segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Pais acusados de torturar 13 filhos planejavam aumentar a família

Pais acusados de torturar 13 filhos planejavam aumentar a família

Pais acusados de torturar 13 filhos planejavam aumentar a família: Os Turpin também pensavam em em estrelar programa de televisão© DR Os Turpin também pensavam em em estrelar programa de televisão
A residência de David e Louise Ann Turpin ficou conhecida como 'Casa dos Horrores', depois que uma filha de 17 anos fugiu e a polícia descobriu que os 13 irmãos eram torturados, no último domingo (14). Os pais de  família,  aparentemente religiosos e inofensivos, são acusados de acorrentar os herdeiros, que têm entre 2 e 29 anos, além de só dar-lhes de comer uma vez ao dia.
Em entrevista à edição deste domingo do Mirror, o irmão de Louise revela que os Turpin planejavam ter pelo menos mais um filho. Quando perguntada porque queria um 14º filho, Louise respondeu que tinham o desejo de ser protagonista de um reality-show, como o 'Kate Plus 8' - que acompanha a norte-americana Kate Gosselin, mãe de oito filhos.
Tal desejo teria sido "a razão pela qual se mudaram para a Califórnia, para estarem mais próximos de Hollywood".
David e Louise acreditavam que iriam ganhar milhões e ficar conhecidos, nas palavras do irmão de Louise, Billy Lambert, ao jornal britânico.
Billy Lambert diz, ainda, que o casal não pensava nas crianças e que é "imperdoável" o que fizeram. "Ver a minha irmã rindo em um tribunal, enquanto era acusada, me fez ter vergonha de ser irmão dela", disse, admitindo que não se oporia à pena de morte e que espera que o casal nunca ganhe a liberdade.
Turpin, de 57 anos, e Louise, de 49, continuam detidos sob fianças milionárias. Em tribunal, os dois se declararam inocentes.O caso foi revelado quando uma das filhas do casal, de 17 anos de idade, fugiu e pediu ajuda. A jovem encontrava-se subnutrida de tal maneira que as autoridades não acreditavam ter 17 anos.

Fonte: BBC

Blockchain revoluciona mercado de diamantes



Diamantes (foto de archivo)

Blockchain revoluciona mercado de diamantes


A maior produtora de diamantes do mundo, De Beers, lidera um movimento que tem como objetivo garantir a autenticidade dessas pedras preciosas através da tecnologia blockchain. A Sputnik Internacional falou com o professor da Universidade de Derby (Reino Unido), Ashiq Anjum, sobre o papel dessa tecnologia no mercado de diamantes.
"Essencialmente o blockchain [cadeia de blocos, em inglês] serve como uma espécie de livro de contas incorruptível. O blockchain permite que duas entidades que não têm confiança mútua realizem transações de maneira segura. O sistema registra as transações realizadas entre duas partes de maneira mais ou menos permanente", explicou Anjum.
Segundo o especialista, qualquer pessoa será capaz de saber todos os detalhes sobre qualquer diamante: o lugar de origem, o tamanho, a forma e outros. Toda essa informação será guardada na "cadeia de blocos".

Bitcoin
© flickr.com/ Antana
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Uma caraterística única desse sistema é que ele dará a possibilidade de assegurar-se que a pedra preciosa provém de "fontes éticas". A utilização das novas tecnologias pode prevenir a compra dos "diamantes de sangue" – diamantes extraídos nas zonas de guerra para financiar a violência em certas regiões do mundo.
De Beers planeja usar a tecnologia de blockchain, a tecnologia em que se baseia o bitcoin e outras criptomoedas, para verificar a história de cada pedra, sua qualidade e autenticidade.
O especialista afirmou que as tecnologias como blockchain ainda estão em sua infância. Mas não é apenas a indústria dos diamantes que pode aproveitar-se dela. O blockchain pode ser útil no comércio farmacêutico. De acordo com Anjum, essa tecnologia pode beneficiar consideravelmente em áreas como, por exemplo, cadeias de abastecimento.

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CC0 / Pixabay
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O professor reconheceu que a tecnologia tem suas desvantagens, como os altos custos de seu uso, adaptabilidade e outras, mas ao mesmo tempo sublinhou que a "cadeia de blocos" não é uma tendência temporária.
Blockchain pode mudar de forma, evoluir ou ser feito com novas ferramentas, mas o conceito é único, por isso é muito provável que esta tecnologia encontre o seu caminho, concluiu o interlocutor.


Fonte:  De Beers

A escassez melhora o homem?

A escassez melhora o homem?






5 vilões da depressão

5 vilões da depressão



Embora não haja a necessidade de bani-los da dieta, é importante saber quais são os vilões da depressão para manter a quantidade de ingestão dos alimentos controlada. Fique por dentro!



Veja quais são os 5 vilões da depressão
Descubra quais são os alimentos que podem intensificar a depressão ou mesmo induzir a ela, segundo a nutricionista Gabriela Tais Passoni. Todos eles atrapalham o bom funcionamento cerebral, principalmente a comunicação entre os neurônios e, consequentemente, afetam o equilíbrio emocional. Apesar de não precisarem ser banidos da dieta, controlar a quantidade de ingestão é fundamental.
1. Álcool
Por gerar alterações fisiológicas no trato gastrointestinal, prejudica a absorção de nutrientes como as vitaminas do complexo B, vitamina D, além de interferir em seu metabolismo e aumentar a excreção de vitamina C, magnésio, zinco, selênio, podendo causar danos cerebrais. O álcool pode interferir no humor, sono e motivação, e também afetar a eficácia dos medicamentos para depressão.
2. Carboidratos
    A depressão está relacionada com a inflamação e com o desequilíbrio entre glicose e insulina. Com ingestão de uma quantidade elevada de carboidratos, há o aumento do índice glicêmico, que por sua vez aumenta os níveis do triptofano, fornecendo um bem-estar passageiro. O consumo de carboidratos aumenta a liberação de citocinas próinflamatórias, e a inflamação do organismo tem uma relação direta com a depressão.
    3. Açúcar
      Em excesso, pode prejudicar o equilíbrio emocional, porque afeta a transmissão neurológica e reduz os níveis de fator neurotrófico, que é um fator de crescimento do neurônio. A consequência desse mau funcionamento cerebral também afeta os receptores de membrana da serotonina, considerada o hormônio da felicidade, podendo causar transtornos depressivos.
      4. Carne vermelha
      Quando cozida, a carne vermelha forma as aminas heterocíclicas, que são substâncias indesejadas produzidas durante a exposição de alimentos a altas temperaturas, e que prejudicam uma série de funções do organismo, entre eles o bom funcionamento dos neurônios. As carnes também são fontes de aminoácidos que competem com o triptofano no cérebro e com isso diminuem a síntese de serotonina.
      5. Alimentos industrializados
      Estes são os alimentos mais ricos em gorduras trans, que são tóxicas para os neurônios. Essa gordura estimula a produção de citocinas pró-inflamatórias, que gera resistência à insulina e um desequilíbrio dos ácidos graxos essenciais (ômega-3) nas membranas cerebrais.

      Fonte: Saúde

      A corrida pela soberania e pelos bilhões do leito dos oceanos

      A corrida pela soberania e pelos bilhões do leito dos oceanos


      A corrida pela soberania e pelos bilhões do leito dos oceanos
      Máquinas de exploração submarina já estão sendo fabricadas e testadas.[Imagem: Soil Machine Dynamics]

      Geopolítica dos oceanos
      Ao redor do mundo, diversos países estão reivindicando soberania sobre áreas de difícil acesso no fundo dos oceanos. Por quê?
      No século 20, por exemplo, missões para chegar ao Polo Sul foram financiadas por investidores privados, com olhos nos benefícios da futura exploração dessas áreas desconhecidas.
      Mas o aspecto geopolítico sobre os oceanos só ganhou força em 1945, quando o então presidente dos EUA, Harry Truman, reivindicou a totalidade da plataforma continental adjacente ao país. O Brasil fez o mesmo em 1970, elevando seu mar territorial para 200 milhas náuticas.
      Em 1982, a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM) criou uma série de "estágios", que incluem o mar territorial (12 milhas), zona contígua, zona econômica exclusiva (até 200 milhas) e uma "plataforma continental ampliada", permitindo que os países reivindiquem direitos econômicos sobre sua plataforma continental até um limite de 350 milhas marítimas - em 4 de janeiro de 1993, o governo brasileiro sancionou a Lei nº 8.617, que tornou os limites marítimos brasileiros coerentes com os limites preconizados pela CNUDM.
      Simbolicamente, em 2007, a Rússia usou um submarino-robô para fincar uma bandeira no fundo do mar abaixo do Polo Norte.
      E o objetivo é quase sempre o mesmo dos financiadores dos primeiros exploradores: os interesses econômicos nos oceanos, no fundo oceânico e no que vier abaixo dele - como o petróleo do pré-sal, por exemplo.
      A corrida pela soberania e pelos bilhões do leito dos oceanos
      O LEPLAC (Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira) foi instituído em 1989 para estabelecer o limite além das 200 milhas no qual o Brasil irá reivindicar soberania. [Imagem: Comissão Interministerial para os Recursos do Mar]
      Mineração oceânica
      Apenas 5% do leito oceânico, que cobre cerca de 60% da superfície da Terra, foi explorado até agora. A luz não chega às profundezas, que vivem na escuridão, em temperaturas perto de zero.
      Cada missão exploratória revelou estruturas frágeis e animais nunca antes vistos. Mas empresas e governos estão de olho em minerais que potencialmente podem valer bilhões. Nos últimos anos, houve grande avanço na tecnologia para mapear e extrair esses recursos - incluindo a construção de equipamentos robóticos capazes de operar em grandes profundidades.
      Com isto, a mineração marinha, ideia que data dos anos 1960, pode se tornar realidade já na próxima década.
      No solo oceânico há, por exemplo, cobre, níquel e cobalto em grandes concentrações, assim como depósitos de metais estratégicos, como é o caso dos chamados elementos de terras raras, usados em tecnologias como chips de memória, baterias para carros elétricos e ímãs superfortes para discos rígidos e turbinas eólicas.
      Estima-se que apenas algumas montanhas no fundo do Pacífico contenham 22 vezes mais telúrio, elemento usado em painéis de energia solar, do que em todas as reservas terrestres conhecidas.
      A corrida pela soberania e pelos bilhões do leito dos oceanos
      O monte submarino Tropic, próximo às Ilhas Canárias, tem 3 mil metros de altura e uma enorme reserva de terras raras. [Imagem: NOC]
      Meio ambiente
      Até o momento, esses recursos minerais estão sendo apenas localizados, não extraídos. E há sérios obstáculos a superar para sua exploração comercial continuada.
      O equipamento precisa funcionar em profundidades de 5 mil metros, onde a pressão é 500 vezes maior que na superfície, apenas para começar a escavar. A atual tecnologia de mineração profunda permite apenas a operação em regiões de mil metros debaixo d´água.
      As regras para a exploração do fundo dos oceanos ainda não foram estipuladas, mas os interessados terão que demonstrar que avaliaram o impacto ambiental das operações e os planos de contingência para efeitos das atividades.
      O grande problema é que o conhecimento humano sobre esses ambientes é limitado, o que dirá a compreensão sobre os efeitos de sua exploração para a extração de recursos.
      Um consórcio internacional de cientistas começou recentemente a tentar medir o impacto ambiental da escavação do leito oceânico. Os especialistas temem que isso possa afetar muitas formas de vida e mesmo a capacidade dos oceanos de fornecer alimento e absorver dióxido de carbono da atmosfera.
      A corrida pela soberania e pelos bilhões do leito dos oceanos
      Esta é a maior máquina da mina oceânica Solwara-1, ao largo de Papua Nova Guiné. [Imagem: Nautilus Minerals]

      Fonte:  BBC