sábado, 14 de outubro de 2017

Dollar Week: moeda americana cai pela terceira semana seguida

Dollar Week: moeda americana cai pela terceira semana seguida

Na segunda semana de outubro, o Dólar desvalorizou 0,30%. No contexto interno, o mercado se manteve atento à denúncia contra o presidente Michel Temer e ao parecer do deputado Bonifácio de Andrada na CCJ da Câmara. A recomendação do relator foi pela rejeição da denúncia por falta de embasamento e a comissão deve votar o parecer na semana que vem. No mercado externo, além do feriado que acalmou as movimentações, os Estados Unidos apresentaram uma inflação mais fraca do que a esperada, o que pode adiar uma nova alta nos juros americanos.
Ontem (13), o dólar encerrou o dia com 0,65% de queda, cotado à R$ 3,1484 para compra e R$ 3,1491 para venda.
Em outubro, após 9 pregões, o moeda acumula 0,58% de desvalorização. São 5 pregões de baixa e 4 alta. No último pregão de setembro, o dólar fechou cotado a R$ 3,1669 para compra e R$ 3,1676 para venda.
Em 2017, após 196 pregões, o dólar apresenta uma desvalorização de 3,09%. São 93 pregões de alta contra 103 de baixa. Em 2016, a divisa dos Estados Unidos fechou cotada a R$ 3,2492 para compra e a R$ 3,2497 para venda.

Resumo da semana

A semana começou (9) com o dólar em alta de 0,86%, cotado à R$ 3,1852 para compra e R$ 3,1859 para venda. No dia seguinte, a moeda encerrou o dia com 0,06% de queda, praticamente estável, cotado à R$ 3,1833 para compra e R$ 3,1838 para venda.
Na véspera do feirado, o dólar encerrou o dia com 0,43% de queda, cotado à R$ 3,1690 para compra e R$ 3,1700 para venda. A queda continuou na sexta-feira (13), com uma desvalorização de 0,65%, fechando a semana cotado à R$ 3,1484 para compra e R$ 3,1491 para venda.

Fonte: Exame

Semanário Bovespa: indicador fecha a semana em alta após renovar patamar histórico duas vezes

Semanário Bovespa: indicador fecha a semana em alta após renovar patamar histórico duas vezes

Ibovespa fechou a semana com uma valorização de 1,23%. O cenário nacional se manteve tranquilo, apesar da tensão ter sido constante sobre qual seria o parecer do deputado Bonifácio de Andrada sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer. O relator do caso na CCJ da Câmara recomendou a rejeição da denúncia por falta de embasamento, mas a votação da comissão para julgar se o parecer será ou não aceito acontecerá apenas na próxima semana. Já no contexto externo, o mercado permanece animado com o crescimento acima do esperado nas importações chinesas e com a perspectiva de crescimento do PIB mundial apontado pelo FMI.  Já foram 16 semanas de ganhos, contra 25 variações positivas.
Ontem, o indicador subiu 0,43%, chegando aos 76.989,79 pontos, um novo recorde de fechamento.
Em outubro, após 9 fechamentos, o índice valorizou 3,63%. Já se foi cinco pregões positivos, contra quatro negativo. O mês de agosto fechou com 74.293,51 pontos.
Já no comparativo de 2017, após 195 pregões, o Ibovespa subiu 27,83%. Já foram 97 fechamentos positivos contra 98 negativos. Em 2016, o índice fechou com 60.227,29 pontos.

Resumo da Semana

A semana começou (9) em queda de 0,43%, fechando com 75.726,80 pontos. No dia seguinte, o ibovespa valorizou 1,55%, encerrando o pregão com a máxima histórica de 76.897,21 pontos.
Na véspera do feriado (11), o índice recuou 0,31%, encerrando o pregão com 76.659,80 pontos. Já na sexta-feira (13),  indicador subiu 0,43%, chegando aos 76.989,79 pontos, renovando o patamar histórico de fechamento.

Fonte: Exame

"Se você é estúpido o suficiente", continue comprando Bitcoins, dispara CEO do JPMorgan

"Se você é estúpido o suficiente", continue comprando Bitcoins, dispara CEO do JPMorgan

Crítico antigo das moedas digitais, o presidente do JPMorgan, Jamie Dimon, mais um vez não poupou suas palavras para condenar os investidores que seguem comprando Bitcoins, que nesta semana atingiu novo recorde. Segundo ele, “se você é estúpido o suficiente para comprar, um dia pagará o preço [pela decisão]”.
De acordo com Dimon, que participou nesta sexta-feira (13) de um fórum sobre economia no IFF (Instituto de Finanças Internacionais), o único valor real do Bitcoin é “quanto o outro trader pagará por aquilo”, ou seja, trata-se apenas de especulação, não de um ativo tangível e com fundamentos.
O presidente do JPMorgan reforçou sua visão que o Bitcoin é uma fraude e não entende o valor de uma moeda não fiduciária, que não tem o “carimbo” do governo. Apesar de mais um comentário depreciando as moedas digitais, Dimon destacou que o sistema de blockchain é muito útil, tecnologia que também foi elogiada pelo presidente da Mastercard, Ajay Banga, outro crítico da moeda.
Nesta semana, Banga foi categórico ao afirmar que qualquer tipo de criptomoeda é um “lixo”, já que não tem apoio do governo: “se o governo criar uma moeda digital, encontraremos uma maneira de entrar neste jogo. Nós forneceremos trilhos para mover a moeda do cliente para o comerciante. As moedas digitais exigidas pelo governo são interessantes. A moeda obrigatória não governamental é lixo”, afirmou.
Fonte: Infomoney

Coreia do Norte volta a ameaçar a ilha de Guam

O ditador da Coreia do Norte Kim Jong-un sorri ao lado de crianças, em imagem divulgada nesta sexta-feira (13)© AFP O ditador da Coreia do Norte Kim Jong-un sorri ao lado de crianças, em imagem divulgada nesta sexta-feira (13)
A Coreia do Norte  ameaçou novamente nesta sexta-feira disparar mísseis perto da ilha de Guam diante do desdobramento militar de Washington na região. “Já advertimos em várias ocasiões que tomaremos medidas de autodefesa, incluindo uma salva de mísseis em águas próximas ao território americano de Guam“, aponta um comentário divulgado pela agência norte-coreana KCNA, que acusa Washington de “fazer constantes ações militares em zonas sensíveis” próximas à península coreana.
Essas ações “reforçam a nossa determinação sobre a necessidade de domar os Estados Unidos com fogo, e empurra nossas mãos para mais perto do gatilho para tomar as mais duras medidas”, acrescenta a nota. O governo de Donald Trump “está provocando a DPRK [siglas em inglês do nome oficial do país, República Democrática Popular da Coreia] com ações como desdobramento (bombardeiros) B-1B, porta-aviões e submarinos nucleares nas águas ao redor da península”.
As ameaças de Pyongyang acontecem no mesmo dia em que os Estados Unidos e a Coreia do Sul anunciaram outras manobras navais em águas da península coreana. Nesta sexta-feira, as forças navais de Seul e Washington afirmaram que farão exercícios conjuntos em águas próximas à península coreana na próxima semana, com o objetivo de resistir à crescente ameaça norte-coreana.
De acordo com um comunicado da sétima frota da Marinha americana, os exercícios ocorrerão entre a próxima segunda-feira e o dia 26 no Mar de Japão e no Mar Amarelo (conhecidos respectivamente como “Mar do Leste “e “Mar do Oeste” nas duas Coreias). As manobras estão destinadas a reforçar as “comunicações e cooperação” entre ambos exércitos perante o desenvolvimento armamentístico da Coreia do Norte.
“Trata-se de exercícios regulares conjuntos para resistir à ameaça marítima norte-coreana e melhorar a colaboração das nossas Forças Armadas”, apontou o vice-almirante sul-coreano Jung Jin-seop, comandante das operações navais do país asiático, em declarações recolhidas pela agência local Yonhap.
As manobras acontecerão em uma época de alta tensão na península, ocasionada pelo cruzamento de declarações entre o regime de Kim Jong-un e o governo de Trump, que deve visitar a região no começo de novembro.

Fonte: MSN

Bolsonaro promete gastar R$ 1 mi em campanha 

Bolsonaro promete gastar R$ 1 mi em campanha



Deputado Jair Bolsonaro segura bandeira do Brasil durante manifestação© Reuters Deputado Jair Bolsonaro segura bandeira do Brasil durante manifestação
São Paulo – O pré-candidato à presidência Jair Bolsonaro, do PSC-RJ, afirmou que pretende gastar 1 milhão de reais na sua campanha em 2018. A informação foi dada pelo deputado federal em uma entrevista à Bloomberg, que o definiu como o Donald Trump dos brasileiros. A estratégia será voltada para as redes sociais.
Para se eleger em 2014, Bolsonaro gastou 405 mil reais, ou seja, investirá mais do que o dobro para tentar a presidência. A campanha de 2018 será diferente da última devido a mudanças nas regras de  doações, que não permitem mais dinheiro de empresas.
Dilma Rousseff gastou 318 milhões em 2014, enquanto Aécio Neves gastou 216,8 milhões de reais. O pleito do ano que vem deve apresentar custos eleitorais bem mais baixos.
Fonte: MSN