quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Aura Minerals to Sell Serrote for US$40 Million

Aura Minerals to Sell Serrote for US$40 Million


Aura Minerals Inc. (“Aura Minerals” or the “Company”) (TSX:ORA) announced that it has agreed to sell Mineração Vale Verde Ltda, (“MVV”) which owns the Serrote da Laje Copper Gold project for an aggregate consideration of US$40 million. Pursuant to a purchase and sale agreement with the purchaser group, who are being advised by Appian Capital Advisory LLP (“Appian”), Aura’s wholly owned subsidiary will sell 100% of its interest in MVV to the purchaser group. The total consideration of US$40 million is made up of a cash payment of US$30 million payable on closing, as well the delivery by the purchasers of a subordinated unsecured note in the principal amount of US$10 million.
Rodrigo Barbosa, President and CEO of Aura Minerals commented “Serrote is a first-class project and the decision to sell our interests followed careful consideration of our options. The consideration received from the sale unlocks significant value to our shareholders and accelerates our strategy to further develop our existing assets and pursue new growth opportunities. The sale of Serrote to the purchasers is good for the city of Arapiraca and the State of Alagoas and we wish all stakeholders and the purchaser group advised by Appian continued success in the development and operation of Serrote.”
Michael Scherb, Founder and General Partner of Appian and Vincent Jacheet, Managing Partner of Appian, added “Following the detailed and professional work completed to date by Aura on the Serrote project, we look forward to working with the purchasers and local partners for the successful development of the project post-closing. We are excited to support the successful development of another project in Brazil after our previous successful experiences in the country.”
The transaction is targeted to close before the end of February 2018, subject to customary closing conditions.
BNP Paribas Securities Corp. is acting as financial advisor to Aura Minerals.
About Aura Minerals
Aura Minerals is a mid-tier gold and copper production company focused on the development and operation of gold and base metal projects in the Americas. The Company has producing assets in Brazil and Honduras and a copper mine in Mexico under care & maintenance.
About Appian Capital Advisory LLP
Appian Capital Advisory LLP is a leading investment advisor in the metals and mining industry, with worldwide experience across South America, North America and Africa and a track record of successfully supporting companies achieve their development targets.
About Serrote da Laje
Serrote da Laje is an advanced stage copper-gold development asset located in Brazil. The Serrote project is readily accessible from Maceio, the capital city of the State of Alagoas, via paved highways, located 160 kilometers from the Serrote project.
Cautionary Note
This news release contains certain “forward-looking information” and “forward-looking statements”, as defined in applicable securities laws (collectively, “forward-looking statements”). All statements other than statements of historical fact are forward-looking statements. Forward-looking statements relate to future events or future performance and reflect the Company’s current estimates, predictions, expectations or beliefs regarding future events and include, without limitation, statements with respect to: the closing of the sale of the Serrote da Laje project and the anticipated benefits of such sale. Often, but not always, forward-looking statements may be identified by the use of words such as “expects”, “anticipates”, “plans”, “projects”, “estimates”, “assumes”, “intends”, “strategy”, “goals”, “objectives” or variations thereof or stating that certain actions, events or results “may”, “could”, “would”, “might” or “will” be taken, occur or be achieved, or the negative of any of these terms and similar expressions.
Forward-looking statements are necessarily based upon a number of estimates and assumptions that, while considered reasonable by the Company, are inherently subject to significant business, economic and competitive uncertainties and contingencies. Known and unknown risks, uncertainties and other factors, many of which are beyond the Company’s ability to predict or control could cause actual results to differ materially from those contained in the forward-looking statements. Specific reference is made to the most recent Annual Information Form on file with certain Canadian provincial securities regulatory authorities for a discussion of some of the factors underlying forward-looking statements, which include, without limitation, the ability of the parties to satisfy the closing conditions to the sale of the Serrote da Laje project gold and copper or certain other commodity price volatility, changes in debt and equity markets, the uncertainties involved in interpreting geological data, increases in costs, environmental compliance and changes in environmental legislation and regulation, interest rate and exchange rate fluctuations, general economic conditions and other risks involved in the mineral exploration and development industry. Readers are cautioned that the foregoing list of factors is not exhaustive of the factors that may affect the forward-looking statements.
All forward-looking statements herein are qualified by this cautionary statement. Accordingly, readers should not place undue reliance on forward-looking statements. The Company undertakes no obligation to update publicly or otherwise revise any forward-looking statements whether as a result of new information or future events or otherwise, except as may be required by law. If the Company does update one or more forward-looking statements, no inference should be drawn that it will make additional updates with respect to those or other forward-looking statements.
For further information, please visit Aura Minerals’ web site at www.auraminerals.com or contact:Aura Minerals Inc.
Email: info@auraminerals.com
Fonte: Aura Minerals

Minério de ferro volta a registrar forte queda na bolsa de Dalian

Minério de ferro volta a registrar forte queda na bolsa de Dalian


Commodities4 horas atrás 07.12.2017 

 
Minério de ferro volta a registrar forte queda na bolsa de DalianMinério de ferro volta a registrar forte queda na bolsa de Dalian

Investing.com - Os contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian, tiveram mais um dia de perdas expressivas, recuando 7,48% para 494,5 iuanes por tonelada, nos contratos com entrega em maio. Ontem, a commodity já havia registrado forte queda, negociada a 534,5 iuanes por tonelada.
No caso dos contratos futuros do vergalhão de aço, o movimento negativo é mantido, com o valor da tonelada do produto caindo 128 iuanes e fechando a 3.828 iuanes por tonelada.
Analistas do UBS acreditam que a tendência que fez o mineiro de ferro avançar US$ 12 nas últimas semanas desafia as expectativas do mercado. Por um lado, redução na produção chinesa de aço poderia mandar os preços para abaixo; pelo outro, o mercado estaria olhando para o fim do inverno antes do recomeço do ciclo na China.
Seja qual for o cenário, o banco destaca que os estoques estão crescendo e fontes da indústria notaram que o consumo de minério está caindo na China, mas que o preço está respondendo ao rali no preço do aço. A UBS vê o preço do minério estabilizando entre US$ 63 e US$ 70 a tonelada em um horizonte entre 12 e 24 meses.
Ontem, as ações da Vale (SA:VALE3) no Ibovespa tiveram queda 0,72% a R$ 35,76, enquanto em Nova York os ativos da mineradora perderam 0,63% a US$11,00. Entre as siderúrgicas, a CSN (SA:CSNA3) teve forte valorização de 3,31%, enquanto a Gerdau (SA:GGBR4) ficou estável a R$ 11,13 e a Usiminas (SA:USIM5) saltou 2,91% a 8,85%.
Fonte:  

Vale pretende fazer com que outros setores deem retorno como o minério

Vale pretende fazer com que outros setores deem retorno como o minério


O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, disse nesta segunda-feira, 4, que a companhia investiu muito mal no passado em projetos que não deram o retorno esperado, e que o objetivo agora é fazer com que os outros segmentos da empresa deem tanto retorno como o minério de ferro.
Ele lembrou que a Vale seguiu uma prática de todo o setor de mineração nos últimos anos, que utilizaram os recursos obtidos com o “superciclo” do minério de ferro para grandes investimentos e acabaram o processo endividadas. O que eu acho que é o pior de tudo é que se olharmos os resultados antes do superciclo e depois do superciclo, mais de US$ 1 trilhão foi investido e não produziu nada de valor para as empresas”, afirmou, durante apresentação no seminário Reavaliação do Risco Brasil, promovido pela Fundação Getúkio Vargas(FGV).
“A Vale fez as mesmas coisas que as outras fizeram, investiu demais e não produziu resultado satisfatório”,completou.
Ele informou que sob sua gestão a Vale fará todo o esforço para alocar melhor o capital da companhia e fazer com que outros produtos também deem resultados para a empresa. “Vale investiu muito em níquel e não tem retorno”, exemplificou. “Objetivo não é ficar com caixa, a Vale vai pagar dividendos como nunca pagou antes”, afirmou.
Fonte: Isto E

Após quase ir falência, Usiminas reage e aposta na recuperação da economia

Após quase ir falência, Usiminas reage e aposta na recuperação da economia


Quase três anos após passar por uma das piores crises de sua história, correndo o risco de ir à falência, a Usiminas dá sinais de reação. Em abril do próximo ano, a siderúrgica deve religar seu alto-forno na unidade de Ipatinga, no Vale do Aço, em Minas Gerais, voltando a operar a plena carga, com a aposta de que a economia brasileira poderá engrenar de vez. A companhia também aumentou a produção de minério para exportar para o mercado asiático.
onsiderada um dos símbolos da indústria nacional, a Usiminas tenta se afastar de um passado recente marcado por uma forte turbulência financeira que abateu a empresa a partir de 2015 – quando o País também entrou em uma de suas maiores recessões e os preços internacionais do minério de ferro afundaram, comprometendo siderúrgicas de todo o mundo. Em meio a essa tempestade, a Usiminas protagonizou uma das maiores disputas societárias em curso no Brasil, arranhando ainda mais imagem do grupo.
“O pior ficou para trás”, disse Sérgio Leite, presidente da Usiminas, ao Estado. A recuperação dos setores automotivo e de linha branca tem ajudado a puxar os resultados do grupo este ano. O executivo afirmou que a companhia voltou a fazer planos, vai antecipar o pagamento de amortização de parte de suas pesadas dívidas, que somam R$ 6,8 bilhões, e está otimista em relação a 2018. Mas ainda não há euforia. Segundo Leite, não há previsão de religar os altos-fornos da unidade de Cubatão (SP) antes de 2020.
Para religar o alto-forno de Ipatinga (que foi desligado em 2015), a companhia está investindo cerca de R$ 80 milhões em manutenção de equipamentos. Foram contratados nos últimos meses 500 trabalhadores, dos quais 400 temporários.
A Mineração Usiminas (Musa), que voltou a ativar duas unidades de tratamento de minério nos últimos meses, também admitiu 400 pessoas e faz planos para sair de uma produção de 2,4 milhões de toneladas este ano para 6 milhões de toneladas a partir do primeiro trimestre de 2018. “Boa parte vai para o mercado asiático”, afirmou Leite.
A contratação ainda é tímida perto do que o grupo já dispensou – entre 2014 e 2016 foram cortados mais de 4 mil funcionários, período mais agudo da crise da empresa.
Histórico da crise
A fase de “deterioração dos resultados” da empresa começou a partir do quarto trimestre de 2014 e se arrastou ao longo de 2015: a empresa registrou uma série de prejuízos consecutivos e a crise da empresa atingiu o pico quando o grupo passou a ter geração de caixa negativa, com o risco de entrar em recuperação judicial. Para piorar a situação da empresa, os dois principais acionistas do bloco de controle – o grupo ítalo-argentino Ternium/Techint e a japonesa Nippon – tornaram público um litígio que se arrasta até hoje. Procurados, não comentam.
Uma trégua entre os dois maiores acionistas e outro importante sócio, a CSN, de Benjamim Steinbruch, que também entrou na disputa, foi dada no primeiro semestre de 2016 quando os três se uniram para fazer um aporte de R$ 1 bilhão na companhia, que corria o risco de falir, lembrou Leite. Essa etapa foi batizada de fase de “sobrevivência”, onde vários ativos foram colocados à venda, como a Usiminas Mecânica (nenhum foi vendido). O movimento de “construção de resultados”, segundo Leite, começou a ser implementado este ano, após a companhia voltar ao azul. “Estamos na fase de reposicionamento da Usiminas.”
 Para Otto Nogami, do Insper, o atual momento do País requer cautela e pode atingir as indústrias. “A aposta da Usiminas está calcada na recuperação da economia, que ainda não se consolidou. Qualquer passo em falso, pode colocar tudo a perder.”
Valor de mercado
As ações da Usiminas na Bolsa tiveram forte valorização este ano, enquanto as de suas concorrentes – CSN, de Benjamin Steinbruch; e Gerdau, apresentaram desempenhos diferentes no mesmo período. Na sexta-feira, o valor de mercado da Usiminas atingiu R$ 12,38 bilhões, alta de 56% no acumulado do ano, de acordo com levantamento da Economática. A CSN, de Benjamin Steinbruch, está avaliada em R$ 10,08 bilhões, queda de 31,5% no mesmo período. Já a Gerdau vale R$ 17,955 bilhões na Bolsa, aumento de 7% neste ano.
Para Pedro Galdi, analista de mercado da Magliano Corretora, a recuperação da Usiminas em relação às outras siderúrgicas reflete a área de atuação da companhia e a maior disciplina financeira da empresa nos últimos meses. Como produtora de aços planos, a Usiminas se beneficiou da recuperação do setor automotivo, um dos principais compradores desse tipo de matéria-prima.
Já CSN e Gerdau produzem aços longos, utilizados pelos setores de construção civil, máquinas e equipamentos, que ainda não reagiram. Relatório do BTG Pactual, divulgado no fim de novembro, reconhece a melhora operacional da Usiminas, mas ainda vê desafios para o grupo pela frente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Isto É

TRF decide que índios devem ser consultados sobre mineração de ouro no Xingu

TRF decide que índios devem ser consultados sobre mineração de ouro no Xingu


Por unanimidade, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília, decidiu hoje (6) que índios afetados pela instalação de mineradora em Volta Grande do Xingu, no Pará, devem ser consultados sobre a exploração de ouro na região próxima às terras indígenas Paquiçamba, Arara da Volta Grande do Xingu e Ituna/Itatá. No julgamento, o tribunal também manteve a suspensão da licença de instalação do empreendimento e estabeleceu que o Pará só poderá dar prosseguimento ao licenciamento após o processo de escuta.
Conforme a decisão judicial, os próprios indígenas devem estabelecer o protocolo da consulta. A mineradora, a empresa canadense Belo Sul, pretende, em 12 anos, extrair cerca de 600 toneladas de ouro na área. A Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), prevê consulta prévia sempre que alguma decisão afetar a vida de povos indígenas. A convenção foi ratificada pelo Brasil em 2002.
Os povos das etnias Xikrin, Juruna e Arara reivindicam o direito de decidir sobre os impactos na região da chamada Volta Grande do Xingu, entre os municípios de Altamira e Senador José Porfírio, no Pará, que abriga também a usina hidrelétrica de Belo Monte.
O missionário do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) José Cleanton Ribeiro disse que “os indígenas nunca foram considerados como impactados diretos por esse empreendimento, uma vez que, embora a área seja próxima de três terras indígenas, nos estudos originais que a empresa Belo Sun apresentou, não constavam mais do que duas linhas sobre eles”.
Ribeiro disse ainda que a região de Altamira já tem sofrido alterações. “Muitos moradores estão vendendo suas terras, há conflitos entre a população em geral, garimpeiros e indígenas. É uma comunidade carente, por muito tempo abandonada pelo Estado, que vê em Belo Sun a oportunidade de melhoria. Mas é um filme que a gente já viu com Belo Monte”, disse. “Temos muito medo da degradação do Rio Xingu. O restinho da água que secou, depois que secou a Volta Grande, por causa de Belo Monte, vai ser muito atingido. Também tem a questão da supressão de grande área de vegetação e não se sabe onde os rejeitos serão depositados”, acrescentou.
O licenciamento do projeto de Belo Sun, que prevê a criação da maior mina de ouro a céu aberto do país, está suspenso desde abril deste ano.
Atendendo a pedido do Ministério Público Federal (MPF), o TRF1 considerou que a concessão da licença pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas/PA) descumpriu ordem judicial porque não haviam sido avaliados os impactos sobre indígenas. Esse impacto deveria ter sido registrado no estudo feito pela empresa e protocolado junto à Fundação Nacional do Índio (Funai) e à Semas, em 2016.
 Belo Sun
Segundo a companhia, a decisão de hoje foi comunicada verbalmente pela Justiça, mas os termos ainda não foram publicados. Em nota, informa que o TRF1 solicitou a complementação do estudo, seguindo diretrizes da Funai. “A Belo Sun Mineração busca a autorização da Funai para visitar as terras indígenas e fazer as entrevistas necessárias para eventual complementação do estudo”, diz o texto.
O presidente da empresa, Peter Tagliamonte, ao tomar conhecimento da decisão, afirmou ter ficado desapontado com a decisão. “No entanto, estamos confiantes de que uma solução pode ser alcançada. Continuaremos trabalhando com a Funai para garantir que nosso estudo atenda aos seus requisitos”. Ele disse ainda que, em paralelo, a empresa pretende recorrer da decisão.
De acordo com o MPF, o recurso só cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Direitos Humanos
Em fevereiro, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) emitiu recomendação requerendo a suspensão da licença de instalação do projeto de mineração Volta Grande. O grupo de trabalho formado pelo conselho para analisar o projeto apontou que a licença prévia concedida à mineradora condicionava a permissão à elaboração de estudos de impacto ambiental do componente indígena, o que não foi efetivado a contento, conforme informações da Funai.
A Funai informou que também recebeu queixas de que as propostas para construção da barragem de rejeitos da mineração, reflorestamento, garantia de direitos para as populações atingidas não são adequadas.
A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará foi procurada pela Agência Brasil, mas não se manifestou até a publicação da reportagem.
Fonte: Isto É