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Preço alto do lítio pode tornar Portugal uma potência dos carros elétricos
É à quinta-feira que Martim Facada decide o preço do lítio. Quando não anda pelas minas da Bolívia, é no escritório da Industrial Minerals em Londres que o analista português contacta produtores e consumidores, até chegar ao valor que a cada semana serve de referência em todo o mundo. Hoje, o quilo do carbonato de lítio, aquele que é usado nas baterias, ronda os 23 dólares. Um preço “alto”, segundo o especialista, que Portugal pode aproveitar.
“Portugal ainda está numa fase júnior na exploração de lítio, mas tem muito potencial”, sublinha em entrevista ao DN/Dinheiro Vivo o analista da Metal Bulletin, a agência mais antiga do mundo que publica o preço dos minerais que não estão cotados. A prova desse potencial está nos mais de 40 pedidos de licenças de exploração que o governo já recebeu.
Mas nem tudo é fácil nesta corrida ao ouro do século XXI. Entre o desejo e a concretização podem passar “à vontade” mais de dez anos, o que por vezes afasta os investidores interessados no lucro rápido. Na melhor das hipóteses, Portugal começará a produzir os compostos de lítio usados na indústria automóvel no final de 2019. É essa a meta da Savannah Resources, uma empresa britânica que está a explorar uma mina em Trás-os-Montes. “Depois de se começar a produzir, ainda é preciso vender o material para fábricas de produção de carbonato e hidróxido de lítio, se a empresa que explora não tiver a sua própria fábrica”, explica o analista. É aqui que Martim Facada acredita que Portugal se pode posicionar.
Projeto pioneiro de mineração contrata funcionários no Centro-Oeste de Minas
Um projeto pioneiro de mineração no Brasil está contratando funcionários no Centro-Oeste de Minas. O diretor-presidente da empresa, Ricardo Dequech, afirmou que, inicialmente, serão contratadas 60 pessoas na região. Para isso, estão sendo realizados treinamentos em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e com a Prefeitura de Dores do Indaiá. Para se inscrever, o interessado precisa procurar o Senai da cidade.
“Ao final do processo, serão selecionados os 60 candidatos que melhor se classificarem no treinamento. As atividades na mina serão muito reduzidas e serão basicamente o desmonte mecânico por escavadeira, o carregamento em caminhões basculantes e o transporte até a fábrica, em Dores do Indaiá – um trajeto de cerca de 40 km”, contou.
Com a fábrica localizada em Dores do Indaiá e mineração focada nas cidades de Quartel Geral e Serra da Saudade, menor município do país, a empresa será o primeiro projeto no Brasil para aproveitamento de glauconita, um mineral com alto teor de potássio, segundo o Ministério de Minas e Energia.
Em entrevista ao G1, Dequech afirmou que a fábrica da empresa começará a funcionar no início de 2019 e que Serra da Saudade e Quartel Geral foram escolhidas como sedes devido as reservas minerais de glauconita presentes nos locais. Já a sede da fábrica ficará em Dores do Indaiá devido à proximidade das minas e outros fatores.
“Optamos por implantar a fábrica em Dores do Indaiá devido a alguns fatores: proximidade da mina; rede de energia elétrica compatível com a demanda do projeto; posição geográfica próxima do consumo dos produtos, rodovias pavimentadas para o fluxo de insumos e produtos; disponibilidade de florestas de eucalipto para suprimento de energia térmica. Além disso, a infraestrutura da cidade é compatível com o projeto”, afirmou.
Segundo o diretor-presidente, a unidade de Dores de Indaiá aproveitará as reservas minerais de rocha potássica, a glauconita, para produzir sais de potássio, alumínio e magnésio, óxido de ferro e óxido de alumínio, que serão vendidas ao mercado de fertilizantes do país.
Impacto Financeiro
De acordo com o diretor da empresa, serão investidos R$ 6 milhões na abertura e pesquisa da mina e R$ 52 milhões na planta química do local. Deste total, ele afirma que parte foi obtida através da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), parte de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), e a outra foi financiada com recursos próprios.
Com a implantação da fábrica em Dores do Indaiá, ele afirma que a expedição de produtos atenderá, principalmente, aos estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo – o que, segundo Ricardo, gerará mais de mil empregos diretos e indiretos em toda a região.
Reserva
A reserva existente no local, e pertencente à empresa de Ricardo, possui 218 milhões de toneladas de minério com teor médio de 10,6% de K2O (óxido de potássio), 16% de Al2O3 (óxido de alumínio), 7% de Fe2O3 (óxido de ferro), 3% de MgO (óxido de magnésio) e 58% de SiO2 (óxido de silício).
Segundo Dequech, o projeto tem geração zero de rejeitos pois todo o minério do processo se transforma em um produto.
Jair Bolsonaro defende que Brasil explore Nióbio em Catalão
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL) conversou com internautas por meio da rede social dele na noite da última sexta-feira (9). O peselista destacou assuntos importantes e Goiás foi citado em um ponto. O futuro chefe do Executivo disse que a riqueza mineral do Nióbio na cidade de Catalão, no sudeste goiano, não pode ser entregue de qualquer forma a grupos estrangeiros. Ele trouxe o exemplo da cidade de Araxá em Minas Gerais, região rica em minério em que grupos econômicos estrangeiros atuam na exploração de jazidas, exportam a matéria prima, sem nenhum beneficiamento. Bolsonaro teme que o mesmo possa ocorrer em Catalão.
Jair Bolsonaro destacou que pretende nos próximos dias definir ministros da área de Meio Ambiente, Saúde, Relações Exteriores e Educação. Na ocasião, Bolsonaro declarou que a partir do ano que vem ele tomará conhecimento do conteúdo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) antes da aplicação da prova. Bolsonaro abordou o assunto ao falar sobre uma questão no Enem deste ano que abordou o pajubá, conjunto de expressões associadas aos gays e aos travestis.
Outro tema abordado pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, foi o aumento para ministros do Supremo Tribunal Federal. Bolsonaro diz que este desgaste não pode ser imputado a ele. Sobre relações exteriores, o presidente eleito justifica os motivos de transferir a embaixada brasileira em Israel para Jerusalém.
Unidades de conservação do Quadrilátero Ferrífero devem ser integradas
Conhecido pela pressão minerária, devido à grande riqueza, representada sobretudo por jazidas de minério de ferro, o Quadrilátero Ferrífero deverá formar um mosaico de unidades de conservação que pode garantir a integridade de sua vida selvagem, dos biomas e da água que abastece a região mais populosa de Minas Gerais.
O lançamento desse plano ocorre amanhã, na sede do Ibama, em Belo Horizonte, com a presença de representantes do órgão federal, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), de prefeituras e de administrações de unidades de conservação. Serão mais de 30 unidades de conservação envolvidas nesse mosaico, entre parques, matas e reservas federais, estaduais, municipais e também particulares. Uma ação que permitirá ações integradas e uma grande cobertura para essa área, que sofre muitos impactos e depende de seus recursos naturais e humanos.
Um mosaico é um conjunto de áreas protegidas, justapostas ou sobrepostas, onde há ações conjuntas que devem ser fortalecidas e complementadas. O que se pretende estabelecer no Quadrilátero Ferrífero é o último a integrar a primeira fase de formação dessas junções de unidades de conservação, para abranger a área de 3,7 milhões de hectares, compreendida entre Ouro Branco (Região Central) e Diamantina (Vale do Rio Jequitinhonha), reconhecida em 2005 pela Unesco como Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço. Os mosaicos do Alto Jequitinhonha à Serra do Cabral (Norte de Minas ao Jequitinhonha) e da Serra do Cipó (Região Central) já haviam sido formados anteriormente, restando, agora, o reconhecimento do Quadrilátero Ferrífero para recobrir completamente a área de Reserva da Biosfera.
De acordo com o professor do departamento de biologia da PUC-Minas Miguel Ângelo Andrade, coordenador do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço, pela grande abrangência da área e identidade regional das unidades, a formação dos mosaicos permite processos de mobilização, dando sentido à cooperação para o desenvolvimento de bases conservacionais. “Cada região tem a sua identidade e seus atributos, como as bacias hidrográficas, os aspectos biogeográficos e de governança. Regionalizar essa diversidade é muito importante”, considera o professor.
Como benefícios diretos, Miguel Ângelo aponta a possibilidade de a região assumir sua vocação para a conservação, uma forma mais estreita e coordenada de cooperação entre as unidades e a institucionalização de um instrumento de governança comum. “Essa gestão conjunta, em um conselho, permite o apoio e o planejamento da prevenção e combate a incêndios florestais. Permite, também a identificação e a implementação de corredores ecológicos que possibilita a ligação de uma área natural a outra, dentro do mosaico de áreas protegidas, permitindo mobilidade entre as espécies. Por exemplo: Uma onça que sai da área natural que habita e encontra uma zona urbana não consegue mais sair. Pelo corredor natural, ela pode encontrar outras populações e aumentar a viabilidade genética da espécie. Um dos fatores que atualmente mais levam à extinção é a fragmentação dos hábitats”, observa o coordenador do comitê estadual.
OURO LÍQUIDO Outra vantagem dessas áreas naturais preservadas, especialmente notável na região do Quadrilátero Ferrífero, é a capacidade de armazenar água e amenizar o clima dos centros populacionais do entorno. “Há ganhos de provisão de recursos hídricos essenciais ao abastecimento e ao fornecimento de água de qualidade, bem como impactos que amenizam o clima. Sem esquecer que são espaços de educação ambiental e para a contemplação do meio ambiente para as populações”, observa o professor Miguel Andrade.
A próxima fase de reconhecimento do Quadrilátero Ferrífero como Reserva da Biosfera ainda está sob análise técnica da Unesco. Segundo Andrade, o próximo trecho contemplado seguiria pelo Norte de Minas e vale do Jequitinhonha, a partir de Diamantina, até a porção baiana da formação rochosa. “O geossistema do Quadrilátero Ferrífero se destaca por contar com muitas espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, uma área prioritária para a conservação da biodiversidade de Minas Gerais”, disse.
Algumas áreas que serão integradas
Formação rochosa natural, que se ergue a 1.746 metros de altitude nas proximidades de Caeté, na Região Central de Minas Gerais. No alto da serra fica o Santuário Basílica de Nossa Senhora da Piedade, um dos destinos religiosos mais procurados por fiéis no Brasil
Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a formação montanhosa é um dos símbolos de Belo Horizonte, mas sua travessia está interrompida por motivos de segurança e por deter uma espécie de cacto endêmico e ameaçado de extinção
Fica entre os municípios de Belo Horizonte, Brumadinho, Nova Lima e Ibirité e apresenta inúmeras nascentes da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas, abastecendo parte da Grande BH. É um refúgio natural e conta com muitas espécies ameaçadas, como a onça-parda, jaguatirica, lobo-guará, gato-do-mato, macuco e veado-campeiro
» Parque Nacional da Serra do Gandarela
Um dos mais contínuos fragmentos de mata atlântica de Minas Gerais, a serra também é tida como uma importante reserva hídrica e de recarga de águas subterrâneas do estado. Muito procurada por suas cachoeiras e atividades ao ar livre como a observação de aves
» Pico do Itacolomi
Uma das formações de destaque da região de Ouro Preto e de Mariana, essa serra reserva a história dos bandeirantes que desbravaram Minas Gerais e a história das plantações de chá no estado. O pico, de 1.772 metros de altitude, é muito procurado por turistas, mas há históricos de invasões e depredações
NOVA IORQUE, 12 de novembro de 2018 (ADVNEWS) – O Dow Jones Industrial Average, principal índice de ações das bolsas de valores dos Estados Unidos, fechou o pregão desta segunda-feira cotado em 25.387,18 pontos – uma desvalorização de -2,32% em relação ao pregão anterior.
O Índice Dow Jones reflete o desempenho médio das cotações das ações de trinta das maiores e mais importantes empresas dos Estados Unidos. A composição do índice não obedece a nenhum critério de desempenho dessas ações nas bolsas de valores. O único critério respeitado é que os componentes sejam companhias norte-americanas líderes em seus segmentos de mercado.
Ao longo do dia, a cotação do índice oscilou pouco, registrando uma diferença de 626,20 pontos entre os valores mínimo (25.340,51) e máximo (25.966,71) obtidos pelo indicador.
Desempenho das principais ações componentes do Índice Dow Jones no pregão de 12 de novembro de 2018