quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Legado Verdes do Cerrado, da CBA, oferece atividade de ecoturismo em Niquelândia (GO)


Legado Verdes do Cerrado, da CBA, oferece atividade de ecoturismo em Niquelândia (GO)

Conhecer as riquezas do cerrado brasileiro com diversão e aventura. O Legado Verdes do Cerrado, maior reserva privada do bioma no país, de propriedade da CBA – Companhia Brasileira de Alumínio, realizará nos dias 13 e 14 de outubro o Legado Experience, iniciativa que tem como objetivo aproximar as pessoas de áreas naturais conservadas por meio de atividades esportivas, culturais e de recreação.
A realização da atividade marca o início de uma linha de atuação estratégica do Legado Verdes do Cerrado. Conservada há mais de 40 anos, a reserva é um laboratório a céu aberto para pesquisas científicas como também é cenário propício para atividades ligadas à nova economia, como a produção de mudas e o ecoturismo.
“Com a realização do Legado Experience fomentamos o ecoturismo e, consequentemente, a diversificação da economia local. O evento é ainda uma oportunidade para nos aproximarmos da comunidade e gerarmos valor compartilhado, somando esforços para a conservação ambiental”, afirmou David Canassa, diretor da Reservas Votorantim, empresa que administra os o Legado Verdes do Cerrado.
Diversão e aventura em contato com a natureza - O Legado Experience terá início no dia 13 de outubro, com o Kids Adventure, dirigido à crianças de 6 a 14 anos. Os participantes farão uma caminhada pela reserva para conhecer mais sobre as flores, frutos e árvores do Cerrado. A atração contará, também, com jogos educativos pedagógicos, gincanas e atividades culturais e esportivas.
Para os aventureiros, o Legado Experience oferece Bike Adventure, um passeio ciclo-ecológico de 50 quilômetros, que será promovido no dia 14 de outubro, a partir das 6h, no Núcleo Engenho. O passeio inclui café da manhã, almoço, caminhada pela Trilha do Rio Traíras, e pedalada até o mirante, onde os participantes irão contemplar uma vista panorâmica do local. O passeio será finalizado com uma pedalada na Trilha Campo Cerrado.
Já para o público que prefere o contato com a natureza em um passeio à cavalo, a opção é a Cavalgada, que será realizada também no dia 14 de outubro, a partir das 6h. O percurso inclui caminhada na Trilha do Rio Traíras e cavalgada de aproximadamente 25 quilômetros. Além do café da manhã, será oferecido almoço com churrasco de costela no fogo de chão e apresentação de moda de viola no encerramento, no mirante do Núcleo Engenho.
Parceiros – Em todas as atrações do Legado Experience os participantes contarão com equipes de apoio para a realização das atividades, pontos para hidratação e descanso, além de seguro de vida. “Tudo para proporcionar uma experiência memorável e segura em um evento pioneiro no Cerrado, que abrirá as portas para o desenvolvimento do ecoturismo de Niquelândia e região”, ressaltou Giuliano Deyvison Borges Alves, supervisor de Desenvolvimento Sustentável do Legado Verdes do Cerrado.
A equipe de apoio do Legado Experience será composta por empregados do Legado Verdes do Cerrado e por alunos do curso de Turismo da Universidade Estadual de Goiás (UEG) – Campus Niquelândia. A parceria já consolidada entre o Legado Verdes do Cerrado e a UEG é uma oportunidade a mais para os estudantes enriquecerem, na prática, a formação acadêmica.
Outros parceiros do Legado Experience são: Faeg Jovem de Niquelândia, Javali Bike Club e Pacto de Cooperação para o Desenvolvimento de Niquelândia. A realização de projetos com a participação de empresas, entidades e instituições, por meio de parcerias, faz parte da estratégia de atuação do Legado, que desde que iniciou suas atividades, em 2017, valoriza e incentiva o fortalecimento da economia local em ações conjuntas.
Serviço
Evento: Legado Experience
Quando: 13 e 14 de outubro.
Horários:
·         Kids Adventure (13 de outubro): a partir das 7h
·         Cavalgada (14 de outubro): a partir das 6h
·         Bike Adventure (14 de outubro): a partir das 6h
Inscrições: Até 7 de outubro.
Compra de ingressos e programação completa: www.queropedalar.com/evento/legado-experience.
Pontos de venda em Niquelândia: UEG Campus Niquelândia (Rua Itabaiana, Quadra U, Lote 1, Centro) e Javali Bike Shop (Rua 7 de Setembro, nº 78, Centro).
Mais informações: (62) 3354-6060.
 Sobre o Legado Verdes do Cerrado
O Legado Verdes do Cerrado, com 32 mil hectares, é uma área da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), empresa da Votorantim S.A, administrada por sua gestora de ativos ambientais, Reservas Votorantim. Da área total, 32 mil hectares são protegidos pela empresa desde sua aquisição há mais de 40 anos e possui cerrado em excelente estado de conservação. Próxima ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, é composta por dois núcleos. No núcleo Engenho, nascem três rios (Peixe, São Bento e Traíras, de onde é captada toda a água de abastecimento público de Niquelândia). Nele está a sede do Legado Verdes do Cerrado e em 22 mil hectares são realizadas as atividades da economia verde, enquanto 5 mil hectares são áreas dedicadas à pecuária, produção de soja e silvicultura. O núcleo Santo Antônio Serra Negra, com 5 mil hectares, está localizado nas proximidades do Lago da Serra da Mesa. O projeto da nova economia inclui o desenvolvimento de atividades como viveiro de mudas de frutos do cerrado e de reflorestamento, educação ambiental, ecoturismo e apicultura.
 Sobre a CBA
Fundada em 1955, a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) é a mais tradicional e a primeira indústria nacional fabricante de alumínio do País. A Companhia, pertencente ao portfólio de negócios da Votorantim S.A, é também a única da América Latina a atuar com operação totalmente integrada, realizando desde o processamento de bauxita até a produção de alumínio primário (lingotes, tarugos, vergalhões e placas) e de transformados (chapas, bobinas, folhas e perfis). Com sede localizada na cidade de Alumínio (SP), onde ocupa 700 mil m² de área construída, a CBA também possui três plantas de mineração de bauxita, instaladas nos municípios de Miraí, Itamarati de Minas e Poços de Caldas, em Minas Gerais, além de uma empresa de reciclagem de alumínio, na cidade de Araçariguama (SP). A atuação da CBA está voltada, principalmente, para prover soluções e serviços para a indústria brasileira com foco nos setores de embalagens e transportes; bem como para os mercados de bens de consumo, energia e construção civil através de parceiros estratégicos. Com a reestruturação organizacional realizada em julho de 2016, a gestão das operações do Níquel passou a ser responsabilidade da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA).
 Fonte: Sirlene Milhomem (62) 98176-0297


Governo e Petrobras estão perto de fechar acordo da cessão onerosa

Governo e Petrobras estão perto de fechar acordo da cessão onerosa

Agência Brasil - 26/09/2018 - 21:52
A secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi (Wilson Dias/Agência Brasil)
A secretária-executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, informou hoje (26) que o governo está perto de fechar um acordo com a Petrobras sobre a cessão onerosa.
A cessão onerosa trata de um contrato firmado em 2010, em que o governo cedeu uma parte da área do pré-sal para Petrobras, que teve o direito de explorar 5 bilhões de barris de petróleo. Com a descoberta de volume maior de petróleo na área, o governo irá vender o excedente da área.
A secretária destacou que o acordo não depende apenas do governo e ponderou que um projeto de lei – que permite negociação da cessão onerosa do pré-sal – já foi aprovado na Câmara dos Deputados e aguarda apreciação do Senado.
“Nós já sabemos quais são as dificuldades contratuais de interpretação de algumas cláusulas, que isso já tem estudos dentro do TCU acontecendo e tem projeto de lei para tentar clarear, esclarecer estes pontos”, afirmou ao participar do evento Rio Oil & Gas 2018, que reúne empresários e executivos do setor.
Após a aprovação do projeto no Congresso, a secretária disse que haverá condição de elaborar o edital e os ajustes contratuais necessários.
As discussões técnicas e jurídicas para as mudanças no contrato levaram dois anos. O governo montou um comitê para discutir as medidas, com a participação da Petrobras e do Tribunal de Contas da União – que analisa os termos do edital de licitação do excedente na área da cessão onerosa.
“Esse excedente é da União, então, na licitação há um cuidado de preservar o direito da Petrobras, gerar competição com o processo de licitação da oferta do excedente, precificar da melhor forma possível, mas o mais importante até do que os ganhos fiscais que o processo possa trazer é ajudar o próximo governo em termos ficais de arrecadação”, disse.
Na visão da secretária, a licitação será importante para reativar os investimentos no setor. “Acho que é a maior área reservada no mundo em termos de pré-sal em volumes concentrados. Existe uma expectativa global em torno dessa licitação”, afirmou, acrescentando estar confiante na aprovação do projeto sobre cessão onerosa no Congresso.
Ana Paula Vescovi afirmou ainda que outras medidas, adotadas pelo governo, também reativaram o setor, por permitirem mais segurança aos investidores e previsibilidade, como o anúncio antecipado das rodadas da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Para a secretária, esse ambiente foi reforçado com os resultados dos leilões de óleo e gás realizados a partir de 2016, que trouxeram mais competição com a participação de um número maior de interessados e o aumento de arrecadação por parte do governo.
No encontro, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, disse que é preciso avançar na questão da cessão onerosa para se ter “um marco legal que dê conforto aos técnicos” e propicie a assinatura do termo com a Petrobras. “Discutimos arduamente isso. Chegamos ao ponto em que os técnicos não têm mais como ultrapassar. Precisamos de um marco legal”, disse.
Já Ana Paula Vescovi ressaltou que o governo federal deixará o assunto bem encaminhado para o sucessor.
fonte: MONEY TIMES

Como se formam as pedras preciosas?

Os mesmos processos geológicos que criam, dão forma e remodelam a Terra também geram situações de temperatura e pressão que combinam elementos em pedras preciosas. A exceção são as gemas orgânicas, como pérola e coral, que são feitas por seres vivos, mas classificadas como minerais.
Existem três tipos de rocha na crosta terrestre: ígnea, metamórfica e sedimentar, que podem ser compreendidas como diferentes fases de um ciclo, já que se transformam uma na outra com o tempo. As ígneas se formam do magma ou da lava. Já as metamórficas são formadas a partir de rochas que sofrem calor e pressão sem derreter novamente. As sedimentares surgem a partir de resíduos de rocha ou matéria orgânica dissolvidos em água. É em meio a toda essa ciranda de magma, sedimentos e rochas que as pedras preciosas surgem.
Nem tudo que brilha é ouro
Onde e como se formam algumas das gemas mais conhecidas


 (Marcus Penna/Mundo Estranho)
1.DiamanteFeito somente de carbono, o diamante é uma das poucas pedras preciosas que não costumam se formar na crosta terrestre, e sim no manto, um oceano subterrâneo de magma. A pressão e a temperatura do manto, capazes de liquefazer rochas, também comprimem e fundem o carbono na forma de diamantes, que são carregados à superfície pelo magma, misturados a rochas ígneas
  • Em raros casos, a pressão que forma rochas metamórficas na crosta terrestre também forma diamantes
2.PeridotoÉ outra das raras gemas que se formam no manto terrestre, e não na crosta. O peridoto é uma variante do mineral olivina, uma mistura de magnésio, ferro e sílica (silício e oxigênio) combinada em meio ao calor e pressão do magma do manto. Quando esses elementos se combinam na proporção certa, mais rica em magnésio, o peridoto se forma. Com sorte, sobe à superfície junto a rochas ígneas
 (Marcus Penna/Mundo Estranho)
3.JadeO que chamamos de “jade” na verdade são dois minerais diferentes, jadeíta e nefrita. Eles se formam no mesmo processo que forma rochas metamórficas, quando a temperatura e a pressão na profundeza da crosta recombinam os elementos das pedras, mas sem derretê-las (o que as transformaria em magma)
4.EsmeraldaFormada pela combinação dos elementos berílio, alumínio, silício e oxigênio em uma solução aquosa, a esmeralda costuma ocorrer em veios de água quente (hidrotermais) derivada do magma nas profundezas da crosta terrestre. Quando essa solução aquosa com esses quatro elementos se resfria, a esmeralda se solidifica
5.Rubi e safiraQuando magma contendo alumínio e crômio encontra bolsões de ar na crosta terrestre que contêm oxigênio, esses três elementos se combinam e formam rubis. O crômio, um elemento raro, é o que dá a cor vermelha ao rubi. Se ele não estiver presente na brincadeira, a gema formada é a safira, que costuma ser azul
6.QuartzoÉ formado pela evaporação de uma solução aquosa contendo átomos de silício, o que ocorre tanto em veios de água de superfície na crosta terrestre quanto em veios hidrotermais. Com a presença de certas impurezas (com o ferro) durante sua formação, o quartzo pode ficar da cor violeta, também conhecido como ametista
7.TurquesaParecida com a esmeralda, a turquesa vem da combinação de elementos (fósforo, cobre e alumínio) em uma solução aquosa. A diferença é que essa solução não deriva do magma do manto, e sim do infiltramento de água da superfície na crosta terrestre. Quando o infiltramento se aprofunda o suficiente para o calor evaporar a água, a turquesa se forma

Quer pagar quanto?
Quanto mais “única” a combinação de impurezas e deformidades, mais valiosa é a pedra. Confira algumas das mais caras:
1. Diamante Pink StarÉ um exemplar grande (11,92 g) de um tipo de diamante caro e raro, o diamante rosa. Ninguém sabe ao certo como eles ficam dessa cor, mas o mais provável é a presença de anomalias estruturais. Em 2013, foi leiloado por US$ 83 milhões
2. PainitaEste tipo de cristal proveniente de evaporação de solução aquosa em veios superficiais foi descoberto em 1950. Sua raridade é resultado da quantidade de elementos necessários para formá-lo: cálcio, zircônio, boro, alumínio, oxigênio e ferro. Seu preço pode chegar a US$ 60 mil o quilate
3. MusgravitaUm minério formado da evaporação de água da superfície ou de hidrotermais composto de magnésio, berílio, alumínio, ferro e oxigênio. A raridade vem não só do berílio, um elemento escasso, mas também da dificuldade de encontrar o mineral em forma de cristais translúcidos. Chega a custar US$ 35 mil o quilate
4. JadeítaA variante de jade mais rara é criada em pedras metamórficas que combinam sódio, alumínio, ferro, silício e oxigênio. É difícil de encontrar porque a pressão necessária para produzi-la em meio a rochas metamórficas é bem alta. Vale US$ 20 mil o quilate
5. AlexandritaÉ uma espécie rara do já escasso cristal de berílio, como a musgravita. A alexandrita é especialmente desejada porque sua estrutura molecular (que é determinada basicamente ao acaso) faz com que sua cor mude de acordo com a luz. Custa US$ 12 mil o quilate.
Fonte: Brasil Mineral

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