quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Árvore

Árvore




O Brasil é a maior potência mundial em biodiversidade. As florestas cobrem 56% do território nacional, quase o dobro da média mundial, de 30% de área preservada. Mesmo assim, plantar árvores no País vem se tornando uma ação rentável para empresas que estão fazendo dessa atividade um novo nicho de negócios. É o caso da Florestas Inteligentes, empresa com sede em São Paulo, que nasceu em setembro do ano passado, já investiu R$ 10 milhões e espera fechar 2012 com uma receita cinco vezes maior. “Tiramos dinheiro do próprio bolso para estruturar a Florestas Inteligentes porque acreditamos que plantar árvore vai ser rentável por muito tempo”, diz o administrador de empresas Paulo Franzine. Ele foi o idealizador do negócio criado em parceria com o sociólogo Sérgio Cammarano e o empresário Carlos Alberto Abbondanza. Os três são amigos há 30 anos e atuavam nas áreas de construção civil e logística e no governo.
Tremembé: viveiros de mudas de árvores estão numa área de 7,8 hectares, em torno de um presídio estadual
Mas por que é preciso plantar florestas no Brasil, um país que tem 471,2 milhões de hectares de cobertura vegetal natural? Se comparado aos maiores países produtores de alimentos no mundo, o Brasil ganha disparado o título de guardião das florestas. Nos Estados Unidos, por exemplo, há cobertura florestal em apenas 33% de seu território. Na China são apenas 22% e na vizinha Argentina há apenas 12% de território preservados. O país que mais se aproxima do Brasil, segundo dados do Banco Mundial, é a Rússia, que preserva 49% de sua cobertura florestal. Para Franzine, o nicho promissor de negócios com florestas no Brasil está na atual mudança de cenário do passivo ambiental do País. “Cada vez mais, o Brasil terá de mostrar que cumpre as leis. Com o novo Código Florestal elas serão aplicadas ainda com mais rigor”, diz.
Semear florestas traz mais renda do que desmatá-las.
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A lei que determina a quantidade de cobertura vegetal nas propriedades rurais não é nova. Desde 2001, em uma das muitas reformulações pelas quais passou o Código Florestal, ficou definido que no bioma amazônico 80% da vegetação nativa das fazendas deveria se manter intacta – no Cerrado são 35% e nos demais biomas, 25%.
Fonte: Banco Mundial – The Little Data Book 2010
“Quem estiver fora desse padrão de conservação, comprovado através da averbação de suas reservas legais, terá que se enquadrar, ou seja, plantar árvores”, diz Franzine. Por isso, para os donos da Florestas Inteligentes plantar árvores não significa apenas reflorestar áreas com eucalipto, teca, seringueira ou qualquer outra espécie comercial. O negócio deles é plantar árvores nativas, como mogno, embuia, ipê, cedro, jacarandá, jatobá, sucupira, curupixá ou qualquer outra espécie, desde que não seja exótica.
Presídio: detentos recebem treinamento e salário
O agricultor Enivaldo Mendes, dono da fazenda Santo Antônio, em São José do Rio Preto, município distante 440 quilômetros de São Paulo, descobriu que precisava plantar árvores há um ano, assim que comprou a propriedade de 343 hectares. “Comprei a fazenda para investir no cultivo de seringueira. Descobri que, além das árvores comerciais, para estar dentro da lei tinha que recuperar 15 hectares de matas nativas”, diz Mendes. O agricultor, que se tornou um dos clientes da Florestas Inteligentes, está gastando R$ 90 mil para recuperar a área. “É pesado para o produtor investir R$ 6 mil por hectare na formação de floresta, mas a cobrança para que se preserve o meio ambiente não vem somente do governo, vem de toda a sociedade.”
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Como produzir com sustentabilidade é regra para ganhar mercado, a Florestas Inteligentes – com 17 projetos no campo – tem avançado para uma área também bastante rentável: o plantio de árvores na cidade. “Em 2012, entre campo e cidade, esperamos atender 200 projetos”, diz Franzine. Para dar conta da demanda, foram construídos em Tremembé, município a 154 quilômetros de São Paulo, dois viveiros em uma área de 7,8 hectares onde são produzidas 100 mil mudas adultas de árvores, por mês, todas com mais de um metro de altura.
Mas a recuperação da vegetação nativa não é uma prerrogativa apenas de Estados que por décadas a fio desflorestaram seus territórios, como é o caso de São Paulo. Rondônia, um Estado que fica totalmente dentro do bioma amazônico – e que por isso nas propriedades rurais é permitido desmatar apenas 20% da área -, também atrai interessados em gerenciar passivos ambientais. Em Jaru, município distante 250 quilômetros de Porto Velho, a empresa Visão Rural tem feito cerca de 70 projetos de recuperação florestal por ano. “No passado, os fazendeiros da região desmataram além da conta. Agora, terão que recuperar suas florestas”, diz Gutto Martins, sócio da Visão Rural. Segundo Martins, nos últimos três anos tem aumentado a demanda por serviços de reflorestamento, georreferenciamento e manejo florestal. “Com a aprovação do Código Florestal, a demanda deve crescer.”
A liberdade é verde
Para produzir mudas de árvores em Tremembé (SP), a Florestas Inteligentes construiu dois viveiros e uma sala de aula no Centro de Progressão Penitenciária Professor Edgard Magalhães Noronha. Os detentos são treinados para cuidar das plantas e, em troca, recebem um salário e a possibilidade de redução da pena. Faz parte do projeto a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), de Piracicaba (SP), que colaborou na metodologia de ensino e é a responsável por ministrar as aulas. “Com isso, o projeto ganhou muito reconhecimento”, diz Paulo Franzine, sócio-diretor da Florestas Inteligentes.
Os governos de Minas Gerais e Santa Catarina iniciaram conversas com os diretores da Florestas Inteligentes para aplicar o modelo de parceria público-privada nesses Estados. “Não fechamos nada ainda porque qualquer parceria deve envolver outros agentes da sociedade, como a Esalq, em São Paulo”, diz.
Gutto Martins: o diretor da Visão Rural, de Rondônia, diz que o País deve lucrar com suas florestas
Em Rondônia, a Lei do Zoneamento Socioeconômico- Ecológico prevê a utilização de 120,3 mil quilômetros quadrados com atividades agropecuárias, agroflorestais e florestais, área eqsuivalente a 50,4% do território. Do total de área para as atividades de campo, 96,2 mil quilômetros quadrados (9,6 milhões de hectares) deveriam permanecer intocados, mas não é isso que ocorre.
“A madeira ajuda a mover a economia local, mas, como em todo o País, as fazendas devem se adequar ao que determina a lei. Muitas desmataram além dos 20% permitidos”, diz Martins.
Neste ano, a Visão Rural começa a construir seu primeiro viveiro de mudas exóticas e nativas em Theobroma, município a 30 quilômetros de Jaru, em uma área de cinco hectares. “A previsão é chegar a 22 hectares de viveiros de mudas, estufas e barracões para insumos e implementos.” Além da estrutura própria, a empresa investe na construção de viveiros nas propriedades a ser recuperadas. São criados viveiros temporários, com o banco de sementes extraído da própria Reserva Legal ou ainda de reservas próximo em recuperação. Para Martins, nas propriedade com o passivo ambiental recuperado, é possível estimular o comércio de produtos legais originados da floresta. “É importante para o País promover a sua regularização ambiental, inibir o comércio ilegal de madeira e também lucrar com a floresta.” Em Rondônia, o custo para recuperar um hectare de mata nativa é de cerca de R$ 4,8 mil.
Fonte: Dinheirorural

Chile eleva projeção de preço do cobre, impulsionado por demanda chinesa

Chile eleva projeção de preço do cobre, impulsionado por demanda chinesa


O Chile, principal produtor mundial de cobre, projetou, nesta quarta-feira (18) uma alta de 5% no preço médio do metal para este ano, impulsionado por um aumento da demanda da China e queda da produção. A Comissão Chilena do Cobre (Cochilco) elevou, pela quarta vez em 2017, sua estimativa de preço do metal para 2,77 dólares a libra física, ante 2,64 dólares projetados em julho passado. Para 2018, o valor médio estimado é de 2,95 dólares. O vice-presidente da Cochilco, Sergio Hernández, explicou que a recente projeção do Banco Central da China, que estimou a expansão do gigante asiático em 7%, “explica parte do aumento da cotação dos metais”.
A demanda mundial de cobre – do qual a China é o principal comprador mundial, alcançaria as 23,72 milhões de toneladas, o que marca uma alta de 1,3% em relação ao ano anterior, frente a uma oferta que se expandirá apenas 0,2%, alcançando 23,62 milhões de toneladas. Essa redução se deve a uma queda na produção de cobre refinado de 2,4% em nível global, segundo a Cochilco.
Fonte:  AFP

Acionistas preferencialistas da Vale aprovam conversão total das ações em ordinárias

Acionistas preferencialistas da Vale aprovam conversão total das ações em ordinárias


Os acionistas preferencialistas remanescentes da Vale aprovaram nesta quarta-feira a conversão da totalidade de suas ações em ordinárias, em uma Assembleia Especial, concluindo mais um importante passo da gigante de mineração em busca de aprimorar a sua governança corporativa. No total, 51,48 por cento das ações preferenciais representadas na assembleia, ou um total de 158.111.060, votaram a favor da proposta de conversão total, segundo a assessoria de imprensa da empresa.
A conversão das ações é necessária para a inclusão da Vale no Novo Mercado, o mais alto nível de governança da B3, e também faz parte de um amplo plano que busca tornar a maior produtora global de minério de ferro em uma empresa sem controle definido e eliminar riscos atualmente atrelados à ela. Ao comentar o resultado com participantes da assembleia, o presidente da Vale, Fabio Schvartsman, destacou que a conversão ocorreu muito antes do prazo inicialmente esperado e com muito suporte dos acionistas.
“Agora, estamos prontos para uma nova fase: transformar a Vale numa ‘true corporation’, garantindo aos acionistas as melhores práticas de governança. A partir de agora, também deveremos atrair novos investidores que preferem investir em empresas com este perfil”, afirmou o executivo, segundo a assessoria de imprensa da empresa. Mais cedo, em uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE), os acionistas da empresa haviam aprovado a proposta de conversão da totalidade das ações preferenciais classe A de emissão da companhia em ações ordinárias, na relação de 0,9342 ação ordinária por cada ação preferencial.
A relação de troca foi a mesma ofertada na primeira oportunidade que os preferencialistas tiveram para converter suas ações em ordinárias, em agosto.
Na primeira fase da conversão, os acionistas detentores de 84,4 por cento das ações preferenciais aderiram ao plano, acima no mínimo necessário na ocasião, de 54,09 por cento.
NOVAS CONSELHEIRAS
Também na AGE, nesta quarta-feira, os acionistas da mineradora aprovaram como membros independentes do Conselho de Administração Sandra Guerra e Isabella Saboya, em Assembleia Geral Extraordinária, segundo informou a assessoria de imprensa.
Sandra e Isabella, duas dos quatro candidatos que concorreram ao Conselho, foram indicadas pela Aberdeen Asset Management, em nome de fundos de investimento que administram para clientes que são acionistas da Vale.
Guerra é co-fundadora do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, e Saboya foi analista de vendas e gerente de ativos e também trabalhou para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Fonte: Reuters

Diário Oficial da União publica decreto que revoga a extinção da reserva da Amazônia

Diário Oficial da União publica decreto que revoga a extinção da reserva da Amazônia


O Decreto nº 9.159, publicado pelo Diário Oficial da União, fora projetado com intuito de revogar outro decreto, o de número 9.147 (de 28 de agosto de 2017), que pretendeu extinguir a Renca (Reserva Nacional de Cobre e Associados) localizada na Amazônia.
A decisão de extinguir a Renca repercutiu internacionalmente, levantando questões de ambientalistas, artistas e outros especialistas competentes. O decreto que visava liberar a exploração da Renca, na região da Amazônia entre o Pará e o Amapá, teve sua revogação publicada no Diário Oficial da União na Terça-Feira, 26 de Agosto. A área, de 47 mil quilômetros quadrados, é de tamanho semelhante ao estado do Espirito Santo, e foi defendida por diversos especialistas e ambientalistas, depois que o Presidente da República assinou a extinção da reserva.
Poucos dias após a assinatura da autorização para extinguir a reserva, o Palácio do Planalto decidiu revogar tal decreto mediante tamanha reação dos cidadãos. A conclusão alcançada foi que houve certa “incompreensão geral” com relação ao tema.
Ainda que o Governo tenha decidido recuar em sua decisão, o Ministério do Meio Ambiente informou que as razões que levaram ao objetivo de extinguir a reserva mineral ainda permanecem em discussão, e provavelmente o assunto será retomado posteriormente em novas oportunidades.
A Renca (que voltou a ser preservada por Lei), protege 9 unidades de conservação ambiental e indígenas. Fora constatado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) que o Governo sempre esteve ciente que o processo de mineração abrangeria regiões onde o setor estava proibido de operar, em razão da preservação ambiental. Após a edição do decreto, o Governo se defendeu, afirmando que a medida preservava áreas de proteção ambiental e reservas indígenas, porém nunca confirmou que a mineração implicaria mexer em planos de manejo.
A Reserva Nacional de Cobre e Associados
A área de preservação foi delimitada em 1984, pelo governo de João Figueiredo, último presidente do regime militar. Naquela época, definiu-se a proteção da área de 47 mil quilômetros quadrados, localizada em uma região da Amazônia, entre o Pará e o Amapá. Após tal delimitação, a pesquisa mineral e atividade econômica dessa região passaram a ser designadas pela Companhia Brasileira de Recursos Minerais (CPRM – Serviço Geológico Brasileiro) ou por empresas autorizadas. Estudos geológicos indicam a presença de ouro, manganês, ferro e outros minérios, além de cobre.
Apenas dois dias após o decreto que extinguiria a Renca, o Palácio do Planalto desistiu do projeto, porém divulgou nota defendendo que o objetivo era combater a exploração ilegal e readmitir o Estado como administrador das jazidas minerais da Reserva (que mesmo hoje sofre com a rotineira exploração de garimpos clandestinos de ouro).
O Diário Oficial-E é uma plataforma especializada na prestação de serviços de apoio e de intermediação de consultas e publicações no Diário Oficial da União , assim como nos Diários Oficiais dos Municípios, dos Estados e dos Distrito Federal. O site oferece diversos serviços, navegue para mais informações.
Fonte: Terra

Produção de minério de ferro da Vale atinge recorde de 95,111 milhões de t

Produção de minério de ferro da Vale atinge recorde de 95,111 milhões de t


A Vale atingiu uma produção recorde de minério de ferro no terceiro trimestre do ano, com um volume de 95,111 milhões de toneladas, aumento de 3,3% em relação ao observado no mesmo período do ano passado. Ante o trimestre imediatamente anterior, a expansão foi de 3,6%.
Segundo a companhia, em seu relatório de produção, a maior produção é explicada pelo aumento do volume de seu projeto S11D e ainda pela melhor performance operacional no Sistema Norte. A companhia frisa que o projeto avança conforme o planejado.
Por outro lado, a mineradora observa que as vendas no intervalo entre julho e setembro foram menores do que o nível de produção, o que elevou os estoques no período analisado. A empresa explica, porém, que esse resultado foi desejado para poder cumprir com suas necessidades operacionais e com as estratégias de mercado. A Vale destaca que o porcentual de estoques no período chegou em 30%, ante uma média no passado de 15%, e que a expectativa é manter esse nível de estoque até o fim do ano.
Ainda como estratégia, a Vale destaca que os volumes de minério blendados (misturados) na Ásia somaram 19,3 milhões de toneladas no terceiro trimestre, 10,2 milhões de toneladas a mais do que o visto um ano antes. A companhia quer aumentar sua flexibilidade.
A Vale lembra que, como já anunciado, a produção de minério de ferro de alta sílica dos Sistemas Sul e Sudeste foi reduzida em uma quantidade anualizada de 19 milhões de toneladas, o que levará que a produção em 2017 de minério de ferro fique próxima de 360 milhões de toneladas. A Vale havia colocado como meta um intervalo entre 360 milhões de toneladas e 380 milhões de toneladas. Para sua produção de longo prazo, a companhia reitera a projeção de um volume de 400 milhões de toneladas.
No acumulado dos nove meses do ano, a produção de minério de ferro da Vale atingiu 275,159 milhões de toneladas, um aumento anual de 6,5%.
O teor médio de ferro no período foi de 64,1%, um pouco maior do que o visto no trimestre imediatamente anterior, que foi de 63,8%. “O aumento é resultante da redução de produção dos produtos de alta sílica e da estratégia da Vale de melhorar a realização de preço do minério de ferro”, destaca a companhia em seu relatório de produção.
Pelotas
A produção de pelotas pela Vale no terceiro trimestre do ano foi de 12,766 milhões de toneladas, aumento de 5,8% na relação anual e de 4,5% na trimestral. No ano, a produção atingiu 37,404 milhões de toneladas, aumento de 11,3%. O volume trimestral é recorde, por conta de maior produtividade e à redução do número de paradas para manutenção.
Níquel
A produção de níquel da Vale no terceiro trimestre do ano atingiu 72,7 mil toneladas, queda de 4,3% em relação ao observado no mesmo período do ano anterior. No entanto, em relação ao trimestre imediatamente anterior o aumento foi de 10,2%. No acumulado do ano até setembro a produção de níquel foi a 210,1 mil toneladas, queda de 7,9%.
O aumento da produção de níquel em relação ao segundo trimestre do ano ocorreu especialmente por conta do retorno da produção do segundo forno em Sudbury e ainda pelo forte desempenho em Thompson e Onça Puma.
Sobre o forno de Sudbury, a Vale destaca que foi reconstruído com uma capacidade expandida. “A transição de Sudburry para forno único tem sido muito bem-sucedida, com o novo reprojetado forno já excedendo sua capacidade nominal”, frisa a companhia em seu relatório de produção.
Na operação de Nova Caledônia, operação em que a companhia busca um sócio, a produção chegou em 10,1 mil toneladas no terceiro trimestre deste ano, aumento de 12,2% em relação ao segundo trimestre do ano e um crescimento de 36,5% superior ao visto no mesmo intervalo do ano passado.
Cobre
A produção de cobre da Vale no intervalo de julho a setembro foi a 118,8 mil toneladas, alta de 6,6% em relação ao observado um ano antes. Em relação ao segundo trimestre o aumento foi de 15,7%. De janeiro a setembro a produção de cobre chegou a 330,4 mil toneladas, ligeiro recuo de 0,1%.
Fonte: Isto É Dinheiro