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Chama-se Pink Star e arrematou, na praça, 66,7 milhões de euros, tornando-se na pedra preciosa mais cara que jamais foi levada a leilão. Demorou dois anos a lapidar e polir e fez a primeira aparição pública em 2003. Agora, ruma a Hong Kong.
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Um diamante cor-de-rosa com 59,6 quilates (cerca de 12 gramas), vendido à joalheira Chow Tai Fook por 553 milhões de dólares de Hong Kong (66,7 milhões de euros à cotação actual) é agora a pedra preciosa mais cara de sempre transaccionada num leilão.
Denominada Pink Star (Estrela Cor-de-Rosa na tradução livre para português), foi à praça pela Sotheby’s e superou os 58 milhões de dólares do diamante oval Oppenheimer Blue arrecadados em Maio aquando de um leilão da Christie’s. É o maior diamante sem falhas internas do seu género que o Instituto Gemológico da América jamais avaliou.
Ainda assim, o valor agora registado ficou abaixo dos 83 milhões de dólares (77,9 milhões de euros à cotação actual) a que a mesma pedra, Pink Star, chegou a ser vendida em 2013. Aquela transacção nunca chegou porém a efectivar-se uma vez que o lapidador, a Isaac Wolf, não pagou o valor prometido, levando a leiloeira a reclamar o mineral.
A Estrela Cor-de-Rosa foi lapidada e polida durante dois anos depois de ter sido extraída pela De Beers no Botswana. A primeira exibição pública do diamante ocorreu no Mónaco em 2003, ao pescoço da modelo Helena Christensen, refere a Bloomberg.
O comprador de Hong Kong é o maior joalheiro do mundo, com mais de duas mil lojas de joalharia e relógios no mundo. No ano passado comprou um diamante verde por 17 milhões de dólares e recentemente reorientou a sua estratégia para alcançar clientes mais jovens, ao vender figuras coleccionáveis da saga Star Wars em ouro e pendentes com a imagem do rato Mickey com diamantes incrustados.
O Estanho, metal conhecido desde os primórdios das civilizações, é um elemento químico (antes, um semimetal) da família 4A, mesma do Carbono. É sólido, muito resistente à corrosão, inerte ao oxigênio em condições ambiente e apresenta coloração branco-metálica com brilho característico. Seu símbolo químico é Sn.
Como todos os metais, é maleável; porém, pouco dúctil – é difícil ser disposto em forma de tubos maciços. Sua massa atômica ponderada vale 118,7u, e número atômico igual a 50 (elétrons e prótons). Possui estados de oxidação +2 e +4 como os mais comuns, é bom condutor de eletricidade e de calor – um fato interessante deste metal é que a uma temperatura de 3,72K (-269,43°C) se transforma num supercondutor.
O Estanho é bastante resistente a meios corrosivos naturais (como o ar ambiente ou a água do mar), mas pode ser atacado quando exposto a ácidos fortes, sais não-metálicos (sais ácidos) e bases fortes.
É o melhor dos metais para ser fundido, pois sua temperatura de fusão é relativamente baixa em comparação aos outros: 232°C. E, a aparência esbranquiçada brilhante só é obtida quando o Estanho está a uma temperatura maior que 13°C.
Ocorrência e Abundância
Cassiterita, mineral de onde o estanho é extraído. Foto: Albert Russ / Shutterstock.com
O Estanho é produzido por 35 países ao redor do mundo em mais de 200.000 toneladas por ano, mas é relativamente escasso: sua concentração na crosta terrestre é de 2 ppm.
Os maiores produtores são a Malásia, Indonésia e Tailândia (os dois últimos correspondem a mais de um terço da produção mundial). Entretanto, a China, Nigéria república do Congo e Bolívia (maior produtor da América do Sul) também se destacam.
O Estanho obtido é, em quase sua totalidade, originária do minério cassiterita (SnO2) através da redução por Carbono, segundo a equação:
SnO2 + 2C -> 2CO + Sn
Para que o monóxido de carbono produzido seja eliminado pode-se oxidá-lo a dióxido de Carbono (menos nocivo ao meio ambiente e aos seres humanos).
Aplicações do Estanho
Galvanoplastia;
Componente de ligas metálicas;
Solda macia (Estanho e Chumbo);
Sais para fabricação de espelhos, papel, remédio e fungicidas;
Fabricação de molas;
Produção de lâminas finas para acondicionamento de vários produtos (como chocolate e maços de cigarros);
Cafeína: o alerta sobre o nosso estimulante mais popular
Descubra quais as principais vantagens e desvantagens de um dos estimulantes mais consumidos no Brasil
Imagem: Detry26/iStock
De longe a mais popular (e menos prejudicial) droga viciante, a cafeína é o estimulante presente no café, em chás, mates, chocolate e em também em refrigerantes. Também é acrescentada em analgésicos, remédios para resfriados, suplementos para perda de peso e medicamentos usados para agilidade mental.
Em alguns minutos após a ingestão, a cafeína é absorvida no intestino delgado e vai para a corrente sanguínea, sendo levada para todos os órgãos do corpo. Ela aumenta os batimentos cardíacos, estimula o sistema nervoso central, aumenta o fluxo de urina e a produção de ácido gástrico e relaxa a musculatura lisa, que controla os vasos sanguíneos e as vias respiratórias.
Em que a cafeína atrapalha?
Pode causar insônia.
A ingestão de cafeína ao fim do dia pode resultar em uma noite sem dormir, e o consumo em excesso pode causar cafeinismo, uma síndrome cujos sinais são insônia, sensação de ansiedade e irritação, taquicardia, tremores e micção excessiva. Esses sintomas abrandam com a redução gradual da ingestão da cafeína. Entenda ainda como acabar de vez com a falta de sono e dormir tranquilamente todas as noites!
Irritação estomacal.
O estimulante, especialmente no café, aumenta a produção do ácido gástrico. Pessoas com úlcera ou com refluxo gastroesofágico devem limitar o consumo de cafeína.
Reduz a absorção de cálcio.
A cafeína reduz a absorção de cálcio, aumentando o risco de osteoporose, especialmente em mulheres mais velhas.
Pode causar sintomas de abstinência.
A retirada súbita frequentemente causa dor de cabeça, irritação e outros sintomas que variam em gravidade de pessoa para pessoa.
Agrava problemas cardiovasculares.
Pessoas com alguns tipos de doenças cardiovasculares frequentemente recebem a orientação de cortar completamente a cafeína, pois ela pode provocar palpitações ou arritmias. A cafeína também pode gerar leve hipertensão arterial temporária e aumentar a frequência cardíaca.
A cafeína, que pode ser encontrada também em chás e mates, também possui muitos benefícios (Foto: chengyuzheng/iStock)
Em que ajuda?
Apesar de algumas desvantagens, existem benefícios claros e comprovados para a saúde. Uma dose por dia, por exemplo, já melhora o seu humor significativamente e te dá energia para enfrentar a rotina. Afinal, existe combinação melhor do que café e alegria?
Aporte de energia.
Para muitos, uma xícara de café ajuda a “pegar no tranco” de manhã, e pausas para um café dão um estímulo durante o dia, quando a energia começa a faltar.
Pode reduzir o risco de câncer.
Para mulheres, beber mais do que três xícaras por dia reduz em 20% a chance de desenvolver o tipo de câncer de pele mais comum. Em homens, a cafeína também diminui o risco de morte por câncer de próstata.
Afasta a depressão.
Consumir ao menos duas xícaras por dia reduz em 20% a probabilidade de depressão em mulheres.
Melhora o desempenho atlético.
O estimulante na cafeína melhora o desempenho cerebral ao elevar a lucidez e a concentração. Estudos confirmam que 250 mg de cafeína (cerca de duas xícaras de café forte) aumentam a resistência, provavelmente porque a cafeína ajuda a queimar gordura.
Pode ajudar a controlar o diabetes.
Um estudo com 14 mil pessoas na Finlândia mostrou que mulheres que bebiam entre três e quatro xícaras de café por dia reduziam em 29% o risco de desenvolver diabetes. Para homens a taxa é de 27%. Os pesquisadores não têm certeza do motivo, mas suspeitam de que os antioxidantes no café ajudem a liberar insulina
Diminui enxaquecas.
Apesar de o estimulante desencadear enxaquecas em algumas pessoas, quando a enxaqueca ataca, algumas xícaras de café ajudam a aliviar a dor. A cafeína é tão eficiente em ajudar a contrair os vasos sanguíneos dilatados no cérebro que é um dos ingredientes-chave em medicamentos para enxaqueca e cefaleia.
Quem deve limitar o consumo
As seguintes pessoas devem limitar o consumo de café a uma ou duas xícaras por dia. Chá e outras bebidas cafeinadas podem ser liberadas.
Pessoas com úlcera;
Pessoas com doenças cardiovasculares;
Idosos com hipertensão;
Mulheres, principalmente grávidas, lactantes ou que têm osteoporose;
Os diamantes sempre foram objetos de desejo e demonstração de poder! O fascínio da humanidade por essa pedra se iniciou na Índia, 400 anos AC, e até hoje ela desperta a atenção e o desejo das pessoas.
Mas você sabia que essa pedra, considerada tão rara e valiosa, pode ser produzida artificialmente usando cabelo? Ou que ela já foi usada como forma de proteção, de cura e força?
Veja 10 curiosidades sobre essa fantástica pedra.
1. Existe um planeta e uma estrela feitos de diamante!
Os cientistas descobriram um planeta que parece ser composto principalmente de carbono, e um terço dele é formado por diamante puro!
Descoberto em 2004, esse planeta orbita uma estrela próxima da Via Láctea, e é chamado de "55 Cancri e".
Outra descoberta fantástica é a da existência de uma estrela que é essencialmente um diamante de 10 bilhões de trilhões de quilates. Essa estrela está localizada na constelação de Centauro, há 50 anos luz de distância da Terra.
Os cientistas batizaram a estrela de Lucy, em homenagem a música dos Beatles "Lucy in the Sky with Diamonds".
2. Os diamantes são quase tão antigos quanto a Terra
A maioria dos diamantes encontrados na natureza tem entre um a três bilhões de anos, sendo que a própria Terra é estimada em 4,5 bilhões de anos de idade. Isso faz com que os diamantes sejam quase tão antigos quanto nosso planeta.
Os diamantes são feitos de um único elemento, o carbono, e seu processo de criação acontece cerca de 160 quilômetros abaixo do solo. Essa distância é tanta que nós só conseguimos ter acesso aos diamantes que foram transportados para a superfície terrestre por meio de erupções vulcânicas.
3. O Brasil já foi o maior produtor de diamante do mundo
Diamante bruto encontrado em Minas Gerais
Os países que produziram mais diamantes mudaram ao longo do tempo. A Índia foi a primeira produtora de diamantes do mundo, começando nos anos 1400, quando os diamantes indianos começaram a ser vendidos em Veneza e em outros centros comerciais europeus.
Em 1700, o fornecimento de diamantes da Índia diminuiu e o Brasil se tornou a principal fonte mundial de diamantes. Ele manteve esse título até o final dos anos 1800, quando uma enorme reserva de diamantes foi descoberta na África do Sul.
4. Diamantes são quase indestrutíveis
A palavra diamante deriva do grego "adamas", que significa invencível ou indestrutível. Apesar do seu nome, e do diamante ser uma das substâncias naturais mais duras do mundo, ele não é indestrutível, tanto que pode ser lapidado. Geralmente são usados outros diamantes para conseguir arranhá-lo ou quebrá-lo.
Por muitos anos, o diamante já foi considerado o material mais rígido do planeta, porém agora o grafeno ocupa esse posto.
5. O maior diamante do mundo pesava mais de 3 mil quilates
Cullinan - O maior diamante do mundo
O maior diamante já descoberto foi chamado de Cullinan, e pesava 3106 quilates. Ele foi descoberto em 1905 na África do Sul. O dono da mina e os líderes sul-africanos deram esse diamante ao rei Eduardo VIII, do Reino Unido.
O Cullinan foi cortado em nove grandes diamantes, e em outros 100 menores. Os três maiores deles estão expostos na Torre de Londres, como parte das joias da coroa.
6. O diamante era usado para se ter força e proteção
Alguns reis usavam diamantes em suas armaduras para terem mais força
Os antigos romanos e gregos acreditavam que os diamantes eram lágrimas dos deuses, ou estilhaços das estrelas que caíam na Terra.
Algumas culturas antigas também acreditavam que os diamantes davam força e coragem ao seu portador durante a batalha. Por isso, alguns reis usavam diamantes em suas armaduras.
Os romanos também herdaram a crença da mitologia indiana de que os diamantes tinham o poder de afastar o mal, se usados como talismãs.
7. Os diamantes criados no laboratório e os naturais têm a mesma estrutura química
Zircônias
Os diamantes criados no laboratório, chamados de zircônia, possuem a mesma estrutura química e propriedades físicas que os diamantes extraídos da Terra.
Mesmo para os gemólogos profissionais é difícil distinguir a diferença entre um diamante criado em laboratório e um extraídos, sem realizar testes com equipamentos especiais.
8. É possível fabricar diamante a partir de cabelo ou de grama
Os diamantes podem ser produzidos a partir de qualquer substância orgânica, como cabelo, grama ou cinzas de pessoas. Esse processo feito em laboratório é chamado de HPHT, que é a sigla para alta pressão e alta temperatura, em inglês.
Como a estrutura dos diamantes é formada por carbono, esse processo utiliza materiais que contenham esse elemento e os colocam em alta pressão e temperatura, simulando as condições encontradas no interior da Terra.
Porém, o resultado desse diamante artificial é sempre uma surpresa, uma vez que não se pode prever em qual cor ou formato que ele surgirá.
9. Existem diamantes de diversas cores
Os diamantes podem se desenvolver em diversas cores, dependendo dos minerais que estão presentes à medida que são formados.
Geralmente sua cor vai de um amarelo pálido ao incolor, porém ele também pode ser marrom, azul, verde, laranja, vermelho, rosa ou preto.
10. A maioria dos diamantes não é usado para joias
Se você perguntar a uma pessoa o que ela pensa quando escuta a palavra “diamante”, possivelmente a primeira coisa que vai ouvir vai ser sobre um anel de noivado.
Porém, a verdade é que a grande maioria dos diamantes extraídos hoje não são usados para fazer joias, e sim para fins industriais. E esse foi também o primeiro uso que essa pedra teve pelos humanos.
O físico de Harvard, Peter Lu, e seus colegas descobriram que os antigos chineses usavam diamantes para polir eixos, há mais de 4.500 anos atrás.
Até hoje, 80% dos diamantes extraídos (cerca de 100 milhões de quilates) são utilizados para fins industriais de corte, perfuração, moagem e polimento.
A estátua da liberdade é um dos maiores símbolos americanos e um dos pontos turísticos mais visitados dos Estados Unidos da América, mas poucas pessoas conhecem a fascinante história da sua construção do visionário chamado Frédéric Auguste Bartholdi.
Bartholdi teve que lutar contra inimigos, impossibilidades de engenharia, falta de apoio e tantas outras dificuldades, para que hoje ela possa estar na cidade de Nova York.
1. A Estátua da Liberdade não surgiu como um presente da França para a América
Construção da Estátua da Liberdade
A história mais contada sobre a Estátua da Liberdade é a de que ela foi um presente do governo francês para o americano, mas na verdade, tudo começou com uma ideia de Frédéric Auguste Bartholdi, um fabricante de estádios que decidiu que queria construir um enorme farol em forma de mulher em uma cidade que não tivesse visitado antes.
Em seus diários e cartas, ele descreveu sua jornada para todos os cantos da América, das Cataratas do Niágara à Washington, para explorar o território e buscar suporte em seu projeto.
O escritor e político francês Edouard de Laboulaye surgiu então com a ideia de criar uma estátua de presente da França para os Estados Unidos, comemorando a liberdade. Bartholdi percebeu que seria uma boa oportunidade para criar seu projeto e ter financiamento para isso.
O acordo foi que os franceses iriam arcar com os custos da estátua, e os americanos fariam o pedestal para o monumento, mas quando Bartholdi viu que não surgiria nenhum financiamento significativo do governo americano, ele criou diversas estratégias para arrecadar fundos.
Bartholdi criou espetáculos em Paris, cobrou entrada para que visitantes pudessem ver a construção da estátua, vendeu souvenirs e até mesmo pediu ao governo francês que o deixasse fazer uma loteria nacional.
2. A estátua foi originalmente projetada para o Canal de Suez no Egito
Estátua foi planejada para ficar no Canal de Suez
O projeto base da Estátua da Liberdade não foi criado especificamente para a América. Quando era jovem, Bartholdi visitou o Egito e ficou encantado com um projeto que iria criar um canal entre o Mediterrâneo e o Mar Vermelho. Na Feira Mundial de Paris de 1867, ele se encontrou com Khedive, o líder do Egito, e propôs criar um trabalho tão grandioso quanto as pirâmides ou as esfinges.
Ele então projetou uma colossal estrutura de mulher, segurando uma tocha e usando um vestido solto, que serviria de farol na entrada do Canal de Suez. Porém, o acordo com o Egito não deu certo porque a estátua ficaria muito cara, e então Bartholdi decidiu se aventurar pela América para tentar realizar seu projeto.
3. A estátua deveria ser um farol
Quando Ulysses Grant autorizou o uso da Ilha Bedloe (agora chamada de Ilha da Liberdade) como local para a estátua, ele especificou que ela deveria ser um farol.
Isso daria um propósito para a estátua e, portanto, mereceria o financiamento do governo. No entanto, os engenheiros nunca conseguiram iluminá-la o suficiente para que ela atendesse a esse objetivo, o que deixou Bartholdi frustrado. Porém, ao longo do tempo ficou claro que o local onde fica a ilha não era uma boa posição para um farol, então a estátua não poderia ser usada para isso de qualquer forma.
4. A tocha da estátua foi exibida primeiro na Filadélfia, e quase ficou por lá
Apesar da vontade de Bartholdi de realizar sua obra, os americanos não ficaram tão empolgados com a ideia de criar a estátua, principalmente os nova-iorquinos. Inicialmente, a arrecadação de fundos e o apoio da população foi extremamente fraco, levando cerca de 15 anos até que o povo americano realmente apoiasse a ideia.
Em um de seus planos para arrecadar fundos, Bartholdi levou a tocha da estátua para Filadélfia para ser exibida na Feira Mundial de 1876, e teve grande sucesso. Muitos pagaram entrada para poder subir na tocha e ver a vista do topo.
Com o dinheiro arrecadado nessa exibição, Bartholdi finalmente teve capital suficiente para construir a cabeça da estátua, e ele ficou tão satisfeito com a recepção da Filadélfia à estátua que, por um tempo, considerou deixá-la lá, ao invés de levá-la para Nova York.
5. A estátua da liberdade também quase foi para Boston
Estátua foi primeiro construída na França
Em 1882, durante a construção da estátua, os esforços para angariar fundos estavam paralisando em Nova York, então Boston fez uma jogada para tentar obter a estátua.
A possibilidade de perder a estátua para outra cidade fez os nova-iorquinos se motivarem, e até mesmo o New York Times, que antes era contrário à criação do monumento, tomou partido criticando a atitude de Boston.
6. Bartholdi queria que a estátua fosse coberta de ouro
Para que a estátua ficasse visível a noite, Bartholdi propôs que os americanos arrecadarem dinheiro para deixá-la dourada. No entanto, o trabalho para reunir dinheiro suficiente para colocá-la no porto de Nova York já tinha sido tão difícil que ninguém quis continuar pagando para que ela fosse coberta de ouro.
7. Thomas Edison tinha planos para fazer a estátua falar
Quando Edison apresentou o fonógrafo ao público em 1878, ele disse aos jornais que estava projetando um sistema sonoro para o interior da Estátua da Liberdade. Esta invenção permitiria que a estátua reproduzisse discursos que seriam ouvidos em toda a Manhattan.
Porém, como ninguém deu importância a esse projeto, ele nunca foi realizado, mas não podemos deixar de imaginar o quão estranho seria estar andando em Nova York e, de repente, escutar a Estátua da Liberdade falando conosco.
8. As sufragistas manifestaram contra a construção da estátua
Quando a estátua foi revelada, em outubro de 1886, os grupos de direitos da mulher não aprovaram a ideia de que uma enorme figura feminina ficaria no porto de Nova York representando a liberdade, quando a maioria das mulheres americanas não tinham liberdade para votar.
Apenas duas mulheres participaram da inauguração da que hoje é conhecida como Ilha da Liberdade, a esposa de Bartholdi e a filha de Ferdinand de Lesseps, o engenheiro que projetou o Canal de Suez. Já as esposas dos membros do Comitê Americano foram obrigadas a assistir de um navio da Marinha, fora da ilha.
As sufragistas fretaram um barco para cercar a ilha durante a inauguração, e fizeram discursos de protesto, mas que infelizmente não puderam ser ouvidos devido ao grande barulho que vinha do porto.
9. Ela enfrentou até mesmo uma grande tempestade
A estátua da liberdade foi construída em Paris, e só depois foi levada aos Estados Unidos da América, sob grandes dificuldades.
A cabeça da estátua foi exibida na Feira Mundial de Paris em 1878, e depois, o monumento foi dividido em 350 partes e embalado em 214 caixotes que foram transportados pelo Atlântico pelo cargueiro "Isere". No caminho eles enfrentaram uma tempestade tão forte que o barco quase foi naufragado.
Depois que todas as partes chegaram, a estátua demorou quatro meses para ser reconstruída. Inicialmente ela seria inaugurada no centenário da independência dos Estados Unidos, porém, tantos empecilhos fizeram que ela só estivesse pronta 10 anos depois que o planejado.
10. Ela nem sempre foi verde
A estátua da liberdade era originalmente de cor marrom avermelhada. Sua cor verde atual é devido à oxidação, que faz com que o cobre fique um azul-esverdeado devido à exposição ao ar.
A estátua da liberdade levou cerca de 25 anos para mudar de sua cor marrom avermelhada para a cor que possui hoje. Em 1906, quando o cobre ainda estava passando por esse processo, os políticos ficaram preocupados e o Congresso concedeu 62 mil dólares para que ela fosse pintada, porém a ideia causou indignação e o plano foi arquivado.