quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Bitcoin sobe US$ 3 mil em um dia e ultrapassa US$ 15 mil

Bitcoin sobe US$ 3 mil em um dia e ultrapassa US$ 15 mil

O bitcoin (COIN:BTCUSD) atingiu nesta quinta-feira pela primeira vez o patamar de US$ 15 mil, de acordo com a CoinDesk. Há pouco, a moeda virtual atingiu nova máxima, a US$ 15.058, horas após superar US$ 14 mil pela primeira vez.
Os ganhos do bitcoin têm acelerado recentemente, com alta de mais de 40% apenas na última semana. “O bitcoin e as criptomoedas são algo excitante, novo, e as pessoas querem fazer parte disso”, afirmou Cedrid Jeanson, ex-operador do JPMorgan Chase, que começou a BitSpread, fundo de hedge centrado em bitcoins.
O último salto ocorre apesar de quase US$ 70 milhões em bitcoins terem sido roubados de um serviço de mineração de criptomoedas chamado NiceHash, após uma falha na segurança, o que levou a companhia a interromper operações durante pelo menos 24 horas.
Agora, as criptomoedas recebem maior atenção dos investidores institucionais. Três bolsas nos EUA devem oferecer contratos futuros de bitcoin, entre elas o CME Group e o Cboe Global Markets, que lançarão contratos futuros ainda neste mês.

Instabilidade

O bitcoin é um sistema cuja tecnologia se baseia na sua própria rede de usuários para funcionar, o que faz com que especialistas considerem-no como um ativo de alto risco. Não há empresas ou governos controlando as regras das transações ou estabelecendo os valores para as moedas. As cotações são definidas por empresas chamadas de “corretoras”, que fazem a troca por dinheiro “real” segundo suas próprias regras.
Como não há rastro real por trás da moeda virtual, as cotações oscilam bastante em função da oferta e demanda. Eventos como problemas em corretoras ou adesão ou rejeição da moeda por parte de instituições também se refletem no preço.
*Informações: Down Jones Newswire 
Fonte: Jornal ADVFN

Panetone mais caro do mundo custa R$ 1,9 milhão e leva ouro em sua composição

Panetone mais caro do mundo custa R$ 1,9 milhão e leva ouro em sua composição


    
Jetss


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Diretores da Ourominas presos pela PF no Amapá

Diretores da Ourominas presos pela PF no Amapá
A operação “Minamata”, da Polícia Federal (PF), realizada no Amapá, cumpriu os 11 pedidos de prisão preventiva e temporária emitidas pela Justiça Federal. Duas pessoas que estavam foragidas se entregaram na noite desta sexta-feira (1º), confirmou a polícia. A investigação apura as atividades de uma organização criminosa e um esquema de exploração e comercialização ilegal de ouro no estado.
Entre os crimes cometidos pelo grupo, segundo a denúncia, estão condições análogas ao trabalho escravo, degradação ambiental, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, que foram constatados pelos órgãos envolvidos na operação durante visita ao garimpo na quinta-feira (30).
Ao todo, 49 medidas judiciais foram emitidas: 30 mandados de busca e apreensão, 6 de prisão preventiva, 5 de prisão temporária, além de 8 conduções coercitivas, em Macapá, Santana, Oiapoque, Rio de Janeiro e São Paulo.
Também houve bloqueio de R$ 113 milhões em bens móveis e imóveis. Durante a operação, a PF apreendeu ouro, joias, veículos, entre outros itens.
Para o Ministério Público Federal (MPF), que apura a situação desde 2016, a Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros do Lourenço (Coogal) usa a atividade como justificativa para cometer os crimes.
“É evidente que a Coogal é uma cooperativa de fachada, que serve exclusivamente para fins espúrios e ilícitos, tanto na exploração do trabalho dos colaboradores ou não [colaboradores], como na forma do ganho do trabalho dessas pessoas, porque tem vários crimes que estão sendo investigados e foram constatados. É uma situação complexa, que envolve uma organização criminosa que atua aqui há muito tempo com as mesmas pessoas e nos mesmos lugares”, disse a procuradora do MPF, Adriana Scordamaglia, em entrevista coletiva nesta sexta-feira.
Prisões preventivas
Moisés Rivaldo Pereira, promotor de justiça aposentado e secretário Municipal de Educação de Macapá;
Ricarte Caetano de Almeida, que gerencia as atividades da Mineração Morro da Mina;
Miguel Caetano de Almeida, ex-prefeito de Oiapoque e proprietário da Mineração Morro da Mina;
Gilson Colares Cohen, responsável pela A.J.C Cohen, ligada à Ourominas;
José Ribamar Pereira “Barão Preto”, proprietário da Comércio e Representações e Serviços Lourenço Ltda (Cecap) e ligado à Empresa Dillon;
Raimundo Nonato Martil Piaba, vereador de Calçoene.
Prisões temporárias
Luís Ferreira Cavalcante “Piauí”, que seria o “braço” da Ourominas em Lourenço;
José Tássio Martins Pereira, proprietário da Cacap e ligado à Empresa Dillon;
Cláudio Henrique da Silva Ribeiro, responsável pela CHS Ribeiro – ME, ligada à Ourominas;
Antônio de Sousa Pinto, presidente da Coogal;
Romero César da Cruz Peixoto, ex-superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).
Como funcionava o esquema
Segundo a PF, empresários cariocas e paulistas se apoderaram de uma cooperativa de garimpeiros no distrito de Lourenço, em Calçoene, a 374 quilômetros da capital, a mais antiga mina em atividade do país, e usaram os trabalhadores em condições análogas à escravidão.
De acordo com o delegado Victor Arruda, entre os presos está o ex-prefeito do Oiapoque, Miguel Caetano de Almeida, o “Miguel do Posto”, que fazia parte do quadro de cooperados, mas que era um empresário e explorava a área.
“Ele entrou com capital substancial e explora as pessoas que, em tese, são cooperados, mas ele não garante os direitos trabalhistas nem as normas de segurança, e obtém em consequência disso um lucro acima do comum em uma atividade como aquela”, explicou Arruda.
Quanto ao vereador de Calçoene, Raimundo Piaba, o delegado informou que ele usava o cargo para influenciar politicamente para que os crimes continuassem acontecendo.
“O vereador tem influência forte na região e a usava para articular coisas de interesse dessa organização criminosa, a exemplo de liberações de licença e situações análogas a essa”, descreveu Arruda.
O promotor de Justiça aposentado e atual secretário de educação de Macapá, Moisés Rivaldo, também foi um dos presos na operação. Para a PF, ele injetava recursos financeiros na associação. Ele seria o detentor de um dos garimpos investigados na operação.
“O Moisés tem envolvimento em várias frentes. Tanto no investimento dessa atividade criminosa, como também na manutenção de pessoas na condição análoga de escravo, já que ele, como já dito pelo DNPM, tem uma mina sendo explorada no local”, afirmou Arruda.
Nas investigações foi identificada que a exploração mineral acontecia dentro e fora das duas áreas com concessão legal. Juntas, segundo o DNPM, as lavras autorizadas tinham cerca de 13 mil hectares, quase todas degradadas ambientalmente.
“A devastação é grande, porque está sendo feito um tipo de lavra de garimpo de maneira descontrolada, não respeitando as normas da mineração. Há duas semanas morreu um garimpeiro em desabamento por desrespeito a essas normas. O que a gente viu em fiscalizações desde 2015 foi a devastação quase que total da área”, declarou o representante do DNPM, João Gomea.
O representante acrescentou que a cooperativa é detentora de duas concessões na área e tem autorização para extrair ouro e tantalita, que estão em vigor. A região seria vistoriada desde 2010 pelo órgão, principalmente com relação à segurança dos garimpeiros.
“O crime de lavagem é uma das dinâmicas. Se misturava o pouco do ouro que a cooperativa tinha como exploração legal, com o ouro que ela tinha como exploração ilegal, e depois disso esse ouro era revertido em dinheiro. Fora isso também já se apurou a lavagem no balanço contábil. São várias tipologias praticadas pela cooperativa e sobretudo pelos investidores e pelas DTVMs [Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários] envolvidas”, falou a procuradora Adriana.
O Ministério Público do Trabalho (MPT), representado na coletiva pelo procurador Ulisses Carvalho, considerou a investigação difícil devido aos vários crimes, principalmente pelas características de trabalho servil.
"É uma investigação difícil por se tratar de vários crimes, que ocorriam inicialmente relacionados a condições de trabalho escravo de diversos trabalhadores na região de garimpo, em relação de servidão, onde poucos ganhavam muito, entre os trabalhadores, a cooperativa, como intermediaria, e as grandes detentoras são as distribuidoras de títulos de valores imobiliários e são as empresas que lucram. Além disso tem uma degradação ambiental impressionante", falou Carvalho.
Mortes no garimpo
As investigações começaram em 2015, após uma denúncia ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Na quinta-feira, foi realizada a segunda operação do órgão na área.
“Em situação de analogia à escravidão, foram 16 trabalhadores flagrados ontem. O MTE constatou uma cooperativa fraudulenta. Nenhum dos princípios de cooperativismo, nem mesmo os formais, eram observados. O que havia era uma área onde trabalhavam cooperados e não cooperados da mesma forma, e sempre uma organização por trás lucrando com o trabalho destas pessoas”, comentou a auditora fiscal do MTE, Jamile Freitas.
Ainda de acordo com o Ministério do Trabalho, nos últimos 10 anos, 24 garimpeiros morreram devido às condições inseguras de trabalho, principalmente no desmonte hidráulico do garimpo. Somente no último ano foram 4 mortes registradas.
Durante a coletiva desta sexta-feira, os representantes dos órgãos federais declararam que estudam propostas para melhorar a fiscalização na área.
“A gente vai atuar para tentar regularizar a cooperativa e melhorar as condições para o provo do Lourenço. Como já foi dito, vamos trabalhar para implementar políticas públicas ali. Porque não adianta fazer a operação e não tentar mudar daqui para frente para que essas condições não voltem a ocorrer. A riqueza produzida não fica lá e o que sobra é a precarização, condições péssimas de vida”, comentou o procurador do MPF, Antônio Diniz.

Fonte: UOL

O valor do ouro... Digo o verdadeiro valor do Ouro.

O valor do ouro... Digo o verdadeiro valor do Ouro.


Pará -  Serra Pelada uma odisseia do comportamento humano .  
Melechete  sinônimo de barro mesmo lama .... 


Bamburro, sorte  no garimpo , sinônimo de ganhar muito dinheiro.  dias bons.

Vidas e mais vidas, ano apos ano, cada um buscando a sua maneira, seu sonho sua esperança de dias melhores.
Muitos, jamais retornaram para suas famílias, Há mães até hoje na varanda esperando seus filhos.

 Milhares de homens, milhares de sonhos,  buscando o vil metal,   busca por dias melhores e retornar para casa.
 Garimpo de "bico jato",  Chamado assim  pela força  do jato d água na saída da mangueira para cortar o barranco e ir afundando o buraco até atingir o cascalho bom com fagulhas de ouro, ou não ....

Vale: Credit Suisse eleva ação para compra e ajusta preço-alvo em 57%

Vale: Credit Suisse eleva ação para compra e ajusta preço-alvo em 57%

O Credit Suisse elevou a recomendação para os papéis da Vale (VALE) negociados em Nova York, representativos das ações (BOV:VALE3) na B3, de neutra para compra (outperform). O preço-alvo foi ajustado em 57% e saltou de US$ 9,50 para US$ 15.
O banco vê uma combinação de dois principais fatores para sustentar a revisão em sua projeção para a mineradora brasileira:
1 – Mudanças estruturais positivas sobre as commodities na China como resultado das reformas na oferta e no controle ambiental promovidas pelo presidente da China, Xi Jinping
2 – O segundo ponto é o foco do CEO da Vale, Fabio Schvartsman, em buscar a alocação de capital de maneira mais precisa, com redução de custos e otimização do volume de vendas. Tudo isso resulta em um caso de investimentos promissor para a Vale, explica o relatório.
Para os analistas Ivano Westin, Renan Criscio e Rafael Cunha, com esta junção positiva entre as medidas de Xi e Schvartsman, as ações da Vale irão buscar novas máximas.

Margem de segurança

“As ações vinculadas às commodities oferecem riscos maiores e puramente domésticos, em nossa visão, então uma margem de segurança é necessária para estar comprado em ações de minério de ferro. Apesar do bom desempenho, a ação da Vale não precifica totalmente o os preços da commodity à vista, o que oferece um colchão caso se o ciclo de alta se reverta”, explicam Westin, Criscio e Cunha.
Eles calculam que mesmo considerando preços das commodities 15% abaixo em 2018 para o minério de ferro, níquel e cobre, a ação ainda negociaria a um múltiplo considerado razoável de 6,2 vezes o valor da empresa sobre o Ebitda para os próximos doze meses. Na visão do Credit Suisse, os papéis precificam um valor de US$ 44,5 a tonelada do minério, enquanto a curva futura estima o valor a US$ 57,8 a tonelada no final de 2020 e o cenário-base do banco é de US$ 55 a tonelada.
Money Times
Jornal ADVFN