domingo, 14 de janeiro de 2018

Recordes mensais de produção em 2017



Lucro de R$ 360 milhões até setembro



USIMINAS

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Retomada do crescimento melhora perspectiva

A Usiminas conseguiu retomar o crescimento em 2017, após sofrer por um longo período os efeitos das crises do mercado do aço e da economia brasileira. Entretanto, a perspectiva para 2018 é completamente diferente, após três trimestres com Ebitda positivo. 
 
A empresa deve divulgar seus resultados financeiros consolidados do ano no próximo mês de fevereiro, mas os indicadores têm se mostrado animadores. Até o momento, o Ebtida Acumulado da Usiminas nos doze meses anteriores a 30 de setembro passado atingiu os mesmos patamares de 2013 e 2014, período anterior à severa crise que marcou os anos 2015 e 2016 na companhia. 
 
Segundo Sergio Leite, presidente da Usiminas, o ano que muitos querem esquecer, a Usiminas quer lembrar. “Foi um ano que marcou um processo consistente de retomada dos resultados e que, pela primeira vez nos exercícios recentes, nos permitiu planejar de fato o ano seguinte”, afirma.
 
Entre os pontos positivos para recuperação da Usiminas está o religamento do Alto Forno 1 da Usina de Ipatinga. O equipamento estava parado desde 2015, em razão da baixa demanda, e voltará a operar em abril deste ano. Com isto, serão duas mil toneladas a mais na produção de ferro gusa e, consequentemente, uma diminuição na aquisição de placas de terceiros. A Mineração Usiminas já havia retomado duas plantas paralisadas em razão da crise. Duas unidades de tratamento de minério – flotação e mina leste – voltaram a operar, gerando cerca de 400 novos empregos na operação da empresa em Itatiaiuçu (MG). 
 
As ações estão entre as mais negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo e acumulam valorização recorde de 121,9% ao longo do ano. Em setembro, a Standard & Poors elevou a nota de crédito da Usiminas de CCC+ para B-, destacando pontos como recuperação de preços e demanda, reestruturação da dívida e liquidez. Em outubro, a Fitch anunciou a elevação da nota da empresa de CCC para B, uma melhora significativa no perfil de crédito da companhia. No último mês de 2017, a Usiminas realizou a primeira amortização de sua dívida, no valor de US$ 90 milhões. O pagamento ocorre com cerca de dois anos de antecedência em relação ao prazo acertado na negociação realizada junto a credores brasileiros e internacionais. Em janeiro, a empresa realizará novo pagamento, relativo a bonds, no valor de US$ 180 milhões, resgatando o total das notas. 
 
Em relação aos empregados, a Usiminas retomou o pagamento de Participação nos Lucros e Resultados com um adiantamento dos valores no início de dezembro. O montante antecipado foi fixado em 30% do salário e o restante deve ser pago, segundo os critérios estabelecidos junto aos empregados, no primeiro trimestre de 2018. A empresa finalizou o primeiro de três anos do Programa Trilha da Liderança, em parceria com a Fundação Dom Cabral, que visa preparar os seus 388 lideres para o futuro da organização. 
Fonte: Minérios

Pedra alienígena encontrada no Egito confunde cientistas

Pedra alienígena encontrada no Egito confunde cientistas


Fragmentos da pedra (Foto: Reprodução/Dr Mario di Martino, INAF Osservatorio Astrofysico di Torino)
O mistério da pedra Hipátia continua: encontrada no sudeste do Egito em 1996, ela não se encaixa em nenhuma categoria já existente de meteorito. Passaram-se 17 anos até que cientistas chegassem à conclusão de que o pedregulho não teve origem no nosso Sistema Solar e outros quatro anos para conseguir provar a hipótese.
No estudo publicado no periódico Geochimica et Cosmochimica Acta, os pesquisadores da Escola de Geociências da Universidade de Witwatersrand, da África do Sul, sugerem que a rocha pode ser mais velha do que o nosso sistema.
Com 3,5 centímetros de comprimento, a pedrinha que pesa 30 gramas recebeu o nome de Hipátia, filósofa considerada a primeira matemática da história. O cientista Jan Kramers, que participou da pesquisa, comparou a estrutura da descoberta com a de um bolo de frutas: quando ela foi encontrada, parecia ter caído e quebrado. A partir de análises de pedaços de seu interior, foi possível começar a entender quando e onde ela surgiu.
"Podemos pensar na massa do bolo como a base da pedra, o que chamamos de 'duas matrizes' na geologia", explicou Kramers. "As frutas e nozes do bolo representam os minerais encontrados na Hipátia. Já a farinha representa os materiais secundários que encontramos nas fraturas da pedra, que vieram da Terra.
Geralmente, uma rocha possuiria rastros de carbono e silício, mas não Hipátia: a pedra possui uma mistura diferente de qualquer uma já descoberta na Terra. Segundo os cientistas, os compostos do mix também aparentam ser mais antigos do que nosso planeta e até mesmo o Sistema Solar onde ele se encontra.
"Sabemos que a Hipátia se formou em um ambiente frio, provavelmente a temperaturas abaixo da do nitrogênio líquido na Terra (-196ºC)", afirmou Kramers. O pesquisador afirma que, se Hipátia fosse do nosso Sistema Solar, teria surgido entre Marte e Júpiter, local de origem da maioria dos meteoritos. Mas esse não parece ter sido o caso da pedra encontrada no Egito. "Nossa próxima pesquisa se aprofundará em entender de onde veio Hipátia", disse o cientista.

Fonte: Galileu

Autoridades criticam alarme falso de míssil no Havaí

Autoridades criticam alarme falso de míssil no Havaí 

plain© Justin Sullivan/Getty Images plain Após um falso alarme de ataque com míssil ter causado pânico no Havaí, nos Estados Unidos, autoridades criticam neste domingo (14/01) a confiabilidade do sistema de alerta do arquipélago. A população recebeu na manhã de sábado um falso alerta, via celular, de ameaça de um míssil balístico que supostamente rumava para aquele estado americano.
A Agência de Gestão de Emergências do Havaí admitiu que "o botão errado foi apertado" durante uma troca de turno entre funcionários. Desde a divulgação do alerta até o envio de uma mensagem corrigindo a informação, se passaram 40 minutos.
Algumas pessoas abandonaram seus carros na estrada, outras se reuniram em suas casas para esperar pelo que parecia o inevitável: um ataque que causaria morte e destruição.
A Comissão Federal de Comunicações (FCC), responsável pelos padrões, procedimentos e protocolos de teste para o sistema de alerta que enviou o alerta falso, prometeu "uma investigação completa" sobre o incidente.
A Agência de Gestão de Emergências do Havaí postou um tuíte de que não havia ameaças 10 minutos depois do alerta falso, mas o texto não chegou a pessoas que não estão na plataforma.

"Erro imperdoável"


O senador pelo Havaí Brian Schatz afirmou no Twitter, ele afirmou que o alarme falso é "totalmente imperdoável”.
O deputado do Havaí Scott Saiki disse que o sistema no qual os habitantes do arquipélago deveriam confiar falhou de forma grosseira. "Claramente, as agências não estão preparadas, e falta capacidade para lidar com situações de emergência”, afirmou, através de comunicado.
"A população tem de confiar no nosso sistema de alerta de emergência", sublinhou o governador do Havaí, David Ige, acrescentando que esse tipo de incidente não pode acontecer.
O episódio aconteceu em um momento tenso entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte, por causa do programa nuclear desenvolvido por Pyongyang.

Fonte: BBC