sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Balança comercial do setor mineral registrou em 2017 superávit de US$ 23,4 bilhões

Balança comercial do setor mineral registrou em 2017 superávit de US$ 23,4 bilhões

As exporações do setor mineral somaram US$ 46,4 bilhões no ano passado, ou 21,3% do total dos embarques brasileiros em 2017, informou o Ministério de Minas e Energia (MME) em comunicado divulgado nesta quarta-feira (24). Os dados englobam todo o setor, que abrange a indústria extrativa, exceto petróleo e gás, e a indústria da transformação mineral (siderurgia, fundições, cimentos, cerâmicas, vidro e outras).
Em 2016, as vendas externas do setor somaram US$ 36,6 bilhões. O avanço no ano passado, portanto, foi de 26,7%. As importações em 2017 somaram US$ 23 bilhões, uma alta de 24% em relação ao ano anterior. Com isso, a balança comercial do setor mineral fechou o ano com superávit de US$ 23,4 bilhões, valor 30% superior ao registrado em 2016 e o maior em cinco anos. Segundo o MME, o crescimento dos embarques e a recuperação dos preços do minério de ferro contribuíram para esse avanço no saldo positivo.
A mineração foi responsável por 51,7% das exportações do setor, com US$ 24 bilhões. O principal item dessa pauta é o minério de ferro, com 80% dos embarques da mineração e 8,8% do total das exportações brasileiras. No ano passado, as vendas externas do produto subiram 2,5%, para 383,5 milhões de toneladas.
Para os países árabes, a exportação de minério de ferro avançou 54,5% em 2017, alcançando US$ 1,14 bilhão, segundo dados compilados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira com base nos números do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). O produto representou 8,3% dos embarques brasileiros à região. Omã, Egito e Bahrein foram os principais compradores.
Em 2017, as importações totais da mineração somaram US$ 7,8 bilhões, uma alta de 44% em relação a 2016. Segundo o MME, o País comprou mais carvão metalúrgico e potássio no ano passado, e os preços dos produtos também sofreu uma elevação.
(*) Com informações da ANBA

Engenheiro russo usa seus conhecimentos para produzir joias nos EUA

Engenheiro russo usa seus conhecimentos para produzir joias nos EUA

No fim dos anos 1980, ele participava de exibições de joias na União Soviética quando inesperadamente foi notado por uma empresa americana.
No fim dos anos 1980, ele participava de exibições de joias na União Soviética quando inesperadamente foi notado por uma empresa americana.
Alex Soldier
Alex Soldier tornou-se um dos joalheiros mais criativos de Nova York.
Alex Soldier emigrou da União Soviética no início dos anos 1990 e rapidamente se tornou um dos mais inovadores designers de joias em Nova York. Hoje, suas peças inspiram as pessoas e simbolizam a beleza e a complexidade da vida.
Seu ateliê em Manhattan é repleto de belas peças de joia e preciosas miniaturas, assim como prestigiados prêmios internacionais. Localizado a poucos metros da movimentada Times Square, um dos principais cruzamentos do mundo, o estúdio encontra-se no epicentro de um novo movimento na joalheria americana.
Alex Soldier com o prêmio Grace Kelly em seu ateliê em Manhattan
Como ex-engenheiro soviético, Soldier foi pioneiro no uso de técnicas que dão às joias um acabamento mais suave, fazendo-as parecer mais um tecido do que um metal. Seus coloridos padrões em pedras preciosas incluem um alto grau de atenção ao detalhe e à textura.

Nascido Alexander Soldatov na cidade de Perm, nos Montes Urais, ele conquistou o diploma de engenharia da computação e era fascinado por robôs e inteligência artificial. Soldier planejava dedicar sua vida à engenharia, mas uma virada do destino levou-o ao mundo da joalheria.
Sua esposa, Galina, que amava seus talentos artísticos, convenceu-o a juntar-se a uma fábrica de joias estatal nos Urais, e em apenas seis meses ele passou de estagiário a designer chefe.
“A técnica de esmalte única que usamos na época da União Soviética para criar nossas peças hoje está quase perdida”, lamenta-se Soldier.

No fim dos anos 1980, ele participava de exibições de joias na União Soviética quando inesperadamente foi notado por uma empresa americana. Logo em seguida, mudou-se para os Estados Unidos e mudou seu nome para Alex Soldier, mais curto e compreensível para os ouvidos americanos.
Ele não durou muito na empresa, porque as regras corporativas freavam sua criatividade. Então abriu seu próprio negócio e desenvolveu métodos únicos, que hoje estão mudando o modo como americanos e outras pessoas pelo mundo veem a joalheria.

Todas as suas peças são feitas à mão em seu ateliê em Manhattan, com o uso de um microscópio. Enquanto Soldier cria a maior parte das peças ele mesmo, sua equipe de talentosos profissionais é aberta até mesmo a quem não possui um treinamento formal em joalheria, porque “não estão restritos pelos limites do artesanato tradicional que podem ter aprendido anteriormente”.

Desde 2009, a cada ano Soldier realiza o prêmio Grace Kelly, concedido a celebridades icônicas por seu apoio filantrópico às artes. Seu prêmio incorpora os símbolos das três formas de arte mais amadas pela princesa de Mônaco: o teatro, a dança e o cinema.

Uma de suas joias mais populares em Nova York é o anel de diamantes que imita um caracol. “Talvez os acelerados novaiorquinos na verdade desejem um estilo de vida mais lento e pacífico”, disse o joalheiro. “Acho que os caracóis são um lembrete da vida mais devagar que eles raramente conseguem aproveitar.”
Fonte: Geologo.com



Pessoas comuns que fizeram descobertas que renderam muito dinheiro

9 Pessoas comuns que fizeram descobertas que renderam muito dinheiro


A- A+

  •  
  •  
  •  
  • Imprimir


9 Pessoas comuns que fizeram descobertas que renderam muito dinheiro (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)


A vida é repleta de coisas inusitadas, e às vezes uma descoberta pode mudar totalmente a vida de alguém. Já imaginou achar sacos de dinheiro no sótão da sua casa? Ou achar ouro enquanto caminha em uma praia? Bem, algumas pessoas já tiveram essa sorte.
Veja abaixo exemplos de pessoas que tiveram a sorte de encontrar tesouros incríveis, quando menos estavam esperando.

1 – Uma Ferrari 330 GT de 1996 encontrada em uma garagem

Em Wyoming, Estados Unidos, um homem comprou uma casa que custou 285.500 dólares. A garagem da casa não atraiu a atenção do comprador e do corretor de imóveis. O novo proprietário ficou realmente surpreso quando descobriu uma Ferrari 330 GT 1996 cheia de poeira e em condições quase perfeitas, que foi avaliada em mais de 500 mil dólares.

2 – Tesouros em uma cadeira antiga

Um casal escocês comprou uma cadeira antiga por 5 Libras esterlinas, mas eles não tinham dinheiro para repará-la, então a cadeira ficou guardada no sótão durante seis anos. Depois desse tempo todo, o Sr. Milner-Brown decidiu consertar a cadeira. Ele tirou o estofamento e descobriu jóias de diamantes por dentro. O homem não contou à sua esposa sobre sua descoberta. Ele apenas lhe deu o anel e os brincos com pedras preciosas que estavam na cadeira. Somente em 2016 ele revelou o segredo, então o casal foi em alguns especialistas e soube que suas descobertas valiam quase 5.000 Libras esterlinas.

3 – Uma pepita de ouro pesando 5,5 kg

Um homem estava andando em uma praia na Austrália, quando encontrou um objeto estranho sob a areia. No início ele pensou que era uma sucata de carro, mas quando ele começou a cavar percebeu que era uma grande pepita de ouro pesando 5,5 kg e avaliada em mais de 300 mil dólares.

4 – Um tesouro no quintal

Em 5 de julho de 2009, Terry Herbert, um fazendeiro inglês, estava caminhando com seu velho detector de metais perto de sua casa buscando um anel que sua filha havia perdido, quando encontrou um incrível tesouro – 1.500 itens de ouro e prata que datam do século VII. O valor de tudo isso foi superior a 5 milhões de dólares, mas como o tesouro pertence ao país, o homem só conseguiu uma recompensa igual à metade do custo do tesouro – o que não é nada mal!

5 – Uma casa repleta de ouro

Um francês herdou uma casa na Normandia, e começou a explorar sua propriedade, quando notou uma pequena caixa com moedas de ouro que estava presa em uma cadeira. Ele encontrou ainda mais ouro em uma caixa de whisky, e mais tarde, ele descobriu uma enorme pilha de barras de ouro. A soma total foi de quase 3,7 milhões de dólares. Mas devido às regras francesas, ele teve que pagar um imposto igual a 45% de sua descoberta.

6 – A maior pedra de opala do mundo

Em 2011, a maior pedra de opala do mundo foi encontrada nos campos de opala no sul da Austrália pelo designer Stuart Hughes. A pedra tinha 55 mil quilates de opala pura, e foi avaliada em 1 milhão de dólares.

7 – Um tesouro no piano

Martin Backhouse, de 61 anos, foi convidado para ir ao Bishop’s Castle Community College para afinar um piano que a família Hemmings deu à faculdade. Durante seu trabalho, o homem encontrou 7 sacos com moedas do reinado de Victoria sob as teclas do piano. Os especialistas estimaram seu valor em 640.000 dólares. Martin recebeu uma recompensa, mas infelizmente a família que possuiu o piano por 33 anos não sabia do dinheiro e perdeu a chance de obter uma recompensa também.

8 – Um ovo Fabergé comprado em um mercado

Um americano comprou um ovo de metal com peças de pérola e um relógio dentro. Ele pagou 14.000 dólares e queria revender o item por um preço mais alto, mas ninguém se interessou pelo objeto. Então ele decidiu pesquisar histórias no Google sobre sua compra. Ele notou um símbolo da fabricante de relógios Vacheron Constantin, e encontrou um artigo especial do Fabergé na internet. Quando o homem levou o ovo para avaliadores profissionais, ele ficou sabendo que se tratava de um ovo de páscoa que Alexandre III, imperador da Rússia, enviou para sua esposa em 1887. Ninguém sabe como o ovo chegou aos Estados Unidos, mas o americano se tornou $ 33 milhões mais rico depois de vendê-lo.

9 – Dinheiro encontrado em um sótão

Um homem chamado Josh Ferrin estava em sua oficina quando notou um pedaço de tapete saindo do teto. Ele puxou-o, e um painel de acesso ao sótão abriu-se. Ele viu um recipiente de metal, abriu a tampa e encontrou vários pedaços de dinheiro amarrados. Ele encontrou mais 7 caixas cheias de dinheiro, além de 2 grandes sacos de lixo preto cheios de dinheiro. No total, havia cerca de 45 mil dólares dentro do sótão. Josh decidiu devolver o dinheiro aos proprietários anteriores, que ficaram realmente chocados. Eles recentemente tinham herdado a casa e disseram que deve ter sido o pai deles que havia escondido o dinheiro.
Fonte: Bright Side



DNPM estreita laços com a Alemanha

DNPM estreita laços com a Alemanha

O Diretor-Geral do DNPM, Dr. Victor Hugo Froner Bicca, recebeu na tarde do dia 25/01, a visita do Embaixador da Alemanha no Brasil, Dr. Georg Witschel, que estava acompanhado do Ministro de Assuntos Econômicos e Temas Globais, Dr. Rainer Munzel.
O Diretor-Geral do DNPM fez uma rápida explanação da economia mineral brasileira aos visitantes e o interesse em estreitar os laços com o governo alemão, no sentido de trazer empresas alemãs para investir no Brasil.
O Embaixador Witschel destacou a importância do setor mineral brasileiro, a diversidade dos bens minerais brasileiros, também relatou sobre a potência tecnológica da indústria alemã e sua necessidade de matérias primas minerais, onde o Brasil se encaixa como um importante player.
Já ficou previamente agendado um Workshop para 18 de junho entre o DNPM e os nossos parceiros alemães, governo, iniciativa privada brasileira e produtores de equipamentos para mineração da Alemanha, bem como empresas consumidoras de bens minerais da Alemanha. Um dos objetivos desse encontro é o de demonstrar a diversidade mineral brasileira e as oportunidades de negócios na mineração em nosso país. Brevemente divulgaremos o programa desse evento.
 Fonte: DNPM

An­glo espera aval para explorar mi­né­rio de fer­ro em Con­cei­ção do Ma­to Den­tro e Al­vo­ra­da de Mi­nas


An­glo espera aval para explorar mi­né­rio de fer­ro em Con­cei­ção do Ma­to Den­tro e Al­vo­ra­da de Mi­nas

A apre­ci­a­ção de pa­re­cer téc­ni­co da Se­cre­ta­ria de Es­ta­do de Meio Am­bi­en­te e De­sen­vol­vi­men­to Sus­ten­tá­vel (Se­mad) ho­je, na Câ­ma­ra Téc­ni­ca em Ati­vi­da­des Mi­ne­rá­ri­as do Con­se­lho de Po­lí­ti­ca Am­bi­en­tal (Co­pam), vai de­fi­nir os ru­mos da ex­plo­ra­ção de mi­né­rio de fer­ro nos mu­ni­cí­pi­os de Con­cei­ção do Ma­to Den­tro e Al­vo­ra­da de Mi­nas, na Re­gi­ão Cen­tral de Mi­nas Gerais.
Se apro­va­do, o pa­re­cer fa­vo­rá­vel da Se­mad per­mi­ti­rá à An­glo Ame­ri­can ini­ci­ar ime­di­a­ta­men­te in­ves­ti­men­tos de US$ 330 mi­lhõ­es (cer­ca de R$ 1 bi­lhão) na im­plan­ta­ção da ter­cei­ra fa­se do pro­je­to Mi­nas-Rio. Ou­tra des­ti­na­ção do re­cur­so se­rá ga­ran­tir a con­ti­nui­da­de e o au­men­to da ca­pa­ci­da­de de pro­du­ção do em­pre­en­di­men­to, das atu­ais 16 mi­lhõ­es de to­ne­la­das por ano pa­ra 26,5 mi­lhõ­es de to­ne­la­das anuais.
Ca­so o pa­re­cer se­ja re­cu­sa­do, a em­pre­sa te­rá de cor­rer con­tra o re­ló­gio pa­ra não pa­ra­li­sar su­as ati­vi­da­des a par­tir de setembro. Com o aval do Co­pam, a em­pre­sa te­rá as li­cen­ças de ins­ta­la­ção e pré­via pa­ra am­pli­ar a ex­plo­ra­ção da re­ser­va de mi­né­rio de ferro. “A ex­pec­ta­ti­va é positiva. Nós con­ver­sa­mos com o go­ver­no e com o Mi­nis­té­rio Pú­bli­co pa­ra mos­trar o pro­je­to e a gran­de ne­ces­si­da­de da fa­se 3 pa­ra a con­ti­nui­da­de das ope­ra­çõ­es”, afir­mou o pre­si­den­te da mi­ne­ra­do­ra no Bra­sil, Ru­ben Fernandes.
“Es­pe­ro não ter de to­mar a de­ci­são de pa­ra­li­sar”, acres­cen­tou o executivo. Se­gun­do ele, no atu­al es­tá­gio, a em­pre­sa dis­põe de mi­né­rio pa­ra ope­rar ape­nas até setembro. O exe­cu­ti­vo ob­ser­va que a mi­ne­ra­do­ra já sen­te os efei­tos do fim da ex­tra­ção na fa­se 2. “A pro­du­ção tem um cus­to um pou­co mai­or e o te­or do mi­né­rio cai”, re­ve­la Fernandes.
Ain­da que com a apro­va­ção das li­cen­ças am­bi­en­tais, es­te ano a An­glo sen­ti­rá os efei­tos da tran­si­ção de eta­pas do Mi­nas-Rio. Se­gun­do Fer­nan­des, a em­pre­sa, que fe­chou o ano pas­sa­do com pro­du­ção um pou­co su­pe­ri­or às 16,1 mi­lhõ­es de to­ne­la­das ex­traí­das do Mi­nas-Rio em 2016, de­ve en­fren­tar que­da nes­te ano. O pre­si­den­te da An­glo Ame­ri­can in­for­ma que já há uma em­pre­sa con­tra­ta­da pa­ra as obras da fa­se 3 (ex­pan­são da fren­te de la­vra e al­te­a­men­to da bar­ra­gem de con­ten­ção, en­tre ou­tros ser­vi­ços) e que se­rão ge­ra­dos 800 em­pre­gos na fa­se de implantação. Des­se uni­ver­so, 100 opor­tu­ni­da­des se­rá man­ti­das de­pois da en­tra­da em ope­ra­ção da ter­cei­ra etapa. Ho­je, a An­glo tem 4.800 em­pre­ga­dos, sen­do 1.600 na re­gi­ão das minas.
Im­pac­to
Pa­ra ins­ta­lar a no­va eta­pa, a em­pre­sa ne­go­ciou com as co­mu­ni­da­des atin­gi­das e além das fa­mí­li­as im­pac­ta­das di­re­ta­men­te es­tá dis­pos­ta a re­as­sen­tar as que es­tão em áre­as de in­flu­ên­cia in­di­re­ta do projeto. Fo­ram re­a­li­za­das au­di­ên­ci­as pú­bli­cas e 44 reu­ni­õ­es com as po­pu­la­çõ­es do en­tor­no das mi­nas da Anglo. Ho­je, se­gun­do Fer­nan­des, nas pró­pri­as co­mu­ni­da­des ma­ni­fes­ta­çõ­es es­tão sen­do re­a­li­za­das pe­la ma­nu­ten­ção das ope­ra­çõ­es da com­pa­nhia na região. Além dos sa­lá­ri­os e da mo­vi­men­ta­ção em com­pras, a An­glo re­ve­la que da Com­pen­sa­ção Fi­nan­cei­ra pe­la Ex­plo­ra­ção de Re­cur­sos Mi­ne­rais (Ce­fem) pa­ga pe­la em­pre­sa fo­ram des­ti­na­dos R$ 65,5 mi­lhõ­es pa­ra Con­cei­ção do Ma­to Den­tro e R$ 5,3 mi­lhõ­es pa­ra Al­vo­ra­da de Minas.
Com a en­tra­da da fa­se 3 e o au­men­to da pro­du­ção, no Mi­nas-Rio, se­gun­do a An­glo Ame­ri­can, se­rão re­co­lhi­dos R$ 317 mi­lhõ­es em 2019, em im­pos­tos mu­ni­ci­pais, es­ta­du­ais e fe­de­rais e ou­tras ta­xas, dos quais R$ 62 mi­lhõ­es pa­ra os mu­ni­cí­pi­os, R$ 180 mi­lhõ­es pa­ra o es­ta­do e R$ 75 mi­lhõ­es pa­ra a União. A em­pre­sa des­ta­ca que to­da a ex­pan­são se­rá des­ti­na­da aos mer­ca­dos nos quais já co­mer­ci­aliza o mi­né­rio pa­ra pro­du­ção de pe­lo­tas de fer­ro: Chi­na, Ín­dia, paí­ses ára­bes e Europa. A pers­pec­ti­va é de que o pre­ço do mi­né­rio de fer­ro se man­te­nha no pa­ta­mar atu­al en­tre US$ 60 e US$ 70 por tonelada. Fonte: EM