sábado, 2 de junho de 2018

A Cidade das Pedras !!

A Cidade das Pedras !!


Estamos situados em Teófilo Otoni, Minas Gerais…
Não por acaso, é conhecida como a Cidade das Pedras, pois está localizada na maior bacia gemológica do Brasil e, além da grande variedade e produção local, encontra-se no comércio variedades oriundas de todo o mundo.
Canudos de Água-Marinha em exposição no Encontro Anual de Garimpeiros.
A cidade também é o maior centro de profissionais do setor de  lapidações do Brasil, tanto que grandes marcas, como a H Stern por exemplo, montaram as suas lapidações aqui!
Praça Tiradentes, o coração da cidade !!
Anualmente acontece na Praça Tiradentes o “Encontro Anual de Garimpeiros”. Nessa data, garimpeiros de todo o Brasil se encontram na praça para comercializar as pedras , tanto brutas quanto lapidadas.
Uma das muitas curiosidades sobre a Praça Tiradentes é a antítese da correria dos seus passantes diários e a morosidade de seus habitantes nas copas das árvores e que raramente descem… é que em suas árvores vivem os remanescentes de bichos preguiça que viviam nas matas da região. Atualmente cerca de 20 bichos preguiça dividem com as pedras preciosas, a atenção dos visitantes da praça.
Bicho Preguiça e filhote… fofos moradores da Praça Tiradentes!
Além do comércio intenso de pedras, a cidade conta também com centros de formação de profissionais para o setor, como o curso Técnico em Joalheria ministrado pela U.E.M.G. (Universidade Estadual de Minas Gerais) localizado no C.E.P. (Centro de Ensino Profissionalizante).
Fonte: Geologo.com

Diamantes, carbono puro.

Carbono puro, isso mesmo, essa é a composição dessa pedra tão fascinante e desejada. Cristalizado sob altas pressões e temperaturas, nas mais profundas entranhas da terra há bilhões de anos. Para se ter uma idéia, a mais jovem rocha vulcânica da qual se extrai diamantes possui a idade de 70 milhões de anos.A origem do nome, “Adamas”, é grega. Significa invencível, indomável. Foram trazidos à superfície por erupções vulcânicas, ficaram depositados nos locais de onde atualmente podem ser extraídos por métodos economicamente viáveis. As jazidas são encontradas, portanto, em terras vulcânicas, no entanto a maioria delas está localizada em depósitos aluvionais, formados pelas correntezas de rios. Em média 250 toneladas de minério são extraídas para que se obtenha 1 quilate de diamante lapidado. Seu sistema de cristalização pode ser monoclínico ou cúbico, de simetria normal. Os cristais exibem faces curvas ou estriadas e com depressões triangulares sobre as faces. A clivagem é octaédrica perfeita e fratura concóide. Sua dureza na escala de Mohs é 10. É a substância mais dura que se conhece. A outra única substância conhecida de igual dureza é o nitreto de boro (borazon) obtido artificialmente. O peso específico do diamante varia de 3,516 a 3,525. Pode apresentar uma variedade de cores partindo do incolor, amarelo, vermelho, alaranjado, verde, azul, castanho e preto. Seu índice de refração é 2,4195.
Se for submetido a altas temperaturas em presença de oxigênio, será convertido em CO2. Sem o contato com oxigênio transforma-se em grafita, a 1900ºC. Dizem os especialistas que não existem dois diamantes iguais. Cada um é único e exclusivo, com suas características próprias. Têm-se notícia do surgimento dos primeiros diamantes por volta de 800 a C., na Índia. Um diamante passa por diversos processos até chegar à forma na qual costumamos vê-los em jóias. É preciso lapidá-lo para que adquira o brilho intenso tão característico. Foram os hindus quem descobriram que somente um diamante poderia cortar o outro. No entanto, esse povo apenas acentuava algumas “falhas” naturais da gema bruta, por receio na redução de peso. Mas um diamante só estará devidamente aproveitado em seu brilho quando totalmente lapidado. Com a lapidação a gema perde uma boa parte de seu peso, isso é inevitável para que se melhore seu efeito ótico, seu brilho e sua capacidade de decompor a luz branca nas cores do arco-íris. O mais belo corte (lapidação) para o diamante é o chamado brilhante, criado pelo joalheiro veneziano Peruzz, no final do século XVII. Essa lapidação tem a forma redonda e compõ-se de 58 facetas. Cada faceta é simétrica e disposta num ângulo que não pode variar mais de meio grau.
As pessoas costumam errar ao dizer que querem comprar uma peça com brilhantes. A gema é diamante, brilhante é apenas o nome da lapidação. O diamante pode ser lapidado em diversas outras formas e lapidações e então não será mais “brilhante”. Para ser lapidado um diamante deve ser primeiramente entregue a um especialista que examinará cuidadosamente a pedra buscando o melhor aproveitamento possível conjugado à valorização da pedra sob todos os aspectos. De início a gema deve ser clivada ou serrada. A clivagem é feita por meio de uma batida sobre uma lâmina. A gema será dividida. A pedra também pode ser serrada em partes, se assim indicar o especialista. Serrando diamente Depois dessa fase o diamante segue para as mãos de outros profissionais, aquele que dá o formato básico da pedra, e os abrilhantadores que definem as facetas da pedra. Em geral esse serviço é especializado, há aqueles que fazem as facetas da parte de cima e a mesa; há os que fazem a parte de baixo (pavilhão) e há os profissionais que fazem a cintura da pedra.

Quando a lapidação começou a ser desenvolvida, alguns lapidários acreditavam que o maior número de facetas daria maior brilho à gema, esse pensamento não é correto. A lapidação brilhante é a que explora ao máximo a capacidade de brilho e dispersão de luz (arco-íris) nessa gema. Podem ser lapidados em outras formas como gota, navete, baguete, coração, etc. Hoje em dia encontramos diferentes lapidações, graças ao surgimento do laser, são cabeças de cavalo, estrelas, luas, entre outros. Avaliação Seria uma falha grave deixar de mencionar o clássico padrão para classificação e avaliação de um diamante. São os 4 C’s: C – Color (cor) C – Clarity (pureza) C – Cut (lapidação) C – Carat (peso) (quilates) 
Fonte: www.joia-e-arte.com.br


Pobreza se aprofunda nos EUA sob governo Trump, diz especialista da ONU

Pobreza se aprofunda nos EUA sob governo Trump, diz especialista da ONU


GENEBRA (Reuters) - A pobreza nos Estados Unidos é ampla e se aprofunda sob o governo Trump, cujas políticas parecem estar destinadas a remover uma rede de proteção ao redor de milhões de pessoas empobrecidas ao mesmo tempo em que favorece os ricos, afirma um investigador de direitos humanos da ONU. 
Philip Alston, relator especial da Organização das Nações Unidas sobre a pobreza extrema, pediu que as autoridades norte-americanas garantam proteção social e abordem problemas estruturais, em vez de “punir e aprisionar os pobres”. 
Enquanto benefícios de segurança social e o acesso à Saúde são cortados, a reforma tributária do presidente Donald Trump garantiu ganhos financeiros aos mega-ricos e grandes empresas, aumentando ainda mais a desigualdade, diz Alston em relatório. 
As políticas norte-americanas desde a guerra à pobreza do presidente Lyndon Johnson nos anos 1960 têm sido “negligentes para dizer o mínimo”, classifica Alston. 
“Mas as políticas adotadas ao longo do último ano parecem ser deliberadamente desenvolvidas para 
remover proteções básicas dos mais pobres, punir aqueles que não estejam empregados e tornar até o acesso à saúde básica em um privilégio a ser conquistado, e não um direito inerente à cidadania”, disse.  
Quase 41 milhões de pessoas, ou 12,7 por cento da população, vivem em situação de pobreza, enquanto 18,5 milhões estão em situação de extrema pobreza, sendo que crianças representam um em cada três membros dessas populações vulneráveis, segundo o especialista da ONU. Os Estados Unidos têm a maior taxa de pobreza entre jovens entre todos os países industrializados, acrescentou. 
“Seus cidadãos têm vidas mais curtas e mais doentes, se comparados com outros vivendo em outras democracias ricas, doenças tropicais erradicáveis estão cada vez mais presentes, além do país ter a maior taxa de encarceramento (...) e os maiores níveis de obesidade no mundo desenvolvido”, disse Alston.
Entretanto, os dados do Censo dos Estados Unidos citados por ele cobrem apenas o período até 2016. Alston não ofereceu dados comparativos na extensão da pobreza antes e depois do início do governo Trump, em janeiro de 2017. 
O australiano, um veterano especialista em direitos humanos na ONU e professor de Direito na Universidade de Nova York, irá apresentar seu relatório ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas ainda neste mês. 
O documento é baseado em sua expedição em dezembro em diversos Estados norte-americanos, incluindo a parte rural do Alabama, um subúrbio de Los Angeles, na Califórnia, e em Porto Rico, território pertencente aos Estados Unidos. 
Uma autoridade norte-americana em Genebra consultada pela Reuters comentou: “O governo Trump tomou como prioridade disponibilizar oportunidades econômicas para todos os americanos”. 
Fonte: Reuters

Análise - IBOV, WINM18, WDON18, PETR4, VALE3, BBDC4, MGLU3 e CIEL3 | 1.6.18

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Inteligência do governo está atuando diante de boatos de nova greve de caminhoneiros

Inteligência do governo está atuando diante de boatos de nova greve de caminhoneiros

Publicado
BRASÍLIA (Reuters) – Os órgãos de inteligência do governo federal estão atuando diante de áudios e vídeos divulgados em redes sociais que afirmam que a administração do presidente Michel Temer descumpriu acordo firmado com caminhoneiros e alertando sobre nova paralisação da categoria na segunda, disse nesta sexta-feira o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.
Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, durante coletiva de imprensa em Brasília 19/02/2018 REUTERS/Adriano Machado
“Evidentemente que os órgãos de inteligência do governo foram acionados, porque nós temos um rastreamento da publicação destes vídeos. E nós recebemos por óbvio isso já ontem, nós tínhamos já um cabedal destes vídeos e todo o sistema de segurança está trabalhando em cima disto”, disse Padilha, em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.
“As pessoas são identificáveis… No momento certo, se for o caso, haverá ação do governo para que quem esteja incitando, de forma absolutamente fundada em inverdades, pague a responsabilidade que este ato por ventura decorra. Não vai ficar sem punição quem tentar descaracterizar o fato, a verdade dos atos praticados pelo governo. Nós cumprimos com tudo aquilo que nos comprometemos”, garantiu.
Padilha criticou ainda aqueles que disseminam o que chamou de “terror”.
“Quem está semeando terror no meio dos caminhoneiros, naturalmente, deverá ter por parte destes, o tratamento correspondente, que é o desprezo, nós queremos a verdade em primeiro lugar.”

GARANTIA DE DESCONTO

O ministro voltou a assegurar que a redução de 0,46 real no preço do diesel nas refinarias chegará nas bombas de combustível dos postos e afirmou que a redução do ICMS sobre o preço da refinaria, compensará a necessidade de adição de biodiesel ao produto, em resposta a reclamações das distribuidoras, assegurando assim o desconto acordado com os caminhoneiros.
“O óleo diesel que é abastecido nas bombas, ele tem uma composição de 90 por cento de derivado de petróleo e 10 por cento de biodiesel. Como nós estamos oferecendo 46 centavos é na refinaria, é só naquela parte que é do petróleo”, explicou.
“Portanto, se fosse 46 apenas na parte do petróleo, nós teríamos 41 centavos (na bomba). Esta é a alegação que eles (distribuidoras) fazem, não é isso? Pois bem, só que foi omitido, esquecido um dado fundamental: se nós deduzirmos do valor que estava em vigor no dia 21 de maio, os 46 centavos que estão sendo deduzidos pela Cide, PIS/Cofins e subvenção, a incidência, a base de cálculo para o ICMS está reduzida em 46 centavos”, acrescentou.
Nos cálculos do ministro, considerando 15 por cento de ICMS sobre os 46 centavos reduzidos do preço nas refinarias, resultaria numa redução de seis centavos, de modo a se chegar, no preço da bomba em um desconto de 47 centavos.
“Nós vamos manter os 46, deixar esse 1 (centavo) de folga para que não haja dúvida”, concluiu Padilha.
Em nota enviada à Reuters, a Plural, associação que representa as principais distribuidoras de combustíveis do Brasil, contestou a explicação de Padilha sobre a cobrança de ICMS.
Segundo a associação, o ICMS não é calculado sobre o preço que a refinaria está praticando, mas sobre um preço definido pelos Estados, independentemente do preço vigente na Petrobras, em cima de um preço médio aferido a cada 15 dias.
“Quando a redução na refinaria for repassada para as bombas, os Estados passarão a aferir um preço de pauta menor, e a partir daí o ICMS começará a baixar, pois incidirá sobre uma pauta menor”, disse a associação.
Também na entrevista coletiva, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse que o governo vai utilizar a lei para que o preço do diesel com desconto chegue ao consumidor.
Marun ressaltou que o governo está determinado em garantir o desconto acertado sobre o litro do óleo diesel e disse que haverá um disque-denúncia para ajudar nesse acompanhamento.
Fonte: Reuters