quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

500 anos depois, cientistas descobrem o que matou os Astecas 

500 anos depois, cientistas descobrem o que matou os Astecas

Descoberto o que matou os astecas© iStock Descoberto o que matou os astecas Durante quase quinhentos anos, a ciência tentou entender exatamente o que dizimou a população asteca, o povo indígena que morava no México antes da invasão dos europeus. Havia várias teorias para a epidemia, conhecida apenas por ‘cocoliztli’ – ‘pestilência’, na língua náuatle – poderia ser varíola, sarampo, caxumba e até mesmo gripe. Mas, finalmente, a verdadeira culpada foi encontrada por cientistas alemães: febre entérica – também conhecida como febre tifoide.
Causada por uma variedade da bactéria salmonela, a febre tifoide matou 15 milhões de astecas em 5 anos, entre 1545 e 1550 – o correspondente a 80% da população. Ashild Vagene, co-autor do estudo publicado no periódico científico Nature Ecology and Evolution, explicou ao jornal inglês The Guardian que a cocoliztli não foi, porém, a única praga que atingiu a região na época. “A cocoliztli de 1545-50 foi uma das muitas epidemias que afetaram o México depois da chegada dos europeus”, afirmou.
Violenta, a tifoide doença mata em cerca de três ou quatro dias – após causar febres altas, dores de cabeça e sangramento dos olhos, boca e nariz. Esse surto é considerado um dos mais mortais da história da humanidade, chegando perto da Peste Negra, que tirou 25 milhões de vida no oeste da Europa durante o século XIV.
A descoberta veio após a extração de DNA de 29 esqueletos enterrados em um cemitério da época da cocoliztli; neles, os cientistas descobriram traços da bactérica salmonela entérica – que não só causa a febre entérica como também estava presente na Europa na mesma época.
O outro co-autor do estudo, Alexander Herbig, também explicou a conclusão da descoberta. “Nós testamos todos os patógenos de bactérias e vírus disponíveis, e a salmonela entérica foi o único germe detectado”
É possível, porém, que outros patógenos tenham passado despercebidos ou sejam completamente desconhecidos. Ainda assim, agora é possível confirmar – de uma vez por todas – que o grande azar dos astecas foi justamente ter sido encontrados pelos espanhóis.

Fonte: MSN

Bitcoin cai para US$10 mil, metade do preço máximo, com preocupações regulatórias

Bitcoin cai para US$10 mil, metade do preço máximo, com preocupações regulatórias

LONDRES/TÓQUIO (Reuters) - O bitcoin recuou mais 12 por cento na quarta-feira, para quase a metade do seu preço máximo, com investidores temerosos de que os reguladores podem restringir a volátil criptomoeda que disparou no ano passado.
O preço do bitcoin, a maior e mais conhecida criptomoeda mundial, caiu para 10 mil dólares na bolsa Bitstamp baseada em Luxemburgo, o menor valor desde 1 de dezembro.
A moeda digital atingiu o valor máximo de quase 20 mil dólares em dezembro - e, de fato, superou esse patamar em algumas bolsas -, mas desde então vem sofrendo com grandes vendas.
Outras criptomoedas recuaram ainda mais. Ethereum e Ripple caíram fortemente após relatos de que a Coreia do Sul e a China poderiam proibir o comércio de criptomoedas, levando a preocupações com uma regulamentação mais ampla.
“Há muito pânico no mercado. As pessoas estão vendendo para tentar sair daqui”, disse Charles Hayter, fundador da Cryptocompare, que possui criptomoedas.
Autoridades devem debater o aumento do bitcoin na próxima reunião de cúpula do G20 na Argentina, em março.
“As criptomoedas podem ser limitadas no trimestre atual antes da reunião do G20 em março, onde os políticos podem discutir uma regulamentação mais dura”, , disse Shuhei Fujise, analista chefe da Alt Design.
Separadamente, uma autoridade do banco central da China informou que o governo de Pequim deve proibir a negociação centralizada de moedas digitais, bem como indivíduos e empresas que prestam serviços relacionados.

Fonte: Reuters

PETROBRÁS ALCANÇOU NOVO RECORDE DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS EM 2017

PETROBRÁS ALCANÇOU NOVO RECORDE DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS EM 2017

petrobras sedeA despeito dos problemas que enfrenta, a Petrobrás terminou o ano de 2017 com um novo recorde de produção de óleo e gás no Brasil, totalizando 2,65 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), volume 0,9% superior a 2016. Levando em consideração apenas o petróleo produzido, foram 2,15 milhões de barris por dia (bpd), 0,4% acima do resultado do ano anterior. Este resultado foi obtido muito em virtude do excelente desempenho da camada do pré-sal.
Este é o quarto ano seguido em que a Petrobrás alcança recorde de produção de petróleo e o terceiro ano consecutivo em que cumpre com sua meta de produção. Em relação ao gás natural, o volume produzido chegou a 79,6 milhões de metros cúbicos por dia, outro número inédito obtido pela companhia em 2017.
Somente no mês de dezembro passado, a produção total de petróleo e gás natural foi de 2,72 milhões de boed, sendo 2,62 milhões boed produzidos no Brasil e 100 mil boed no exterior. A produção média de petróleo no país foi de 2,13 milhões de barris por dia, em linha com o volume produzido em novembro. A produção de gás natural, excluído o volume liquefeito, foi de 77,9 milhões m³/dia.
O índice de aproveitamento de gás da Petrobrás no Brasil também alcançou recorde em 2017, chegando ao patamar de 96,5%, como resultado dos avanços obtidos pelo Programa de Otimização do Aproveitamento de Gás, segundo informou a companhia.

Fonte:  Reuters

Preços do petróleo caem após ganhos iniciais, mas são apoiados por oferta apertada e demanda sólida

Preços do petróleo caem após ganhos iniciais, mas são apoiados por oferta apertada e demanda sólida

LONDRES (Reuters) - Os preços do petróleo caíam após ganhos iniciais nesta quarta-feira, mas continuavam sendo sustentados por uma oferta apertada e forte demanda global.
Fundamentos mais apertados levaram a uma alta de cerca de 13 por cento dos preços de referência em relação aos valores no início de dezembro, ajudados pelas restrições de produção da Opep e da Rússia, bem como pelo crescimento da demanda saudável.
O petróleo Brent recuava 0,39 dólar, ou 0,56 por cento, a 68,76 dólares por barril, às 9:38 (horário de Brasília), depois de atingir 69,37 dólares. Na segunda-feira, o Brent subiu para 70,37 dólares o barril, o mais alto nível desde dezembro de 2014.
O petróleo dos Estados Unidos caía 0,28 dólar, ou 0,44 por cento, a 63,45 dólares por barril, após tocar 63,89 dólares. O WTI atingiu 64,89 dólares na terça-feira, também o mais alto nível desde dezembro de 2014.
“Atualmente não há motivos para acreditar que houve uma mudança significativa no sentimento fundamental e que a liquidação é, até agora, vista como uma correção técnica”, disse Tamas Varga, analista da PVM Oil Associates em Londres.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e a Rússia estão travando a produção desde janeiro do ano passado e os cortes deverão durar até 2018.
A restrição da oferta coincide com demanda saudável e o crescimento econômico sólido e, como resultado, o mercado se apertou, contribuindo para a alta de mais de 50 por cento dos preços desde junho de 2017.

Fonte:  Reuters

Bovespa sobe e retoma 80 mil pontos com fluxo e de olho em noticiário corporativo

Bovespa sobe e retoma 80 mil pontos com fluxo e de olho em noticiário corporativo

SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista operava no azul nesta quarta-feira, recuperando os 80 mil pontos, conforme segue o viés favorável amparado no forte fluxo de investimento estrangeiro, em sessão que tinha ainda um noticiário corporativo mais movimentado.
A sessão é marcada ainda por vencimento de opções sobre o Ibovespa, o que pode adicionar alguma volatilidade aos negócios.
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Às 12:12, o Ibovespa subia 0,43 por cento, a 80.173 pontos. O giro financeiro era de 1,87 bilhão de reais.
Na véspera, o índice rompeu o patamar dos 80 mil pontos pela primeira vez, mas não o sustentou até o fechamento, com investidores encontrando oportunidades para ajustes.
A perspectiva de recuperação econômica no Brasil, em meio a juros baixos, mantém o viés favorável para o mercado acionário, que segue alvo ainda de forte fluxo de investimento estrangeiro. Este movimento também vem ajudando a segurar as tentativas de ajuste no índice. Apenas até o dia 12 de janeiro, o saldo externo na B3 estava positivo no ano em 3,584 bilhões de reais.
Embora o fluxo venha garantindo o viés mais favorável, o cenário político volta ao radar, principalmente após o presidente Michel Temer determinar o afastamento de quatro dos 12 vice-presidentes da Caixa Econômica Federal, por 15 dias.
“As dificuldades e o noticiário que envolve reforma previdenciária, assim como novo desconforto do governo na questão dos vice-presidentes da Caixa deixam o investidor local mais desconfiado do médio prazo”, escreveram analistas da corretora.

DESTAQUES

- SABESP ON avançava 3,49 por cento, liderando a ponta positiva do Ibovespa, diante da perspectiva em torno da revisão tarifária. A Arsesp divulgou na noite anterior nota técnica preliminar referente à etapa final da segunda revisão tarifária, abrindo o período de consulta pública até 5 de fevereiro. Segundo analistas do BTG Pactual, embora ainda não traga números, a nota tem destaques como o reconhecimento do regulador de que parte dos royalties que a Sabesp paga atualmente para alguns municípios será eventualmente repassada para tarifas.
- PETROBRAS PN subia 1,53 por cento e PETROBRAS ON ganhava 1,33 por cento, em meio às expectativas de definição sobre a revisão do contrato de cessão onerosa, após o governo ter criado uma comissão interministerial que tem prazo de 60 dias para negociar os termos com a estatal.
- VALE ON avançava 1,54 por cento, com uma visão favorável em torno da desalavancagem da empresa. Em evento com investidores nesta sessão, o diretor de relações com investidores da mineradora disse que as prioridades da empresa são reduzir a dívida líquida de 10 bilhões de dólares e pagar dividendos maiores a partir de 2018.
- MRV ON ganhava 1,87 por cento, após divulgar sua prévia operacional com alta de 41 por cento nos lançamentos em 2017.

Fonte:  Reuters