quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Insatisfeita com decreto, Taurus estuda importar armas de fogo, diz Estadão

Insatisfeita com decreto, Taurus estuda importar armas de fogo, diz Estadão

Investing.com Brasil - 17/01/2019 - 


(Divulgação/Facebook)
Por Investing.com – As ações da Taurus Armas (FJTA3) tiveram forte destaque na bolsa desde a ascensão de Jair Bolsonaro nas pesquisas eleitorais em 2018. Nesta semana, com a assinatura do decreto regulamentando a posse de armas de fogo e a sinalização da abertura do mercado para esses produtos, os papéis acumulam expressivas perdas de quase 45% em dois dias.
Preocupado com a possibilidade da abertura do mercado, o presidente da companhia, Salesio Nuhs, deu a entender que não ficou satisfeito com o decreto do governo. De acordo com a Coluna do Broad do Estadão, o executivo entende que não há muitos atrativos em fabricar armas no Brasil, principalmente na questão regulatória e tributária.
Dessa forma, seria mais vantajoso para a companhia produzir no exterior para depois importar para o Brasil, uma vez que os importadores não precisam de um burocrático processo de homologação. Esse procedimento leva em média três anos.
Por isso, diz que o ideal seria produzir no exterior e exportar para o Brasil, já que importadores não têm de passar por processos de homologação, que levam em média três anos entre a construção do protótipo e o lançamento.
A coluna destaca ainda que os importadores não têm a mesma carga tributária e os produtos não precisam passar por aprovação de órgãos regulatórios, como o Exército. Hoje, a Taurus tem uma fábrica no Rio Grande do Sul e investe para ampliar a produção nos Estados Unidos.
Outro ponto é que as medidas do governo foram consideradas tímidas pelos defensores do tema, que esperavam também a redução de preços e a desburocratização na aquisição dos equipamentos.
Desempenho em 2018
No ano passado, as preferenciais saltaram 88,37 por cento e as ordinárias dispararam 146,91 por cento, em grande parte apoiadas em sinalizações de Bolsonaro, no sentido de ampliação de investimentos em segurança pública e liberalização nas regras para concessão de posse de armas.
A companhia também divulgou na semana passada que seu conselho de administração aprovou acordo preliminar com autoridades norte-americanas para encerrar processo nos Estados Unidos relacionado a seus produtos.
A Taurus, que afirma ser uma das maiores fabricantes de armas leves do mundo, encerrou os nove meses até setembro de 2018 com receita líquida 623,5 milhões de reais, mas prejuízo consolidado de 44,6 milhões de reais.
As vendas líquidas de armas nos 9 primeiros meses do ano passado totalizaram 613,6 milhões de reais, alta de 17,4 por cento em relação ao mesmo período de 2017, com as vendas nos mercados interno e externo registrando aumentos de 73 e 10,4 por cento, respectivamente, segundo o balanço da empresa.

Fonte: Investing.com Brasil 

DIAMANTES ABUNDAM EM RONDÔNIA, UMA PEQUENA PEDRA DE DEZ QUILATES PODE VALER ATÉ 40 MIL DÓLARES

Num determinado estado dessa enorme Nação brasileira, é moleza ficar rico, principalmente se cumprir algumas pequenas orientações. Ser amigo de caciques indígenas é uma delas. “Molhar” a mão de alguns deles, então, é vital. Rir dos discursos de autoridades que garantem que as áreas onde as riquezas existem são protegidas e nelas ninguém entra, também faz parte do cardápio. É Rondônia, claro! E ainda, se você for da turma que entra e sai da Reserva Roosevelt, dos índios Cinta Larga, a hora que quiser, já sabe: ficará rico em poucos meses. Quando você encher a mão com alguns diamantes da maior pureza (tem que estar lá na área logo depois de uma forte chuva, para ver como algumas pedras parecem brotar do solo!), pode sair pela BR 364, em direção a Porto Velho, onde hoje se concentra o comércio ilegal e vender uma dessas pedrinhas maravilhosas. Vamos usar um exemplo, bastante comum: que essa pedra tenha, vamos dizer, apenas 10 quilates. O valor pode chegar a até 4.000 dólares o quilate, por pedra bruta. Só nela, você poderia faturar, limpo, até 40.000 mil dólares ou algo em torno de 148.000 reais, hoje. Tirando suas despesas e a “gorjetinha” das propinas aqui e ali, num sistema de corrupção que não é combatido, você fica com uns 120 mil limpinhos. Por cada pedra de boa qualidade que vender. E em Roosevelt, todas as pedras são de boa ou ótima qualidade. Claro que você terá que parar de vez em quando na estrada para aplacar seus ataques de riso, quando se lembrar dos discursos de “ambientalistas”, de ONGs e altas autoridades, garantindo que não há contrabando de diamantes, que os índios estão protegidos. Certamente deveriam é ser protegidos é dos Governos, que não permitam que eles tenham uma vida digna dos que preferem vê-los morrendo de fome ou de doenças, a permitir que eles usufruam das riquezas da sua terra.
A historinha acima é baseada em fatos muito reais. Basta conversar com quem conheça alguém que vive das nossas riquezas usurpadas, para saber como funciona o mercado de diamantes, quem enriquece com ele, para onde as pedras vão (quando lapidadas e transformadas em joias, podem valer até 20 vezes mais), que se terá todo o caminho da fortuna e do contrabando. Mas como até agora o governo brasileiro preferiu o discurso vazio, idiota e absurdo, onde perdem os índios e toda a população, já que nossa riqueza vai embora e não fica para nos beneficiar um só tostão em impostos, se permite que contrabandistas e criminosos façam fortuna e que muito do dinheiro que nos é roubado acabe beneficiando até o crime organizado. Será que finalmente, quando temos um novo governo que se diz patriota, os reais interesses da Pátria, nessa questão, serão respeitados? Será que o presidente Bolsonaro vai mexer nessa legislação esdrúxula e malandra, que só beneficia a corrupção e o crime? Enfim, está na hora de o Brasil mudar para melhor e acabar com essa vergonhosa estratégia de permitir que só criminosos usufruam do que é de toda a população.
ROCHA VAI MEXER NO OURO?
Na campanha, o governador Marcos Rocha avisou que, se eleito, iria trabalhar duro, junto ao governo federal, para modificar várias leis ambientais a serviço das ONGs e dos interesses internacionais e que iria começar a tratar da questão da exploração de ouro nos nossos rios, principalmente o Madeira, onde todos os anos saem toneladas do metal precioso e, para os cofres estaduais, fica zero. Recém tomando pé das questões do Estado, em pouco mais de duas semanas da posse, o Coronel Governador ainda não tratou desse tema, mas certamente vai tratar. No primeiro caso, em relação às ONGs, o governo Bolsonaro já começou a tomar medidas nesta semana, acabando com a farta distribuição de recursos para elas e para os famosos institutos disso e daquilo, que alimentavam (e ainda alimentam) o aparelhamento das instituições pelos petistas e seus aliados. Basta um número: a saúde indígena no país custa, por ano, mais de 1 bilhão e meio de reais. Esse dinheiro todo que vai para ONGs e entidades responsáveis pelos índios. Mais de 300 no total.  Perguntem agora que brasileiro morre muito mais, por falta de atendimento e assistência à sua saúde? Os índios, ora!
PERDA DE MILHÕES DE REAIS EM IMPOSTOS
O novo Governador vai entrar sim na questão da exploração das nossas riquezas, incluindo ouro, diamantes, nióbio e tantos outros. Afora a cassiterita, regulamentada, praticamente todas as demais explorações são feitas por contrabandistas, sem que o povo de Rondônia se beneficie de nada do que é dele, por total direito. A questão do ouro envolve graves problemas, como agressões ao meio ambiente, com o uso de mercúrio e o desbarrancamento dos rios, pela ação da garimpagem em locais de risco. No próprio rio Madeira, se observa esses dois tipos de riscos à natureza. Obviamente que o Governo, tanto em nível local quanto nacional, pode propor uma nova legislação, que permita uma intensa fiscalização nas questões ambientais, que controle rigorosamente o uso do mercúrio e que seja acompanhado pelos órgãos de segurança pública. Não é possível que algo em torno de 150 milhões de reais por ano em impostos sejam ignorados pelas autoridades rondonienses. Marcos Rocha já avisou: vai proteger o ambiente de todas as formas, mas, ao contrário dos seus antecessores, não vai permitir que nosso ouro seja levado embora por contrabandistas, por omissão e por aceitar uma legislação pífia e ultrapassada. Vamos ver se ele vai agir mesmo e quando vai agir...

Fonte: Rondônia news

ESMERALDAS



Mais nobre variedade do mineral berilo, notabiliza-se pela luminosa cor verde-grama, devida aos elementos cromo e vanádio, bem como por sua relativa fragilidade e elevada dureza. Seu nome deriva do sânscritosamârakae deste ao gregosmaragdos.
A esmeralda já era explorada pelos egípcios por volta de dois mil anos antes de Cristo, nas proximidades do Mar Vermelho. Famosas desde a Antiguidade eram também as esmeraldas das minas egípcias de Zabarahque ornavam Cleópatra.
Quimicamente, a esmeralda se constitui de silicato de berílio e alumínio e, em estado bruto, apresenta a forma de um prisma hexagonal.
Em raros casos é inteiramente límpida, apresentando um cenário de inclusões conhecido como jardim das esmeraldas. Procuradas desde a chegada dos portugueses ao Brasil, sobretudo pelas expedições dos bandeirantes ao interior do país nos séculos XVI e XVII, as fontes de esmeraldas de aproveitamento econômico foram encontradas em nosso país somente no século XX.
Os mais belos espécimes de esmeralda do mundo procedem da Colômbia, onde são extraídas de rochas xistosas nas famosas minas de Muzo, Coscuez e Chivor.
Na África, há importantes países produtores, destacando-se principalmente a Zâmbia, 2º produtor mundial, o Zimbabwe e Madagascar.
O Brasil é atualmente o terceiro produtor mundial e as gemas provêm dos Estados de Minas Gerais (Garimpo de Capoeirana, em Nova Era; e Minas deBelmont e Piteiras, em Itabira); Goiás (localidades de Santa Terezinha e Porangaru), Bahia (localidades de Carnaíba e Socotó) e Tocantins.
Historicamente, o tratamento empregado com mais frequência em esmeraldas é o preenchimento de fraturas com óleos ou resinas naturais, com a finalidade de torná-las menos perceptíveis. Atualmente, as resinas artificiais, sobretudo o produto Opticon, têm substituído os tradicionais óleos e resinas naturais.
Esmeraldas obtidas por síntese são comercializadas desde 1956, empregando-se dois diferentes métodos. Elas se diferenciam das esmeraldas naturais principalmente pelas inclusões e/ou estruturas de crescimento.



Fonte: CPRM

Dólar fecha com leve alta acompanhando cautela no exterior

Dólar fecha com leve alta acompanhando cautela no exterior



Moedas4 horas atrás 17.01.2019 

© Reuters. .© Reuters. .
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou com leve alta ante o real nesta quinta-feira, acompanhando o movimento da moeda norte-americana em relação a outras divisas emergentes, em meio à cautela renovada com a disputa comercial entre Estados Unidos e China e expectativas de desaceleração do crescimento chinês.
O dólar avançou 0,36 por cento, a 3,7475 reais na venda. O dólar futuro subia 0,2 por cento.
"Tem um pouco de ruído no cenário internacional por expectativa de desaceleração da economia chinesa, resultados trimestrais aquém do esperado na Europa, tem a falta de definição do Brexit", listou o economista da Geral Investimentos, Denilson Alencastro.
Um proposta de parlamentares dos EUA para proibir a venda de chips norte-americanos ou outros componentes para a Huawei Technologies ou outras companhias chinesas que violam sanções norte-americanas ou regras de controle de exportações também trouxe receios sobre possíveis efeitos nas negociações comerciais entre Washington e Pequim.
Pesquisa Reuters mostrou que o crescimento anual do Produto Interno Bruto da China pode desacelerar para 6,3 por cento em 2019, e que o crescimento do país provavelmente reduziu o ritmo para 6,4 por cento no último trimestre de 2018, influenciados pela disputa comercial com os EUA.
Na Europa, a premiê britânica Theresa May saiu vitoriosa da votação recente, mas a situação do Brexit segue indefinida. O Parlamento tenta buscar um "plano B" para uma saída ordenada da UE, mas nenhum dos dois principais partidos mostra sinais de que cederá nas demandas..
"O Brasil está dependendo muito do comércio exterior para ajustar a sua balança. Isso (no exterior) acaba atrapalhando um pouco os outros países, em especial os emergentes", afirmou o estrategista de renda-fixa da Coinvalores Corretora, Paulo Celso Nepumoceno.
No mercado externo, o dólar também se valorizava sobre moedas como o peso mexicano e o rublo russo. Em relação a uma cesta de moedas, o dólar oscilava ao redor da estabilidade.
No âmbito nacional, investidores também continuam aguardando sinalizações mais palpáveis sobre a reforma da Previdência.
Uma fonte do governo afirmou nesta quinta-feira que o ministro da Economia, Paulo Guedes, irá replicar no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, os pontos que levantou no seu discurso de posse, sendo a reforma da Previdência o primeiro pilar da agenda econômica brasileira que será apresentada.
O BC vendeu nesta sessão 13,4 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 8,04 bilhões de dólares do total de 13,398 bilhões de dólares que vencem em fevereiro.
Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.


Fonte: Reuters

Ministro de Minas e Energia pede urgência ao governo para leilão da cessão onerosa

Ministro de Minas e Energia pede urgência ao governo para leilão da cessão onerosa

Política4 horas atrás 17.01.2019 

© Reuters. Plataforma de petróleo no Rio de Janeiro, Brasil© Reuters. Plataforma de petróleo no Rio de Janeiro, Brasil
SÃO PAULO (Reuters) - O ministro de Minas e Energia, almirante Bento Albuquerque, tem pedido ao governo federal urgência para o agendamento de um leilão dos excedentes de petróleo da área da "cessão onerosa" e para a busca por solução para uma disputa judicial no setor elétrico em torno do risco hidrológico na operação de usinas hídricas.
Segundo nota divulgada pela pasta, o ministro "tem aproveitado as reuniões semanais do Conselho de Governo para destacar a urgência (e) que requerem atuação integrada do governo a resolução do risco hidrológico e o leilão da cessão onerosa".
O leilão depende de uma revisão do contrato da cessão onerosa, a partir do qual a Petrobras (SA:PETR4) pagou ao governo 74,8 bilhões de reais em 2010 pelo direito de produzir até 5 bilhões de barris de óleo equivalente em áreas do pré-sal.
Uma revisão do contrato já estava prevista desde o início para depois da declaração de comercialidade das áreas, o que já ocorreu. O governo quer chegar logo a um acerto com a estatal para poder colocar em leilão reservas que acredita-se haver na região em volumes excedentes aos envolvidos no contrato com a estatal.
O ex-presidente Temer tentou viabilizar o acordo em seu governo, e chegou a agendar o leilão dos excedentes para 29 de novembro, mas discussões com o Tribunal de Contas da União (TCU) e a tramitação de um projeto de lei visto como importante para dar segurança política à negociação não avançaram a tempo de permitir a licitação.
Estimativas preliminares do Ministério de Minas e Energia apontaram que o leilão, a depender do modelo, poderia gerar uma arrecadação de cerca de 100 bilhões de reais para o governo, montante importante num momento em que o Brasil busca reduzir o déficit público.
A pasta de Minas e Energia acrescentou que o ministro pretende, "a partir da próxima semana", convidar entidades dos setores de energia e mineração para apresentar suas propostas de ações de curto, médio e longo prazo.

Fonte:  Reuters