto perdeu em setembro
ValeR$ 167,33 bilhõesR$ 16,87 bilhões
BTGR$ 21,83 bilhõesR$ 3,05 bilhões
SantanderR$ 103,71 bilhõesR$ 1,83 bilhão
GerdauR$ 18,86 bilhõesR$ 1,34 bilhão
CieloR$ 59,53 bilhõesR$ 1,21 bilhão
CosanR$ 14,72 bilhõesR$ 971,9 milhões
FleuryR$ 9,27 bilhõesR$ 701,9 milhões
DasaR$ 8,28 bilhõesR$ 590,6 milhões
CarrefourR$ 30,72 bilhõesR$ 574,4 milhões
CemigR$ 10,04 bilhõesR$ 553,8 milhões

Fonte: Negócios