terça-feira, 17 de outubro de 2017

Sítios arqueológicos em áreas da Vale revelam curiosidades da história de Minas Gerais

Sítios arqueológicos em áreas da Vale revelam curiosidades da história de Minas Gerais


Existem lugares onde objetos e marcas na paisagem revelam importantes momentos da história e do desenvolvimento de determinada região. São os chamados sítios arqueológicos. Seja sobre a superfície do solo ou enterrados, esses vestígios são estudados por arqueólogos, que trabalham para descobrir de onde eles vêm e o que escondem.
A Vale preserva importantes sítios arqueológicos, localizados em áreas de sua propriedade, como as ruínas de Casas Velhas, Fábrica Patriótica e o Forte do Brumadinho. Esses locais são extremamente importantes para a empresa, pois abrigam o começo da história da mineração.
Fonte: Vale
 

Grupo Anglo American completa 100 anos no mundo

Grupo Anglo American completa 100 anos no mundo


Em 2017, o Grupo Anglo American completa 100 anos de fundação, marco que está sendo celebrado em todos os países onde a empresa atua. Em 2017, o Grupo Anglo American completa 100 anos de fundação, marco que está sendo celebrado em todos os países onde a empresa atua. No Brasil, não é diferente. Além dos empregados, as comunidades de Conceição do Mato Dentro (MG), onde está a mina e a usina do Sistema Minas-Rio, e de Barro Alto e Niquelândia (GO), onde ficam as operações de ferroníquel, também participam do centenário, que inclui até sessões de cinema ao ar livre para a população.
No Brasil, o início das comemorações do centenário se deu durante a Exposição Internacional de Mineração (Exposibram), no mês de setembro, em Belo Horizonte (MG). Na oportunidade, Ruben Fernandes, presidente da Anglo American no Brasil, convidou o público a imaginar a mineração do futuro. “Se nos propomos a olhar rapidamente para trás é para ter a certeza que podemos olhar pra frente, usar o aprendizado e experiência para caminhar rumo ao futuro. O convite que esta celebração nos faz é à imaginação. Imagine a mineração que você quer ver no futuro. Imagine tecnologias que garantam operações mais seguras e sem impactos ambientais.”,  pontuou.
Explorando o tema, o estande da empresa na Exposibram trouxe um grande painel interativo convidado o público a imaginar esse futuro e a conhecer melhor a história da companhia e a própria atividade mineradora. Além da África do Sul, onde a história da empresa começou, a Anglo American opera em países como o Chile, Austrália, Canadá e, claro, o Brasil, onde atua há 44 anos.

Cinema ao Luar
Nas comunidades, o aniversário de 100 anos está sendo lembrado em eventos especiais, que começaram na primeira semana de outubro em Minas Gerais e Goiás. A Anglo American leva às praças públicas de Conceição do Mato Dentro, Barro Alto e Niquelândia sessões de cinema regadas a muita pipoca. Nos dias 7 e 8 de outubro, foi a vez de Conceição do Mato Dentro. A sessão contou também com a exibição de um curta-metragem sobre a história de vida dos moradores locais e a relação com a região. Os moradores de Barro Alto e Niquelândia também terão sessões especiais de cinema ao ar livre, em datas ainda a confirmar.
A história do Grupo
A história da Anglo American começou em 1917 com uma mina de ouro em Joanesburgo, na África do Sul, fundada por Sir Ernest Oppenheimer. Na década de 30, a empresa descobriu como utilizar diamantes de baixa qualidade em equipamentos de perfuração e começou a construir sua sede na África do Sul.  Na década seguinte, o Grupo expandiu sua atuação para o negócio de carvão, o que contribui para  a independência energética sul-africana.
Nos anos seguintes, o Grupo seguiu com investimentos em pesquisa e tecnologia, diversificando cada vez mais seus negócios de mineração. Em 1973, a Anglo American chegou ao Brasil com um escritório no Rio de Janeiro, considerado o primeiro passo de uma nova estratégia de negócio, que levaria futuramente às operações de ouro, níquel, nióbio, fosfatos e minério de ferro no país.
Em 1999, a Anglo American África do Sul se uniu à Minorco para formar a Anglo American plc, com ações listadas na Bolsa de Londres. No mesmo ano, o Grupo entrou para o Índice FTSE 100, marcando o começo de um capítulo global significativo e mantendo, ao mesmo tempo, uma presença relevante na África do Sul.
No ano 2000, a empresa foi pioneira em adotar uma política de prevenção da infecção pelo HIV, assegurando a confidencialidade, rejeitando o teste pré-emprego e outras formas de discriminação dos portadores do vírus.  No ano seguinte, o Grupo se tornou um dos signatários fundadores dos 10 Princípios para Mineração e Desenvolvimento Sustentável do Conselho de Mineração e Metais, uma medida com o intuito de reforçar seu compromisso com a geração de valor duradouro para as comunidades onde está inserida.
Atualmente,  a Anglo American produz cerca de 16 milhões de toneladas de minério de ferro por ano no Brasil. A produção se dá por meio do Minas-Rio, empreendimento que está em fase de ramp-up e que possui capacidade para 26,5 milhões de toneladas de produção. A empresa produz, ainda, cerca 45 mil toneladas de ferroníquel com duas operações no estado de Goiás (Barro Alto e Niquelândia).
Fonte: AA

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Dono de revista oferece US$ 10 mi por informações contra Trump

Dono de revista oferece US$ 10 mi por informações contra Trump



Republican Presidential Candidate Donald Trump Holds Rally In Phoenix© Getty Images Republican Presidential Candidate Donald Trump Holds Rally In Phoenix
São Paulo – Quando os americanos abriram a edição deste domingo (15) do jornal “The Washington Post”, encontraram um anúncio pouco convencional: a oferta de uma recompensa de 10 milhões de dólares (aproximadamente 31.5 milhões de reais) por informações que causem o impeachment do presidente dos Estados Unidos Donald Trump.
Larry Flynt, dono da revista pornográfica “Hustler” foi quem colocou o anúncio no periódico. Flynt questiona a legitimidade da eleição de Trump e também condena suas atitudes, como tirar os Estados Unidos do Acordo de Paris, que visa minimizar a emissão de poluentes no planeta.
“Mas o mais preocupante é que, muito antes de acontecer um apocalipse climático, Trump pode desencadear uma guerra mundial nuclear”, disse Flynt, de acordo com a AFP.
Flynt diz não esperar que os amigos milionários de Trump o delatem, mas acredita que existam pessoas com informações contra o presidente americano que podem considerar a atraente a oferta da recompensa.
Para Flynt, remover Trump da Casa Branca é um dever patriótico para si mesmo e para todos os americanos.
“Um impeachment pode ser um tema desagradável e que leve à disputa, mas a alternativa–mais três anos de disfunção desestabilizadora–é pior”, disse Flynt.
Pela constituição dos Estados Unidos, um presidente poderia sofrer impeachment caso esteja envolvido com propina, traição ou outros crimes graves ou delitos menores. Outra situação em que o impeachment é possível é se o vice-presidente e a maioria da câmara submetam ao Congresso uma declaração de que ele não é capaz de cumprir sua função, de acordo com a Fortune.

Arquivado em:MUNDO

domingo, 15 de outubro de 2017

Classificação das exportações brasileiras nos nove primeiros meses de 2017 por categorias econômicas

Classificação das exportações brasileiras nos nove primeiros meses de 2017 por categorias econômicas

De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior, os produtos da categoria econômica bens intermediários foram os mais exportados pelo Brasil nos nove primeiros meses de 2017. Esses produtos responderam por US$ 110,159 bilhões ou 66,92% do valor total exportado pelo país nos sete primeiros meses do ano. No mesmo período do ano anterior, o Brasil vendeu US$ 95,389 bilhões em bens intermediários para o mercado externo (68,45% do total exportado pelo país no período).
Com relação às demais grandes categorias econômicas, destaque para os bens de consumo, que responderam por 15,24% do valor total das exportações brasileiras entre janeiro e setembro. Já as categorias, bens de capital e combustíveis e lubrificantes responderam, respectivamente, por 7,66% e 10,11% das exportações brasileiras no acumulado do ano até o nono mês.
Na comparação anual (janeiro-setembro de 2017 x janeiro-setembro de 2016), a categoria econômica que mais cresceu foi a de combustíveis e lubrificantes (75,39%), seguida pelas categorias bens intermediários (15,48%), bens de consumo (14,16%) e bens de capital (1,72%).
Nos primeiros nove meses do ano, período entre janeiro e setembro de 2017, as exportações brasileiras somaram US$ 164,608 bilhões. Esse valor é 18,11% maior que os US$ 139,366 bilhões exportados pelo país nos nove primeiros meses de 2016 (entre janeiro e setembro de 2016).
CLASSIFICAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS POR CATEGORIAS ECONÔMICAS NOS NOVE PRIMEIROS MESES DE 2017
A tabela abaixo classifica as exportações do Brasil nos nove primeiros meses de 2017 de acordo com as grandes categorias econômicas, descrevendo o valor total de venda de cada categoria, sua participação percentual em relação ao valor total exportado pelo país e sua comparação percentual com o mesmo período do ano passado.
 2017 (USD)2016 (USD)VAR (%)2017 (%)2016 (%)
TOTAL GERAL164.603.679.723139.365.699.05418,11
1-1-BENS DE CAPITAL (BK)12.615.135.47512.402.314.9871,727,668,90
Bens de capital, exceto equipamentos de transporte industrial6.536.782.0836.663.748.037-1,913,974,78
Equipamentos de transporte industrial6.078.353.3925.738.566.9505,923,694,12
2-2-BENS INTERMEDIÁRIOS (BI)110.159.258.47695.389.055.67015,4866,9268,45
Insumos industriais elaborados40.602.625.69237.496.967.1058,2824,6726,91
Alimentos e bebidas básicos, destinados principalmente à indústria29.459.604.84225.392.787.29716,0217,9018,22
Insumos industriais básicos20.072.944.93114.717.119.84036,3912,1910,56
Alimentos e bebidas elaborados, destinados principalmente à indústria9.385.672.1678.090.557.91316,015,705,81
Peças para equipamentos de transporte7.888.251.2816.887.899.25914,524,794,94
Peças e acessórios para bens de capital2.750.159.5632.803.724.256-1,911,672,01
3-3-BENS DE CONSUMO (BC)25.081.274.87321.970.850.66914,1615,2415,76
Bens de consumo semiduráveis e não duráveis19.423.124.29018.073.175.6287,4711,8012,97
Bens de consumo duráveis5.658.150.5833.897.675.04145,173,442,80
4-4-COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES16.642.712.1829.488.771.94975,3910,116,81
Combustíveis e lubrificantes básicos13.385.863.2547.161.618.00986,918,135,14
Combustíveis e lubrificantes elaborados3.256.848.9282.327.153.94039,951,981,67
9-9-BENS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE105.298.717114.705.779-8,200,060,08
Bens não especificados anteriormente105.298.717114.705.779-8,200,060,08

Fonte:  Exame

Cinco dicas para ensinar seu filho a lidar com dinheiro

Cinco dicas para ensinar seu filho a lidar com dinheiro

É fundamental que as primeiras lições sobre como a criança deve lidar com o dinheiro comecem ainda na infância, criando assim uma responsabilidade sobre os seus gastos, sem ficar endividado na vida adulta.  É necessário que eles entendam como são gerados os recursos financeiros da família. Assim, a criança começa a ter um controle desde cedo sobre como deve utilizar o seu dinheiro, sem ficar endividado na vida adulta.
Confira as principais dicas:

1. Dê mesada

A mesada serve para a criança aprender a administrar o dinheiro. Isso evita que o jovem fique perdido ao receber o salário pela primeira vez.

2. Incentive a criança a ter objetivos

A criança deve ser estimulada a ter objetivos para o dinheiro. Por exemplo, comprar aquela bicicleta ou tênis que está desejando há algum tempo. Quando o dinheiro for suficiente, deixe que a criança pague.

3. Estimule a poupança 

É possível ajudar o seu filho com motivações do tipo: se você conseguir juntar R$ 100, eu te recompenso com mais R$ 50. A ideia de poupar diz respeito justamente em ensinar sobre a importância de economizar em algumas coisas, para que o dinheiro não acabe no futuro.

4. Mantenha o planejamento

Evite dar às crianças mais do que o valor da própria mesada regular. Todos devem acostumar, desde cedo, a viver dentro do seu padrão de renda e a fazer seu orçamento pessoal.

5. Não se esqueça de dar o exemplo ao seu filho

Não adianta nada incentivar o seu filho a não gastar dinheiro, se você não poupa. É preciso haver conversa e ensinar os filhos o valor do dinheiro é importantíssimo, mas além de tudo, é preciso dar um bom exemplo aos seus filhos e ter as finanças controladas é um bom começo.

Fonte: Exame