quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Pão de Açúcar versus Carrefour: quem enche mais o carrinho?

Pão de Açúcar versus Carrefour: quem enche mais o carrinho?

Aumentou a distância entre Pão de Açúcar (BOV:PCAR4e Carrefour (BOV:CRFB3), avaliam os analistas do Brasil Plural. Os números de vendas referentes ao terceiro trimestre mostram que o Carrefour Brasil segue com desempenho inferior ao Grupo Pão de Açúcar, segundo a equipe do banco.
Em relatório divulgado nesta quarta-feira (18), Guilherme Assis e Andres Estevez veem o Pão de Açúcar colhendo os frutos da expansão acelerada do “atacarejo” Assaí, bandeira que eles julgam mais preparada para atender consumidores do que o “atacarejo” Atacadão.
“A principal questão é saber se o Grupo Pão de Açúcar será capaz de transformar os investimentos realizados em margens, por meio da retomada no crescimento das vendas e da melhoria resultante da alavancagem operacional”, dizem os analistas.
Em cenário de deflação nos preços de alimentos, a equipe do Brasil Plural elogia iniciativas implementadas pelo grupo na divisão de Multivarejo nos últimos 18 meses. Citam a revisão dos esforços de promoções na operação de hipermercados e a campanha pioneira Meu Desconto, “uma reforma inovadora de seu tradicional programa de fidelidade”.
Os analistas do banco têm recomendação “overweight” (expectativa de desempenho acima da média do mercado) para a ação do Grupo Pão de Açúcar, com preço-alvo de R$ 99,00 ao fim de 2018.

Números

O Carrefour Brasil registrou vendas brutas de R$ 12,242 bilhões no terceiro trimestre de 2017, alta de 5,5% na comparação com o mesmo período de 2016. Já o Grupo Pão de Açúcar  reportou crescimento de 8,1% na receita líquida no terceiro trimestre de 2017, totalizando R$ 10,909 bilhões.
Fonte: Money Times

Bolsa de Tóquio: Índice Nikkei 225 abre em alta de +0,41% nesta quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Bolsa de Tóquio: Índice Nikkei 225 abre em alta de +0,41% nesta quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Tóquio, 19 de outubro de 2017 (ADVNEWS) – O Índice Nikkei 225, principal indicador do mercado de ações da Bolsa de Valores de Tóquio (Tokyo Stock Exchange), abriu a sessão de negociação desta quinta-feira em alta de +0,41%, sendo cotado em 21.450,04 pontos.
No pregão anterior, o índice Nikkei 225 fechou cotado em 21.363,05 pontos.
Já o índice TOPIX (Tokyo Price Index), composto por todas as ações de primeira linha negociadas na Bolsa de Valores de Tóquio, abriu o pregão desta quinta-feira em alta de +0,33%, sendo cotado em 1.730,32 pontos. Atualmente, mais de 1.600 companhias de primeira linha são negociadas no principal mercado de ações do Japão.
Dentre todos os ativos negociados no mercado de ações de Tóquio, 48,89% (1605) abriram o pregão desta quinta-feira operando em alta. As maiores altas registradas na abertura do pregão dessa quinta-feira foram:
1) Valorização de +17,31% da ação ordinária Soko Seiren Co. Npv (JSX:3578) 2) Valorização de +15,44% da ação ordinária Business Breakthro Npv (JSX:2464) 3) Valorização de +10,77% da ação ordinária Miyairi Valve Mfg Npv (JSX:6495)
Dentre todos os ativos negociados no mercado de ações de Tóquio, 44,72% (1468) abriram o pregão desta quinta-feira operando em baixa. As maiores baixas registradas na abertura do pregão dessa quinta-feira foram:
1) Desvalorização de -8,08% da ação ordinária Sugimura Warehouse Npv (JSX:9307) 2) Desvalorização de -5,50% da ação ordinária Howa Machinery Ltd Npv (JSX:6203) 3) Desvalorização de -4,99% da ação ordinária Giken Kogyo Co. Ltd Npv (JSX:9764)

Fonte: Exame

Após dois dias de quedas, Bovespa volta a subir

Após dois dias de quedas, Bovespa volta a subir

O mercado hoje apresentou um movimento de reajuste, após as duas quedas consecutivas, mas os investidores ainda permanecem cautelosos diante do quadro político.

Histórico

Ibovespa subiu 0,51%, fechando com 76.591,09 pontos. As ações das Lojas Renner (LREN3valorizaram 4,31%, as da Ecorodovias (ECOR3subiram 4,22% e as do Grupo Pão de Açúcar (PCAR4) cresceram 3,97%. Por outro lado, os ativos da Fibria (FIBR3despencaram 4,06%, os da Usiminas (USIM5) caíram 2,91% e os da Vale (VALE3) perderam 0,95%.
Em outubro, após 12 fechamentos, o índice valorizou 3,09%. Já foram seis pregões positivos, contra seis negativos. O mês de agosto fechou com 74.293,51 pontos.
Já no comparativo de 2017, após 198 pregões, o Ibovespa subiu 27,17. Já foram 98 fechamentos positivos contra 100 negativos. Em 2016, o índice fechou com 60.227,29 pontos.

Influências

A principal preocupação do dia foi a continuidade da sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara sobre o parecer da denúncia contra o presidente Michel Temer. A CCJ está desde ontem no processo de votação. Os investidores temem que a demora da CCJ atrapalhe ainda mais o andamento das reformas no Congresso Nacional.

Fonte: ADVFN

Resumo do dia: saiba o que movimentou a política hoje

Resumo do dia: saiba o que movimentou a política hoje

Veja o que aconteceu na política nacional.

Denúncia do Temer

Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) aprovou em votação o parecer que orienta a rejeição da denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. Foram 39 votos favoráveis contra 26 contrários e uma abstenção. Agora, o plenário da Câmara dos Deputados deverá decidir na semana que vem se autoriza ou não a abertura do processo no Supremo Tribunal Federal.

O retorno de Aécio

Após 20 dias afastado, o senador Aécio Neves retomou o seu mandato nessa terça-feira (17). No plenário e sem citar nomes, ele afirmou ser vítima de uma armação “ardilosa” e “criminosa”, preparada por “empresários inescrupulosos” e por “homens de Estado”. O plenário decidiu por 44 votos a 26, pelo retorno de Aécio.

Aécio e Tasso

O presidente interino do PSDB, Tasso Jereissati, surpreendeu ao defender a renúncia de Aécio Neves do comando do Partido, um dia após o Senado votar o retorno do senador mineiro à Casa, que depois, no plenário, alfinetou dizendo que ter sido alvo de “graves ataques” nos últimos dias por parte de alguns senadores, mas que retoma o mandato “sem rancor ou ódio”. Quando questionado, Aécio afirmou: “Não trato de questões partidárias pela imprensa”.

Orçamento 2018

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que o governo deve publicar até o fim do mês as Medidas Provisórias (MP) que impactam o Orçamento de 2018. As MPs tratam do adiamento do reajuste de servidores, do aumento de 11% para 14% da contribuição previdenciária dos funcionários públicos que ganham mais de R$ 5 mil e do ajuste da tributação de fundos de investimento exclusivos.

Trabalho Escravo

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) entrou para o grupo que critica duramente a portaria do Ministério de Trabalho que dificulta a punição de empresas que submetem seus trabalhadores a condições degradantes e análogas à escravidão.
“Considero um retrocesso inaceitável que limita a caracterização do trabalho escravo à existência de cárcere privado. Com isso, se desfiguram os avanços democráticos que haviam sido conseguidos desde 1995, quando uma comissão do próprio ministério, ouvindo as vozes e ações da sociedade, se pôs a fiscalizar ativamente as situações de superexploração da força de trabalho equivalentes à escravidão”, diz FHC.
O ex-presidente espera que Temer “reverta esta decisão desastrada”. Além do FHC, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) também criticou a medida e afirma que ela faz com que o Brasil deixe de ser referência no combate à escravidão. Em oito estados do país, os fiscais do trabalho param suas atividades em protesto à portaria.

Fonte: ADVFN

Financial Times aponta duas preocupações que os investidores devem ter para as eleições de 2018

Financial Times aponta duas preocupações que os investidores devem ter para as eleições de 2018

Mesmo com as altas expressivas do Ibovespa nos últimos tempos, o jornal britânico Financial Times (FT) se mostra desconfiado sobre os rumos que o mercado brasileiro tomará no ano que vem. Ele aponta que os investidores estão animados com a melhora na economia e o cenário externo favorável, mas que também estão se enganando ao acreditarem que as reformas estruturais acontecerão como devem, independentemente de qual seja o próximo governo.
“Ninguém tem a menor ideia de quem será o próximo presidente”, afirma o FT sobre o primeiro problema no cenário brasileiro. Apesar de ainda ser muito cedo para tirar alguma conclusão, o jornal aponta que o vácuo político é extenso e que as reformas se tornam ainda mais complicadas com as perspectivas atuais. As pesquisas recentes apontam que o ex-presidente Lula e o deputado Jair Bolsonaro estão mais bem posicionados que os outros possíveis candidatos e ambos estão distantes do que os investidores esperam.
O ex-presidente seria o mais preocupante para o mercado, de acordo com o jornal. As pesquisas também apontam que o seu nível de rejeição é mais elevado que o de aprovação, mas o que deve ser realmente definido é se Lula poderá ou não participar efetivamente das eleições, já que ele foi condenado por corrupção e pode ser impedido de competir por causa da Lei da Ficha Limpa. Já o Bolsonaro é uma personalidade controversa e geraria grandes divisões sociais, o que dificultaria uma boa atuação como presidente.
Até o momento, o prefeito de São Paulo, João Dória, apresenta o perfil preferido pelos investidores, mas o FT aponta que “Doria é inexperiente e pouco conhecido fora de sua cidade. Geraldo Alckmin [preferido para ser o candidato escolhido pelo PSDB], entretanto, é visto como um político da velha guarda em uma eleição em que os eleitores devem rejeitar o establishment político”. Ainda assim, o veículo destaca que outros nomes podem aparecer até o início das campanhas e conquistar a popularidade entre os eleitores.
Outro problema muito importante para o Financial Times é que o brasileiro tem tendência a votar em partidos com programas sociais democráticos. “Candidatos populistas que prometem reverter a recessão com programas que geram gastos podem ir bem. Por outro lado, candidatos que falam em cortar benefícios da previdência e expandir as privatizações podem ganhar o mercado, mas perdem as eleições”, afirmou a publicação britânica.
“Os investidores provavelmente não terão que se preocupar até depois do carnaval, que acontece em fevereiro do próximo ano. Será a partir daí que a campanha realmente começará. Mas eles podem fazer bem em lembrar que o nome do meio de Bolsonaro é ‘Messias’. Enquanto se espera que os eleitores brasileiros estejam maduros o suficiente para não cair completamente em uma civilização messiânica, a responsabilidade fiscal e econômica pode ser uma venda mais difícil do que muitos investidores esperam”, concluiu a publicação.

Fonte: ADVFN