quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Brasileiros já pagaram R$ 1,8 trilhão em impostos em 2017, diz ACSP

Brasileiros já pagaram R$ 1,8 trilhão em impostos em 2017, diz ACSP

Neste ano, o registro do montante ocorre 26 dias antes do que em 2016.

email facebook googleplus pinterest twitter whatsapp
Por G1

Impostômetro aponta que brasileiros já pagaram R$ 1,8 trilhão em tributos em 2017 (Foto: Reprodução) Impostômetro aponta que brasileiros já pagaram R$ 1,8 trilhão em tributos em 2017 (Foto: Reprodução)
Impostômetro aponta que brasileiros já pagaram R$ 1,8 trilhão em tributos em 2017 (Foto: Reprodução)
O valor pago pelos brasileiros em impostos neste ano alcançou R$ 1,8 trilhão por volta de 17h desta quinta-feira (2), segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O registro ocorre 26 dias antes do que em 2016, o que revela crescimento da arrecadação tributária.
A marca de R$ 1,8 trilhão equivale ao montante pago em impostos, taxas e contribuições no país desde o primeiro dia do ano. O dinheiro é destinado à União, aos estados e aos municípios.
“As receitas do governo já estão subindo acima da inflação, o que, combinado com o controle de gastos, começa a equacionar o ajuste fiscal. Ou seja, o ajuste fiscal de verdade está começando somente agora”, disse em nota Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).
A expectativa, segundo ele, é de que o Impostômetro encerre o ano com cerca de R$ 2,172 trilhões pagos, valor superior às arrecadações dos últimos anos.
O painel eletrônico que calcula a arrecadação em tempo real está instalado na sede da associação, na Rua Boa Vista, região central da capital paulista.
O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet, na página do Impostômetro (www.impostometro.com.br). Na ferramenta, criada em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), é possível acompanhar quanto o país, os estados e os municípios estão arrecadando em impostos e também saber o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado.
Fonte: G1

Sai mais barato comprar iPhone X nos EUA e pagar imposto

Sai mais barato comprar iPhone X nos EUA e pagar imposto

Adquirir o smartphone atrelado com operadoras locais pode dificultar o funcionamento do aparelho no Brasil

O iPhone X começa a ser vendido nas lojas da Apple dos Estados Unidos nesta sexta-feira, dia 3 de novembro. O preço varia de 999 dólares a 1.149 dólares, de acordo com a capacidade de armazenamento – 64 GB ou 256 GB.
Mesmo sem previsão de lançamento no Brasil, a Apple já divulgou o preço do telefone no Brasil: 6.999 reais (64 GB) e 7.799 reais (256 GB). Considerando apenas a conversão de moedas, o aparelho de 999 dólares custaria o equivalente a 3.261 reais.

Fonte: Veja

Indústria da zona do euro tem em outubro mês mais forte em quase 7 anos, mostra PMI

Indústria da zona do euro tem em outubro mês mais forte em quase 7 anos, mostra PMI

LONDRES (Reuters) - A indústria da zona do euro teve em outubro o mês mais forte desde o início de 2011 diante da forte demanda e contratou funcionários no ritmo mais forte em ao menos 20 anos, mostrou nesta quinta-feira a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).
“As indústrias da zona do euro começaram o quarto trimestre com vigor elevado, com o crescimento do setor não mostrando sinais de abatimento”, disse Chris Williamson, economista-chefe do IHS Markit.
O PMI final de indústria do IHS Markit subiu para 58,5 no mês passado de 58,1 em setembro e preliminar de 58,6, chegando ao nível mais alto desde fevereiro de 2011 e o segundo mais alto em mais de 17 anos.
O subíndice de produção caiu a 58,8 contra a máxima de seis anos e meio de 59,2 em setembro, mas permaneceu bem acima da marca de 50 que separa crescimento de contração. A preliminar foi de 58,7.
Em um sinal de que novembro também será agitado, o crescimento das novas encomendas acelerou no ritmo mais forte desde o início de 2011. Para tentar atender à demanda, a indústria contratou funcionários rapidamente, com o subíndice de emprego indo a 57,3 de 56,5, leitura mais alta na série histórica de 20 anos.

Fonte: Reuters

Índice acionário de Xangai recua diante de preocupações com economia e liquidez da China

Índice acionário de Xangai recua diante de preocupações com economia e liquidez da China

XANGAI (Reuters) - O índice acionário de Xangai fechou em queda nesta quinta-feira, pressionado pelos setores industrial e de matérias-primas, diante das preocupações com uma possível desaceleração econômica e liquidez mais apertada na China antes do final do ano.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, teve variação positiva de 0,01 por cento, enquanto o índice de Xangai recuou 0,38 por cento.
O índice ChiNext caiu 1,3 por cento, para a mínima de um mês, tendo perdido 5,8 por cento este ano.
Os investidores se preparam agora para uma possível desaceleração da economia conforme avaliam o impacto da campanha anticorrupção do governo e os contínuos esforços de desalavancagem.
Já o índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, tinha perdas de 0,03 por cento, depois de ter chegado ao nível mais alto desde novembro de 2007 durante o pregão.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,53 por cento, a 22.539 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,26 por cento, a 28.518 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,38 por cento, a 3.383 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,01 por cento, a 3.997 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,40 por cento, a 2.546 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,17 por cento, a 10.788 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,33 por cento, a 3.380 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,10 por cento, a 5.931 pontos.

Fonte: Reuters

Saúde e tecnologia pressiona mercado, Credit Suisse tem alta

Saúde e tecnologia pressiona mercado, Credit Suisse tem alta

LONDRES (Reuters) - Quedas nas ações de saúde e tecnologia pressionaram os mercados acionários europeus nesta quinta-feira após a redução de perspectiva da Coloplast, embora resultados acima das expectativas de Credit Suisse e Danske Bank tenham limitado as perdas.
O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,36 por cento, a 1.554 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,46 por cento, a 395 pontos, depois de ter aberto perto da máxima de dois anos.
Os resultados pesaram sobre os mercados, liderados pela queda de 11,8 por cento da Coloplast.
A fabricante dinamarquesa de produtos de saúde recuou após sua nova estratégia ter decepcionado o mercado e ela ter reduzido sua perspectiva.
Já a empresa de tecnolgia de apostas Playtech perdeu 22 por cento depois de um alerta de lucro por causa da desaceleração em partes da Ásia e problemas com um contrato de bingo.
Por outro lado o setor financeiro deu o tom positivo. As ações do banco suíço Credit Suisse subiram 4,5 por cento após ele divulgar receita mais forte que o esperado.
“Esses resultados confirmam a história do virada do CS”, disseram analisas da corretora KBW.
Já o dinamarquês Danske Bank avançou 2,8 por cento depois de divulgar receita líquida acima das estimativas.
Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,90 por cento, a 7.555 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,18 por cento, a 13.440 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,07 por cento, a 5.510 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,24 por cento, a 23.046 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,47 por cento, a 10.457 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,15 por cento, a 5.446 pontos.

Fonte: Reuters