terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Tudo sobre Diamantes: Composição, Tipos, Cores, Melhores Fotos e mais

Tudo sobre Diamantes: Composição, Tipos, Cores, Melhores Fotos e mais
O Diamante é uma das pedras preciosas mais valorizadas da atualidade. Boa parte dessa valorização se deve a raridade e ao modo como ele se forma na natureza. Ele pode ter formas e cristalizações variadas.
Sua composição química leva cada átomo de carbono hibridizado e ligado a 4 átomos de carbono. O carbono é agregado a pressão acima de 60 Kbar. Quando cristalizado de forma cúbica (8 faces) ele costuma ser sintetizado. Pde também ter forma hexagonal (48 faces), o que é menos comum.
As pedras mais valiosas são as mais claras. Embora muita gente não saiba o diamante não dura a eternidade. Como é composto por carbono ele tem tendência a definhar, mas ainda assim tem uma vida bem longa muito maior do que a do ser humano.
Outras coisas que podem ameaçar o diamante são o fogo, que o transforma em dióxido de carbono e alguns ácidos. Sua dureza é a maior de procedência natural , cerca de 10 na escala de Mohs. Isso faz dele um material abrasivo bastante resistente.
Os diamantes de coloração azul ou rosa também são muito valorizados pela raridade. Os amarelados são mais comuns mais ainda assim tem altos preços. A leveza também é levada em consideração já que os diamantes pesam pouco. Um bom exemplo é a pedra Koh-i-Noor que tem o tamanho de uma bola de pingue-pongue e apenas 22 gramas.
Hoje as maiores jazidas de diamante se encontram na África do Sul, na Rússia e na Austrália. Os diamantes são muito usados em jóias como brincos e anéis e movimentam uma verdadeira fortuna nas camadas mais altas da sociedade mundial.

Fonte: Terra

Cobre opera em queda, diante de aumento nos estoques do metal

Cobre opera em queda, diante de aumento nos estoques do metal


O cobre opera em baixa nesta terça-feira, pressionado pela elevação dos níveis de estoque do metal. Às 10h20 (de Brasília), o cobre recuava 2%, a US$ 6.673 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). Às 10h35, o cobre para março caía 2,06%, a US$ 3,0265 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
“Nós temos tido uma elevação nos estoques da LME nesta manhã, após uma longa série de recuos, e isso pode ter assustado o mercado”, afirmou Robin Bhar, diretor de pesquisa em metais do Société Générale. O cobre e outros metais poderiam também ser pressionados se a China não cumprir com os cortes sazonais na produção de metais, disse Nitesh Shah, estrategista de commodities da ETF Securities. A China, maior mercado global de metais, tem registrado dados econômicos mais fracos nos últimos meses, o que leva os preços para baixo, segundo analistas.
Entre outros metais básicos negociados na LME, o alumínio subia 0,23%, a US$ 2.074 a tonelada, o chumbo recuava 0,08%, a US$ 2.503 a tonelada, o estanho operava estável, a US$ 19.530 a tonelada, o zinco caía mais de 1%, a US$ 3.144,50 a tonelada, e o níquel tinha baixa de mais de 2%, a US$ 11.135 a tonelada.
Fonte: Dow Jones Newswires

   

Em nove anos, o Brasil acumula mega superávit de US$ 78,5 bilhões no comércio com a China

Em nove anos, o Brasil acumula mega superávit de US$ 78,5 bilhões no comércio com a China


Em nove anos (de 2009 a 2017), o Brasil acumula um superávit de US$ 78,599 bilhões no intercâmbio comercial com a China, o maior saldo registrado pelo país nas trocas comerciais com um único parceiro desde que a série histórica começou a ser divulgada pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), no ano 2000.
Em forte ascensão a partir de 2016, o superávit com os chineses atingiu a cifra mais elevada no ano passado, quando a corrente de comércio entre os dois países foi favorável ao Brasil em US$ 20,167 bilhões. Exceto a Ásia, continente ao qual a China pertence, nenhum outro bloco econômico ou geográfico esteve próximo de proporcionar ao Brasil um saldo tão elevado nas transações comerciais bilaterais.
Apesar do superávit elevado, no governo brasileiro cresce o interesse em negociar com os chineses uma mudança qualitativa na pauta exportadora para o país asiático, atualmente marcada por uma forte concentração nos produtos básicos, de menor valor agregado. Esses itens responderam, em 2017, por 86,3% de um total de US$ 47,488 bilhões exportados para a China. E apenas três itens básicos (soja em grãos, minérios de ferro e petróleo) ficaram com uma expressiva fatia de 80% do total embarcado.
Em entrevista ao jornal Valor Econômico, publicada no dia 26 de dezembro, o embaixador da China, Li Jinzhang abordou o assunto e afirmou que  “nos últimos anos, o comércio bilateral mantém-se em nível alto graças às vantagens complementares dos dois países, o que alavancou o crescimento econômico de ambos os lados. Essa parceria encontra-se em um novo momento histórico, e os dois países estão fazendo esforços para a transformação e modernização desse comércio”.
O embaixador Jinzhang referiu-se especificamente à iniciativa de “Um Cinturão e uma Rota”, lembrando que o projeto também conhecido como “A Nova Rota da Seda” e a cooperação de capacidade produtiva contribuirão para a ampliação e o salto qualitativo das cooperações econômica e comercial entre os dois países.
Segundo o embaixador, “a China está disposta a coordenar sua estratégia de desenvolvimento com a parte brasileira, promover a construção da infraestrutura do Brasil e testar novos modelos como o estabelecimento conjunto de polos industriais e parques de ciência e tecnologia, dando impulso à transformação estrutural da economia brasileira para subir as cadeias de valor e produção”.
Enquanto se aguarda pela consolidação dessa parceria, a soja segue ocupando a liderança da pauta exportadora para a China. Ano passado, as exportações da oleaginosa tiveram forte expansão em termos quantitativos e em receita gerada. As vendas de soja totalizaram US$ 20,3 bilhões, correspondentes a 43% de todo o volume embarcado pelo Brasil para a China. Em segundo lugar apareceram os minérios de ferro, com vendas no total de US$ 10,39 bilhões, equivalentes a 22% dos embarques para os chineses. Graças a uma forte alta de 88% comparativamente com o ano de 2016, o petróleo foi o terceiro item mais vendido para a China, gerando uma receita de US$ 7,35 bilhões, equivalentes a 15% do total exportado.
Do lado chinês, as exportações se limitam quase exclusivamente aos bens industrializados, responsáveis por 97,3% do total embarcado para o Brasil e geradores de uma receita de US$ 26,59 bilhões.
Fonte: Comex do Brasil 

Preço do minério de ferro avança e supera os US$ 78 a tonelada

Preço do minério de ferro avança e supera os US$ 78 a tonelada


O preço do minério de ferro voltou a subir nesta terça-feira (9) no mercado internacional. O minério à vista com teor de 62% de ferro negociado no porto de Qingdao marcou valorização de 0,94%, cotado a US$ 78,46 a tonelada.
Fonte: Money Times

   

Futuros do minério de ferro na China atingem máximas em 4 meses com cortes na capacidade de aço

Futuros do minério de ferro na China atingem máximas em 4 meses com cortes na capacidade de aço


Os futuros do minério de ferro na China avançaram cerca de 4 por cento nesta terça-feira, para o maior nível em quatro meses, com investidores reagindo às regras mais rigorosas para a instalação de novas capacidades de produção no país. Na segunda-feira, a China, maior produtor mundial de aço, ordenou que usinas em regiões ambientalmente sensíveis, incluindo o polo de Hebei, fechem ao menos 1,25 tonelada em capacidade de produção antes de construírem 1 tonelada de nova capacidade.
O contrato mais ativo de minério de ferro na Bolsa de Dalian fechou em alta de 3,5 por cento, a 560,5 iuanes (86,19 dólares) por tonelada, após tocar uma máxima de 562,5 iuanes, maior nível desde 13 de setembro. Enquanto isso, o contrato mais ativo do vergalhão de aço na Bolsa de Xangai se recuperou após três dias de queda e avançou 1,3 por cento, 3.819 iuanes por tonelada.
Fonte: Reuters