terça-feira, 17 de julho de 2018

Embraer anuncia acordo bilionário para venda de aeronaves

Embraer anuncia acordo bilionário para venda de aeronaves







Depois da venda de 25 aeronaves E175 para United, a Embraer(BOV:EMBR3) anunciou um acordo para venda de até 300 aeronaves E-Jets- entre pedidos firmes e cartas de intenção – para mais sete clientes nos próximos anos.
O anúncio aconteceu nesta terça-feira(17), na Farnborought Airshow, e é avaliado em torno de U$15 bilhões.
A companhia aérea Azul assinou carta de intenção para 21 jatos E195-E2. Este contrato tem um valor estimado de USD 1,4 bilhão.
Republic Airways,  maior operadora de E-Jets do mundo, assinou contrato para compra de 100 jatos comerciais E-175, com opção para mais 100 do mesmo modelo, podendo ser convertido para a nova geração E175-E2. O contrato tem um valor estimado de USD 9,3 bilhões.
A companhia área africana Mauritânia Airlines adquiriu dois E-175, avaliados em US$ 93,8 milhões. As aeronaves serão entregues em 2019 com 76 assentos em uma confortável configuração com duas classes de serviço e faz parte do processo de modernização da empresa.
A companhia aérea Watanya Airways do Kuwait será primeiro cliente E2 no Oriente-Medio, com a assinatura para 10 aeronaves E195-E2 e carta de intenção de mais dez do mesmo modelo. O pedido tem um valor estimado de USD 1,3 bilhão.
A Hervetic Airways, da Suíça, assinou uma carta de intenção para 12 aeronaves E190-E2, com acordo para possível compra de mais 12, que podem ser convertidos para E195-E2. Se todos os diretos de compra forem exercidos, o acordo tem valor estimado em mais de USD 1,5 bilhão.
Um cliente da Espanha, não revelado, comprou três E195-E2, com opção para mais dois. O acordo tem um valor de USD 342 milhões.
A empresa de leasing NAC comprou três E190-E2.
A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais com até 150 assentos. A companhia conta com 100 clientes em todo o mundo operando os jatos das famílias ERJ e E-Jets. Apenas para o programa de E-Jets, a Embraer registrou mais de 1.800 pedidos firmes e 1.400 entregas, redefinindo o conceito tradicional de aeronaves regionais.
Após o anúncio, as ações da empresas dispararam e estão sendo cotadas a R$21,47 com valorização de 2,2%.

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A empresa já confirmou a divulgação dos resultados do segundo trimestre para o dia 27 de julho.

Fonte: ADVFN

Chile fica em estado de alerta após explosão e tremor em vulcão


Chile fica em estado de alerta após explosão e tremor em vulcão

O complexo vulcânico Nevados de Chillán, no Chile, registrou uma explosão e um tremor de magnitude 3,7, e as autoridades alertaram que a atividade vulcânica pode se intensificar. A explosão se soma a outra registrada na sexta-feira, o que “sugere que o sistema vulcânico pode aumentar seu nível de atividade”, alerta o Serviço Nacional de Geologia e Mineração, em um relatório.
Situado 420 quilômetros ao sul de Santiago, na região do Biobío, este complexo formado por 18 vulcões está em alerta desde 31 de dezembro de 2015. Em 6 de abril passado, as autoridades aumentaram o alerta para o nível laranja. O governo local não descarta a possibilidade de que, se houver novas explosões com energia similar ou maior do que as registradas, isso possa levar a um “aumento no nível de alerta”.
O vulcão de 3.216 metros de altura é um dos mais ativos do país, e sua última maior erupção foi registrada em 1973. O Chile, localizado em pleno Círculo de Fogo do Pacífico, conta com cerca de 90 vulcões potencialmente ativos ou que tiveram atividade nos últimos 10 mil anos. Um total de 45 deles são monitorados pelo Serviço Nacional de Geologia e Mineração, que acompanha a atividade do Chillán em tempo real 24 horas por dia.
Leia mais: https://oglobo.globo.com/mundo/chile-fica-em-estado-de-alerta-apos-explosao-tremor-em-vulcao-22888347#ixzz5LQmKrsmT

Como operar durante a semana, de acordo com a Spinelli

Como operar durante a semana, de acordo com a Spinelli







Em relatório, os analistas da Spinelli enviaram ao mercado suas principais recomendações para a semana.
Durante o mês anterior, a Carteira Recomendada da Spinelli apresentou desempenho 1,1% abaixo do principal índice brasileiro, o Ibovespa. Enquanto o índice finalizou o período em 5,2%, o portfólio semanal obteve desempenho de 4,1%.
De acordo com a análise, a equipe da Spinelli optou por revisar todo o portfólio semanal, retirando todos os ativos indicados na semana anterior, para dar entrada aos papéis do Banrisul (BRSR6), Sabesp (SBSP3), Taesa (TAEE11), Iochpe-Maxion (MYPK3) e BB Seguridade (BBSE3).
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Fonte:  ADVFN

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Baikal, o lago sagrado


Baikal, o lago sagrado

Em 1905, a Rússia estava em guerra com o Japão. Era preciso atravessar o rio Angara, afluente do Enissei, que corta a Sibéria de sul a norte. Não havia ponte e as tropas deviam passar. Só havia um jeito: por cima do lago Baikal. E foi sobre o lago Baikal, gelado, que eles construíram uma estrada de ferro de dezenas de quilômetros e as tropas passaram.
Isso é a história. Mas não é só por força da história que o lago Baikal é o lago sagrado da tradição russa. É que nele, em torno dele, sobre ele e embaixo dele há riquezas tais que fazem dele o coração amado e sagrado da Sibéria. Sem falar em sua beleza, longo e plácido, no inverno gelo, no verão lâmina azul. Cada povo tem seus desvelos geográficos, seus encantamentos naturais: a lagoa do Abaeté, de Itapoã; o São Francisco, Pai Chico, da Bahia; o Guaiba, dos gaúchos; o Jaguaribe, do Ceará; o Capibaribe, dos poemas de Carlos Pena Filho, no Recife.
O lago Baikal é assim: está na boca de seus cantores, nos versos dos seus poetas. E com razão. É a maior concentração de água doce do mundo: 20% de suas reservas: 23 mil quilômetros cúbicos de água. Mais que o Mar Báltico. Até o fim do século, eles imaginam que o lago vai ser uma fonte de água potável de qualidade excepcionais. Com 636 quilômetros de comprimento e uma superfície equivalente à da Bélgica e da Holanda juntas, é o 8º lago do mundo em superfície. Mas, graças à sua profundeza (é o primeiro, com 1620 metros de fundo), na primavera veem-se objetos brancos até a 40 metros abaixo.
Nada menos de 336 rios, grandes e pequenos, acabam nele. Um só nasce, o Angara, filho de um lar tão manso e no entanto um dos rios mais caudalosos que se conhecem. Mais de 600 plantas nele e em torno dele vivem, e uma fauna de 1300 espécies, das quais ¾ não se encontram em nenhuma outra parte: a foca do Baikal, o peixe golomianca, o omul, etc. E as pedras preciosas, metais, minerais? Uma variedade infinita.
Visitei o Museu do Baikal, à beira do lago, em 1957. E o Museu de Geologia, em Irkutsk, a 70 quilômetros , mantido pelo Instituto Politécnico. É um mundo de riquezas minerais. A diretora vai mostrando e contando os mistérios de cada pedra, muitas conhecidas e muitas só da região do lago, ao menos na variedade de tipos e cores.
A opala é símbolo da mulher traidora. A ametista, em que a mulher de Júpiter converteu sua empregada, porque queria transar com Baco. Até hoje é símbolo do controle da bebida. Os armênios dizem que a ametista ajuda nos negócios, porque você pode beber e negociar. Não deixa embebedar. A cerdolic, avermelhada, que os egípcios punham no lugar do coração dos faraós, arrancando antes de serem enterrados nas pirâmides. As nifrites, verdes e luminosas, símbolos de vida longa. E calcitios, fluorites, lazurites, tchanoites, um belo mundo mineral em ites. E as pirites? Um sueco caiu dentro de uma mina de pirites, morreu lá embaixo e, anos depois, encontraram-no inteiro, inteirinho, preservado e empedrado.
O Baikal é isso: por cima, a beleza gelada do inverno e o límpido azul de suas águas no verão. Por baixo e pelos lados, uma riqueza inesgotável. Em cima dele, como Cristo, andei. Não era água, era pedra de água, gelo puro, com um metro de grossura. E nas noites de lua gorda, a neve cobrindo as margens e o gelo cobrindo as águas, o Baikal parece coisa de história de encantamento: um lençol luminoso onde a Sibéria adormece o cansaço de sua caminhada apressada para o século XXI.
Fonte: Jornal DCI

China reduz importações de petróleo e minério de ferro em junho


China reduz importações de petróleo e minério de ferro em junho

As importações de petróleo e minério de ferro da China recuaram em junho, enquanto as de cobre tiveram crescimento na comparação anual, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira pela Administração Geral de Alfândega do país. No mês passado, as compras chinesas de petróleo bruto caíram 4,9% na comparação anual, a 34,35 milhões de toneladas. As importações de minério de ferro tiveram baixa de 12%, a 83,24 milhões de toneladas, enquanto as de cobre avançaram 15%, a 448 mil toneladas.
Entre janeiro e junho, as importações chinesas de petróleo tiveram expansão anual de 5,8%, a 224,82 milhões de toneladas, as de minério de ferro caíram 1,6%, a 530,69 milhões de toneladas, e as de cobre tiveram alta de 16%, a 2,60 milhões de toneladas. O relatório oficial mostrou ainda que a China exportou 210 mil toneladas de petróleo bruto em junho, uma queda de 34% na comparação anual. Nos primeiros seis meses de 2018, houve queda anual de 41,5% nessas exportações, a 1,57 milhão de toneladas.
Fonte: Isto É