sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Boa noite, Investidor! 16 de fevereiro de 2018

Confira o que aconteceu depois da abertura do mercado hoje.


Destaques Corporativos

Petrobras (PETR3) (PETR4) – A Petrobras informou que a sua subsidiária integral Petrobras Biocombustível S.A. – PBIO alienou através de leilão na B3, 24 milhões de ações da São Martinho S.A. (SMTO3) detidas pela companhia, ao preço de R$ 18,51 cada.
JBS (JBSS3) –  A JBS anunciou que sua subsidiária JBS USA lux concluiu nesta quinta (15), a emissão de Notas Sênior (Bonds) no valor total de US$900 milhões, com cupom de 6,75% e vencimento em 2028. Os recursos captados serão utilizados para o resgate integral das Notas Sênior emitidas pela JBS USA em um total de US$700 milhões com vencimento em 2020 e taxa de 8,25% ao ano.
Itaúsa (ITSA4) – CVM autorizou a Itaúsa a realizar o registro de Oferta Pública de Aquisição (OPA) de ações por alienação de controle da Alpargatas (ALPA3). Serão vendidas até 34.362.456 ações da Alpargatas, por R$ 11,33 por ação ordinária, a ser pago à vista. O leilão acontecerá no dia 23 de março de 2018, no sistema eletrônico de negociação da B3.
JBS (JBSS3) – JBS anunciou a criação de uma empresa subsidiária, a  JBS Feed Solutions, voltada para a nutrição de aves e suínos. O investimento feito para a sua criação foi de R$ 40 milhões. O objetivo é “o atendimento às necessidades das próprias empresas do grupo no mercado nacional”, disse o presidente da JBS Novos Negócios, Nelson Dalcanale, em nota.

Recomendações

Itaú/Carteira de Dividendos – Itaú optou por colocar os ativos da CTEEP Transmissão Paulista (TRPL4) na sua carteira de dividendos e retirar a Kinea Renda Imobiliária (KNRI11). O banco continua com as recomendações do Banco de Brasil (BBAS3), Copasa (CSMG3), Smiles (SMLS3) e Telefônica (VIVT4).
IRB (IRBR3)/BB Investimentos – Depois da divulgação dos resultados do 4T17 da IRB (BOV:IRBR3), o BB Investimentos decidiu elevar o preço-alvo para os próximos 12 meses da empresa para R$ 49,50, mantendo a recomendação outperform.
Terra Investimentos – Terra Investimentos anunciou a substituição dos ativos da ambev (ABEV3) pelos da Cosan (CSAN3) na sua carteira top 5 da semana. A recoemndação é esperar o rompimento da resistência nos R$ 43,00 para realizar uma entrada de curto prazo. Os alvos são nos R$ 45,80 e R$ 47,00, enquanto os suportes são nos R$ 42,80, R$ 41,70 e R$ 40,30.

Notícias

Reforma da Previdência – O presidente Michel Temer anunciou da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. A Constituição determina que não se pode aprovar emendas ao seu texto enquanto acontecem intervenção federal e estados de defesa e de sítio, o que poderia atrasar a discussão da Reforma da Previdência. Porém, o presidente Michel Temer afirmou que mesmo com a operação já em funcionamento, a determinação será suspensa durante a votação da medida fiscal. Por outro lado, o líder do PSB na Câmara e oposição ao governo, Júlio Delgado, alegou que a intervenção tem como objetivo desviar as atenções da Reforma da Previdência. O tom também foi repetido pela vice-líder da minoria na Câmara, Jandira Feghali, que afirmou que o decreto serviria para levantar o apoio da população ao presidente.
Ibovespa – O Ibovespa valorizou 4,48% durante esta semana.
Dólar – dólar recuou 2,45% ao longo da semana.
Fonte: Jornal ADVFN

O novo rival do brilhante foi feito em laboratório

Se você entrar em qualquer loja da cadeia de joalherias Michaels Jewelers, do norte de Connecticut, para dar uma olhada nos brilhantes para presente, pode não notar qualquer diferença nas pedras; desde o final do ano passado, porém, os clientes perceberam que havia uma opção nada comum: diamantes provenientes do solo ou da superfície.
Um dos materiais mais duros do mundo, ele se forma a partir de milhões de anos de pressão geológica e deve ser extraído de minas nas profundezas da terra. Esse processo de trabalho intensivo, juntamente com um controle rígido da indústria e do marketing que dá a ideia da raridade e do fascínio, eleva seu preço.
Só que a versão de superfície não é uma imitação, como a zircônia cúbica ou a moissanita; são pedras que têm as mesmas propriedades químicas do diamante, mas foram feitas em laboratório.
Nos últimos cinco anos, a qualidade dos diamantes sintéticos – cuja produção começou na década de 1950 para uso industrial, como corte e polimento – aumentou a ponto de chegarem a joalherias, enfeitando anéis, colares e brincos.
Na Michaels Jewelers, essas pedras são vendidas com um rótulo branco, o Treasure Chest Grown, para distingui-las dos brilhantes naturais da mesma coleção. A cadeia de joias compra os diamantes da Pure Grown Diamonds, empresa de Nova Jersey que, por sua vez, tem a produção na Ásia.
Os brilhantes "cultivados" – um termo que a Associação de Produtores de Diamante contesta, dizendo ser enganosa – custam ao consumidor de 30 a 40 por cento menos que os naturais.
Assim, não é surpresa que empresas como a De Beers, a Rio Tinto e outros membros da associação tenham feito uma denúncia, dizendo que os diamantes de laboratório não são autênticos. Os fabricantes das pedras sintéticas, por outro lado, promovem os benefícios ambientais de seu processo, na esperança de atrair os millennials, mais preocupados em serem verdes e em poupar do que embarcar na ideia de que "um brilhante é para sempre".
Porém, talvez os compradores desses diamantes sintéticos, particularmente os que tentam conseguir mais por menos, acabem perdendo no final.
Os primeiros foram criados na década de 1950 para usos industriais por empresas como a General Electric; só atingiram a qualidade de pedra preciosa nas décadas de 1970 e 1980, o que começou com brilhantes coloridos.
Tom Moses, que supervisiona os laboratórios e faz pesquisa no Instituto Americano de Gemologia, disse que só nos últimos cinco anos os produtores de diamantes sintéticos começaram a criar pedras que poderiam competir com diamantes naturais – e enganar quem as comprava.
Não há diferença a olho nu, e muita gente envolvida no comércio de diamantes diz que os consumidores estão sendo enganados.
"Dizer que são a mesma coisa que diamantes do ponto de vista econômico é quase como fraudar o público consumidor", disse Tom Gelb, um dos fundadores do Laboratório de Durabilidade de Diamantes e consultor da indústria.
Gelb aposta na queda do valor dos diamantes sintéticos com a queda dos custos de produção. É a raridade de uma pedra preciosa, diz ele, que mantém seu valor. Se o preço for o problema, ele sugere a compra das imitações, como a zircônia cúbica: "Se pode comprar por US$25, então por que pagar US$3.500 por um diamante sintético?".
Mas nem todos os designers de joias concordam com o argumento da raridade.
"Os diamantes são um produto rigidamente controlado em termos de prospecção e marketing. Não considero a maioria rara e incomum, exceto aqueles realmente únicos, cuja cor natural pode ser verde, vermelha, rosa, roxa e amarela", disse Jeffrey D. Feero, sócio-diretor da Alex Sepkus, que cria joias sofisticadas.
Mesmo não levando esse argumento em consideração, há duas áreas principais onde os compradores podem ser prejudicados financeiramente: a primeira é a capacidade de revenda dos diamantes sintéticos. Uma das ideias da compra de pedras preciosas é que sejam uma fonte de riqueza.
Isso vale principalmente para os diamantes grandes e raros, como também rubis ou safiras. Mas os pequenos brilhantes, como os usados em anéis de noivado, são amplamente disponíveis, o que torna sua compra mais acessível, mas o que geralmente faz com que o preço pago por eles na loja não se mantenha na revenda.
"Talvez 2, 3, até 4 por cento dos brilhantes têm a chance de ver seu preço subir ao longo do tempo", disse o comerciante da pedra Alan Bronstein, presidente do grupo comercial Associação de Diamante de Cor Natural.
Isso não é uma grande vantagem para os diamantes naturais, mas sempre há um comprador disposto a pagar um determinado preço. Bronstein disse que não existe mercado secundário para os brilhantes sintéticos, em grande parte porque os comerciantes não querem saber deles.
"A pessoa pensa que está fazendo um bom negócio ao comprar um diamante sintético, mas o desconto de que se beneficia não vale nada, se pensarmos que talvez ela não seja capaz de recuperá-lo em uma eventual revenda."
O segundo risco, porém, é que um alguém pode comprar o brilhante sintético acreditando que seja natural. Feero, que afirma usar apenas pedras naturais, disse estar preocupado com as falsificações, porque a qualidade dos diamantes sintéticos melhorou sensivelmente.
"Não tenho nenhum problema com pedras preciosas criadas em laboratório, mas sim com a falta de divulgação. A honestidade pode ser o ingrediente crucial."
O Instituto Americano de Gemologia e outros grupos criaram ferramentas para distinguir os dois tipos de brilhantes.
Kelly Good, diretora de marketing da Pure Grown Diamonds, disse que a empresa joga aberto, marcando a laser cada diamante para mostrar que foi produzido em laboratório. Ela afirma que os brilhantes sintéticos têm valor, e encorajou os compradores a fazer seguro, como fariam se a pedra fosse natural.
"Não é que você pode ligar uma máquina e produzir diamantes ininterruptamente. É preciso muito dinheiro para produzi-los. Não é barato manter um laboratório desses funcionando, e seu produto também não é", disse ela.
James Shigley, chefe de pesquisa no Instituto de Gemologia, revelou que o risco mais comum para os consumidores está nos pequenos brilhantes, conhecidos como melee, que são usados para dar contraste às joias. "Eles são difíceis de testar. Milhares deles podem ter poucos quilates."
Existem máquinas para testá-los, mas os compradores se preocupam que alguém poderia misturar pequenas pedras sintéticas com brilhantes de verdade, fazendo-os passar despercebidos.
Mark Michaels, executivo-chefe e quinta geração de proprietários da joalheria que leva seu nome, disse que sua empresa começou a vender as pedras sintéticas em setembro, com cautela. Ele não estava preocupado com os brilhantes sintéticos sendo confundidos com os naturais porque sua empresa mostra claramente qual é qual, mas se preocupa que as opções mais baratas poderiam canibalizar as vendas dos brilhantes naturais.
Porém, na temporada de fim de ano, mais da metade das vendas de sintéticos em suas lojas foi feita a pessoas que não poderiam comprar um diamante de outra forma. E a maior parte do restante era de gente que tinha um orçamento definido e que optou por um brilhante sintético maior.
Essa é a mudança que os produtores de diamantes temem agora. Mas, no futuro, isso pode significar menos – ou nenhum – valor para o proprietário do brilhante.
Por Paul Sullivan
Fonte: Negócios

Gerdau vende hidrelétricas em Goiás para mineradora Kinross por R$ 835 milhões


Gerdau vende hidrelétricas em Goiás para mineradora Kinross por R$ 835 milhões

O grupo siderúrgico Gerdau anunciou nesta quarta-feira (14) acordo com a mineradora canadense Kinross Gold para venda de duas centrais hidrelétricas por R$ 835 milhões. A companhia produtora de aço vendeu os complexos hidrelétricos de Caçu e Barra dos Coqueiros, em Goiás. As usinas foram inauguradas em 2010 e têm capacidade instalada total de 155 megawatts.
O presidente da Gerdau, Gustavo Werneck, afirmou em comunicado que a venda das usinas é “mais um importante passo” do planejamento de desinvestimentos do grupo, que nos últimos anos tem se concentrado em ativos mais rentáveis.
Com a venda das usinas, a Gerdau já levantou mais de R$ 6 bilhões nos últimos quatro anos com desinvestimentos. As ações da Gerdau encerraram em alta de 6,6% nesta quarta-feira, entre as maiores valorizações do Ibovespa. A companhia afirmou que manterá geração de energia própria na usina de Ouro Branco (MG) e que conta com o abastecimento da hidrelétrica Dona Francisca, no Rio Grande do Sul.
A empresa informou ainda que possui contratos de energia de longo prazo que podem substituir a geração própria, “garantindo a competitividade no custo e o abastecimento das usinas”. A venda das duas usinas ocorreu alguns dias depois da Gerdau anunciar desinvestimento em usina produtora de fio-máquina no Estado norte-americano do Texas e em mais duas unidades de processamento de aço nos EUA por R$ 92,5 milhões.
Fonte: Globo

Petrobras inscreve para concurso com salários de até R$ 10 mil – vagas para geólogos


Petrobras inscreve para concurso com salários de até R$ 10 mil – vagas para geólogos

Encontram-se abertas até o dia 5 de março, as inscrições do concurso público da Petrobras com salários que variam de R$ 4.513,13 a R$ 10.726,45. Ao todo serão oferecidas 111 vagas, além de cadastro reserva para nível médio e superior.
As oportunidades destinadas para a Bahia são para as cidades de Alagoinhas, Araçás, Camaçari, Candeias, Catu, Entre Rios, Maragogipe, Salvador São Francisco do Conde ou São Sebastião do Passé. A aplicação da prova objetica está prevista para o dia 8 de abril.
Interessados devem se inscrever pelo site fa Fudação Cesgranrio – empresa responsável pelo certame. Os valores da taxa variam de R$ 47 para nível méido e R$ 67 para superior. Outras informações podem ser conferidas no edital do concurso.
Cargos
Enfermeiro do trabalho júnior, engenheiro de equipamentos júnior – elétrica, eletrônica,Inspeção,mecânica, engenheiro de meio ambiente únior, engenheiro de petróleo júnior, engenheiro de processamento júnior, engenheiro de segurança júnior, engenheiro naval júnior, geofísico  júnior – física, geofísico júnior – geologia, geólogo júnior, médico do trabalho júnior, químico de petróleo júnior, técnico de administração/controle júnior, técnico de comercialização/logística júnior, técnico de exploração de petróleo Júnior – Geologia, Técnico de Inspeção de equipamentos/instalações júnior, técnico de logística de transporte júnior – controle/operação, técnico de manutenção júnior – Instrumentação, técnico de segurança Júnior, técnico de suprimento de de bens e serviços júnior – administração,mecânica e técnico Químico de petróleo júnior.
Fonte: A Tarde

Nexa Resources S.A. announces a share premium distribution of US$80 million

Nexa Resources S.A. announces a share premium distribution of US$80 million

Luxembourg, February 15 th, 2018 – Nexa Resources S.A. (“Nexa Resources” or the “Company”), announces that the board of directors of the Company (“Board”) resolved today to distribute a share premium to its shareholders in an aggregate amount of US$80 million, which is equivalent to US$0.600057697 per share (“Share Premium Amount”).
The Share Premium Amount will be paid on March 28th, 2018 and shareholders owning shares on March 14 th, 2018 will be entitled to receive the respective Share Premium Amount. Shares will be traded ex-dividend on the Toronto Exchange Stock (TSX) and New York Stock Exchange (NYSE) as of March 13 th, 2018. Forward-Looking Statements This press release includes “forward-looking statements,” within the meaning of applicable securities laws. Forward-looking statements are subject to known and unknown risks and uncertainties, many of which may be beyond our control.
We caution you that the forwardlooking information presented in this press release is not a guarantee of future events, and that actual events may differ materially from those made in or suggested by the forwardlooking information contained in this press release. Any forward-looking information presented herein is made only as of the date of this press release, and we do not undertake any obligation to update or revise any forward-looking information to reflect changes in assumptions, the occurrence of unanticipated events, or otherwise.
About Nexa Resources S.A.
Nexa Resources is a large-scale, low-cost integrated zinc producer with over 60 years of experience developing and operating mining and smelting assets in Latin America. The Company operates and owns five long-life underground mines, three located in the Central Andes of Peru and two located in the state of Minas Gerais in Brazil. Two of the Company’s mines, Cerro Lindo in Peru and Vazante in Brazil, are among the 12 largest zinc mines in the world and combined with the Company’s other mining operations, place the Company among the top five producers of mined zinc globally in 2016, according to Wood Mackenzie. Contact: ir@nexaresources.com
Fonte: Nexa Resources