sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Exploração mineral: por que investir em zinco?

Exploração mineral: por que investir em zinco?






Você sabia que o zinco teve uma das melhores performances entre os metais básicos nos últimos anos?

A curva de preços deste metal é crescente, praticamente sem inflexão, o que torna o zinco um dos mais interessantes metais do momento.

O que está por trás dessas altas contínuas?

Faz tempo que os exploradores minerais deixaram de prospectar os sulfetos de zinco. Na realidade o último boom de exploração ocorreu na década de 70 quando quase todas as empresas, a maioria majors, faziam grandes campanhas de sedimentos de corrente e de levantamentos aerogeofísicos.

Foi a última corrida aos metais básicos, rapidamente substituída pela do ouro, diamantes e do minério de ferro.

Os esforços de quase 50 anos atrás resultaram em inúmeras grandes descobertas minerais e, em apenas uma década, a oferta de zinco cresceu, os preços estabilizaram e o mundo voltou a normalidade.

Hoje estamos vendo a ponta do iceberg de uma nova realidade.

Muitas minas, algumas gigantescas como Century e Lisheen, foram fechadas. A exaustão de dezenas de jazimentos se somam aos cortes em custos de produções marginais o que terminou por colocar o zinco, de novo, entre as commodities muito valorizadas.

Hoje o preço do metal atinge US$2.765/t, quase 100% maior do que no início de 2016 (veja o gráfico).

O crescimento mundial aliado a uma produção menor e novos fechamentos de minas, faz do zinco uma aposta segura para os próximos anos.
Este metal, cuja produção anual está prevista para 13,2 milhões de toneladas em 2017, terá um desempenho superior ao cobre e ao chumbo.

É hora de tirar o martelo do armário e começar as campanhas de prospecção!


PS=O zinco atingiu US$ 3.308.75 por tonelada AGORA EM JANEIRO DE 2019.



Fonte:O Portal do Geólogo - a brazilian geologist specialized in mineral exploration

As ações de dividendos mais indicadas em janeiro

As ações de dividendos mais indicadas em janeiro

Arena do Pavini - 11/01/2019 - 
Por Arena do Pavini – O Índice de Dividendos (IDIV) da bolsa B3 fechou 2018 com alta de 15,96%, acima dos 15,03% do Índice Bovespa. E o cenário de juros baixos por mais tempo a partir do ajuste fiscal prometido pelo governo de Jair Bolsonaro beneficia as ações de dividendos de três formas. A primeira é que torna mais interessantes os rendimentos oferecidos pelas empresas, que podem até superar os 6,5% ao ano do juro básico Selic.

Retornos de até 15% ao ano

Há casos de empresas que projetam retorno em dividendos acima de 10% (ver “dividend yield” na segunda tabela abaixo), com base nos lucros estimados para os próximos 12 meses, caso de Tenda, que segundo cálculos da Bradesco Corretora pode pagar o equivalente a 15% do valor pago na ação, ou Transmissão Paulista, com 13,3% de retorno projetado pela Itaú Corretora. Mas mesmo um retorno mais modesto, perto do juro básico, pode ser interessante, pois o dividendo, por enquanto, não tem tributação (apenas o imposto pago pela empresa antes de distribuir o lucro). E as ações de dividendos são menos instáveis, oscilam menos que a média.

Lucro maior das empresas

A segunda forma é que o juro baixo reduz o custo financeiro das empresas, que podem também usar mais crédito para alavancar suas vendas e seus lucros. O cenário já é mais benéfico para os lucros pela expectativa de que a economia brasileira cresça mais este ano.  Itaú BBA estima um crescimento de 38% dos lucros das empresas do Ibovespa este ano. Já o Bradesco trabalha com um crescimento de 56% no lucro das empresas que forma o índice MSCI Brasil, acima do consenso do mercado, de 43%.
E a terceira forma é o custo de oportunidade mais baixo de investir em ações: uma coisa é correr risco com um juro de 14,25% ao ano, outra é com juro de 6,5% e inflação de 4% ao ano.

Vale segue na liderança

Na seleção de ações de 12 corretoras acompanhadas pelo Portal do Pavini, a líder de indicações continua sendo a Vale, participando de seis carteiras. O setor financeiro tem três empresas, Itaú Unibanco, sua holding Itaúsa e o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB). Já as elétricas também têm três representantes, Taesa, AES Tietê e Engie. E consumo aparece com Smiles, tradicional opção de dividendos, apesar dos planos da controladora Gol de incorporar a empresa de milhagem.
A indicação de Vale acompanha a expectativa de que a empresa está bem posicionada no mercado global de minério de ferro, que deve continuar com demanda por produtos de alta qualidade, caso da mineradora brasileira, diz o Santander. A empresa também tem mais agilidade que os concorrentes australianos em ajustar sua produção e tem perspectiva de forte geração de caixa nos próximos anos com menor endividamento e menos investimentos. O Santander estima que a empresa chegue a US$ 9 bilhões por ano em dividendos nos próximos anos, com um retorno de mais de 10% ao ano.  O banco espanhol admite, porém, riscos com a desaceleração da economia da China e a disputa comercial entre EUA e o governo chinês.
As preferidas em dividendos
JaneiroCódigoIndicações
Vale ONVALE36
Itaú Unibanco PNITUB45
Itausa PNITSA44
Taesa UnitTAEE114
AES Tietê UnitTIET114
Engie ONEGIE33
IRB ONIRBR33
Smiles ONSMLS33
 Confira abaixo as carteiras de cada corretora para ações de dividendos em janeiro.
Carteiras de dividendos
Carteiras de janeiro
CorretoraEmpresaCódigoDividend Yield
Guide InvestimentosBanco do Brasil ONBBAS35
IRB Brasil ONIRBR33,6
Engie ONEGIE38,1
AES Tietê UnitTIET113,4
Vale ONVALE34,6
Banrisul PNBBRSR65,3
Sanepar UnitSAPR117,2
Cyrela ONCYRE30,1
Santander CorretoraTelefonica Brasil PNVIVT46,7
Banrisul PNBBRSR65,8
IRB Brasil ONIRBR34,54
Itaúsa PNITSA44,97
Smiles ONSMLS38,45
Copasa ONCSMG38,8
Energisa UnitENGI118,97
Vale ONVALE37,2
Bradesco CorretoraB3 ONB3SA33,4
Taesa UnitTAEE118,5
Sanepar UnitSAPR114,5
Tenda ONTEND315,8
ABC Brasil PNABCB44,1
Itaú CorretoraBradespar PNBRAP411
Copasa ONCSMG38,2
Transm PaulistaTRPL413,3
Smiles ONSMLS39,9
Telefonica Brasil PNVIVT47,8
BB InvestimentosBanco ABC Brasil PNABCB47,76
CCR ONCCRO32,82
Cia Hering ONHGTX33,88
Itaú Unibanco PNITUB44,31
MRV Engenharia ONMRVE39,4
Smiles ONSMLS36,8
Taesa UnitTAEE117,5
AES Tietê UnitTIET118,8
Transm Paulista PNTRPL46,6
Metal Leve ONLEVE35,5
XP InvestimentosItaú Unibanco PNITUB4
Vale ONVALE3
EquatorialEQTL3
Engie Brasil ONEGIE3
AES Tietê UnitTIET11
Mirae AssetSantander UnitSANB11
Engie Brasil ONEGIE3
EZTec ONEZTC3
Itaúsa PNITSA4
Vale ONVALE3
CoinvaloresSantander UnitSANB11
Natura ONNATU3
IRB ONIRBR3
EZTec ONEZTC3
Itaú Unibanco PNITUB4
Braskem PNABRKM5
Tupy ONTUPY3
Comgás PNACGAS5
Vale ONVALE3
SLC ONSLCE3
Necton InvestimentosBB Seguridade ONBBSE3
ArezzoARZZ3
Comgás PNACGAS5
Bradespar PNBRAP4
Taesa UnitTAEE11
Genial InvestimentosAES Tietê UnitTIET11
Itausa PNITSA4
Estácio ONESTC3
Metal Leve ONLEVE3
Unipar Carboc. PNBUNIP6
Planner CorretoraBradesco PNBBDC42,41
Cia Hering ONHGTX31,11
Itausa PNITSA45,38
Fleury ONFLRY33,54
TIM ONTIMP35,49
Ativa InvestimentosItaú Unibanco PNITUB4
Klabin UnitKLBN11
Vale ONVALE3
Ambev ONABEV3
Kroton ONKROT3
Ultrapar ONUGPA3
Taesa UnitTAEE11

Fonte: Corretoras. O Dividend Yield corresponde ao retorno em dividendos anualizado estimado pela corretora em relação ao preço do papel na bolsa na data dos relatórios. Se o preço da ação subiu nesse intervalo, o retorno pode ser menor.


Fonte: MONEY TIMES/Arena do Pavini

Risco de recessão nos EUA é o maior em seis anos, diz pesquisa

Risco de recessão nos EUA é o maior em seis anos, diz pesquisa

            - 11/01/2019 - 16:03
Em pesquisa realizada pela Bloomberg, 25% dos economistas projetam o risco de uma recessão norte-americana nos próximos 12 meses – maior patamar desde 2012, em meio a guerra entre China e EUA no comércio e preocupações sobre a paralisação do governo.
A média das projeções para o crescimento econômico em 2019 caiu, de 2,9% para 2,5%. Para os analistas consultados pela Bloomberg, a redução do balanço de ativos do Federal Reserve e a retirada de estímulos fiscais justificam as premissas mais pessimistas.
No entanto, a recuperação no mercado de trabalho, com crescente alta nos salários, pode alterar este quadro.
Horizonte preocupa
Para Brett Ryan, economista do Deutsche Bank, a cautela predomina. “Não é nosso call que haja uma recessão em breve por qualquer meio, mas as condições financeiras se tornaram materialmente mais restritas nos últimos dois meses”, declarou Ryan à Bloomberg, completando ainda que “a paralisação do governo pesa contra a confiança do empresariado e pode surtir efeitos na confiança do consumidor”.

Fonte: MONEY  TIMES

8 substâncias da ficção que facilitariam nossa vida

Quando escritores decidem criar mundos e universos fictícios, eles pensam em personagens, países, planetas, continentes, culturas, línguas e por aí vai. Alguns vão além e também inventam elementos, minérios e outras substâncias que costumam ter um papel fundamental nas tramas. George R. R. Martin fez isso, assim como Tolkien, James Cameron, Gendy Tartakovsky e outros autores bem conhecidos dos fãs da cultura pop.
Como a maior parte dessas criações tem propriedades incríveis, é fácil ficar imaginando como seria a vida caso elas realmente existissem. Por isso, a SUPER separou algumas das mais cobiçadas substâncias fictícias e pensou como elas poderiam ser aplicadas a nossa realidade.
1. Aço Valiriano
O que é: um aço mágico. E isso porque, durante sua fabricação, são utilizados encantos. É usado em espadas por formar as lâminas mais finas, resistentes e afiadas do mundo.
Onde apareceu: nos livros de “As Crônicas de Gelo e Fogo” e na série “Game of Thrones”, as espadas de aço valiriano são relíquias que passam de pai para filho em vários clãs de Westeros. A “receita” para forjar a liga foi perdida há muito, por isso só as peças trazidas pelos Targaryen ainda existem.
Por que seria útil: lâminas e agulhas mais afiadas e finas poderiam ser aproveitadas na medicina, na culinária, na costura, no artesanato etc. Basicamente, o aço valiriano seria útil em quase todos os setores da indústria.
2. Vibranium
O que é: um metal que, diferente de todos os outros, absorve energia em vez de conduzir.
Onde apareceu: ficou famoso por ser um dos componentes do escudo do Capitão América, junto de ferro e de um elemento desconhecido. No universo da Marvel, é possível encontrar grandes reservas de vibranium no fictício país africano Wakanda, terra-natal do Pantera Negra.
Por que seria útil: um metal que absorve impactos e energia seria ideal para armaduras e carrocerias de carros, por exemplo. Um outro uso seria na construção civil: imagine estruturas que não sucumbem a terremotos.
3. Adamantium
O que é: a liga metálica mais resistente do mundo e que, uma vez resfriada, não pode ser fundida ou moldada. Existem vários tipos de adamantium, mas o original é formado por vibranium e aço.
Onde apareceu: quando o Dr. Myron McLain tentou recriar a liga metálica utilizada no escudo do Capitão América, acabou criando o adamantium, que ficou conhecido por revestir o esqueleto do Wolverine, além de suas garras. O Capitão também chegou a usar escudos feitos com essa liga, mas eles não agradaram.
Por que seria útil: um metal indestrutível é provavelmente uma das coisas mais cobiçadas da metalúrgia. Sua aplicação seria muito ampla. Poderia ser usado, por exemplo, na construção civil e nas indústrias aeronáutica, automobilística e naval. Imagina se o Titanic fosse de adamantium?
4. Elemento X
O que é: um produto químico misterioso, normalmente visto em forma líquida, que confere super-poderes a todos os seres vivos.
Onde apareceu: no desenho animado “As Meninas Superpoderosas”, o elemento X caiu por acidente na mistura do Professor Utônio. Junto de açúcar, tempero e tudo que há de bom, o ingrediente resultou em Lindinha, Docinho e Florzinha. Ele também é o responsável pela genialidade maligna do Macaco Louco.
Por que seria útil: um elemento que pode fazer pessoas voarem seria uma boa saída para solucionar o problema do tráfego. A super-força reduziria a necessidade de equipamentos na indústria pesada. Enfim, super-poderes são sempre bem-vindos.
5. Dilithium
O que é: um mineral cristalino que, submetido a campos magnéticos de alta frequência, regula as reações entre matéria e antimatéria. Essas reações produzem energia que e é utilizada em naves para ultrapassar a velocidade da luz.
Onde apareceu: em “Star Trek”, o dilithium está presente em naves espaciais, inclusive na Enterprise. A princípio, o mineral só poderia ser encontrado na natureza, mas na série “Jornada nas Estrelas: a Nova Geração”, já é possível sintetizar dilithium artificial. No entanto, a versão de laboratório é bem menos resistente. Existe um composto real chamado dilítio, mas os criadores da série não faziam ideia.
Por que seria útil: embora viajar além da velocidade da luz seja teoricamente impossível, o dilithium poderia ser usado na propulsão de naves mais modestas. A ideia é tão boa que cientistas já estão testando um composto de lítio que funciona igual ao mineral fictício.
6. Mithril
O que é: um metal extremamente valioso, mais resistente que o aço, mais leve que o alumínio e que nunca oxida.
Onde apareceu: o mithril aparece na trilogia “O Senhor dos Anéis” e  em “O Hobbit”, sendo um dos principais minérios explorados pelos anões. É utilizado na confecção de joias, armas e equipamentos na Terra Média, por ser muito resistente e leve. Frodo recebe uma malha feita de mithril  de seu tio Bilbo, que a havia encontrado na caverna do dragão Smaug.
Por que seria útil: um metal que é super resistente e leve seria bem-vindo na metalurgia e na indústria em geral. Também seria uma boa saída para equipamentos de proteção, como coletes à prova de balas.
7. Carbonita
O que é: uma liga metálica que usa carbono na sua composição e pode ser resfriada a baixíssimas temperaturas.
Onde apareceu: a carbonita é usada pelos capangas de Jabba, o Hutt, para congelar Han Solo em “Star Wars: O Império Contra-Ataca”. Quando Han foi congelado em carbonita, a ideia era testar se um humano sobreviveria ao processo. O piloto serviu de cobaia porque Darth Vader planejava congelar Luke Skywalker.
Por que seria útil: como Han sobreviveu ao congelamento sem nenhum dano, é fácil imaginar as aplicações da carbonita na medicina. Médicos poderiam congelar pacientes por anos até que descubram a cura de sua doença, por exemplo.
8. Unobtainium
O que é: um minério, que, em temperatura ambiente, se comporta como supercondutor e apresenta um magnetismo peculiar.
Onde apareceu: no filme “Avatar”, de James Cameron, o unobtainium é a solução para a crise energética na Terra, além de ser usado nos propulsores das naves espaciais (mais ou menos como o dilítio). A maior jazida do minério se encontra na lua de Pandora, onde vivem os Na’vi.
Por que seria útil: um supercondutor tem perda mínima de energia, o que seria ideal para conduzir eletricidade por grandes distâncias com menos prejuízo. Nesse ponto, o filme de Cameron é bem realista.

Fonte: Super