terça-feira, 7 de agosto de 2018

Com balanço melhor do que o esperado, Magazine Luiza lidera ganhos do Ibovespa

Com balanço melhor do que o esperado, Magazine Luiza lidera ganhos do Ibovespa







Investing.com – Na abertura dos negócios desta terça-feira na bolsa paulista, as ações do Magazine Luiza (BOV:MGLU3) operam com forte valorização de 6,01% a R$ 146,29, liderando os ganhos do Ibovespa e atingindo também o maior patamar histórico para os ativos. O mercado reage com otimismo ao resultado trimestral divulgado, que veio acima do esperado.
A varejista quase dobrou o lucro líquido do segundo trimestre para R$ 140,7 milhões, registrando no período a maior expansão trimestral de vendas em cinco anos, embora tenha alertado que o segundo semestre demanda mais cautela quanto a perspectivas de curto prazo.
“O Magazine Luiza divulgou resultados surpreendentemente fortes para o segundo trimestre”, afirmou o Morgan Stanley em nota a clientes, destacando o crescimento do faturamento e menor pressão nas margens do que se esperava. Também destacou o resultado do comércio eletrônico e a alta de 27 por cento nas vendas pelo conceito mesmas lojas físicas, além de outras iniciativas.
A Mirae Asset destaca que o resultado forte superou as expectativas, o que deve levar a uma revisão de números por parte de analistas e investidores. A corretora acredita que as ações reajam positivamente aos números divulgados hoje. No ano, a MGLU3, acumula uma alta de 72%. A ação negocia a um múltiplo EV/Ebitda 2018 de 21,0x e de 17,9x para 2019.
A XP Investimentos destaca que os números ficaram 10% acima das estimativas e 12% acima do consenso, +94,5% A/A. A receita líquida ficou 15% acima do esperado pela corretora e 9% acima do consenso, +37,5% A/A.
Os analistas justificam o desempenho por: (1) venda mesmas lojas de 27%, contra consenso em 11% e (2) crescimento do e-commerce em 66% A/A, aposta de 40%. O resultado foi positivamente impactado pelas vendas na Copa do Mundo, apesar dos impactos negativos da greve dos caminhoneiros.
A XP mantém a recomendação neutra para o papel, com preço-alvo de R$130/ação.

Fonte: ADVFN



segunda-feira, 6 de agosto de 2018

China ocupa vácuo deixado pelos EUA na América Latina


China ocupa vácuo deixado pelos EUA na América Latina

Embora a expansão da presença chinesa já viesse ocorrendo antes mesmo de Trump chegar à Casa Branca, ela ganhou maior impulso com a gestão mais hostil de Washington. Agressividade, diga-se, que pode ser medida pela guerra comercial declarada mediante taxações unilaterais contra importantes parceiros, sobretudo a China.
Um exemplo emblemático foi o acordo com a Argentina para montar uma base de rastreamento espacial na Patagônia. A estação, segundo o jornal “Clarín”, foi construída pelo Exército chinês ao custo de US$ 50 milhões.
A influência econômica dos EUA na América Latina continua substancial, mas na última década as vendas da região para a China cresceram bastante, chegando a US$ 103 bilhões anuais, em 2016 (dados mais recentes do Atlantic Council). No caso brasileiro, as exportações para a China superaram as vendas para os americanos, respectivamente US$ 35,9 bilhões ante US$ 30,5 bilhões anuais.
A diversificação de produtos, porém, ainda é maior nas trocas com os EUA. Enquanto o Brasil (o mesmo vale para o resto da América Latina) vende matérias-primas para os chineses, ficando refém das oscilações dos preços das commodities, para os EUA as exportações incluem produtos manufaturados, beneficiando a cadeia industrial.
Esse quadro revela o acerto dos chineses ao valorizar a integração global e tirar proveito de instâncias multilaterais e blocos comerciais. Presos na visão populista e xenófoba de Trump, os EUA se isolam, abrindo espaço para novos atores econômicos. Trata-se de um grave erro, sobretudo diante de um déficit fiscal projetado para ultrapassar US$ 1 trilhão até 2020, pondo em risco a economia mundial.
Fonte: O Globo


O metal precioso que está criando uma nova ‘febre do ouro’



Esteira carrega cobalto em estado bruto em Lubumbashi, na República Democrática do Congo, antes de ser exportadoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionEsteira carrega cobalto em estado bruto em Lubumbashi, na República Democrática do Congo, antes de ser exportado

O metal precioso que está criando uma nova ‘febre do ouro’

Se o ouro já foi o grande ímã de garimpeiros no oeste americano, agora é o cobalto quem faz esse papel. O garimpo de cobalto não acontece há décadas nos Estados Unidos. Mas agora um grupo de empresas de mineração está nos Estados americanos de Idaho, Montana e Alasca em busca do mineral azul prateado.
São exemplos do interesse crescente em cobalto – um componente chave nas baterias de íon-lítio, muito utilizadas em aparelhos eletrônicos portáteis e carros elétricos. No passado, o fornecimento de cobalto dependia dos mercados de cobre e níquel, metais mais valiosos tipicamente extraídos junto com o cobalto.
Mas o crescimento dos preços de cobalto e a previsão do crescimento de consumo, de 8% a 10% por ano, fizeram seu status mudar, diz George Heppel, analista senior na empresa de pesquisas CRU Group em Londres.

Mina no Estado do Idaho, nos EUADireito de imagemFIRST COBALT
Image captionEmpresa quer abrir mina de cobalto no Idaho, nos EUA, em três anos

Cerca de 300 empresas no mundo estão agora à caça de depósitos de cobalto, estima a CRU. Gigantes de mineração como a Glencore também estão impulsionando a produção na República Democrática do Congo, onde a maior parte do cobalto do mundo se encontra. Nos Estados Unidos, uma produção pequena de cobalto começou em 2014 pela primeira vez em cerca de quatro décadas.
A empresa First Cobalt, do Canadá, comprou uma mina no Estado de Idaho, nos EUA, e diz esperar que a produção esteja avançada em cerca de três anos. O foco é cobalto, segundo o chefe executivo da empresa, Trent Mell, e não o cobre ou outro metal. ”Mineradores como nós nunca fomos buscar cobalto, de fato”, ele diz. “Há muito cobalto no mundo. Como mineradores, estamos para trás.”

Comércio global

Espera-se que o consumo de cobalto exceda 122 mil toneladas neste ano, mais do que as 75 mil toneladas de 2011, segundo o CRU. O preço do cobalto triplicou. Embora uma produção maior seja capaz de responder à demanda nos próximos anos, analistas dizem que pode haver escassez já em 2022.

Mulher separa cobalto de lama e pedras perto de uma mina na República Democrática do CongoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionMulher separa cobalto de lama e pedras perto de uma mina na República Democrática do Congo

“Há muito interesse de parceiros potencais”, diz Fiona Grant Leydier, de uma empresa que trocou seu nome de Formation Metals para eCobalt, revivendo planos antigos. Depois que o cobalto é extraído com a ajuda de explosivos, ele é levado para ser refinado e transformado em metal, misturas ou concentrados químicos usados em produtos como drones, motores ou baterias. Mais de 60% do cobalto no mundo é extraído na República Democrática do Congo, enquanto a China é produtora líder de cobalto refinado.
Mas, ao lado da crescente demanda, há também crescente preocupação dos Estados Unidos em relação à dependência de importação. Em fevereiro, os EUA adicionaram o cobalto à lista de 35 minerais críticos para a economia. Empresas ativas nos Estados Unidos dizem esperar que seu status “fabricado nos EUA” ajude a acelerar a aprovação governamental e diferenciar seus produtos das importações.


Eles dizem que preocupações quanto a corrupção e trabalho infantil em minas da República Democrática do Congo também pressionam compradores a encontrarem novas fontes. ”Há alguns lugares onde se pode realizar mineração eticamente e nós queremos ser um deles”, diz Michael Hollomon, executivo-chefe da Missouri Cobalt. “Isso nos dá uma vantagem.” A empresa planeja começar a produzir cobalto em uma antiga mina de chumbo no Estado de Missouri, onde há 15 milhões de quilos de cobalto, a maior reserva da América do Norte.
No entanto, como há outras áreas do mundo com muito cobalto de qualidade, os Estados Unidos nunca serão capazes de parar de importá-lo completamente. Especialistas esperam que aumente, inclusive, a participação da República Democrática do Congo na produção global, conforme mineradoras ampliem suas atividades ali. Também espera-se que a China siga dominando o mercado de cobalto refinado, ampliando sua operação na Europa, América do Norte e em outras partes da Ásia.

Empresa EcobaltDireito de imagemECOBALT
Image captionChina deve seguir dominando o mercado de cobalto, segundo especialistas

Embora empresas americanas tenham só uma fração do mercado, elas podem conseguir um preço mais alto por seu material, diz Caspar Rawles, analista na Benchmark Mineral Intelligence. ”Todas as fornecedoras estão querendo reduzir seu risco político, então acho que qualquer projeto fora da República Democrática do Congo está em uma posição estratégica”, diz ele.
Os desafios ainda são significantes, como o custo de instalar uma mina. O preço volátil do cobalto é outra incerteza. Hoje alto, o custo do elemento está levando empresas a buscar maneiras de reduzir a dependência do material. Gerband Ceder, da Universidade da Califórnia, está conduzindo pesquisas para encontrar baterias estáveis que não precisem de grandes quantidades de cobalto. Mas usar esse tipo de tecnologia em larga escala – especialmente em carros – está a até dez anos de distância. “Acho que haverá grande uso de cobalto por um tempo, ainda.”
Fonte: BBC


Cemig, Vale e Ecodorovias são as escolhas da Magliano para a semana

Cemig, Vale e Ecodorovias são as escolhas da Magliano para a semana








Em relatório, a equipe de análise da Magliano divulgou a sua posição de ativos para a semana do dia 03/08 ao dia 10/08.
Segundo o documento, para manter o nível de empenho semelhante ao índice Ibovespa, a corretora optou por realizar poucas alterações no portfólio, retirando os ativos da Itaúsa (ITSA4) e Sabesp (SBSP3), para dar entrada ao papel do Carrefour Brasil (CRFB3) e Ecorodovias (ECOR3). 
Na semana passada, a carteira semanal da Magliano apresentou desempenho positivo de 1,93%, enquanto o índice Ibovespa foi um pouco abaixo e finalizou o período com desempenho de 1,44%.
Dessa forma, o portfólio semanal da corretora é composto pelos ativos do Bradesco (BBDC4), Carrefour Brasil, Cemig (CMIG4), Ecorodovias Vale (VALE3). 
Fonte: ADVFN


sábado, 4 de agosto de 2018

Opala Negra

Opala Negra

Black Opal
Opalas são geralmente uma cor cremosa-branca. Logo são especiais pelas inclusões arco-íris que refletem a luz quando a pedra é movida. Deste modo, Opalas Negras são muito raras porque quase todas elas são encontradas em minas na área de Lightning Ridge, em Nova Gales do Sul, na Austrália. Além disso, uma das opalas pretas mais valiosas de todos os tempos é a “Aurora Australis”. Isso porque foi descoberta em Lightning Ridge no ano de 1938. Devido ao seu tamanho grande e intensa coloração arlequim, a opala de 180 quilates é especialmente admirada. Nada obstante, em 2005, a pedra foi avaliada em mil dólares australianos.Em PedroII Piauí existe uma imensa reserva de Opala nobre, de qualidade excelente como as da Austrália. Algumas pedras são Opalas negras, que compradores de fora compram como se fosse opala Nobre comum, e revendem no exterior por uma quantia 10/20 vezes maior. De acordo com o DNPM apenas 10% da reserva foi explorada, existe um enorme potencial para a OPALA NOBRE do Brasil.

Fonte: CPRM/DNPM