sábado, 2 de dezembro de 2017

Elon Musk começou pequeno e hoje é gigante: como fazer o mesmo?

Elon Musk começou pequeno e hoje é gigante: como fazer o mesmo?

Elon Musk© Getty Images Elon Musk
Em frente a uma multidão de clientes e colaboradores, ali está ele. Desta vez, com um produto que promete revolucionar seu setor e o mundo de forma definitiva. A cada momento em que ele conta algo novo sobre o que está sendo lançado, precisa parar de falar tamanho o alvoroço e o volume de palmas da multidão emocionada.
Pode parecer que estamos falando de Steve Jobs quando lançou o iPhone, mas dessa vez quem está no ápice de seu jogo é o empreendedor Elon Musk, que em novembro de 2017 acaba de revelar dois novos produtos:  um carro superesportivo que chega de 0 a 100km/h em 1,9 segundos e um caminhão, ambos 100% elétricos. Este anúncio tem o propósito de popularizar ainda mais veículos elétricos no mundo, torná-los mais acessíveis, autônomos e “sexy” de uma forma que eles nunca foram.
Elon é um showman improvável, é um pouco gago e um nerd autêntico. É formado em Economia e Física e gosta (muito) de foguetes. Porém, ele não é apenas um nerd.
Ele é hoje, talvez, a pessoa que tem maior potencial de mudar o mundo com as empresas que cria.
A maior parte dos empreendedores começa pequeno e não imagina quão longe vai chegar. É difícil tangibilizar exatamente como tudo vai acontecer. Exatamente como começou a história deste empreendedor serial que nasceu na África do Sul de forma simples e nada previsível, bem longe do Vale do Silício, onde reside há mais de duas décadas. Ele emigrou para o Canadá ainda adolescente e, logo em seguida, para os Estados Unidos. Depois de se formar na Universidade da Pennsylvania, foi para San Francisco em um carro velho empreender no ano de 1995.
Morou em um apartamento que também era o seu escritório e lá criou com alguns amigos uma empresa chamada Zip2, com capital inicial de US$ 28 mil emprestados do pai. A empresa era uma espécie de páginas amarelas virtual, que após alguns anos foi vendida para a Compaq por mais de US$ 307 milhões. Esse foi seu primeiro grande sucesso, dos muitos que teve.

Metas cada vez maiores

Quando o tamanho das conquistas muda, muda também o tamanho das metas. Isso é evidente na forma como Elon adaptou seus objetivos ao longo do caminho. Como todos os empreendedores brilhantes, ele sempre criou seus modelos de negócio desconstruindo a forma como as coisas tradicionalmente são feitas, repensando modelos pré-concebidos. Assim, em 1999 constatou que a internet iria revolucionar o sistema bancário, previu a revolução das fintechs muito antes de o termo se tornar “pop”.
Criou a empresa de meio de pagamentos X.com, que se fundiu um ano depois com o Paypal, mudou o paradigma do pagamento online e foi vendida para o eBay por US$ 1,5 bilhão em 2002. Ele era, na época, o maior acionista da empresa, com cerca de 11% de participação. Nesse momento, poderia ter se aposentado ou se tornado um investidor de outras companhias, como muitos o fazem, mas decidiu não só continuar, como dar duas das cartadas mais arriscadas da sua vida. O alvo mudou novamente, dessa vez de forma absurdamente grandiosa!
Criou em 2002 a SpaceX e em 2003 adquiriu uma startup recém-inaugurada chamada Tesla Motors. Talvez nunca nenhum outro empreendedor na história da humanidade tenha tido a ousadia de traçar logo na fundação da empresa propósitos tão ambiciosos quanto os que Elon Musk definiu para esses novos empreendimentos. E em duas empresas ao mesmo tempo!
A SpaceX reinventou a maneira como se transporta cargas ao espaço. Diminuiu historicamente o custo dos voos de foguetes, terceirizando fretes para a NASA, Facebook e outras empresas de tecnologia. Fez isso utilizando técnicas de fabricação “lean” (enxuta), que são mais eficientes, e teve a ideia disruptiva de reaproveitar os foguetes fazendo-os pousar de volta ao solo na vertical.
O custo de “frete” por quilograma enviado à Estação Espacial Internacional hoje de um foguete SpaceX é quase 60% menor que o da NASA. Além disso, a empresa privada enviou mais missões ao espaço em 2017 do que qualquer nação do mundo, incluindo a Rússia. O propósito da SpaceX é quase inacreditável, massivo e, se atingido, muda a história: “Tornar a humanidade uma espécie multiplanetária”.

Resolver problemas cada vez maiores

O propósito da Tesla, empresa que fabrica veículos elétricos e opera na área de energia solar e baterias, não poderia ser menos importante. Em 2006 Elon Musk escreveu um MasterPlan (Plano Diretor) para a empresa, que dizia: “O propósito da Tesla Motors (e a razão pela qual estou fundando a empresa) é o de acelerar o movimento de transição de uma economia baseada em mineração e queima de hidrocarbonetos para uma economia solar e elétrica, a qual acredito ser primariamente, apesar de não a única, solução a sustentabilidade.”
Envolvendo-se cada vez mais com os problemas difíceis de resolver da civilização humana, o sonho se tornou gigante!
Ao longo da década seguinte após criação das duas empresas, Elon quase perdeu todo o dinheiro que havia feito com o Paypal, pois demorou mais que o esperado a monetizar suas ideias, porém prevaleceu.
No início da Tesla Motors criou a primeira versão do Roadster, um veículo esportivo 100% elétrico que custava o preço de um Porsche, com o intuito de aos poucos ir criando produtos de maior escala e menor custo. E foi o que aconteceu: nos anos seguintes a Tesla lançou o Modelo S e o Modelo X, menos caros, que hoje são tidos como dois dos melhores carros do mundo em termos de conforto, segurança e tecnologia.
Como não havia fornecedores disponíveis, aperfeiçoou dentro de casa o processo de fabricação das baterias de Íons de Lítio, o componente mais caro e complexo. Ele diminuiu fortemente seu custo por meio da criação da Gigafactory, uma fábrica de mais de 1,2 milhão de metros quadrados no deserto de Nevada. Com a maior escala, o custo das baterias diminuiu, com o custo mais baixo, houve maior demanda e, portanto, maior escala. Assim, se deu um ciclo virtuoso que permitiu que Elon Musk lançasse um produto que agora compete em preço e design com os veículos a combustão tradicionais produzidos em massa: o Modelo 3.
Uma das façanhas do lançamento do Modelo 3 foi que, com a popularidade que a Tesla já havia atingido no mundo, a empresa decidiu cobrar US$ 1.000 para cada interessado em reservar uma unidade (Retainer). O resultado, sem que ninguém sequer houvesse visto o novo veículo, foi a reserva de mais de 360 mil unidades. Ou seja, a companhia levantou por volta de US$ 360 milhões antes de apresentar o produto.
As primeiras unidades seriam entregues apenas em julho de 2017, mais de um ano depois do lançamento. Grande parte dos clientes que pagou pela reserva receberá seu Modelo 3 em 2018. Os caminhões e o novo Roadster começarão a ser entregues apenas após 2019. Esse é o símbolo da confiança que a marca criou.
A Tesla adiantou em vários anos o crescimento dos setores em que atua. Não fosse por sua popularidade, nossos pais e avós não conversariam no almoço de domingo sobre a inevitabilidade do crescimento da energia solar e dos veículos elétricos!
Os carros da Tesla fazem updates automáticos durante a noite e aperfeiçoam seus sistemas remotamente. Todos os carros que saem das fábricas hoje já possuem hardware para serem 100% autônomos, podendo viajar de uma cidade a outra sozinhos, hoje só não o fazem pois são limitados pelo software interno, que ainda não está pronto, e pelas leis de trânsito. É por isso que a empresa, que possui cerca de 30 mil funcionários e entregou um pouco mais de 76 mil veículos em 2016, tem valor de mercado maior que a Ford — que tem mais de 100 anos de história e entregou 6,6 milhões de veículos no ano passado!
A empresa cumpriu as promessas iniciais do MasterPlan e segue para o futuro não só revolucionando o setor automotivo, mas também o setor energético mundial. Até 2016, a Tesla se chamava “Tesla Motors” e nesse mesmo ano decidiu retirar o “Motors” do seu nome. A razão para isso se deu dez anos antes.
Em 2006, em uma viagem com dois primos ao festival Burning Man, Elon recomendou que abrissem uma empresa de energia solar fotovoltaica, pois aquele seria o futuro do setor elétrico. Os primos (Lyndon e Peter Rive) levaram a sério a recomendação e criaram a Solar City, empresa que se tornou nos primeiros 5 anos a maior operação de energia solar fotovoltaica dos Estados Unidos, instalando sistemas em mais de 360 mil telhados e empregando mais de 12 mil pessoas.
Elon investiu Seed Money (capital semente) na criação da SolarCity, era Chairman e o maior acionista da empresa até o momento de sua aquisição (obviamente) pela Tesla em 2016, por US$ 2,6 bilhões. A marca Solar City deixará de existir e se tornará Tesla Energy. Nas lojas da Tesla atualmente já são vendidos sistemas solares fotovoltaicos em conjunto com os veículos. A ideia é que os “postos de gasolina” se tornem carregadores elétricos nas garagens dos clientes, e o “poço de petróleo” migre para seus próprios telhados!
O sonho sempre tem que crescer independentemente da escala em que nos encontramos. Apesar das metas absurdamente ambiciosas que traçou no passado, Elon Musk continua querendo mudar ainda mais coisas. Ele, que se tornou, nos últimos anos, um dos homens mais ricos do mundo, viaja constantemente em seu jato entre Los Angeles (SpaceX) e São Francisco (Tesla), tem 6 filhos e continua investindo em ideias ainda mais excêntricas, como inteligência artificial, transporte de alta velocidade por túneis a vácuo (Hyperloop).
E quer fazer seus foguetes transportarem pessoas de um ponto a outro do mundo em minutos (Nova York a Shangai em 39 minutos). Iniciativas que visam cada vez mais revisar a forma tradicional como a humanidade faz as coisas.
Em uma entrevista recente ao TED ele deixou claro sua forma de pensar quando disse: “Eu não quero ser o salvador de ninguém. Eu só quero pensar no futuro e não me sentir triste”. Amém!

Fonte: MSN

Ele abriu empresa escondido dos pais; hoje, ela vale US$ 200 mi

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GettyImages-583531874: China: Até muito pouco tempo, os mais promissores universitários chineses costumavam ser recrutados pelo governo. Era a carreira dos sonhos© Getty Images China: Até muito pouco tempo, os mais promissores universitários chineses costumavam ser recrutados pelo governo. Era a carreira dos sonhos

Aos 32 anos, Jasen Wang é embaixador de uma geração pioneira na China. Até muito pouco tempo, os mais promissores universitários chineses costumavam ser recrutados pelo governo ou por grandes empresas semiestatais. Era a carreira dos sonhos. Mas Wang concluiu o curso de engenharia aeronáutica na Universidade Politécnica do Nordeste, em Xian, e percorreu 1.800 quilômetros rumo a Shenzhen, no sul do país, com o sonho de abrir uma startup. Trabalhou durante um ano na Clou, uma grande companhia de eletrônicos, até se estabelecer na cidade e partir para a luta. Demorou um ano para criar coragem e contar à família que havia largado um emprego promissor e seguro para empreender no ramo de robótica.
Jasen Wang: “Temos uma cultura global desde o primeiro dia” | Lucas Amorim Seis anos depois, a China  tem milhares de startups. E a Makeblock, o negócio de Wang, caminha para virar um “unicórnio”, como são chamadas as empresas novatas que valem mais de 1 bilhão de dólares. A última rodada de investimentos avaliou a Makeblock em 200 milhões de dólares. A empresa faz kits para a montagem de robôs e drones e faturou 15 milhões de dólares em 2016. É uma espécie de Lego para adultos, com peças de alumínio que desempenham diversas tarefas com comandos simples via smartphone. “Eu criava meus próprios robôs e achava difícil encontrar material. Vi ali uma oportunidade”, diz Wang. “Programação e robótica são essenciais para o futuro, e queremos ajudar as pessoas a tirar as ideias do papel.”
A Makeblock tem 400 funcionários que desenvolvem e vendem os produtos. A fabricação é terceirizada. Seus principais clientes são escolas — 20 000 delas, em 140 países, já compraram da Makeblock. O escritório tem um clima informal, com cafeteria e mesas de trabalho coletivas. A cada dois meses são organizadas competições de robótica com estudantes e funcionários. Eles têm 48 horas para conseguir vestir uma camiseta, nadar, jogar boliche. “Temos uma cultura e uma estratégia global desde o primeiro dia”, diz Wang. A China está mudando — e mudando o ambiente global de negócios.
Fonte: MSN

Quartzo

Quartzo
quartzo

O quartzo é o segundo mineral mais abundante   da Terra Possui estrutura cristalina trigonal composta por tetraedros de sílica (dióxido de silício, SiO2), pertencendo ao grupo dos tectossilicatos. O seu hábito cristalino é um prisma de seis lados que termina em pirâmides de seis lados, embora freqüentemente distorcidas e ainda coluna, em agrupamentos paralelos, em formas maciças (compacta, fibrosa, granular, criptocristalina), maclas com diversos pseudomorfos. É classificado como tendo dureza 7 na Escala de Mohs. Apresenta as mais diversas cores(alocromático) conforme as variedades. Peso específico 2.65. Sem clivagem, apresentando fractura concoidal. Mineradores de rochas contendo quartzo podem sofrer de uma doença denominada silicose.
Druza de quartzo

Tipos de ocorrência
Ocorre geralmente em pegmatitas graníticas e veios hidrotermais. Cristais bem desenvolvidos podem atingir vários metros de extensão e pesar centenas de quilogramas. A erosão de pegmatitas pode revelar bolsas expansivas de cristais, conhecidas como "catedrais". Pode também ter origem metamórfica ou sedimentar. Geralmente associado aos feldspatos e micas. Faz parte da constituição de granito, arenito, calcários. Adicionalmente, pode ocorrer em camada, particularmente em variedades como a ametista; neste caso, os cristais desenvolvem-se a partir de uma matriz e deste modo apenas é visível uma pirâmide terminal. Um geode de quartzo, consiste de uma pedra oca (geralmente de forma aproximadamente esférica), cujo interior é revestido por uma camada de cristais.
Minerais do grupo do quartzo

Cristal de rocha ou quartzo hialino é uma variedade cristalina de quartzo, incolor e transparente. É a variedade mais pura do quartzo.






A ametista é uma variedade violeta ou púrpura do quartzo, muito usada como ornamento. Diz-se que a origem de seu nome é do grego a, "não" e methuskein, "intoxicar", de acordo com a antiga crença de que esta pedra protegia seu dono da embriaguez. Entretanto, de acordo com o Rev. C. W. King, a palavra provavelmente é uma corruptela de um nome oriental da pedra.
Citrino, também chamado de quartzo citrino (há várias outras denominações impróprias, como citrino-topázio) é uma variedade de quartzo de cor amarela, laranja, excepcionalmente vermelha. Basicamente, é um quartzo com impurezas férricas.







Quartzo fumado (no Brasil, quartzo fumé ou quartzo enfumaçado) é uma variedade de quartzo de cor castanho claro a negro. Estas cores devem-se a radiações emitidas por minerais radioactivos ou ainda à presença de matéria orgânica. Quando aquecido pode converter-se em citrino. Na Antiguidade, julgou-se que esta variedade de quartzo continha fumaça no seu interior daí o seu nome. Durante séculos foi uma das pedras preciosas mais talhadas e procuradas, mas hoje em dia é uma gema modesta. O maior produtor mundial desta gema é a Suíça, destacando-se também Brasil, Madagascar, Rússia, Escócia e Ucrânia.


Quartzo rosa ou Quartzo róseo é um tipo de quartzo, que tem uma tonalidade cor-de-rosa clara (mais luminosa e brilhante). A cor deve-se geralmente a uma quantidade pequena de impurezas de titânio no material maciço e, como tal, raramente se encontra na forma de cristal. A verificar-se, a sua cor deve-se a um fosfato e não a uma impureza. Os primeiros cristais foram encontrados na pegmatite, encontrada próximo a Rumford, Maine, EUA, mas a maioria de cristais no mercado vêm de Minas Gerais, Brasil.


Quartzo leitoso , Quartzo leite ou chamado vulgarmente por Diamante de leite é provavelmente a variedade mais comum de quartzo e pode ser encontrada quase em qualquer lugar. A cor branca é causada por inclusões de bolhas minúsculas de gás e/ou água. Brilho gorduroso. Caracterizado pela sua aparência leitosa.






Olho de tigre é uma gema que exibe acatassolamento apresentando normalmente cor amarela a vermelho-marrom, com um lustre sedoso. Trata-se de crocidolita silicificada, um clássico exemplo de pseudomorfismo. Uma variedade não totalmente silicificada é chamada olho de falcão. Um membro do grupo do quartzo, suas propriedades físicas e visuais são idênticas ou muito próximas às propriedades de um cristal simples de quartzo.



Aventurina é uma variedade de quartzo com inclusões de fuchsita ou de hematita.






Estes e muitos outros minerais têm a mesma composição química do quartzo(dióxido de silício, SiO2) mas apresentam estruturas cristalinas diferentes. Por esta razão estes minerais, incluindo o quartzo, denominam-se polimorfos de sílica (SiO2). O tipo de estrutura cristalina formada depende da temperatura e pressão existentes no momento da cristalização.

Fonte: Geologo.com

AMETISTA

Ametista
ametista

A ametista é uma gema preciosa Tectossilicatos de variedade do quartzo
A ametista é composta por uma sobreposição irregular de lâminas alternadas de quartzo esquerdo e direito.   o nome de ametista são todos os quartzos que exibem esta estrutura, independentemente da sua cor. A cor da ametista é atualmente atribuída à presença de Ferro3+, mas ela é capaz de ser alterada e até removida por aquecimento ou radiação ultravioleta. O coríndon roxo ou a safira com tons de ametista são por vezes chamados de ametista oriental.A ametista é um mineral amplamente distribuído, Tais cristais ocorrem tanto em cavidades alongadas (veios) em rochas graníticas,


 
Estrutura cristalina
Estrutura cristalina do quartzo


Jazida

  Brasil,  Uruguai, e Madagáscar 
 
 Características físicas e químicas da gema

Ametista gema bruta

Fórmula química: SiO2. Óxido de silício.
Composição: Si = 46,7%, O = 53, 3%. Apresenta compostos de ferro e manganês, que lhe rendem
Sua cor e característica.
Hábito: Prismático, granular, maciço.
Clivagem: Imperfeita {1011} ou {0111}.
Dureza: 7



Cor: Geralmente violeta, roxa ou púrpura.
 Traço: Incolor.
Variações: Existe uma variedade bicolor, denominada quartzo ametista, tratase de uma forma mais
Compacta de ametista que, freqüentemente possui bandas de quartzo leitoso. Além de, uma variedade
Tricolor com uma extremidade de cor roxa, a outra extremidade amarela, sendo cortada por uma faixa
Incolor. Outras espécies são: Ametista Jacobina, variedade de ametista escura com tonalidades vivas;
Ametista Madagascar, variedade de ametista violeta-escura, levemente enfumaçada ou violeta-púrpura
Quando mais clara; Ametista-mosquito, variedade com pequenas inclusões de goethita; Ametista espanhola,
Nome dado a ametistas finas comercializadas na Espanha de origem desconhecida e cor
Púrpura. Também existe a ametista Uruguai, ametista-uraliana, ametista-siberiana, etc.

 Lapidação

Formatos de lapidação sugeria para ametista

Os gregos acreditavam que a Ametista tinha o poder de transformar os maus pensamentos em pensamentos otimistas, além de proteger seu portador de falsas amizades. 
Fonte: Geologo.com

Está difícil fazer a galinha voar

Está difícil fazer a galinha voar

Tristemente reconhecido mundialmente como a economia dos vôos de galinha, o Brasil tem conseguido decepcionar até mesmo aqueles que esperavam a manutenção da nossa velha trajetória econômica de vôos de curta distância e baixa altura.
A galinha consegue pelo menos dar um bom salto nos primeiros instantes de seu vôo, mas nem isso estamos conseguindo mais replicar. A decolagem da nossa economia parece desnorteada, sem plano de vôo. Continuamos à espera de empurrões (benefícios) e quando não tem colheita na fazenda, o desespero aumenta.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) deu um banho de água fria nesta sexta-feira ao anunciar que o PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre deste ano expandiu 0,1% frente ao trimestre anterior. O crescimento paupérrimo ainda é louvado por alguns integrantes do governo, pois nos salvou de um vexame ainda maior de retração no trimestre.
O número é ridiculamente baixo não somente para um país de porte emergente, mas para qualquer economia, independente de sua categoria, pois diante de um ambiente positivo e de elevada liquidez no mercado financeiro mundial, com vários países trabalhando dentro de um bom ritmo de expansão, espera-se, no mínimo, que uma economia seja puxada pelo resto do planeta ou ao menos tente acompanhar o ritmo.
A pesquisa do IBGE mostrou uma retomada econômica, que mal começou, já perdendo impulso. No primeiro trimestre de 20117 o Brasil cresceu 1,3% na comparação com o trimestre anterior. No segundo trimestre deste ano a expansão foi de apenas 0,7%, mesmo com medidas de impulso artificiais, como a liberação de saques do FGTS.
O vilão do resultado decepcionante deste terceiro trimestre recaiu sobre a agropecuária, não por ironia considerada a grande heroína do resultado do primeiro trimestre. Ou seja, quando tem colheita na fazenda, a economia vai bem. Quando não tem colheita, temos de suar para ganhar uns trocados.
Alguns analistas ressaltam que a FBCF (Formação Bruta de Capital Fixo) foi um ponto positivo do resultado terceiro trimestre deste ano. De fato, a FGCF subiu 1,6% em relação ao segundo trimestre de 2017, mas a base é muito baixa. Para uma taxa de investimento que está na lona, 1,6% a mais não representa quase nada. Mesmo com a alta deste terceiro trimestre, a taxa de investimento ficou em 16,1% do PIB, muito distante da média de países emergentes em torno de 30% PIB.
O fato é que parece difícil enxergar pontos positivos quando não se olha para a agropecuária. No acumulado dos três primeiros trimestres deste ano, o Brasil cresceu “incríveis” 0,6%, ante igual período de 2016. A indústria encolheu 0,9% e os serviços 0,2%. A agropecuária cresceu 14,5%, o único segmento que registra expansão acumulada no ano.
Não fosse a agropecuária, mais especificamente a supersafra de grãos de 2017, o Brasil ainda estaria em período recessivo. Somente a safra de milho deve crescer 54,9% neste ano, segundo projeções do LSPA (Levantamento Sistemático da Produção Agrícola). É possível imaginar que o país dos vôos de galinha só conseguiu sair da recessão porque vendeu muito milho.
Para fechar a semana azeda, temos de engolir o upgrade na Argentina. Nesta sexta-feira a agência de classificação de risco Moody’s elevou o rating dos hermanos de B3 para B2, com perspectiva estável, destacando as reformas macroeconômicas do governo Macri. A nota da Argentina ainda está abaixo da brasileira, mas a diferença diminuiu para três degraus.
Enquanto os argentinos comemoram o upside no rating soberano, mantendo trajetória ascendente, nós brasileiros, em trajetória descendente, cruzamos os dedos para não levarmos mais um downgrade. Merecido o upside argentino que de fato tem conseguido fazer reformas estruturantes relevantes, algo diferente do que se costuma chamar de reforma aqui no Brasil.
Fonte: Jornal  ADVFN