domingo, 29 de outubro de 2017

Pedras preciosas são minerais com atributos especiais

Pedras preciosas são minerais com atributos especiais, tais como beleza, durabilidade e raridade, que permitem sua utilização como adorno pessoal ou para fins de ornamentação. Algumas poucas pedras preciosas não são minerais e sim rochas, agregados a uma ou mais espécies minerais, como é o caso, por exemplo, do lápis-lazúli.

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O termo gema é mais amplo e incorpora, além das pedras preciosas, as gemas orgânicas, aquelas formadas com a participação de seres vivos, tais como a pérola, o coral, o âmbar e o marfim.
É cada vez menos frequente a distinção entre pedras preciosas e semipreciosas. Esta antiga terminologia, hoje em desuso, era utilizada para distinguir o diamante, o rubi, a safira e a esmeralda, ditas preciosas, das demais gemas, ditas semipreciosas. Esta diferenciação perde o sentido na medida em que diversas pedras ditas semipreciosas, como a alexandrita e a turmalina Paraíba, podem, em determinadas circunstâncias, alcançar valores superiores aos das ditas preciosas. A tendência atual é designá-las todas como gemas, embora quando se trate de exemplares de melhor qualidade o custo unitário por quilate das ditas preciosas tenda a ser mais alto que o das demais.
Cada gema é única. Sua qualidade e encanto dependem de diversos fatores, dentre os quais os mais importantes são a cor (ou a total ausência dela no caso dos diamantes), a pureza, o tamanho e a lapidação. Esta última depende não apenas do corte escolhido, mas também da qualidade das proporções, da simetria e do polimento.
Além das gemas naturais e orgânicas, existe uma gama inumerável de materiais utilizados para substituí-las, entre os quais as gemas sintéticas (que apresentam composição química, propriedades físicas e estrutura cristalina idênticasàs das naturais que procuram substituir), as gemas reconstituídas (formadas pela aglomeração de materiais pré-existentes), as imitações (que se assemelham no aspecto, mas carecem das propriedades, da composição e da estrutura das que imitam) e as gemas compostas (formadas por duas ou mais partes unidas por cimentação).
Muitas gemas são, desde os mais remotos tempos, submetidas a tratamentos para melhorar seu aspecto e agregar-lhes valor, entre os quais os mais difundidos são o tratamento térmico, a irradiação, o tingimento e a impregnação com óleos e resinas. Existem normas estabelecidas por entidades do setor de gemas e joias que determinam os tipos de tratamentos que devem ser obrigatoriamente revelados ao público consumidor.

Fonte: Joia br

Amazonas vai apurar responsabilidades de conflito em Humaitá

Amazonas vai apurar responsabilidades de conflito em Humaitá

Barcos e prédios públicos foram incendiados nos últimos dias, após uma operação contra um garimpo ilegal

O governador do Amazonas, Amazonino Mendes, determinou o deslocamento de equipes da Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas), da Casa Militar e da Defesa Civil para o município de Humaitá, no sul do estado, onde ocorreu um conflito entre garimpeiros e agentes de órgãos federais na sexta-feira (27). A comitiva vai trabalhar na assistência às famílias desabrigadas com o incêndio de balsas e no levantamento de informações.
Fonte: Exame


McDonald’s pretende abrir 2 mil novos restaurantes na China até 2022

McDonald’s pretende abrir 2 mil novos restaurantes na China até 2022

McDonald’s pretende abrir 2 mil novos restaurantes na China até 2022
Nova York – O McDonald’s vai aumentar consideravelmente o número de restaurantes na China nos próximos cinco anos, anunciou nesta terça-feira, a rede de fast food. Com isso, a China vai ultrapassar o Japão como o maior mercado da rede depois dos EUA.
Há uma semana, o McDonald’s concluiu a venda de 80% de suas operações na China e em Hong Kong para um grupo de investidores liderado pela Citic, uma das maiores estatais chinesas.
Nesta terça-feira, o McDonald’s e seus novos sócios majoritários anunciaram que pretendem abrir cerca de 2 mil novos restaurantes na China até 2022, alcançando um total de 4.500. Além disso, esperam que as vendas no país cresçam dois dígitos em cada um dos próximo cinco anos. Fonte: Associated Press.


Fonte: Estadão

Roraima: a segunda chance de uma fronteira agrícola

Roraima: a segunda chance de uma fronteira agrícola

Após episódios envolvendo índios e arrozeiros, o Estado recebe terras da União e garante ter quatro milhões de hectares disponíveis para o agronegócio




Livre Dos Índios: o STF já garantiu que não aprovará novas ampliações nas reservas indígenas da região
Roraima é um dos Estados menos desenvolvidos economicamente do Brasil. Prova disso é que, hoje, a administração pública é a atividade que detém maior participação no PIBIB roraimense, com 48% do total. Se por um lado faltam indústrias, por outro sobram terras, em sua maioria desocupadas e improdutivas. E isso não é nenhuma força de expressão. Apenas em 2009, o governo de Roraima já recebeu cerca de seis mi-lhões de hectares de terras da União, e agora quer aproveitá-las para fazer uma revolução agrária no Estado. Uma nova fronteira agrícola está por surgir.
6 milhões de hectares de terra foram repassados pela União ao governo de Roraima em 2009
Muitas destas áreas já estão povoadas e devem ser repassadas aos atuais ocupantes, mas ainda existe muito espaço para novos investidores dispostos a produzir arroz, soja, milho, algodão, cana-de-açúcar ou dendê. “São quatro milhões de hectares de Cerrado aptos a qualquer tipo de cultura sem necessidade de desmatamento”, afirma o governador José de Anchieta Júnior (PSDB). “Estamos trabalhando para que o agronegócio cresça em Roraima e traga o desenvolvimento para cá”, continua.
Para quem busca sua primeira grande propriedade rural, a nova fronteira pode ser uma boa saída. De acordo com a Secretaria de Agricultura de Roraima, um hectare de terra ainda sem título pode sair por R$ 300, enquanto uma área titulada raramente ultrapassa os R$ 1 mil por hectare. No entanto, um detalhe segue afligindo os possíveis investidores: a questão indígena. No início do ano, dezenas de rizicultores foram expulsos de suas fazendas após a ampliação da reserva Raposa Serra do Sol, por isso, os possíveis investidores temem que a história se repita.
“Mas isso não vai acontecer. Firmamos um compromisso com o Supremo Tribunal Federal. Eles nos garantiram que não haveria ampliação de reservas indígenas nesses seis milhões de hectares”, diz o secretário da Agricultura, Gilberto Uemura. “Vamos transformar Roraima em uma nova fronteira agrícola”, completa ele, lembrando que o Estado também vem investindo em infraestrutura para o escoamento da produção. Uma grande oportunidade para quem quer comprar terras na amazônia e ficar rico com a soja, arroz etc..
Fonte:AG.ISTOÉ       

Uso de maconha na indústria têxtil pode salvar pobres fazendeiros na Índia do suicídio





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O cânhamo tem uma surpreendente variedade de usos, como roupas, papel e plásticos moldados, encontrados em carros da Mercedes e da BMW. (iStock)
A Índia é o segundo maior exportador de algodão do mundo, mas enfrenta alguns grandes desafios nesta área. Um deles é que a cultura moderna convencional do produto depende de pesticidas e herbicidas que são impróprios, excessivos e perigosos se aplicados em países subdesenvolvidos, e podem ter contribuído para o declínio mundial da população de insetos. Além disso, há o suicídio epidêmico entre pobres fazendeiros de algodão. Um estudo mostra que agricultores de pequena escala que tentam cultivar seu algodão geneticamente modificado apenas com base na chuva têm mais tendência a entrar em um ciclo de dívidas e cometer suicídio.
Por essas e outras razões, empreendedores sociais estão observando de perto uma outra cultura, o cânhamo industrial – cannabis sativa com baixo THC, diferente da cannabis indica, maconha utilizada para o fumo.
O cânhamo tem uma surpreendente variedade de usos, como roupas, papel e plásticos moldados, encontrados em carros da Mercedes e da BMW. É mais forte e mais durável do que o algodão, e precisa de metade da água e da terra para crescer. Além disso, leva apenas 90 dias para amadurecer para a colheita – muito menos do que os nove meses do algodão -, o que permite o plantio duas vezes por ano e a consequente redução do risco financeiro em caso de falha da cultura. Essa versão é chamada de “planta irmã”, crescendo tão densamente que multiplica as ervas daninhas sem a ajuda de herbicidas.
Endêmico na Ásia Central, o cânhamo foi parte das cerimônias religiosas, da cultura e da sabedoria indiana por milhares de anos. Sob o domínio do governo britânico, as plantações indianas de cânhamo foram taxadas e regulamentadas, antes de a planta ser classificada como um narcótico no século 20. A Índia sucumbiu à pressão da guerra internacional às drogas promovida pelos Estados Unidos e baniu o cânhamo completamente na década de 1980.
Agora, os fazendeiros colhem cânhamo selvagem simplesmente para criar cordas para amarrar seus rebanhos, queimar no inverno ou preparar um chutney rico em proteína. A Índia exporta apenas 0,45% do suprimento mundial do produto, menos até do que os Estados Unidos (2,4%). Os principais exportadores são a Holanda e a China. Isso porque o cânhamo selvagem indiano ainda tem altos níveis de THC, tornando tecnicamente ilegal seu cultivo e uso.
Porém, empreendedores como Ashoka Fellow Sanvar Oberoi e seus colegas estão vendo um novo potencial na cultura. Boheco, uma organização cofundada por Sanvar, quer impulsionar toda a indústria e, no processo, ajudar a traçar um novo curso para o ecossistema e a economia indianos. Criada em 2013 depois da visita de um cofundador a sua família, no oeste da Austrália, que incluía a passagem por uma cidade cuja economia era sustentada apenas pelo cultivo de cânhamo e uva, a Boheco atraiu financiamentos de investidores-anjo no início de 2016 e agora tem 17 funcionários.
“Os fazendeiros ainda não sabem o valor econômico do cânhamo”, diz o cofundador Chirag Tekchandaney. “Não há um cultivo organizado, que os países possam ver. Nós estamos tentando aumentar a consciência entre os consumidores, mas também estamos explicando aos grupos de fazendeiros como eles podem se unir a nós para cultivar isso no futuro.”
Sustentada apenas por recursos próprios dos sete cofundadores nos quatro primeiros anos, a Boheco assegurou uma exceção do governo indiano para trabalhar com institutos de pesquisa e produzir uma variedade de cânhamo consistente, de baixo THC e de classe comercial que possa ser facilmente colhido com os métodos modernos. Eles têm o maior banco de sementes da Índia, com 150 variedades delas, de todas as partes do país, e responderam a consultas de fazendeiros por todo o país que, juntos, representam 25 mil acres potenciais de cultivo.
A organização pretende imitar a história de sucesso do arroz basmati, uma nova espécie de arroz que chegou ao mercado em 2004. “Agora esse é o único arroz que todos comem, porque é consistente e confiável”, diz Tekchandaney. A Boheco pretende assegurar os direitos de comercialização da semente de cânhamo, mas abrirá sua pesquisa ao público para que empresas e fazendas de cânhamo possam se proliferar pela Índia.
Para desenvolver o mercado, o time da Boheco está olhando para uma vasta gama de usos ultramodernos para o produto, incluindo remédios e até nanotecnologia. Porém, eles já vendem por atacado uma variedade de tecidos de puro cânhamo e de misturas que levam a planta. O tecido de cânhamo ostenta algumas propriedades incríveis: é a fibra natural mais forte do planeta, 98% resistente a raios ultravioleta e repele bactérias e poeira. Além disso, há agora tecnologia similar à de processamento de papel que pode transformar o cânhamo de uma fibra dura e rígida em uma tão macia quanto o algodão.
A primeira coleção de moda da marca fashion da Boheco, a B Label, é onde o tecido de cânhamo realmente brilha. Chamada de Sativa 188, ela vai de camisas de botão ocidentais, indianas e de estilo misto para homens a blusas apropriadas para o trabalho, tops ombro a ombro e vestidos para mulheres, todos tingidos naturalmente. O tecido de cânhamo da Boheco não precisa ser passado e se torna mais macio a cada lavagem, melhorando ao longo do tempo. Mais importante: a moda de cânhamo é também negativa em carbono, o que significa que, na verdade, ajuda a sequestrar mais carbono do solo do que libera durante sua fabricação.
Além disso, há a coleção Handloom da B Label de estolas de lã e cânhamo, que são feitas à mão pela Mandakini Women Weavers Co-operative, no vale Kedarnath de Uttarakhand. Cerca de 60 pessoas trabalham para a B Label Handloom, incluindo homens locais empregados na colheita do cânhamo selvagem.
A B Label já estava à venda em alguns estabelecimentos indianos, mas a partir desta quarta-feira (25), a loja online da B Label começa a vender as peças internacionalmente.
Fonte:  Forbes Brasil.