quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Este não é o diamante rosa mais caro do mundo (custou só 27 milhões)

Este não é o diamante rosa mais caro do mundo (custou só 27 milhões)
28 nov, 2017 - 17:30 • Reuters. Foto: Christie's
O “Pink Promise” tem tudo – tamanho, cor, qualidade da pedra –, mas não bateu o “Vivid Pink”.
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Foi quase, mas não chegou para bater o recorde do mundo: um enorme diamante de forma oval, conhecido como "Pink Promise" (promessa cor-de-rosa), foi vendido a um comprador anónimo por quase 27 milhões de euros (32 milhões de dólares) em Hong Kong, esta terça-feira.
Em 2009, um diamante cor-de-rosa, em forma de almofada, o "Vivid Pink" (cor-de-rosa vívido), foi vendido por 1,81 milhões de euros por quilate. A venda desta terça-feira chegou aos 1,80 milhões de euros por quilate.
"A cor da pedra está no topo dos diamantes rosa, para rosa. O tamanho é muito importante, quase 15 quilates. É um tamanho importante, uma cor superior, uma pedra absolutamente limpa e lindamente cortada. Assim, todos desses elementos, em conjunto com a obra-prima perfeita, ajudaram-nos a alcançar esse preço", disse Rahul Kadakia, chefe de jóias da Christie's International, citado pela Reuters.
O recorde mundial pago por quilate é de 3,4 milhões de euros, o valor pago pelo “Blue Moon of Josephine”, um diamante azul em forma de almofada de 12,03 quilates.
Esta jóia foi comprada por Joseph Lau, magnata de Hong Kong, em 2015, num leilão da Sotheby's, diz o livro dos recordes do Guinness. Lau deu o nome da filha ao diamante, que custou 48,5 milhões de dólares.
Fonte: Joia br

Gol na Pampulha pode iniciar briga entre aeroportos

Gol na Pampulha pode iniciar briga entre aeroportos


A Gol Linhas Aéreas vai dar o pontapé para a reabertura do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. A companhia anunciou que começará a vender nesta quinta-feira, 30, bilhetes na rota Pampulha-Congonhas para voos a partir de 22 de janeiro de 2018. Esse é o primeiro pedido de novos trechos aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) desde a polêmica decisão de reabrir o terminal mineiro, no fim do mês passado.
A reabertura da Pampulha foi uma decisão política tomada no auge da última votação da denúncia contra o presidente da República Michel Temer. Também foi uma vitória da Infraero, que vem perdendo poder no setor desde o início do processo de concessões. Do outro lado está o Aeroporto de Confins, arrematado em 2013 pela BH Airport, grupo formado pela CCR e pela suíça Zurich Airport.

A medida deve afetar a demanda da concessionária, que entrou na Justiça para questionar a decisão. Nota técnica do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, emitida no início do ano, diz que a retomada da Pampulha poderá representar queda de 8,5% a 51% da receita de Confins.
Fontes em Brasília acreditam que, com o início da venda de passagens da Gol, ficará difícil reverter a reabertura. Além disso, veem o possível início de uma batalha judicial, que pode respingar nas futuras concessões do setor e nas contas do governo, caso as outorgas sejam depositadas em juízo.

Além do trecho para Congonhas, a agência reguladora avalia outras três rotas solicitadas pela Gol, que terá 26% da oferta da Pampulha – Avianca, Azul e Latam também deverão ter novos espaços no aeroporto no futuro. Segundo a Anac, que anunciou a alocação dos slots na primeira quinzena deste mês, as demais companhias ainda não fizeram suas solicitações de trechos.

Discussões. O Estado apurou que, pelo menos por enquanto, a Gol não pretende reduzir o total de voos operados de Confins. Uma fonte lembrou que o espaço da Pampulha é relativamente pequeno, além de não receber investimentos há muito tempo.
O aeroporto terá capacidade para 11 movimentos por hora, considerando chegadas e partidas. Mas esse planejamento só foi possível alternando voos com aeronaves maiores e menores no horário mais demandado, o das 9h – exatamente o horário de estreia da Gol. Conforme as solicitações das aéreas, os destinos mais demandados foram Brasília (DF), Santos Dumont (RJ), Vitória (ES), Congonhas (SP) e Goiânia (GO).

Uma ala do mercado acredita que assim como São Paulo e Rio, Belo Horizonte também tem capacidade para um segundo aeroporto. Não é, no entanto, a conclusão da nota técnica do Ministério dos Transportes. “Conforme a bibliografia, a região apresentaria ineficiência nas operações em um cenário de operação plena dos dois aeroportos em concorrência, visto que haveria excesso de capacidade instalada, serviços replicados e custos relacionados à operação de ambos os aeroportos”, destaca a nota. A BH Airport, que administra Confins, não foi encontrada para falar do assunto. A Gol não quis comentar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Qual a importância das ferrovias para o desenvolvimento socioeconômico?

Qual a importância das ferrovias para o desenvolvimento socioeconômico?


A qualidade da vida urbana está associada à qualidade da mobilidade. E as ferrovias desempenham função primordial nesse contexto, pois trazem muitos benefícios para as comunidades por onde passam e para o país como um todo.
Diante dessa importância das ferrovias, elaboramos uma série sobre o tema, dividida em duas partes. A primeira aborda a história das ferrovias no Brasil e os benefícios do uso desse meio de transporte. Já a segunda, que será publicada no dia 30 de junho, explica o papel desempenhado pelos trens da Vale nesse cenário. A história da ferrovia nacional remete ao início do século, quando os trens eram de extrema importância para o escoamento das mercadorias.
Devido à grave crise ferroviária, o governo decidiu privatizar o setor. Desde o início das concessões, nos anos 1990, o transporte ferroviário praticamente dobrou, segundo a Associação Nacional dos Transportes Ferroviários. A partir da medida, foram investidos mais de 50 bilhões de reais na criação de novas ferrovias, expansão de trechos e melhorias. Hoje o setor ferroviário aguarda a prorrogação dessas concessões, que fazem parte de uma medida provisória, ainda à espera de votação no Congresso. Segundo a Associação dos Transportadores Ferroviários, a medida criaria até 40 mil empregos no país.
Fonte:  Vale

Aécio Neves mantinha em gabinete planilhas com cota de cargos no governo federal

Aécio Neves mantinha em gabinete planilhas com cota de cargos no governo federal


Planilhas apreendidas pela Polícia Federal no gabinete do senador Aécio Neves (PSDB-MG), em maio, detalham indicações para cargos em diferentes órgãos da administração federal em Minas Gerais. Ainda conforme a PF, o tucano mantinha um mapeamento de cargos da União disponíveis no Estado, com informações sobre as remunerações e vagas em aberto. As informações são do jornal O Globo.
Uma das planilhas, com data de 10 de fevereiro de 2017 e título “Indicações para Cargos Federais – Minas Gerais”, detalha qual político e partido indicou e quem foi indicado para 16 cargos. Os órgãos para os quais teriam ocorrido indicações são Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Superintendência Federal de Agricultura, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Caixa, Ceasa, Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Ibama, Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Geap e Companhia de Armazém e Silos de Minas.
Em cada nome há ainda uma observação sobre a efetivação ou não da indicação. Os outros mapeamentos traziam cargos com possibilidade de serem preenchidos. A planilha principal trazia o título: “Recrutamento Amplo Político em Minas Gerais”. Outra, indicava “recrutamento restrito”, com indicações de cargos técnicos. Em nota, a assessoria do senador afirmou que o levantamento diz respeito a indicações feitas por deputados federais de Minas, de vários partidos, para cargos na administração federal, encaminhado a Aécio “para conhecimento”.
As planilhas foram apreendidas na mesma data em que a PF localizou dois celulares em um apartamento de Aécio, no Rio de Janeiro. Os aparelhos tinham linhas registradas no nome de laranjas e teriam sido usados para ligações sigilosas. O senador foi citado nas delações premiadas dos executivos do grupo J&F, controlador da JBS, como beneficiário de repasses de recursos pelo grupo. Em junho, a Procuradoria Geral da República denunciou o tucano por corrupção passiva e obstrução de Justiça, pelo suposto recebimento de propina de R$ 2 milhões da J&F.
Fonte: GAUCHAZH

Polo Carboquimíco do RS deve gerar 5,4 mil empregos

Polo Carboquimíco do RS deve gerar 5,4 mil empregos


Com a sanção da lei que institui o Polo Carboquímico no Rio Grande do Sul realizada pelo governador José Ivo Sartori no evento internacional Alternativas Sustentáveis do Uso do Carvão: Oportunidades do Complexo Carboquímico no Brasil, organizado pela Federação das Indústrias (Fiergs), o Estado passará a ser autossustentável e reduzirá a dependência de produtos e insumos importados gerados a partir do mineral.
A expectativa é dos participantes do encontro que reuniu investidores, empresários, lideranças políticas e especialistas na área durante todo o dia na sede da entidade. O presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry (foto), salientou que “é preciso definir estratégias que estimulem a competitividade das indústrias, ampliando a matriz energética disponível. O Sistema Fiergs é parceiro para viabilizar programas que transformem o carvão mineral em riqueza e desenvolvimento econômico e social”.
O governo prevê um incremento de 80% na produção do carvão no Rio Grande do Sul, que detém 90% das reservas do mineral no país. Segundo o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Oddone, o Brasil vive um momento de transformação no setor de energia, e que a sociedade deve debater com transparência e sem preconceitos temas como carvão mineral. Com o desenvolvimento tecnológico, a sua extração e produção não é mais agressiva ao meio ambiente. Para o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Extração de Carvão Mineral (Sniec), César Weinschenck Faria, o Rio Grande do Sul tem limitações para importar gás natural e fertilizantes, insumos gerados a partir do carvão, mas possui este mineral em abundância em seu solo. “Por que não produzir aqui e gerar empregos?”, questionou.
Uma das oportunidades que se abre é a implantação de uma fábrica de gaseificação do carvão, com capacidade para a produção de cerca de 2,14 milhões de metros cúbicos diários de Gás Natural Sintético (GNS), com estimativa de investimento de US$ 2 bilhões – quatro anos de implantação e um ciclo de 20 anos de operação. A estimativa do impacto acumulado no período de 2019 a 2042 para o Estado seria de R$ 19,7 bilhões em Produto Interno Bruto, R$ 1,1 bilhão em ICMS, 5,4 mil empregos entre diretos e indiretos. A previsão também é de um PIB 2,91% maior na comparação com a não realização do investimento. Santa Catarina e Paraná também seriam beneficiados, com 0,94% e 0,63% de crescimento maior de PIB, respectivamente. Os dados foram apresentados pelo coordenador da pós-graduação de Desenvolvimento Econômico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Alexandre Porsse. 
Outros temas tratados no evento foram oportunidades de mercado, a política carboquímica estadual, o futuro do gás natural nas políticas públicas federais e o polo carboquímico sob o ponto de vista de tecnologia e meio ambiente, além da apresentação de cases de empresas como a Vamtec, a Posco e a IHI.  “Todos os países industrializados têm um setor químico forte. Vejam, por exemplo, a Suíça, que tem menos suíços do que talvez Porto Alegre tenha de gaúchos. E a indústria química dela é a décima do mundo, pois o segmento entra em todos os outros setores de atividade”, destacou Manuel Quintela, sócio proprietário da ChemVision.
Em sua palestra “A Gaseificação do Carvão Mineral Como uma Oportunidade Competitiva e de Desenvolvimento para o Estado”, Quintela evidenciou a importância da tecnologia hoje existente para o desenvolvimento da cadeia. “Pela primeira vez eu estou numa época que tenho tecnologia. Posso usar o carvão de uma forma competitiva. Há dez anos isso não acontecia. Houve um progresso extremamente rápido nos últimos anos. Tenho condições de ter uma tecnologia competitiva. O carvão sempre existiu e agora as tecnologias para extrair o o mineral de uma forma ambiental estão disponíveis”, lembrou. 
Fonte: Amanhã