quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Jazidas na Argentina irradiam cores e beleza

Minas pedras preciosas
Minas pedras preciosas
Jazidas na Argentina irradiam cores e beleza

Passear por uma trilha com jazidas de pedras preciosas e semipreciosas a céu aberto é um dos atrativos pouco conhecidos da Tríplice Fronteira. De beleza imensurável, as Minas de Wanda e de Puerto Liberdad estão pertinho de Puerto Iguazú (Argentina) e a cerca de 45 quilômetros da fronteira com Foz do Iguaçu. O acesso é bem fácil.

O recurso natural é explorado por empresas mineradoras, que oferecem guias para acompanhar os turistas – geralmente os próprios moradores. São eles que explicam a origem das jazidas ao longo das quatro horas de duração do passeio. O caminho pode ser realizado em menos tempo, sem perder muito o encanto.

As jazidas surgiram com o derrame de lava vulcânica há milhares de anos. A lava fervente gerou bolas de ar nas rochas, que se cristalizaram gerando as variedades conforme a composição de dióxidos e silícios. Hoje, de longe, parece um rochedo típico da região, mas o coração do basalto irradia cores e energia.

São cinco minas que ofuscam aos olhos dos turistas, que fazem a visita a pé. Lá é possível encontrar esmeraldas, rubis, ametistas, ágatas, topázios (amarelo, azul, marrom), cristais de rocha rosada, cristal de Vênus, água-amarinha, entre outras espécies. O conjunto tem nada menos que 52 variedades.

Os visitantes também podem acompanhar de perto a extração a céu aberto e em cavernas. Em alguns casos o trabalho leva mais de um ano, pois o manuseio artesanal requer muito cuidado, devido à fragilidade dos tesouros (não podem ser cavadas com explosivos). Os exploradores têm receio de prejudicar as bordas das pedras.

Além do brilho das pedras, o circuito turístico oferece a possibilidade de acompanhar a lapidação das pedras. Uma coleção das espécies locais está exposta no Museu de Pedras. O parque abriga lojas especializadas onde se pode comprar amostras brutas ou trabalhadas.

Os guias do passeio dizem que conhecer as minas ajuda a renovar as forças com a energia positiva emanada. Isso porque o ambiente é cercado de fontes naturais. Está à margem do Rio Paraná, não muito distante das Cataratas do Iguaçu, contrastando com o verde, o ar e a terra fértil do Parque Nacional do Iguaçu.

Fonte: UOL

Achado misterioso nas 'minas do rei Salomão' deixa cientistas perplexos

Arqueólogos israelenses encontraram nas famosas "minas do rei Salomão" o esqueleto de uma mulher grávida. O achado deixou os pesquisadores surpresos devido à localização incomum, informa o jornal The Jerusalem Post.

Uma múmia
CC0 / Pixabay
Pesquisador: não há provas de que múmias 'extraterrestres' de Nazca sejam uma fraude
Pesquisadores estão realizando escovações no Vale Timna, no sul de Israel. Conta a lenda que justamente no local das escavações estavam situadas as minas de diamantes do rei Salomão. No século XIX, centenas de aventureiros partiram rumo à região em busca das pedras preciosas; muitos morreram. Revelou-se que, na verdade, as "minas de diamantes" eram minas de cobre do Antigo Egito.
"É muito difícil encontrar restos humanos em Timna. Foi a primeira vez que encontramos uma mulher", compartilhou o arqueólogo Erez Ben Yosef.
"Não há fontes de água por isso ninguém habitou essa região por muito tempo. Pessoas realizavam para extrair cobre, o que acontecia geralmente durante o inverno", acrescentou ele.
Antes da mulher achada, arqueólogos chegaram a encontrar sarcófagos completamente vazios. Ben Yosef acredita que, devido ao clima desagradável, "pessoas eram sepultadas temporariamente na região, depois outra expedição levava os ossos para casa". Contudo, no caso da mulher grávida, isso não aconteceu, o que surpreendeu muito os cientistas.

Escavações na Crimeia (foto de arquvio)
© Sputnik/ Ekaterina Chesnokova
Arqueólogos encontram uma ponte do século XVIII na Crimeia (FOTOS)
A mulher encontrada não tinha a parte de cima do esqueleto. Mas a parte inferior, incluindo restos do embrião, que de acordo com especialistas, se encontrava no primeiro trimestre, estava intacta. Os pesquisadores acreditam que a mulher teria morrido aos 20 anos de idade, contudo, a ausência de colágeno em seus ossos impossibilita realização de uma datação por radiocarbono mais precisa.
A única pista deixa pela mulher para que os arqueólogos descobrissem alguma coisa de sua personalidade se trata de duas miçangas de vidro bem preservadas no túmulo. De acordo com uma especialista em egiptologia, Deborah Sweeney, miçangas serviam como amuleto, ligado à deusa egípcia Hator – a protetora dos mineiros. Em sua homenagem, perto das minas foi construído um templo.

Além disso, no túmulo foram encontrados restos de instrumentos musicais e a imagem de uma mulher tocando sistro, um instrumento de percussão antigo. Segundo pesquisadores, a mulher grávida provavelmente era uma sacerdotisa adoradora da deusa Hator, que tocava hinos rituais em sua homenagem.
"Há chances de ela ter sido uma aventureira que já estava bem longe de sua casa, o que acontecia muito raramente entre mulheres do Egito. Mas ela nunca voltou para casa, sendo enterrada perto do templo da deusa Hator", ressalta Deborah Sweeney.

Fonte: BBC

Facebook alcança 2,07 bilhões de usuários no mundo 

Facebook alcança 2,07 bilhões de usuários no mundo

Rede social teve forte crescimento do número de usuários ativos diários e mensais© Foto: Dado Ruvic/Reuters Rede social teve forte crescimento do número de usuários ativos diários e mensais A rede social Facebook anunciou que já têm 2,072 bilhões de usuários ativos por mês. O número é 16% maior que o registrado há um ano, quando a rede social tinha 1,788 bilhão de usuários ativos. O crescimento ficou acima das expectativas de analistas, que esperavam que a rede social alcançaria 2,06 bilhões de usuários no terceiro trimestre do ano fiscal de 2017.
O crescimento de usuários ativos por dia do serviço também cresceu 16%, chegando a 1,368 bilhão de usuários, ante 1,179 bilhão de usuários no mesmo período de 2016.
"Nossa comunidade continua a crescer e nosso negócio está indo bem", afirmou Mark Zuckerberg, fundador e presidente executivo do Facebook, em nota. "Mas nada disso importa se o nosso serviço é usado de formas que não aproxima as pessoas. Estamos investindo tanto em segurança que isso vai afetar nossa lucratividade, mas proteger nossa comunidade é mais importante do que maximizar nossos lucros."
No terceiro trimestre deste ano, o Facebook registrou lucro e receita acima dos esperados, mostrando que não houve danos por conta das controvérsias de que a Rússia teria usado a rede social para influenciar as eleições de 2016. Como resultado, as ações da companhia tiveram alta de 1% depois do fechamento do mercado, sendo negociadas a US$ 184,50.
O Facebook está no centro de uma tempestade política nos Estados Unidos por conta da forma como a rede social gerencia anúncios feitos por políticos e como permite a disseminação de notícias falsas. Nos últimos meses, a rede social informou que pessoas na Rússia compraram pelo menos 3 mil anúncios políticos nos EUA e publicaram cerca de 80 mil postagens vistas por 126 milhões de americanos nos últimos dois anos.
A receita do Facebook com publicidade subiu 49% no terceiro trimestre, para US$ 10,14 bilhões, e 88% do valor veio de anúncios em dispositivos móveis. Nos trimestres anteriores, a rede social registrou crescimentos similares de receita.
A receita total aumentou 47,3%, chegando a US$ 10,33 bilhões, superando a estimativa de analistas, que acreditavam que o valor chegaria a US$ 9,84 bilhões.

Fonte: Reuters

Receita de vilarejos italianos para não desaparecer inclui casa por 1 euro e cheque de boas-vindas

Receita de vilarejos italianos para não desaparecer inclui casa por 1 euro e cheque de boas-v




Prefeito do povoado de San Giovanni d'Asso, na Toscana, lançou programa oferendo bônus de 300 euros mensais© Foto: Fornecido por BBC Prefeito do povoado de San Giovanni d'Asso, na Toscana, lançou programa oferendo bônus de 300 euros mensais Venda de imóveis por um euro, cheque de 2 mil euros de boas-vindas, vales mensais de 200 euros - por dois anos - válidos no comércio local, moradia gratuita a famílias com crianças em idade escolar, concessão de terrenos agrícolas já cultivados e facilidade na obtenção de vistos para estrangeiros. Estas são apenas algumas das iniciativas lançadas nos últimos anos por prefeitos italianos na tentativa de atrair novos moradores a seus vilarejos.
Na Itália, país com cerca de 5.600 municípios com menos de 5 mil habitantes, o envelhecimento da população e o despovoamento das pequenas cidades colocam em risco seu patrimônio cultural e a própria existência econômica.
Embora concentrem menos de 20% da população total do país, os pequenos municípios são responsáveis por 93% da produção agrícola de qualidade e por quase 80% da produção de vinhos renomados.
A lha de Ventotene, na região central, é uma das que tentam atrair novos moradores: Para prefeito, imigração regular seria solução para esvaziamento© Foto: Fornecido por BBC A lha de Ventotene, na região central, é uma das que tentam atrair novos moradores: Para prefeito, imigração regular seria solução para esvaziamento "As aldeias medievais são a essência da Itália. É preciso reconstruir a nossa ideia de país, dando maior valor aos pequenos povoados e fazendo com que eles se tornem acessíveis e prazerosos para se viver, um lugar onde as pessoas queiram morar", afirma à BBC Brasil, Romina Mura, prefeita de Sadali, município com menos de mil habitantes, localizado na zona central da ilha de Sardenha.
Como em várias outras pequenas cidades, Romina decidiu oferecer incentivos econômicos para aumentar a população. Em 2013, a prefeita criou um programa dando às famílias que se transferissem para lá um vale mensal de 200 euros, durante dois anos, válido para compras no comércio local.
"Em 2010, tínhamos 928 habitantes, hoje, somos quase 980 residentes. Pode parecer pouco, mas é um crescimento maior do que o das cidades vizinhas".
Apesar dos resultados considerados positivos, o programa da prefeita foi interrompido dois anos depois de ter começado, por falta de recursos.
"Se eu pudesse contar com novos financiamentos, com certeza daria continuidade ao projeto", afirma a prefeita.

Casas a 1 euro

No município de Ollolai, com 1,2 mil habitantes, uma das estratégias para atrair novas famílias é a venda de casas abandonadas e mais baratas© Foto: Fornecido por BBC No município de Ollolai, com 1,2 mil habitantes, uma das estratégias para atrair novas famílias é a venda de casas abandonadas e mais baratas Entre as diversas medidas criadas por prefeitos para atrair novos residentes, inclui-se a venda de imóveis pelo preço de um euro. Em abril de 2016, o município de Ollolai, com 1,2 mil habitantes, iniciou a venda de casas abandonadas para atrair novas famílias.
O prefeito Efísio Arbau diz que as famílias podem optar. "Há quem prefira casas menores, mas com jardim, e outros que escolhem imóveis mais amplos, mesmo que necessitem de maiores reformas."
O único requisito para adquirir um dos 15 imóveis ainda disponíveis, explica Arbau, é garantir, por meio de um seguro, que a residência seja reformada e habitada em no máximo em 3 anos.
Vito Casula, o primeiro comprador, vê a iniciativa como uma excelente oportunidade.
"Contei a amigos que comprei uma casa por um euro, e muitos deles se interessaram. Inclusive alguns que emigraram para o exterior há anos, disseram que pretendem voltar a morar na Sardenha. Ollolai é um lugar ideal para se viver durante a aposentadoria", disse ao jornal local.

Residência eletiva

O prefeito afirma não fazer distinção entre a nacionalidade dos que pretendem comprar um imóvel na cidade. Todavia, para poder viver na Itália, os cidadãos de países que não pertecem à Comunidade Europeia devem solicitar, junto à embaixada italiana no próprio país, uma autorização de residência.
A concessão do visto, porém, é um processo rigoroso e depende de fatores como ter um trabalho garantido, ter familiares residentes na Itália, ou estar matriculado em algum curso de estudo reconhecido, entre outros.
Para quem dispõe de um patrimônio econômico significativo ou receba aposentadoria, a lei italiana prevê a possibilidade de obter uma autorização para residência eletiva.
"Os interessados devem comprovar ter uma renda econômica estável, regular e contínua, de no mínimo 31 mil euros por ano. Se houver um cônjuge, o valor mínimo da renda anual é aumentado em 20% e, para cada filho, outros 5%", afirma à BBC Brasil a advogada especializada em imigração, Donatella Sicomo.
"Outro requisito é comprovar ser proprietário de um imóvel ou, como locatário, ter um contrato de aluguel de uma habitação na Itália. Os documentos devem ser apresentados à Embaixada da Itália competente na região onde o estrangeiro vive", ressalta.

Problema em grandes cidades, imigração é vista como solução nas pequenas

Ventotene: Ilha com um quilômetro quadrado de território busca pessoas refugiadas e outros candidatos à residência para aumentar população© Foto: Fornecido por BBC Ventotene: Ilha com um quilômetro quadrado de território busca pessoas refugiadas e outros candidatos à residência para aumentar população Para o prefeito da pequena ilha de Ventotene, em Lázio, região central, a imigração regular seria a solução para o esvaziamento dos pequenos vilarejos italianos.
Para evitar o fechamento da única escola, com 10 alunos, Gerardo Santomauro fez um apelo em setembro deste ano convidando famílias de refugiados com filhos pequenos a irem morar na ilha.
"Enquanto o fenômeno da imigração representa um problema para as grandes cidades por falta de estruturas para acolhimento, nos pequenos vilarejos - que sofrem com o envelhecimento da população e o despovoamento - ela pode significar uma oportunidade de crescimento", disse à BBC Brasil.
De acordo com o prefeito, acolher famílias de refugiados com filhos em idade escolar, ou em orfanatos, no caso de crianças órfãs ou que chegaram à Itália sem os pais, traria vantagens imediatas aos habitantes.
"Com apenas um quilômetro quadrado de território, Ventotene é um ambiente ideal para as crianças crescerem".
"Além de garantir o funcionamento da escola, receberíamos novos serviços médicos". Estamos propondo um modelo de acolhimento e integração de imigrantes que pode inspirar outros municípios, inclusive fora do país", afirma.

"Milagre econômico italiano" ajudou a esvaziar vilarejos

Um pacote de medidas aprovado em setembro na Itália quer promover desenvolvimento e estimular moradia em municípios menores© Foto: Fornecido por BBC Um pacote de medidas aprovado em setembro na Itália quer promover desenvolvimento e estimular moradia em municípios menores O êxodo para as médias e grandes cidades italianas teve início na década de 1960, durante o chamado "milagre econômico italiano", quando muitos deixaram o campo em busca de melhores condições de vida. De lá pra cá, o baixo índice de natalidade e o envelhecimento da população têm contribuído para o esvaziamento das pequenas aldeias medievais.
Com cerca de 60 milhões de habitantes, a Itália registrou em 2016 a menor taxa de natalidade da União Europeia. Mesmo com a constante chegada de imigrantes, o número de nascimentos no país não tem superado o número de mortes.
Para promover o equilíbrio demográfico, o governo italiano aprovou, no final de setembro, um pacote de medidas com o objetivo de promover, de modo sustentável, o desenvolvimento econômico e social dos municípios com até 5 mil habitantes, estimulando a moradia nas pequenas cidades.
"O primeiro passo é mudar a ideia de que os vilarejos medievais são uma espécie de ruínas do passado", afirma à BBC Brasil o deputado Ermete Realacci, autor do projeto de lei.
"Investir nas pequenas aldeias não é cultuar o passado, mas apostar no futuro. Nossa capacidade de produzir arte, cultura e produtos de alta qualidade é difusa em nossos milhares de povoados. Este é nosso ponto forte, o que nos diferencia de outras nações".
A lei traz um conjunto de medidas que racionalizam os serviços básicos já existentes como escolas, postos de saúde, correio e transporte, através de acordos com federações e associações de classe.
Entre as prioridades está a instalação de banda larga de internet em vilarejos não cobertos por operadoras telefônicas, simplificar o procedimento administrativo para reformas em edifícios públicos e priorizar startups e projetos digitais de pequenos municípios.
"Para sermos competitivos hoje em dia não precisamos tanto de chaminés, mas de conexão veloz à internet, de produção agrícola de qualidade e de turismo diversificado", diz o autor da lei que tramitou por 16 anos antes de ser aprovada.

Financiamento

O governo italiano criou ainda um fundo de 100 milhões de euros, que deverão ser investidos até 2023, para financiar o desenvolvimento estrutural, econômico e social dos municípios que se encontram em dificuldade real, como as cidades recentemente atingidas por terremotos.
"Não é uma lei que diz às pessoas para estarem tranquilas que o Estado irá ajudar-lhes. Todo devemos investir nas melhores características do nosso país".

Fonte: BBC

Número de bilionários da Ásia ultrapassa o dos Estados Unidos pela primeira vez

Número de bilionários da Ásia ultrapassa o dos Estados Unidos pela primeira vez

© Foto: Getty Images A expansão da economia asiática, especialmente a chinesa, impulsiona a riqueza de seus bilionários. Pela primeira vez, o número de bilionários asiáticos ultrapassou o dos Estados Unidos, embora o montante acumulado pelos americanos ainda seja maior. No mundo, a riqueza dos bilionários voltou a crescer em 2016, após queda em 2015, com alta de 17%, para US$ 6 trilhões. Os números são do levantamento anual do UBS e da PwC.
O número de bilionários asiáticos avançou em 117, ou 23%, para 637. Enquanto isso, aqueles nos Estados Unidos aumentaram apenas 5% — ou 25 —, de 538 para 563. Na Europa, foram três novos bilionários, levando para 342 o número total.
“Sinalizando como os empreendedores estão liderando o século asiático, pela primeira vez há mais bilionários asiáticos que americanos. A riqueza dos bilionários asiáticos cresceu quase um terço (31%) em 2016, passando de US$ 1,5 trilhão para US$ 2 trilhões”, aponta o documento.
Em todo o mundo, o número de bilionários avançou em 10%, 1.542. Segundo bilionários entrevistados para o estudo, a riqueza dos asiáticos foi influenciada por uma combinação de estabilidade geopolítica na China, aumento dos preços de imóveis, gastos com infraestrutura, expansão da classe média e preços de commodities sem grande variação.
Apesar de terem perdido a liderança em números, os americanos viram sua riqueza avançar 15%, de US$ 2,4 trilhões em 2015 para US$ 2,8 trilhões em 2016, quase a metade do montante dos privilegiados de todo o mundo, de US$ 6 trilhões. No caso dos asiáticos, o valor avançou de US$ 1,5 trilhão para US$ 2 trilhões.
Se mantido o mesmo ritmo de crescimento, a riqueza acumulada pelos asiáticos deve ultrapassar aquela dos americanos em um prazo de quatro anos.

Fonte: O Globo