segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

XP aposta em Petrobras e Gol na carteira Top Picks desta semana

XP aposta em Petrobras e Gol na carteira Top Picks desta semana

                  - 21/01/2019 - 
A XP Investimentos publicou nesta segunda-feira (21) sua carteira Top Picks para esta semana. A corretora optou por trocar as ações das empresas Bradespar(BRAP4) e JBS (JBSS3) pelos papéis da Petrobras (PETR4) e da Gol (GOLL4).
Gilberto Pereira Coelho Junior, analista responsável pelo relatório divulgado aos clientes, afirma que o foco para a semana em território nacional vai para a criação de empregos, ao IPCA-15 (IBGE), à confidência industrial e à confiança do consumidor (FGV).
Em território norte-americano, o foco vai para a balança comercial, vendas no varejo, índice de manufatura e PMI composto. Na Zona do Euro, destaque para pesquisa ZEW (expectativas), confiança do consumidor e PMI composto. Por fim, na China, foco para vendas do varejo, produção industrial e PIB.
Na semana anterior, a carteira avançou 5,10% contra os 2,61% do Ibovespa.


Fonte: MONEY  TIMES

Mina de cristal facetado em Minas Gerais

Veio de água marinha. Análise inicial do pegmatito...

domingo, 20 de janeiro de 2019

Um kimberlito que não falha

Um kimberlito que não falha






Letseng é um kimberlito excepcional. A jazida está situada no montanhoso Lesotho, um enclave da África do Sul e tem uma história bastante peculiar.

Letseng é um desses kimberlitos de baixíssimo teor.

Imagine só que cem toneladas de minério produzem 3 quilates de diamante, apenas 600 miligramas.

Some a esse problema o fato de que em Letseng o tamanho médio das pedras é elevado e veremos que são necessárias milhares de toneladas para termos alguma produção de diamante.

Foi essa característica ímpar que literalmente matou vários programas de pesquisa efetuados neste kimberlito ao longo de 20 anos. Os geólogos não conseguiam entender qual seria o volume médio a ser amostrado para a obtenção de um teor médio.

Vários tentaram e somente um conseguiu.

A equipe que teve sucesso calculou que seriam necessárias, no mínimo, 1 milhão de toneladas de amostra para se ter um estudo representativo sobre os teores a qualidade e tamanho das pedras de Letseng, parâmetros fundamentais para a construção de um cash flow preciso.

Em outras palavras, o minerador teve que fazer uma lavra piloto para obter esses dados.

Foi essa percepção e enorme investimento que transformaram Letseng em uma das minas mais bem sucedidas de diamantes do mundo.

Eles descobriram que o kimberlito estatisticamente produz pedras enormes com alta qualidade. O sonho de todo o minerador.

Pois foi, mais uma vez, em Letseng que o mundo viu maravilhado a venda de mais uma pedra de grande tamanho.

A foto mostra um diamante branco com 314 quilates, de altíssima qualidade, que foi vendido nesta semana por US$19,3 milhões de dólares. Já é o segundo diamante, maior que 300 quilates, descoberto em Letseng neste ano.

Apesar da idade a mina continua a pleno vapor. Um recente programa de sondagem exploratória ampliou as reservas de Letseng até 350m de profundidade. 



Fonte: Portal do geologo

Surpresa! A camada de meteoritos

Surpresa! A camada de meteoritos








Existem certas ideias que estão à vista de todos, mas só percebemos quando alguém escreve ou fala a respeito.

É o caso dos meteoritos da Antártica que iremos contar.

Qual o melhor lugar do mundo para caçar meteoritos?

Todos sabemos que não existe lugar melhor do que no gelo da Antártica. Na imensidão branca e gelada qualquer meteorito, geralmente escurecido pela entrada na atmosfera, é imediatamente visto pelos pesquisadores.

É por isso que todos os anos várias expedições coletam grandes quantidades de rochas vindas do espaço. Desde 1976 foram recolhidos mais de 34.927 meteoritos na Antártica.

Mas a pergunta que queremos discutir é: o que realmente acontece com os meteoritos que caem no gelo?

Será que eles ficam parados, estacionários, ou vão, aos poucos afundando e se deslocando com os movimentos do gelo?

Os últimos estudos mostram que os meteoritos vão afundando no gelo conforme o tempo vai passando ao mesmo tempo em que o gelo migra. Agora coloque nesta receita, alguns milhões de anos e veremos que os meteoritos, no caso da Antártica, são transportados com o gelo por longas distâncias ficando, finalmente aprisionados nos sopés das montanhas Transantárticas. Na base destas montanhas o forte vento vai destruindo camada após camada de gelo deixando, isso mesmo, os meteoritos aflorando.

Trata-se de um processo longo que está literalmente criando strand lines de meteoritos assim como os strand lines de minerais pesados que conhecemos ao longo das costas oceânicas.

E é exatamente nestes sopés que os pesquisadores se concentram, achando dezenas de milhares de meteoritos que estão, pouco a pouco, sendo expostos pelos ventos.

Esta teoria de afundamento e transporte explica o porquê da quase ausência de meteoritos ferrosos na Antártica. É que eles, por serem mais densos, mergulham mais fundo no gelo do que os meteoritos rochosos.

Existe, portanto, uma camada rica de meteoritos ferrosos abaixo da superfície da Antártica que ainda está por ser descoberta.

Os pesquisadores acreditam que ela pode estar a poucos metros da superfície...

Quem será o primeiro a testar esta hipótese?



Fonte: Portal do Geologo