sábado, 21 de julho de 2018

No Brasil, minas da cidade de Pedro II de Opala

No Brasil, minas da cidade de Pedro II são as únicas onde se pode encontrar a pedra








Joias feitas com opala são vendidas na Fenearte (Foto: Penélope Araújo/G1) Joias feitas com opala são vendidas na Fenearte (Foto: Penélope Araújo/G1)
Joias feitas com opala são vendidas na Fenearte (Foto: Penélope Araújo/G1)
Entre os estantes da 19ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), é fácil encontrar joias feitas com opala. No entanto, a pedra é considerada rara por designers de joias: eles contam que o Piauí é o único estado do Brasil onde ela pode ser encontrada. “Fora daqui, só na Austrália. As minas de opala são uma riqueza nossa”, comenta a artesã Eliane Barros.
A opala é uma pedra semipreciosa que é utilizada para adornar joias, como brincos, anéis, pingentes e pulseiras. A extração das gemas acontece na cidade de Pedro II, no interior do Piauí, onde ficam as minas. Após serem extraídas por garimpeiros, as opalas passam por um processo de lapidação – e só depois disso é que podem ser utilizadas em acessórios.

Eliane Barros lembra valor das minas de opala no Piauí: 'São uma riqueza nossa' (Foto: Penélope Araújo/G1) Eliane Barros lembra valor das minas de opala no Piauí: 'São uma riqueza nossa' (Foto: Penélope Araújo/G1)
Eliane Barros lembra valor das minas de opala no Piauí: 'São uma riqueza nossa' (Foto: Penélope Araújo/G1)
Eliane é uma das designers de joias que vendem acessórios da pedra semipreciosa na Fenearte. Suas peças são feitas com diversos tipos de opala: desde as mais tradicionais, como as azuladas e os mosaicos, até as de cor mais clara, como branco e ‘furta-cor’. “São milhões de anos para formar essas pedras. Por isso, são tão delicadas e bonitas”, detalha a artesã.
Para Vilma Araújo, que trabalha com joias desde 2003 e também expõe na Fenearte, não é difícil criar produtos com as pedras. “Compramos as opalas já lapidadas e fazemos o design. Daí cada pessoa produz do seu jeito. Eu, por exemplo, uso prata para complementar os acessórios”, explica.
As joias estão à venda no estande do Piauí na Fenearte, custando entre R$ 25 e R$ 600, dependendo do tipo e do tamanho de opala utilizada para produzir a peça.

'Mosaicos' de opala são tradicionais nas joias com a pedra semipreciosa, na Fenearte (Foto: Penélope Araújo/G1) 'Mosaicos' de opala são tradicionais nas joias com a pedra semipreciosa, na Fenearte (Foto: Penélope Araújo/G1)
'Mosaicos' de opala são tradicionais nas joias com a pedra semipreciosa, na Fenearte (Foto: Penélope Araújo/

Fonte: G1




BB eleva preço-alvo para ação da Weg

BB eleva preço-alvo para ação da Weg

Investing.com Brasil - 20/07/2018 - 
Weg
Por Investing.com – O BB Investimentos elevou nesta sexta-feira o preço-alvo para as ações da WEG (WEGE3) para R$ 19,00 no final de 2018, com recomendação “Market perform”. A revisão é justificada pela revisão das projeções dos resultados da companhia para os próximos anos.
Na visão do banco, WEG continua apresentando boas oportunidades no longo prazo, graças à diversificação de seus produtos e presença global, com uma ampla base de clientes. Para o segundo semestre, o BB-BI espera um resultado operacional mais consistente em função dos incrementos no volume de vendas no mercado interno, das maiores receitas externas, beneficiado pela recente valorização do dólar e pelos esforços da companhia para melhorar seu mix de produtos e canais de vendas.
A equipe acredita que a demanda externa crescente deve seguir ajudando a empresa a sustentar seu forte balanço patrimonial e melhorar gradualmente as margens. No entanto, os analistas entendem que, nos últimos meses, o mercado já incorporou os fundamentos positivos da WEG no preço de suas ações, o que limita a vantagem no curto prazo, justificando a recomendação do Market Perform.
No relatório, o BB-BI destaca que permanece com visão positiva sobre a empresa suportada por uma forte geração de fluxo de caixa e seu sólido desempenho decorrente das vendas de equipamentos de ciclo curto nos mercados interno e externo, principalmente.
Potenciais upsides residem na estratégia de crescimento a longo prazo, notadamente através de possíveis operações de fusões e aquisições. Já os riscos de downside estão relacionados a deterioração na economia global, impacto da variação cambial, entrada de novos competidores e aumentos potenciais nos preços das matérias-primas, levando à pressão das margens.
Fonte: Investing.com Brasil

3 boas opções para investir R$ 5 mil com segurança

3 boas opções para investir R$ 5 mil com segurança

Opinião - 21/07/2018 - 
Por BTG Pactual Digital
O caminho de investimentos é natural para qualquer pessoa: primeiro, se inicia a fase de acumulação de dinheiro para depois começar a buscar opções de investimentos mais atrativas e interessantes que a poupança. Afinal de contas, com a taxa básica de juros no Brasil em 6,5% ao ano, o investimento mais popular do país apresenta uma rentabilidade anual de apenas 4,55% ao ano, 70% da Selic. Que outras opções o investidor pode buscar para investir este patrimônio? Abaixo, separamos três alternativas de aplicações que dá para fazer com R$ 5 mil com segurança igual à encontrada na poupança ou até melhor.

1 – Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um programa do governo federal que permite a compra de títulos públicos, que são o investimento mais seguro do país. Existem três tipos de papéis no programa que remuneram o investidor de três maneiras diferentes. O primeiro é o Tesouro Selic, com rendimento atrelado à Selic, a taxa básica de juros. O segundo é o Tesouro IPCA+, com rentabilidade atrelada ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e um percentual definido inicialmente. Ainda existe o Tesouro Prefixado, que garante uma rentabilidade fixa estabelecida no momento da compra.
É possível comprar frações de títulos do Tesouro Direto com um investimento mínimo de R$ 30, sendo que sua liquidez é diária. Para o investidor iniciante, é recomendado aplicar no Tesouro Selic ou, no caso do Tesouro IPCA+ e do Tesouro Prefixado, manter o dinheiro investido até o vencimento do título. Esses títulos são tributados pelo Imposto de Renda, indo de 22,5% sobre a rentabilidade para aplicações com tempo inferior a seis meses até 15% para investimentos acima de dois anos.

2 – CDB

Os CDB (Certificado de Depósito Bancário) são títulos emitidos por bancos e contam, geralmente, com seu rendimento atrelado a um percentual do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), indicador que tem rentabilidade próxima à taxa Selic. Esses papéis, que também podem ter rendimento prefixado, costumam trazer rentabilidade bem mais interessante que a poupança e contam com a mesma garantia, que é a do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).
O FGC é um mecanismo que protege investimentos até um valor de R$ 250 mil por investidor em caso de “quebra” da instituição emissora do título. No entanto, só é possível sacar o dinheiro aplicado nesses papéis no vencimento do título, sendo necessário que o investidor preste atenção neste detalhe. Os CDB ainda contam com tributação de Imposto de Renda da mesma maneira que o Tesouro Direto.

3 – LCI e LCA

As LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e as LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) também são títulos emitidos por bancos, mas contam com lastro em créditos no setor imobiliário e do agronegócio, respectivamente. Exatamente por esta característica, esses papéis contam com isenção de Imposto de Renda. Além disso, esses títulos também são garantidos pelo FGC seguindo os mesmos critérios dos CDB. Já sua rentabilidade costuma ser pós-fixada, atrelada ao CDI, mas é possível encontrar papéis prefixados também. Mais uma vez, o investidor deve ter cuidado com a liquidez, uma vez que o resgate desse dinheiro só é possível no momento do vencimento desses papéis.
Por terem características muito parecidas, mas com a diferença em relação à tributação do Imposto de Renda, muitas vezes é difícil saber se vale mais a pena investir em uma LCI/LCA ou em um CDB. É por isso que na plataforma do BTG Pactual digital já colocamos em todas as LCI e LCA a taxa equivalente do CDI que elas teriam que remunerar caso sofressem a tributação do Imposto de Renda da mesma forma que o CDB. Com isso, o investidor pode escolher o papel que julgue mais adequado para seus objetivos com mais clareza.
Fonte: MONEY TIMES