sábado, 5 de janeiro de 2019

Luiz Barsi conta como saiu do zero para construir sua fortuna na Bolsa


Luiz Barsi conta como saiu do zero para construir sua fortuna na Bolsa



Um dos maiores investidores pessoa física da Bovespa conta os segredos que podem levar qualquer um a enriquecer comprando ações


Luiz Barsi Filho – Muitos não me conhecem, portanto vale a pena iniciar este artigo me apresentando. Meu nome é Luiz Barsi Filho, formado em estrutura e analise de balanços, economia e direito. Sou consultor econômico financeiro independente, membro do conselho regional de economia – SP (Corecon-SP); presidente do conselho de administração da Eternit, além de membro do conselho de administração da Unipar/Carbocloro, empresas de capital aberto e líderes nos seus segmentos de negócios. Sou filho de imigrantes vindo de origens humilde. Fui editor de economia e mercado de capitais do jornal diário popular entre 1970 e 1988 e editor de mercado da revista marketing, entre 1989 e 1992. Trabalho desde os 9 anos de idade, e com 78 prossigo acompanhando o mercado de ações diariamente.
Muitos me conhecem por ser um investidor relevante e cativo no mercado de ações, onde inúmeras publicações já retrataram o meu perfil, qualificando meu ‘’DNA’’ como sendo o de dividendos. Entre as publicações destaco: Uol, Valor Econômico, Folha de S. Paulo, Valor Invest, Exame, InfoMoney, entre outras.
Pelo fato desses veículos de comunicação alcançarem audiência muito grande, é comum as pessoas me procurarem para solucionar dúvidas sobre investimentos, particularmente em relações ao segmento acionário. Uma das perguntas mais comuns que fazem é: ‘’Luiz, eu não sou rico. É possível se ter sucesso investindo em ações mesmo assim’’? SIM.
Quando iniciei meu projeto previdenciário era um jovem sem muitos recursos, como boa parte dos brasileiros, entretanto, sabia desde então que para se aplicar em ações era necessário investir, sentimentalizando a parceria nos negócios, além de muita disciplina e paciência: características fundamentais para todos que desejam ter sucesso nas ações, assim como aqueles que pretendam formatar um portfólio previdenciário.
Disciplina é fator de extrema importância em razão dos seguintes motivos: primeiramente, todo indivíduo que se propõe a investir deve seguir uma regra básica, ou seja, nunca gastar mais do que arrecada. Se o fizer não terá recursos para poupar, nem mesmo para investir. Simples e óbvio.
No começo da minha carteira de previdência estabeleci uma primeira meta, que era possuir 100.000 “cem mil ações da Cesp”’, que na época era cotada a R$ 0,50 por ação. A Cesp pagava dividendo mínimo, prioritário e obrigatório de 10% sobre o valor nominal de R$ 1,00, distribuídos semestralmente. Foi no início da década de 1970. O valor dessa meta era equivalente a 5 mil dólares da época, valor menor de um carro popular. Era uma meta modesta, porém, possível de ser alcançada.
Essa primeira meta foi concluída, que considero a primeira conquista como investidor pleiteante de uma estrutura de previdência. Dali em diante outras metas foram sendo estabelecidas e suplantadas, e, na razão direta que adquiria mais ações para integrar a carteira, os valores se multiplicavam em uma proporção superior a toda e qualquer expectativa.
Após dez anos de disciplina, paciência e perseverança já acumulava investimentos capazes de suportar uma renda mensal superior às proporcionadas pela aposentadoria compulsória. Concluindo, a disciplina para poupar e investir cada vez mais em ações que distribuíam bons dividendos foi fundamental para suplantar todas as metas.
Paciência é igualmente importante. Construir um patrimônio é um processo lento e gradual. Não existem atalhos. As maiores fortunas no segmento acionário em todo o mundo foram edificadas em décadas de poupança e investimento, além do reinvestimento dos ganhos. Apenas os investidores conscientes desta forma de acumular patrimônio e projetar receitas sistemáticas são capazes de esperar tanto tempo para serem recompensados.
Algumas instituições prometem riqueza rápida junto a bolsa, como opções e derivativos e outros processos especulativos de alto risco, onde prevalece a orientação de girar com a maior intensidade possível. Porém, em décadas de experiências nunca vi ninguém fazer fortuna de maneira rápida, ou mesmo optando por processos especulativos de risco elevado.
Eu não invisto em ações como essência. Invisto em projetos empresariais com perspectivas de serem bem sucedidos. Ação é uma maneira de participar esses projetos. Se você pretende investir em busca de riqueza rápida, procure outra aplicação que não as ações, mesmo porque o segmento acionário não lhe será favorável. Portanto, fuja da bolsa.
Um dos grandes problemas dos que buscam riqueza rápida na bolsa é que, possivelmente serão seduzidos a colocar seus recursos em aplicações muito arriscadas, como derivativos, opções, e outros. É ai que, caindo nessa armadilha, fatalmente perderão os recursos investidos.
Em muitos casos acabam perdendo muito mais, já que se endividam para tentar reverter os prejuízos e perdem tudo, além de ficarem com as dívidas. Se você tiver a orientação técnica e correta, selecionando as empresas certas, seguramente seu retorno será muito superior. Se ainda você reinvestir os ganhos, o efeito multiplicador atinge índices inacreditáveis.
Outras pessoas me perguntam: ‘“Luiz, por que investir em ações?” O que me motivou a iniciar o investimento nas ações foi a constatação de que no Brasil, principalmente, necessitamos de uma renda mensal que não dependa da estrutura “aposentadoria compulsória” ( aquela proporcionada pelo governo ).
Estruturei alguns ensaios sobre inúmeros investimentos e acabei concluindo que as ações, historicamente, reúnem condições melhores de acumular um patrimônio capaz de gerar a renda mensal desejada. Veio a primeira indagação: como fazer para que tal renda mensal se concretize? Teoricamente, teria que possuir ações de empresas que me premiassem com um dividendo mensal. Caso isso não ocorresse, pelo menos deveria possuir ações de 12 empresas que pagam um dividendo por ano, e assim sucessivamente. A conclusão, após várias experiências foi: nenhuma aplicação reúne condições de apresentar performance comparável às ações.
Se você tivesse investido US$ 100 em 1968 teria hoje US$ 18.000. Uma rentabilidade de mais de 10% ao ano em dólares. Essa foi a rentabilidade do índice Bovespa. Se você tivesse escolhido uma boa empresa e aplicado nos moldes que sugiro, com certeza teria obtido um ganho superior ao do índice Bovespa. Se ainda você reinvestiu os ganhos, esse efeito se multiplica de forma expressiva.
Desde 2008, quando ocorreu a crise sistémica nos EUA, o mercado de ações foi alvo de uma pressão vendedora sem precedentes, causando baixas expressivas na cotação das ações. Esse efeito vendedor, por outro lado acabou gerando oportunidades incríveis; por exemplo, as ações do Banco do Brasil, que baixaram para cerca de R$ 11,00 e hoje estão a R$ 25,30. A BM&FBovespa chegou a ser cotada a R$ 4,00, e hoje vale mais que R$ 17,00, e outras mais.
Foi um período de 11 meses de acentuadas baixas e recuperações graduais, que foram reposicionando os preços aos níveis atuais. Isso é inerente a um mercado de renda oscilante, sendo certo que as cotações oscilam na razão direta de acontecimentos sócio econômicos. Entretanto, com o tempo, acabam voltando aos patamares de valores normais.
As ações não andam em linha reta para cima ou para baixo. E esse é talvez o maior motivo que ter paciência é importante, já que, com certeza terá períodos de alta e outros de baixa. Você compra uma ação a R$ 1,00. Dias depois, ela é negociada a R$ 0,80. Nas semanas seguintes, essa mesma ação vai para R$ 1,25, para depois voltar para o R$ 1,00 inicial e, de repente, vai para R$ 1,50.
Esse tipo de cenário é muito comum e boa parte das pessoas se desesperam na primeira queda e vendem com prejuízo. Você tem paciência para suportar perdas?
Outro fator que faz ações interessantes são os dividendos. Os dividendos representam parte dos lucros das empresas que são distribuídos aos seus acionistas. Vamos falar muito sobre dividendos nessa coluna nas próximas edições.
Posso afirmar, sem engano, que se ao invés de investir em ações eu tivesse investido em renda fixa, certamente eu teria um patrimônio menor do que eu possuo hoje. Eu costumo chamar a renda fixa de “perda fixa”. Mas esse é um assunto que pretendo tratar no futuro.
Investimento em ações no brasil
O Brasil tem um mercado de capitais pobre em alternativas. Temos cerca de 400 empresas listadas na BM&FBovespa (http://www.bmfbovespa.com.br/pt_br/produtos/listados-a- vista-e-derivativos/renda-variavel/empresas- listadas.htm). A bolsa da Mongólia tem também cerca de 400 empresas listadas. (https://en.wikipedia.org/wiki/list_of_companies_listed_on_the_mongolian_stock_exchange).
Agora vamos fazer uma pequena comparação entre Brasil e Mongólia:
População: 200,4 milhões x 2,4 milhões
PIB (2015): US$ 1,775 trilhões x US$ 11,5 bilhões
O Brasil tem uma população cerca de 100 vezes maior que a da Mongólia. Nosso PIB é mais de 100 vezes maior que o dos mongóis. Como então temos tão poucas ações listadas no Brasil? É difícil apontar apenas um motivo único para esse nosso atraso. Mas uma das razões que contribui para nosso atraso é uma mentalidade que se formou ao longo das décadas de que o mercado acionário é um cassino.
O mercado acionário é um cassino? Sim, se você não estiver preparado. Diversas instituições incentivam comportamentos que são compatíveis com práticas de cassinos. De corretoras que incentivam o giro da carteira (pois faturam corretagem) a consultorias que prometem lucros rápidos. Se o investidor adota essas práticas provavelmente irá perder dinheiro e falará aos amigos que bolsa é um cassino. O boca a boca perpetua a mito que bolsa é cassino.
Bolsa não é um cassino!
Mas você precisa ter conhecimento e preparo para não cometer erros básicos. Alguns desses erros são inclusive incentivados por algumas instituições que deveriam defender o investidor. Um dia um rapaz que era médico me perguntou: “Como eu faço para investir?” Eu respondi: “Você consegue me passar em 15 minutos todo o conhecimento que você adquiriu ao longo da sua carreira como médico?”. Ele respondeu que não seria possível. O mesmo se aplica a investir em ações. Não é possível aprender em apenas 15 minutos o conhecimento necessário para ser bem sucedido ao investir em ações.
Escreverei semanalmente essa coluna, com o intuito de orientar o investidor baseado no que deu certo para mim ao longo de décadas investindo. Para você que está começando meu objetivo também é motivá-lo. Trazer exemplos reais ajudam aqueles que não têm referenciais positivos de bolsa.
Quando comecei a investir eu não tinha muito, mas com esforço, dedicação e paciência foi possível atingir meus objetivos financeiros através do mercado acionário. Ações garantem o futuro.
Um país forte se faz com um mercado de capitais forte. E um mercado de capitais forte se faz com um número crescente de investidores. Quanto mais investidores o brasil tiver, maior será a poupança interna e essa poupança poderá prover recursos para um brasil melhor. O mercado de capitais financia projetos de infraestrutura, financia rede de escolas e faculdades, financia o banco que vai financiar o pequeno empresário.
O Brasil precisa de um mercado de capitais forte. E para que o mercado de capitais seja forte, os investidores precisam de educação. Essa coluna tem como objetivo fomentar essa educação que muitas vezes o pequeno investidor não tem acesso. Aqueles que lerem essa coluna semanal estarão mais capacitados para ter sucesso investindo em ações.
Por que essa coluna se chama “ações garantem o futuro”?
Quando eu estava começando a investir fiz um estudo sobre as características das empresas que eram bons investimentos. Neste estudo, cheguei à conclusão que empresas lucrativas e que pagavam bons dividendos eram boas alternativas de investimento. Nas décadas seguintes baseie minha estratégia de investimento nesse estudo. O nome do estudo era “ações garantem o futuro”.
Hoje, eu posso afirmar sem engano que ações garantem o futuro. 

Fonte: Infomoney

TURMALINA BRUTA COLEÇÃO- MG

                     

                             TURMALINA BRUTA COLEÇÃO- MG

Bolsonaro critica agências reguladoras, quer “desamarrar” Ministério de Minas e Energia

Bolsonaro critica agências reguladoras, quer “desamarrar” Ministério de Minas e Energia

 O presidente eleito Jair Bolsonaro voltou a criticar na véspera a estrutura da máquina pública do país, citando especificamente caso de agências reguladoras, entre as quais a recém criada autarquia encarregada pela área de mineração. Em entrevista à rede Record, Bolsonaro (PSL) reafirmou que vai desburocratizar o governo e fazer uma revisão em dispositivos legais que atualmente regulam as atividades do setor privado. “A máquina é muito pesada…são centenas de conselhos pelo Brasil. As agências reguladoras também…nos últimos meses receberam novos nomes…a qualidade de parte dessas agências, das pessoas…o interesse é outro, não é botar para funcionar pela agência”, disse Bolsonaro, sem dar detalhes.
“A agência mineral, por exemplo, nosso ministro de Minas e Energia está amarrado, tem que buscar maneiras de desamarrar”, acrescentou. A Agência Nacional de Mineração (ANM) passou a funcionar no início de dezembro. A ANM, criada no governo de Michel Temer, assumiu as funções anteriormente exercidas pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), absorvendo atividades já desempenhadas e exercendo novas atribuições. A agência foi criada oficialmente para reduzir riscos e incertezas regulatórias para fomentar a confiança de investidores no setor.
Questionado sobre as denúncias envolvendo Fabrício Queiroz, o ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente eleito, Bolsonaro voltou a citar o longo relacionamento de sua família com ele e que cabe a Queiroz dar explicações. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou “movimentação atípica” de mais de 1,2 milhão de reais do ex-assessor. Entre as movimentações suspeitas estão depósitos à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
Bolsonaro, na entrevista, voltou a afirmar que trataram-se de pagamentos de um empréstimo que havia feito a Queiroz. “Quem nunca fez um negócio como amigo? Não cobrei juros…Meu filho não está sendo investigado por absolutamente nada. Se tiver algo mais, que eu desconheço, cabe a explicação ao senhor Fabrício (Queiroz), não a mim”, disse o presidente eleito. Queiroz faltou duas vezes em depoimento marcado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro para explicar os rendimentos, alegando problemas de saúde.


Fonte: Reuters

Chang'e-4, da China, muda de órbita para se preparar para pouso na Lua

Chang'e-4, da China, muda de órbita para se preparar para pouso na Lua por parte da equipe de redatores Beijing (XNA) 02 de janeiro de 2019

As tarefas científicas da missão Chang'e-4 incluem observação radio-astronômica de baixa freqüência, levantamentos topográficos e terrestres, detecção da composição mineral e estrutura superficial da superfície lunar, e medição da radiação de nêutrons e átomos neutros para estudar o ambiente no fundo. lado da lua, de acordo com o CNSA.
A sonda Chang'e-4 da China entrou em órbita planejada na manhã de domingo para se preparar para o primeiro pouso suave no lado oposto da Lua, anunciou a Administração Nacional do Espaço da China (CNSA, na sigla em inglês).
A sonda entrou em órbita lunar elíptica, com o perilune a cerca de 15 km e a apolune a cerca de 100 km, às 8h55, horário de Pequim, disse a CNSA.
Desde que o Chang'e-4 entrou na órbita lunar em 12 de dezembro, o centro de controle de solo em Pequim cortou a órbita da sonda duas vezes e testou a conexão de comunicação entre a sonda e o satélite de retransmissão Queqiao, ou Magpie Bridge, que opera em a órbita do halo em torno do segundo ponto Lagrangeano (L2) do sistema terra-lua.
Os engenheiros espaciais também verificaram os instrumentos de imagem e os detectores de alcance na sonda para se prepararem para o pouso.
O centro de controle escolherá o horário adequado para aterrissar a sonda no outro lado da lua, de acordo com a CNSA.
A sonda Chang'e-4, incluindo um lander e um rover, foi lançada por um foguete Long March-3B em 8 de dezembro do Xichang Satellite Launch Center, na província de Sichuan, sudoeste da China.
Como o ciclo de revolução da lua é o mesmo que o seu ciclo de rotação, o mesmo lado está sempre voltado para a Terra. A outra face, a maior parte da qual não pode ser vista da Terra, é chamada de lado distante ou "lado escuro" da lua, não porque é escura, mas porque a maior parte dela não é mapeada.
A missão Chang'e-4 será um passo fundamental para revelar o lado misterioso da lua.
As tarefas científicas da missão Chang'e-4 incluem observação radio-astronômica de baixa freqüência, levantamentos topográficos e terrestres, detecção da composição mineral e estrutura superficial da superfície lunar, e medição da radiação de nêutrons e átomos neutros para estudar o ambiente no fundo. lado da lua, de acordo com o CNSA.
A China promoveu a cooperação internacional em seu programa de exploração lunar, com quatro cargas científicas da missão Chang'e-4, desenvolvidas por cientistas da Holanda, Alemanha, Suécia e Arábia Saudita.

Links Relacionados Administração de Espaço Nacional da China 

Atum é vendido por recorde de US$3 milhões em leilão no novo mercado de peixe de Tóquio

Atum é vendido por recorde de US$3 milhões em leilão no novo mercado de peixe de Tóquio

Economia1 hora atrás (05.01.2019 15:30)

© Reuters.  Atum é vendido por recorde de US$3 milhões em leilão no novo mercado de peixe de Tóquio© Reuters. Atum é vendido por recorde de US$3 milhões em leilão no novo mercado de peixe de Tóquio
Por Angie Teo
TÓQUIO (Reuters) - O dono de uma rede japonesa de restaurantes estabeleceu um novo recorde neste sábado ao pagar mais de 3 milhões de dólares por um atum azul no primeiro leilão do ano no novo mercado de peixe de Tóquio, superando um recorde de 2013.
Kiyoshi Kimura, dono da rede Sushizanmai, pagou 333,6 milhões de ienes (3,1 milhões de dólares) pelo peixe de 278 quilos capturado na costa da província de Aomori, no norte do Japão, ou o dobro do que havia pago seis anos atrás.
"O atum parece tão saboroso e muito fresco, mas acho que paguei muito", disse Kimura a repórteres do lado de fora do mercado.
"Eu esperava que fosse entre 30 milhões e 50 milhões de ienes, ou 60 milhões de ienes no máximo, mas acabou cinco vezes mais", acrescentou.
O evento de sábado foi o primeiro leilão de Ano Novo do mercado de Toyosu, depois que o famoso mercado de peixe de Tsukiji fechou no ano passado para servir de estacionamento temporário para a Olimpíada de 2020 em Tóquio.
Kimura pagou o maior preço pago por um único peixe no leilão do ano novo por seis anos consecutivos até 2017, mas no ano passado o proprietário de uma cadeia diferente de restaurantes pagou o preço mais alto.
Após o leilão, o peixe foi levado a um dos ramos de Sushizanmai, localizado no antigo mercado de Tsukiji.
O atum é valorizado em todo o mundo por seu uso em sushi, mas especialistas alertam que a crescente demanda tornou a espécie ameaçada de extinção.


Fonte: Reuters