domingo, 15 de outubro de 2017

Angola pode se transformar no maior produtor de diamantes do mundo

Angola pode se transformar no maior produtor de diamantes do mundo



A Angola pode se tornar líder mundial na exploração de diamantes nos próximos sete anos, com a descoberta recente dos kimberlitos Tchiuzo, Luele e Catoca, pela Sociedade Mineira de Catoca, após 12 anos de prospecção. Nas três concessões, existem kimberlitos industrialmente exploráveis e economicamente rentáveis, segundo Benedito Paulo Manuel, gerente do Planeamento Estratégico e Novos Negócios da Catoca.
De acordo com Manuel, é bastante aceitável a qualidade do diamante nessas áreas, onde se pode encontrar uma enorme variedade dessas pedras preciosas. Ele afirmou que nos últimos 30 anos não houve na indústria diamantífera prospecções que tenham alcançado resultados positivos em tão pouco tempo.
O projeto Tchiuzo, na província da Lunda Norte, tem reservas avaliadas em 30 milhões de toneladas de minério contendo diamantes e já possui o estudo de viabilidade concluído, faltando apenas fechar o financiamento para as infraestruturas e a construção da mina, de acordo com o gerente.
Já o kimberlito Luele, uma chaminé vulcânica de cerca de 100 hectares, tem reservas estimadas em 230 milhões de toneladas de minério, enquanto a concessão de Catoca tem reservas avaliadas em 3,5 milhões de toneladas. A concessão de Catoca apresenta teores entre 0,6 e 0,8 quilates de diamante por tonelada, enquanto a de Luele tem mais de 1 quilate por tonelada.
Segundo Manuel, a concretização dessa avaliação coloca a Angola na liderança mundial de exploração de diamantes, que deve ser suportada por um polo industrial de exploração diamantífera a ser construído em Catoca.
“Isto vai representar um crescimento bruto da indústria diamantífera em Angola, que é parte da estratégia do Executivo angolano e da Empresa Nacional de Diamantes de Angola, a Endiama”, disse.
A grande preocupação em relação a Catoca está na melhoria da eficiência operacional, de acordo com Manuel. “Se antes o trabalho era feito com escavadeiras, neste momento é necessário fazer detonações, o que indica que as condições operacionais se complicam à medida que o trabalho vai avançando”.
Ele acrescenta que a redução de custos e o aumento da eficiência operacional constituem trabalhos diários, sobretudo num momento em que há uma recomendação dos sócios para equilibrar as receitas e os custos operacionais.

A Sociedade Mineira de Catoca possui projetos nas províncias do Cuanza Sul, Lunda Sul, Lunda Norte e Bié. Em 2014, a companhia produziu cerca de 15,45 milhões metros cúbicos de toneladas de minério e para 2015, prevê um incremento de 6% da produção. As informações são da Agência Angola Press (Angop).

Fonte: Jornal do Ouro

Dureza das gemas

Dureza das gemas


Dureza de Gemas- Escala de Mohs.
O mineralogista austríaco Friedrich Mohs (1773-1839) desenvolveu um sistema de determinação da dureza de um mineral pelo processo de risco de um mineral sobre o outro, com uma escala de 1 a 10 onde um é o nível menor e dez o valor máximo de dureza correspondendo ao diamante.

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Fonte: Geologo.com

ÁGUA- MARINHA

ÁGUA- MARINHA


A água-marinha é uma variedade do berilo, com uma composição química de silicato de alumínio e berílio. A sua dureza é 7,5 – 8 na escala de Mohs´,Tem fractura desigual e clivagem imperfeita A cor da água-marinha varia do verde-azul a azul-claro. O Brasil é o maior produtor mundial. No Brasil, existem minas nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, e Rio Grande do Norte ( Tenente Ananias – RN ) onde são encontradas as melhores do país.
Na década de 1950 foi encontrada em Resplendor, Minas Gerais, a maior água-marinha do mundo que, devido à sua beleza, foi denominada “Martha Rocha”, a Miss Universo da época.. A sua cor varia desde o azul-claro ao azul-esverdeado ou até mesmo tende aos tons escuros. São raros os exemplares com um azul intenso e sem tons esverdeados, uma vez que a maioria das águas-marinhas com um azul perfeito foram sujeitas a tratamentos especiais, sendo o principal o aquecimento da gema. Este tratamento elimina os tons esverdeados fazendo com que a gema fique com um aspecto mais impressionante.
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Fonte: Joia br

Âmbar – A Pedra orgânica

Brinco produzido com Âmbar.
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Âmbar – A Pedra orgânica

O Âmbar é uma resina fóssil muito usada para a manufatura de objetos ornamentais. Embora não seja um mineral, às vezes é considerado e usado como uma gema.
Âmbar é um mineralóide de origem orgânica, heterogêneo na composição, que consiste de diversos corpos resinosos mais ou menos solúveis no álcool, éter e clorofórmio, associado com uma substância insolúvel betuminosa, derivado de resinas de árvores coníferas e plantas leguminosas que, enterradas durante milhões de anos, sofreram um processo de polimerização (Uma das formas de fossilização). É encontrado na forma de nódulos irregulares de coloração amarelo-parda, às vezes turva devido à inclusão de minúsculas bolhas de ar. Sua composição média é C10H16O. Aquecido pouco abaixo 300 °C, sofre uma decomposição que gera o “óleo do âmbar” deixando um resíduo marrom escuro ou negro chamado “amber colophony”, ou “amber pitch”. Quando dissolvido em óleo “turpentina” ou em óleo de linhaça, forma-se o verniz de âmbar ou laquê de âmbar.
Ao ser aquecido até a queima, libera um odor agradável (almiscarado), se funde em temperaturas entre 280 e 290 C. É insolúvel em água, porém se dissolve em éter e clorofórmio. Quando transparente, apresenta um índice de refração entre 1,53 e 1,55, sua dureza varia entre 2 e 3 (bem maior que outras resinas fósseis) e a massa específica varia 1,05 a 1,10.
Muitas peças encontradas contém além de espécimes vegetais em seu interior belamente preservados, também numerosos insetos, aranhas, anelídeos, crustáceos e outros organismos minúsculos que foram envoltos quando a exudação era fluídica.
Na maioria dos casos a estrutura orgânica desapareceu, deixando somente uma cavidade oca. Porém, pelos, penas, fragmentos de madeira, (com os tecidos bem-preservados pela impregnação da resina), flores e frutos foram encontrados ocasionalmente em perfeito estado.

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Fonte: Joia br

Horário de verão já começou em 10 Estados e no DF 

Horário de verão já começou em 10 Estados e no DF

O horário de verão 2017/2018 já começou em 10 Estados e no DF e os relógios devem ser adiantados em uma hora, nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul.
A regra vale até o dia 18 de fevereiro de 2018 no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
Neste ano, o governo chegou a discutir a validade de manter o horário de verão, já que a medida vem perdendo eficácia do ponto de vista de economia energética. Dados do Operador Nacional do Sistema (ONS) mostraram que a economia com o horário de verão em 2016/2017 foi de 159,5 milhões de reais, menos que os 162 milhões de reais da temporada 2015/2016.
A justificativa do ONS é que é a temperatura que determina o maior consumo de energia, e não a incidência da luz durante o dia. Por isso, os picos de consumo ocorrem hoje entre 14h e 15h, e não mais entre 17h e 20h.
No entanto, como a discussão veio à tona muito próxima da vigência do horário de verão, o governo abandou a ideia de fazer uma enquete para discutir o tema e manteve o cronograma para o calendário 2017/2018.
O horário de verão foi instituído pela primeira vez em 1931 e depois, sem regularidade, em outros anos. Passou a valer em caráter permanente em 2008, sendo adotado entre o terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano posterior.
O objetivo da medida é distribuir melhor o consumo de energia, reduzindo custos operacionais. Isso ocorre em razão da maior incidência de luz natural no período. Com mais tempo de claridade, o acionamento de iluminação elétrica e também de outros aparelhos, como chuveiros, é postergado, diminuindo

Fonte: UOL