quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Sai mais barato comprar iPhone X nos EUA e pagar imposto

Sai mais barato comprar iPhone X nos EUA e pagar imposto

Adquirir o smartphone atrelado com operadoras locais pode dificultar o funcionamento do aparelho no Brasil

O iPhone X começa a ser vendido nas lojas da Apple dos Estados Unidos nesta sexta-feira, dia 3 de novembro. O preço varia de 999 dólares a 1.149 dólares, de acordo com a capacidade de armazenamento – 64 GB ou 256 GB.
Mesmo sem previsão de lançamento no Brasil, a Apple já divulgou o preço do telefone no Brasil: 6.999 reais (64 GB) e 7.799 reais (256 GB). Considerando apenas a conversão de moedas, o aparelho de 999 dólares custaria o equivalente a 3.261 reais.

Fonte: Veja

Indústria da zona do euro tem em outubro mês mais forte em quase 7 anos, mostra PMI

Indústria da zona do euro tem em outubro mês mais forte em quase 7 anos, mostra PMI

LONDRES (Reuters) - A indústria da zona do euro teve em outubro o mês mais forte desde o início de 2011 diante da forte demanda e contratou funcionários no ritmo mais forte em ao menos 20 anos, mostrou nesta quinta-feira a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).
“As indústrias da zona do euro começaram o quarto trimestre com vigor elevado, com o crescimento do setor não mostrando sinais de abatimento”, disse Chris Williamson, economista-chefe do IHS Markit.
O PMI final de indústria do IHS Markit subiu para 58,5 no mês passado de 58,1 em setembro e preliminar de 58,6, chegando ao nível mais alto desde fevereiro de 2011 e o segundo mais alto em mais de 17 anos.
O subíndice de produção caiu a 58,8 contra a máxima de seis anos e meio de 59,2 em setembro, mas permaneceu bem acima da marca de 50 que separa crescimento de contração. A preliminar foi de 58,7.
Em um sinal de que novembro também será agitado, o crescimento das novas encomendas acelerou no ritmo mais forte desde o início de 2011. Para tentar atender à demanda, a indústria contratou funcionários rapidamente, com o subíndice de emprego indo a 57,3 de 56,5, leitura mais alta na série histórica de 20 anos.

Fonte: Reuters

Índice acionário de Xangai recua diante de preocupações com economia e liquidez da China

Índice acionário de Xangai recua diante de preocupações com economia e liquidez da China

XANGAI (Reuters) - O índice acionário de Xangai fechou em queda nesta quinta-feira, pressionado pelos setores industrial e de matérias-primas, diante das preocupações com uma possível desaceleração econômica e liquidez mais apertada na China antes do final do ano.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, teve variação positiva de 0,01 por cento, enquanto o índice de Xangai recuou 0,38 por cento.
O índice ChiNext caiu 1,3 por cento, para a mínima de um mês, tendo perdido 5,8 por cento este ano.
Os investidores se preparam agora para uma possível desaceleração da economia conforme avaliam o impacto da campanha anticorrupção do governo e os contínuos esforços de desalavancagem.
Já o índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, tinha perdas de 0,03 por cento, depois de ter chegado ao nível mais alto desde novembro de 2007 durante o pregão.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,53 por cento, a 22.539 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,26 por cento, a 28.518 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,38 por cento, a 3.383 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,01 por cento, a 3.997 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,40 por cento, a 2.546 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,17 por cento, a 10.788 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,33 por cento, a 3.380 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,10 por cento, a 5.931 pontos.

Fonte: Reuters

Saúde e tecnologia pressiona mercado, Credit Suisse tem alta

Saúde e tecnologia pressiona mercado, Credit Suisse tem alta

LONDRES (Reuters) - Quedas nas ações de saúde e tecnologia pressionaram os mercados acionários europeus nesta quinta-feira após a redução de perspectiva da Coloplast, embora resultados acima das expectativas de Credit Suisse e Danske Bank tenham limitado as perdas.
O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,36 por cento, a 1.554 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,46 por cento, a 395 pontos, depois de ter aberto perto da máxima de dois anos.
Os resultados pesaram sobre os mercados, liderados pela queda de 11,8 por cento da Coloplast.
A fabricante dinamarquesa de produtos de saúde recuou após sua nova estratégia ter decepcionado o mercado e ela ter reduzido sua perspectiva.
Já a empresa de tecnolgia de apostas Playtech perdeu 22 por cento depois de um alerta de lucro por causa da desaceleração em partes da Ásia e problemas com um contrato de bingo.
Por outro lado o setor financeiro deu o tom positivo. As ações do banco suíço Credit Suisse subiram 4,5 por cento após ele divulgar receita mais forte que o esperado.
“Esses resultados confirmam a história do virada do CS”, disseram analisas da corretora KBW.
Já o dinamarquês Danske Bank avançou 2,8 por cento depois de divulgar receita líquida acima das estimativas.
Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,90 por cento, a 7.555 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,18 por cento, a 13.440 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,07 por cento, a 5.510 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,24 por cento, a 23.046 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,47 por cento, a 10.457 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,15 por cento, a 5.446 pontos.

Fonte: Reuters

Trump dirá na Ásia que mundo está "correndo contra o tempo" em relação à Coreia do Norte, afirma Casa Branca

Trump dirá na Ásia que mundo está "correndo contra o tempo" em relação à Coreia do Norte, afirma Casa Branca

Washington (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, irá dizer a líderes em uma viagem por cinco países asiáticos que o mundo está “correndo contra o tempo” para acabar com a crise nuclear da Coreia do Norte e que os EUA estão preparados para se defender caso necessário, disse um assessor sênior de Trump nesta quinta-feira.
Trump viaja na sexta-feira ao Havaí, na primeira parada em rota para a Ásia, onde irá visitar o Japão, a Coreia do Sul, a China, o Vietnã e as Filipinas. A viagem será a mais longa pela Ásia de um presidente norte-americano em mais de 25 anos.
“O presidente reconhece que estamos correndo contra o tempo (para lidar com a Coreia do Norte) e irá pedir para todas as nações fazerem mais”, disse o assessor de segurança nacional da Casa Branca, H.R. McMaster, em entrevista coletiva.
Ele disse que Trump irá pedir para países com mais influência sobre Pyongyang  “convencerem seu líder de que a busca por armas nucleares é um beco sem saída” e que a Coreia do Norte precisa se desnuclearizar.
“E ele irá lembrar a amigos e rivais que os Estados Unidos continuam prontos para se defender e defender nosso aliados usando o alcance total de nossas capacidades”, disse McMaster.
Talvez a parada mais crítica de Trump seja na China, onde irá pedir para o presidente chinês, Xi Jinping, fazer mais para conter a Coreia do Norte. Autoridades seniores dos EUA dizem que a China considera a Coreia do Norte um bem estratégico e está relutante em cortar recursos para Pyongyang por temores de gerar uma onda de refugiados.
McMaster disse que Trump, que aprovou diversas sanções contra a Coreia do Norte enquanto pressionava para a China fazer mais, está no começo de sua busca para que Pyongyang desista de armas nucleares. Trump alertou que irá “destruir totalmente” a Coreia do Norte caso o país ameace os EUA.
“Eu penso que nós temos que ser um pouco pacientes aqui por pelo menos alguns meses para ver o que nós e outros podemos fazer, incluindo a China”, disse McMaster. “Eu não acho que nós precisamos reavaliar nossa estratégia agora. Eu acho que nós temos que dar alguns meses e então ver quais ajustes nós podemos fazer”.
      É esperado que Trump pressione Xi a reduzir exportações de petróleo da China para a Coreia do Norte e importações de carvão de Pyogyang e limitar transações financeiras.

Fonte:  Reuters