quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Vale é ação blindada para período eleitoral (e por muitos anos), dizem analista

Vale é ação blindada para período eleitoral (e por muitos anos), dizem analista

 - 25/09/2018 - 

Cerca de 40 analistas de investimento do mercado nacional e internacional visitaram a Vale neste mês
A Vale (VALE3) continua a agradar o mercado e a sua administração fala (e faz) exatamente tudo o que o mercado quer ouvir e ver. Isso foi mais uma vez confirmado durante o XVIII Analyst & Investor Tour da Vale no início deste mês, em Belo Horizonte, onde estão localizados o Centro de Tecnologia de Minerais Ferrosos (CTF) e o Centro de Operações Integradas (COI).
A analista do BB Investimentos Gabriela E Cortez estava lá e afirma que a mensagem foi clara: “a empresa tem consolidado sua estratégia de diferenciação e confirmado sua posição como um player premium. A Vale agora deixa seu papel de coadjuvante para tornar-se o ator principal na indústria da mineração”. Ela reiterou a sua recomendação outperform (desempenho acima da média) com um novo preço-alvo de R$ 73,50.
Segundo ela, o sentimento que se tem é de que, após um longo período, os fatores finalmente convergiram e a Vale está, agora, colhendo as sementes plantadas no passado. “O cenário propício de maior demanda por produtos premium, juntamente com um portfólio diversificado e uma bem-estruturada cadeia de suprimentos, colocaram a empresa sob os holofotes”, destaca.
“Não se trata mais apenas de custo, mas da necessidade de ganhos de produtividade e, consequentemente, oferta de minério de maior qualidade. Para isso, investimos em nossas vantagens competitivas, como Carajás, com projetos como S11D, na retomada da capacidade de pelotização e na produção de pellet feed. Além disso, otimizamos a frota de navios e nosso portfólio, com novos produtos premium”, disse Peter Poppinga, diretor-executivo de Ferrosos e Carvão da Vale, após o evento.
Em um relatório desta segunda-feira (24), o BTG Pactual ressalta a forte alta superior a 50% da Vale no ano e o potencial para subir ainda mais.
“Em nossa visão, o desempenho superior da Vale é justificado pelo excelente desempenho dos minérios de alto teor (fuga para a qualidade na China), clara política de dividendos (e perspectiva), contenção do perfil de investimento / desalavancagem rápida, potencial retorno dos metais básicos, entre outros iniciativas”, pontuam os analistas Leonardo Correa e Gerard Roure.
Além disso, eles destacam que a mineradora continua sendo uma das melhores coberturas dentro do Ibovespa para proteção contra incertezas políticas no país: proteção do dólar, melhorias na governança (influência governamental mínima), baixa alavancagem e exposição doméstica, bem gerida e potencial retorno de caixa. “Ao todo, mantemos nosso rating de alta convicção de compra na Vale”, conclui o BTG.
“Esperamos que a vantagem competitiva da qualidade da Vale continue a dar frutos. Vemos a empresa como melhor posicionada em relação aos concorrentes, não apenas no curto prazo, mas também nos próximos anos”, afirmou o analista de mercado do Santander Gustavo Alevatto em análise após o Investor & Analyst Tour 2018.
Fonte: MONEY TIMES

O recado de Stephen Hawking para quem sofre de depressão

Stephen Hawking e cerca de 1000 colaboradores relacionados a ciência e a tecnologia se posicionaram em relação ao uso de inteligência artificial para fins militares (Foto: Flickr/NASA)
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Além de suas contribuiçôes à ciência, Stephen Hawking também gostava de falar sobre temas que faziam parte da natureza humana.Em 2016, durante uma palestra na Royal Institution, em Londres, o estudioso decidiu deixar um recado às pessoas que sofrem de depressão, fazendo uma poética comparação entre a doença mental e buracos negros:
“A mensagem dessa palestra é que buracos negros não são tão negros quanto parecem. Eles não são as prisões eternas que nós pensávamos. As coisas podem escapar para fora dos buracos negros e possivelmente até para outro universo. Então, se você se sentir dentro de um, não desista – há uma maneira de escapar!”

O próprio Hawking é um exemplo de fuga do buraco negro. Aos 21 anos, ele recebeu o diagnóstico de uma esclerose lateral amiotrófica e foi aconselhado por médicos de que teria apenas mais três anos de vida.

No entanto, apesar de ser vítima da síndrome rara que iria paralisar os músculos de seu corpo, o britânico não desistiu de seus estudos e chegou até os 76 anos com uma mente flexível, ágil e brilhante.

Sua filha, Lucy Hawking, percebia essa vontade de viver em seu pai – e revelou isso à mesma plateia do Royal Institution, em 2016: “Ele têm um desejo invejável de continuar e uma capacidade de usar toda sua energia e foco mental para atingir esse objetivo. Não apenas para atingir o propósito de sobrevivência, mas para transcender a produção de seu extraordinário trabalho – escrever livros, dar palestras e inspirar outras pessoas com doenças neurodegenerativas e outras deficiências”.
Fonte: Galileu

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Conheça as 10 pedras preciosas mais valiosas do mundo

As pedras preciosas desempenharam um papel fundamental na história humana. Usadas como tesouro por reis e rainhas ao longo dos tempos, como amuletos místicos ou simplesmente como joias, as gemas sempre fascinaram as pessoas e por isso carregam em si grandes valores.
Existem uma grande variedade de pedras preciosas no mundo, e seu valor varia por diversos fatores, como tamanho, qualidade, raridade, demanda no mercado e até mesmo pela sua história.
Conheça agora as 10 das pedras preciosas mais valiosas conhecidas pela humanidade.

10. Virgin Rainbow Opal - Opala

Virgin rainbow opala
Valor: Avaliado em 1 milhão do dólares (4 milhões de reais)
Descoberto na Austrália em 2003, esse opala incrivelmente raro é capaz de brilhar no escuro. Ele exibe um arco-íris de cores que o torna verdadeiramente único, e por isso, extremamente valioso.

9. Hope Spinel - Espinela


Espinela
Foto: Bonhams

Valor: 1,4 milhão de dólares (5,6 milhões de reais)
Com 50.13 quilates, o Hope Spinel é uma joia de cor rara que estabeleceu um recorde mundial em 2015, quando foi vendido por 1,47 milhão de dólares. Essa pedra faz parte da Coleção Hope assim como o famoso diamante Hope, um diamante azul de 45,5 quilates, e acredita-se que ela tenha vindo do Tajiquistão.

8. Esmeralda Rockefeller - Esmeralda

Rockefeller esmeralda
Valor: 5,5 milhões de dólares (22 milhões de reais)
Vendida por 5,5 milhões de dólares, esta esmeralda de 18,04 quilates é atualmente a esmeralda mais cara por quilate. Inicialmente, John D. Rockefeller comprou essa esmeralda colombiana, ainda não tratada, para sua esposa na década de 1930. Em junho de 2017, Harry Winston comprou a joia verde.

7. Moussaieff - Diamante vermelho

Moussaieff
Valor: Aproximadamente 8 milhões de dólares (32 milhões de reais)
Com 5.11 quilates, o Moussaieff é o maior diamante vermelho classificado pelo GIA (Instituto Gemológico da América). Os diamantes vermelhos são notoriamente raros, e alguns gemólogos alegam que existam apenas cerca de 20 ou mais diamantes vermelhos "verdadeiros" já descobertos.
O Moussaieff foi originalmente cortado de uma pedra bruta de 13,9 quilates, encontrada no Brasil, e foi vendido por cerca de 8 milhões de dólares no início dos anos 2000.

6. Graff Vivid Yellow - Diamante amarelo


Graff Vivid
 Foto: Andrew Cowie

Valor: 16.3 milhões de dólares (65,2 milhões de reais)
Esse grande diamante amarelo de cerca de 100 quilates foi vendido por mais de 16 milhões de dólares em 2014. Com essa venda, o Graff Vivid Yellow marcou um novo recorde mundial de diamante amarelo mais caro vendido em leilão. 
Essa pedra preciosa foi originalmente cortada de um diamante bruto de 190 quilates, em Nova York.

5. Blue Belle da Asia - Safira


Blue belle
Créditos: Denis Balibouse / Reuters

Valor: 17,3 milhões de dólares (69 milhões de reais)
Com 392,52 quilates, a safira Blue Belle da Asia foi vendida por 17,3 milhões de dólares em Genebra, em 2014. Essa joia, que foi descoberta no Sri Lanka em 1926, atualmente é a safira mais cara do mundo.

4. Sunrise Ruby - Rubi


Sunrise Ruby
Foto: Justin Tallis

Valor: 30,42 milhões de dólares (121,68 milhões de reais)
Pesando 25.59 quilates, o rubi birmanês Sunrise Ruby estabeleceu um novo recorde mundial em 2015, quando foi vendido por 30,42 milhões de dólares. O rubi mais caro do mundo é uma criação da Cartier e é conhecido pela seu tom de vermelho “pigeon blood”, ou sangue de pombo. 

3. Orange - Diamante laranja


Orange
Foto: Fabrice Coffrini

Valor: 35,5 milhões de dólares (142 milhões de reais)
Acredita-se que esse é o maior e mais caro diamante laranja do mundo, com 14.82 quilates. Esse diamante laranja em forma de pera foi vendido por mais de 30 milhões de dólares em 2013.
Diamantes puramente laranjas como o Orange são extremamente raros, pois a maioria dos diamantes laranjas também exibem uma cor secundária. 

2. Oppenheimer - Diamante azul

Oppenheimer
Valor: 57,5 milhões de dólares (230 milhões de reais)
Com 14.62 quilates, o Oppenheimer é o maior diamante azul já vendido em leilão. Este diamante com corte de esmeralda foi nomeado em homenagem ao seu proprietário anterior, Philip Oppenheimer, cuja família controlou a lendária empresa DeBeers.

1. Pink Star - Diamante rosa

Pink Star
Valor: 71,2 milhões de dólares (284.8 milhões de reais)
Este diamante rosa de 59,60 quilates foi vendido em 2017 por 71,2 milhões de dólares em Hong Kong. Minerado na África do Sul em 1999, esta pedra é o maior diamante rosa já registrado.
O Pink Star estabeleceu um novo recorde para um diamante vendido em leilão e é a pedra preciosa mais cara já vendida no mundo.

Fonte: CPRM


Painel técnico propõe reavaliação de programas para recuperar Rio Doce


Painel técnico propõe reavaliação de programas para recuperar Rio Doce



O painel de assessoramento técnico e científico criado para encontrar estratégias de recuperação da Bacia do Rio Doce divulgou nesta segunda-feira (24) seu o primeiro relatório. Dentre as principais orientações para mitigar o desastre ambiental está uma avaliação “ampla” dos impactos do rompimento da Barragem de Fundão, tendo como finalidade corrigir “lacunas” eventualmente existentes nos 42 programas instalados para auxiliar a recuperação das comunidades e ecossistemas atingidos.
O painel é coordenado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), na sigla em inglês), organização civil internacional contratada pela Fundação Renova, instituição mantida pela mineradora Samarco para gerir as ações de reparação dos danos causados pela tragédia de Mariana (MG), em acordo firmado entre a mineradora, suas acionistas Vale e BHP Billiton, o governo federal e os governos de Minas Gerais e Espírito Santo.
O documento traz sugestões a governos e à Fundação Renova, prevendo ações de longo prazo para evitar tragédias semelhantes e aprimorar os planos criados para mitigar danos. As discussões sugeridas envolvem a participação dos pescadores da bacia e análise dos contextos anteriores ao episódio e das tendências futuras.
De acordo com o relatório, o documento é o primeiro de uma série de recomendações “construtivas e imparciais” que serão elaboradas sobre os esforços multi-institucionais em andamento.

Anterior ao rompimento

Na primeira recomendação, o painel defende que a medição dos impactos por meio de “indicadores adequados” que avaliem o estado de cada componente ambiental e social antes e, se possível, em períodos anteriores ao rompimento. “Essa avaliação abrangente de impacto deve ser usada em uma revisão sistemática e completa dos 42 programas que, por sua vez, pode ser apresentada ao Comitê Interfederativo para subsidiar a atualização, correção ou melhoria desses programas, conforme necessário, com base no conceito de gestão adaptativa”, prevê o relatório.
Possíveis reformulações ou fusões dos atuais programas também são previstas pelo painel. Segundo o órgão da UICN, os diferentes relatórios precisam ser analisados de forma integrada para evitar efeitos contraditórios e melhorar a eficácia das ações de mitigação. “Essa avaliação integrada pode ser feita de várias formas e, de preferência, deve considerar as perspectivas das principais partes interessadas. Por exemplo, os pescadores devem participar ativamente da avaliação integrada dos programas direta ou indiretamente relacionados à pesca”, diz trecho do documento.

Transparência dos estudos

Nas recomendações sobre transparência dos dados obtidos com os estudos e monitoramentos da Fundação Renova, o Painel do Rio Doce pede que a instituição implemente um plano de compartilhamento dos dados, aproveitando as recentes pesquisas que têm sido feitas para monitorar a qualidade da água, dos ambientes marinhos e dos sedimentos. Além disso, devem ser criadas ações para divulgar as “lições aprendidas” com o gerenciamento da crise pós-desastre.
“Grande parte da aprendizagem social e organizacional que vem sendo obtida pode acabar perdida se não for aproveitada adequadamente. São necessárias, portanto, iniciativas para capturar, registrar e divulgar as lições aprendidas”, sugere.

Entenda o caso

O rompimento da barragem do Fundão ocorreu em novembro de 2015, causando a morte de 19 pessoas, a destruição do distrito de Bento Rodrigues, a devastação do vale do Rio Doce e deixando milhares de pessoas desabrigadas. O desastre ambiental é considerado o maior da história do Brasil. A barragem pertence à mineradora Samarco, que tem como controladoras a Vale e a empresa anglo-australiana BHP.
Em 2016, após assinarem um termo de ajustamento de conduta, as empresas criaram a Fundação Renova para administrar as ações de reparação dos danos. Recentemente, um novo TAC incluiu as vítimas da tragédia na governança da instituição.
Fonte: EBC

Como funciona o ‘testador de diamante’ usado na apreensão de bens de vice-presidente da Guiné


Como funciona o ‘testador de diamante’ usado na apreensão de bens de vice-presidente da Guiné

A apreensão milionária de US$ 16 milhões em dinheiro e relógios com diamantes na comitiva do vice-presidente da Guiné Equatorial, no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), gerou problemas diplomáticos entre os dois países, além de dúvidas sobre leis internacionais e como é feita a fiscalização de bens que contêm pedras preciosas.
O G1 e a EPTV, afiliada da TV Globo, tiveram acesso à Receita Federal para mostrar como funciona o testador de diamantes usado naquele dia para verificar a autenticidade do mineral. Teodoro Obiang Mang é filho do ditador Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, que está no poder há 38 anos. A comitiva do vice-presidente chegou ao Brasil na noite de 14 de setembro e, após 4 horas de negociação, teve as bagagens revistadas pela alfândega em Campinas (SP).
Por conta do caso estar em sigilo fiscal e diplomático, ninguém na Receita Federal de Viracopos foi liberado para dar entrevista, mas o G1 e a EPTV foram autorizados a mexer no aparelho.
O testador comprova se aquela pedra é ou não um diamante. A funcionalidade dele é bem simples: a partir do momento que a ponta do equipamento encosta em um mineral, o barulho que ela faz vai responder se é um diamante ou outra pedra preciosa.
Por conta do caso estar em sigilo fiscal e diplomático, ninguém na Receita Federal de Viracopos foi liberado para dar entrevista, mas o G1 e a EPTV foram autorizados a mexer no aparelho.
O testador comprova se aquela pedra é ou não um diamante. A funcionalidade dele é bem simples: a partir do momento que a ponta do equipamento encosta em um mineral, o barulho que ela faz vai responder se é um diamante ou outra pedra preciosa.
Fonte: G1