sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Diamante mais raro do mundo pode bater recorde de venda

A casa de leilões Sotheby’s colocou à venda nesta semana o maior e mais branco diamante do mundo. A pedra, de 102,34 quilates, possui as classificações mais altas em termos de cor, de transparência e de corte, de acordo com especialistas. “Esse é o único diamante brilhante de mais de 100 quilates considerado perfeito de acordo com todos os critérios”, explica a Sotheby’s. Em toda a historia, apenas 7 diamantes com notas semelhantes e mais de 100 quilates foram colocados à venda.
A pedra vem de Botswana, na África, e seu processo de extração durou mais de 6 meses. “A precisão do trabalho aproxima-se da tarefa de Michelangelo”, pontua a casa de leilões.
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Divulgação
A expectativa é de que a pedra se torne a mais cara já vendida, superando o diamante oval de 163 quilates, vendido em Hong Kong em 2013. “Ela foi vendida a US$ 260 mil por quilate, atualmente o recorde mundial. Este é um corte brilhante e redondo, o preço de venda será maior”. Explica Patti Wong, presidente da divisão de diamantes da Sotheby’s. A expectativa é de que o diamante ultrapasse “consideravelmente” os US$ 33,7 milhões, recorde de venda atual.
A pedra está sendo exibida na sede da empresa, em Londres, entre quinta e sexta-feira. A venda será realizada de maneira particular, e não em um leilão.
“Quem comprar essa pedra entenderá seu significado, de um ponto de vista objetivo, científico e gemológico, mas, sem dúvida, terá uma reação emocional intensa a ele”, aposta a companhia.

Fonte: Brasil Mineral

Opala Preta

Opala Preta

opala preto
A  pedra é a Opala Preta, sendo que esta teria vindo da Austrália, e é considero como o país clássico desta pedra, sendo o maior fornecedor, no entanto o seu preço médio é de aproximadamente U$ 2.355,00 dólares o quilate da pedra.
No Brasil existe um mina de opalas nobres em Pedro II Piauí ( a reserva é enorme). Na Austrália as opalas estão ficando raras, as minas são muito antigas.
Fonte: Geologo.com

Usiminas: cessar-fogo inesperado destrava valor; o que fazer com as ações?

Usiminas: cessar-fogo inesperado destrava valor; o que fazer com as ações 
(09.02.2018 
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Os ativos preferenciais da Usiminas já avançaram 24% este ano Os ativos preferenciais da Usiminas já avançaram 24% este ano
Money Times - Um acordo visto como inesperado entre os acionistas controladores da Usiminas (USIM3; USIM5) irá destravar valor e fazer com que a siderúrgica possa focar no seu próprio negócio, avalia o Credit Suisse em um relatório publicado nesta quinta-feira (8) após um comunicado (veja abaixo) que revela uma saída amigável para uma disputa entre os sócios Ternium e Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation.
Em termos gerais, o documento estabelece “novas regras para regular suas relações como acionistas e membros do grupo de controle” e adota todas as medidas necessárias para “resolver e terminar amigavelmente as disputas legais pendentes” em relação à empresa.
“Vemos o acordo como um resultado positivo para a Usiminas, permitindo que ela se concentre totalmente em suas próprias operações após quase quatro anos de disputa entre os acionistas controladores”, apontam os analistas Ivano Westin, Renan Criscio e Rafael Cunha.
A solução também foi vista como uma “surpresa positiva” para a equipe do BTG Pactual (SA:BPAC11), que vê a notícia como fundamental para um impulso adicional para as ações no curto prazo.
“Nosso sentimento ao falar com os investidores nos últimos anos foi de que as diferenças entre os acionistas controladores têm sido um grande peso, pois houve questões materiais sobre como a administração geraria operações e a visão de longo prazo para a empresa”, avaliam Leonardo Correa e Gerard Roure. Eles recomendam a compra dos papéis (USIM5) e projetam um preço-alvo de R$ 14. Os ativos já avançaram 24% este ano.
O que fazer com as ações?
Na avaliação do Credit Suisse, atualmente as ações ordinárias USIM3 podem estar muito apreciadas para a nova estrutura. Os analistas entendem que esta classe mereceu um prêmio sobre os papéis preferenciais USIM5 desde setembro de 2014, que foi quando a disputa entre os sócios se tornou mais feroz depois da demissão do CEO Julian Egurem. A diferença oscilou entre 2% e 520% durante os últimos anos até chegar ao atual nível de 18%.
“Uma vez que as novas regras de governança estabelecem que a cláusula de saída entrará em vigor apenas 4,5 anos a partir da eleição do conselho executivo em maio de 2018, e a cláusula de standstill (período de salva guarda) estabelece que os acionistas controladores não têm permissão para adquirir USIM3 do mercado livre, acreditamos que USIM5 tem espaço para reduzir o desconto atual para o USIM3”, destacam os analistas.
A recomendação é de desempenho acima da média do mercado (outperform), equivalente à compra, com um preço-alvo de R$ 16.
Por Money Times

Dow Jones cai 4,1% com volta do medo de alta dos juros nos EUA; e vem mais por aí

Dow Jones cai 4,1% com volta do medo de alta dos juros nos EUA; e vem mais por ai
s (09.02.2018 05:27)

 

© Reuters.  Dow Jones cai 4,1% com volta do medo de alta dos juros nos EUA; e vem mais por aí, dizem analistas © Reuters. Dow Jones cai 4,1% com volta do medo de alta dos juros nos EUA; e vem mais por aí, dizem analistas
- O nervosismo voltou a tomar conta do mercado de ações americano em meio ao receio de que os juros subam mais e mais depressa que o esperado e que os bancos centrais enxuguem a liquidez dada aos bancos nos últimos anos, não só nos Estados Unidos, como também na Europa. O Índice Dow Jones fechou em queda de 4,1%, perdendo mais 1.032 pontos, para fechar em 23.860 pontos, zerando os ganhos no ano e passando a perder 3,47% em 2018. Repetiu-se hoje o enredo de segunda-feira, quando o índice começou a cair e acelerou as perdas no fim do dia, para 4,7%, movimento atribuído aos robôs que zeram automaticamente as posições dos investidores a partir de determinado percentual de perdas e que acabam por ampliar o movimento de baixa. Há também o movimento dos investidores que são obrigados a aumentar as garantias dadas para operar no mercado, já que em muitos casos essas garantias são ações, que perderam valor.
S&P cai 3,75% e Nasdaq, 3,90%
O Standard & Poor’s 500, principal índice do mercado americano e do mundo, perdeu 3,75% no dia e já recua 3,46% no ano. O Nasdaq caiu 3,90%, e perde 1,83% no ano. O movimento também se estendeu à Europa, onde o índice regional Euro Stoxx50
perdeu 2,24%, o DAX, da Alemanha, 2,62%, o CAC, de Paris, 1,98%, e o Financial Times, de Londres, 1,49%. O nervosismo contaminou ainda o mercado de commodities, com o petróleo negociado em Nova York caindo 1%, para US$ 61,15 o barril, um dos preços mais baixos do ano.
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Por Arena do Pavini