sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Ero Copper capta US$ 110 milhões

Ero Copper capta US$ 110 milhões


A Ero Copper, controladora da Mineração Caraíba, emitirá 23,282 milhões de ações ordinárias, das quais 10 milhões da tesouraria e 13,282 milhões de papéis vendidos por acionistas em oferta secundária. Com preço de US$ 4,75 por ação, a companhia espera obter US$ 110,5 milhões, sendo que US$ 47,5 milhões ficarão com a Ero Copper e US$ 63 milhões com os acionistas.
Os acionistas que venderam as ações são Brasil Plural Special Situations Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia Investimento no Exterior, Spectra II – Fundo de Investimento em Participações, Spectra III Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia IE, Ross Beaty, Taylor International Fund Ltd., Heritage Investments Trust, Randal Cowell, 1045373 BC Ltd., 1040350 BC Ltd., and Geoff Burns.
A oferta está sendo gerenciada por um sindicato de subscritores, incluindo a BMO Capital Markets e o Scotiabank como líderes e Canaccord Genuity Corp., GMP Securities LP, Numis Securities Limited, PI Financial Corp. e Raymond James Ltd.  O Blake, Cassels & Graydon LLP e Cassels Brock & Blackwell LLP atuam como assessores jurídicos da Ero Copper e dos subscritores, respectivamente.
A Bolsa de Valores de Toronto aprovou condicionalmente a cotação das ações ordinárias da Ero Copper sob o símbolo “ERO”. Após o fechamento da oferta, a Ero Copper terá 71.105.711 ações ordinárias emitidas e em circulação. A empresa deverá utilizar os recursos para investir na retomada de projetos de expansão que estavam sendo implantados pela Mineração Caraíba.
Fonte: Brasil Mineral

Estratégia inicial da Amazon é ter dados do brasileiro

Estratégia inicial da Amazon é ter dados do brasileiro

O consumidor que quiser comprar uma nova TV ou trocar de celular provavelmente não terá grandes vantagens de preço no site brasileiro da Amazon (BOV:AMZO34). Na quarta-feira, 18, a gigante americana passou a vender eletrônicos no País, depois de quatro anos dedicados aos livros. Segundo levantamento feito pela reportagem do Estado, com produtos populares como o smartphone Moto G5 e o videogame PlayStation 4, a empresa tem preços similares aos praticados por rivais.
Um dos motivos é o modelo de negócio adotado pela gigante do e-commerce no País. Em vez de vender produtos diretamente ao consumidor, ela optou pelo marketplace, em que lojas de terceiros usam seu site como “vitrine” para seus produtos e são responsáveis pelas mercadorias que vendem e entregam ao consumidor. A Amazon fica responsável por operar o site e fazer o atendimento ao cliente. O modelo já vinha sendo adotado pela empresa no mercado de livros desde abril.
“Quando a venda é feita diretamente pela Amazon, como nos EUA, a empresa tem mais facilidade para dar grandes descontos e pode ser agressiva nos preços”, explica Pedro Guasti, presidente da consultoria eBit, especializada em e-commerce. “Como no Brasil eles usam o modelo de marketplace, os produtos são de terceiros, então é mais difícil trazer essa competitividade.”
Outra limitação que o modelo de marketplace impõe é a quantidade finita de potenciais parceiros. Parte significativa das empresas que vendem seus produtos por meio de sites de renome não é exclusiva. Assim, é comum encontrar os mesmos fornecedores na Amazon e em outros sites como Magazine Luiza (MGLU3), Extra, Americanas.com (LAME4) ou Ponto Frio. “Nesse modelo, se o parceiro fizer algo errado, a reputação da empresa pode ficar arranhada. Por isso, a Amazon está fazendo escolhas seletas de lojas terceiras”, diz Guasti.
A seletividade, por sua vez, aumenta a probabilidade da gigante americana de ter “colaboradores” em comum com a concorrência. Embora seja um modelo limitado, ele é útil para a gigante norte-americana conhecer o consumidor brasileiro, sem ter de fazer grandes investimentos, por ora, no Brasil. Para ser mais competitiva, a empresa fixou a comissão cobrada pelas vendas em 10% do valor – a média nacional gira em torno de 12%, segundo fontes. Esse “desconto”, no entanto, não se reflete, necessariamente, no preço praticado pelos terceiros ao consumidor.
Longo prazo
Para analistas ouvidos pela reportagem, o diferencial da Amazon para o consumidor brasileiro só deve aparecer daqui a algum tempo. “É uma empresa que sabe, com inteligência artificial, compreender o que o consumidor quer, a partir de pesquisas e preferências de compra anteriores, e transformar isso num serviço eficiente”, diz Silvio Laban, professor de marketing do Insper. Para Alberto Luiz Albertin, professor especializado em comércio eletrônico da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), o fato de a Amazon ter sido pioneira no modelo de marketplace globalmente dá à empresa vantagens em inovação. “Ela tem a legitimidade do processo de gerenciar as duas pontas: quem vende e quem compra um produto.”
O atendimento e as parcerias construídas pela empresa em logística nos últimos quatro anos também podem ajudar a companhia a se diferenciar. “O cenário vai mudar de acordo com o quanto a Amazon estiver a fim de ‘comprar o mercado'”, diz Guasti, da eBit. “Frete grátis e parcelamento em 12 vezes sem juros são fatores que podem encantar o consumidor, mas isso só vêm com o tempo.”
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Jornal ADVFN

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

BB investimentos mantém recomendação de compra para Vale

BB investimentos mantém recomendação de compra para Vale

Na noite passada, a Vale (BOV:VALE3) informou ao mercado sobre a aprovação da proposta de conversão de todas as ações preferenciais Classe “A” em ações ordinárias da empresa”. O anúncio foi realizado em Assembleia Geral Extraordinária. A aprovação permitirá que a mineradora antecipe sua entrada no segmento Novo Mercado, nível de mais alta governança corporativo da B3.
De acordo com Gabriela Cortez, analista da BB Investimentos, o processo agregará ainda mais à tese de investimentos da companhia, “com uma melhora na sua governança ganhando espaço”. Ainda, ela reforça que a Vale está se consolidando como líder na indústria do minério de ferro, aproveitando-se do momento positivo em que atualmente se encontra. “Dito isto, reafirmamos nossa visão positiva sobre a companhia.”, finaliza.
A BB Investimentos permanece com a recomendação outperform para a Vale, com o preço-alvo para 2018 em R$ 43,00.
Às 14h de hoje, as ações da Vale caiam 0,74%, valendo R$ 32,03.

Fonte: ADVFN


Migração da Vale para o Novo Mercado faz parte de plano para eliminar riscos, segundo Guide

Migração da Vale para o Novo Mercado faz parte de plano para eliminar riscos, segundo Guide

Com anúncio da Vale (BOV:VALE3) sobre a aprovação da proposta de conversão de todas suas ações preferenciais Classe “A” em ações ordinárias, o que permitirá que a mineradora entre no segmento Novo Mercado, da B3, a Guide Investimentos acredita que o processo é mais um passo para a “transformação da companhia” em busca de aprimorar sua governança corporativa.
A decisão foi realizada em Assembleia Extraordinária Geral e foi informada ao mercado na noite de ontem. No total, 5148% das ações preferenciais representadas na assembleia, ou um total de 158.111.060, votaram a favor da conversão total.
Para a Luis Gustavo, analista da Guide, a migração da empresa para o Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa da B3, faz parte de um plano que busca tornar a mineradora “uma empresa sem controle definido e eliminar riscos atualmente atrelados à ela”.
“O movimento é muito positivo no médio/longo prazo.”, afirma Luis. De acordo com ele, no curto prazo deve fazer pouco preço, “visto que os investidores estão atentos aos números de produção da empresa e ao preço do minério de ferro”, explica.
Às 15h30 de hoje, as ações da Vale subiam 0,4%, cotadas à R$ 32,41.

Fonte: Exame

Casal consegue recuperar anel de diamante jogado acidentalmente no lixo em NY

Casal consegue recuperar anel de diamante jogado acidentalmente no lixo em NY

Noivo e amigos vasculharam conteúdo de caminhão de lixo.


O departamento de coleta de lixo de Nova York recuperou um anel de diamantes de 3 quilates que tinha sido acidentalmente jogado no lixo.
Ashlee Palacio, moradora de Manhattan, disse à imprensa local que, na segunda-feira (9), dormiu com o anel de noivado no dedo e, ainda meio sonolenta, deixou-o ao lado de alguns papéis de doces já comidos. No dia seguinte, acidentalmente, jogou o anel fora junto com as embalagens.
   Casal consegue recuperar anel de diamante jogado acidentalmente no lixo em NY (Foto: NYC Sanitation/Twitter)
Mike Diamond, seu noivo, ficou chocado com a notícia. Mas o casal logo chamou o Departamento Sanitário.
Diamond e três amigos, então, colocaram roupas protetoras e, na quarta-fera (13), foram vasculhar o conteúdo do caminhão de lixo da região. Eles demoraram 15 minutos para achar o anel.
O departamento tuitou uma foto do anel resgatado.
Fonte: G1