quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Biografia de Walt Disney

Biografia de Walt Disney

Empresário norte-americano




Walt Disney (1901-1966) foi um empresário norte-americano. Fundou junto com o irmão Roy Disney, a Walt Disney Company. Criou o maior estúdio de animação de Hollywood, e os parques temáticos da Disney, na Califórnia, na Flórida, na França, no Japão e em Hong Kong.
Walt Disney (1901-1966) nasceu em Chicago, Estados Unidos, no dia 5 de dezembro de 1901. Filho do empreiteiro Elias Disney e da professora Flora Call Disney. Com 7 anos já revelava talento para o desenho. Com 14 anos ingressou no Kansas City Art Institute. Com 16 anos, entrou para a Cruz Vermelha, onde era motorista de ambulância. Com 18 anos retornou para Kansas City e iniciou a carreira de cartunista de propaganda e depois passou a produzir filmes publicitários.
Em 1923, deixou Kansas City e partiu para Hollywood, levando um filme feito com a técnica de desenho animado e atores reais. Seu filme já era exibido nos cinemas, antes do filme principal. Junto com o irmão montou uma produtora e ofereceu seus filmes à distribuidora M. J. Winkler. Produziu "Alice" e em seguida "O Coelho Oswald".
Em 1925, casou-se com Lillian Bounds, uma de suas primeiras funcionárias. Em 1927 criou o ratinho, que foi batizado por sua esposa, com o nome de "Mickey Mouse", que se tornaria um dos maiores sucessos de sua produtora. Nessa época surgia o filme sonoro e anos depois o filme colorido. Em 1928, lançou Steamboat Willie, seu primeiro desenho com som.
Em 1929, Walt Disney criou os personagens "Pato Donald", o "Pateta" e o "Pluto", para contracenar com o "Mickey Mouse". Em 1932, recebeu seu primeiro Oscar, com o filme "Flowers and Trees". Em 1939, lançou o primeiro longa-metragem animado, "Branca de Neve e os Sete Anões", que foi sucesso de bilheteria e deu a seu autor o segundo Oscar. Outros longas foram criados, entre eles, "Pinóquio", "Fantasia" e "Bambi".
Durante a II Guerra Mundial, Walt Disney colaborou com as Forças Armadas, produzindo desenhos animados para treinamento dos soldados. Com o fim da guerra, sem recursos, resolveu prosseguir e criou "Cinderela", que lhe rendeu uma fortuna. Seus estúdios produziram vários filmes, incluindo longas e filmes para televisão.
Em 1955, Walt Disney inaugurou o parque da Disneylândia, na Califórnia. Em 1961, fundou o Instituto de Artes da Califórnia, escola profissionalizante de nível universitário, localizada em Valência, a noroeste do centro de Los Angeles.
Walt Elias Disney faleceu no dia 15 de dezembro de 1966, em Los Angeles, Califórnia. Seu corpo foi cremado e suas cinzas estão no Forest Lawn Memorial Park, Glendale. Morreu antes da inauguração do parque Walt Disney World, na Flórida, que foi inaugurado em 1971.



Fonte: Seleções

Henry Ford

Biografia de Henry Ford

Empresário e inventor norte-americano



Henry Ford (1863-1947) foi um empresário norte-americano, o fundador da Ford Motor Company. Foi o primeiro a implantar a linha de montagem em série na fabricação de automóveis. Foi um grande inventor, responsável por 161 patentes.
Henry Ford nasceu em Springwells, nos Estados Unidos, no dia 30 de julho de 1863, era descendente de belgas e irlandeses. A experiência de Ford com as máquinas começou na fazenda do pai, onde trabalhava na manutenção dos motores. Seu negócio era a mecânica. Com 13 anos, após a morte da mãe, mudou-se para Detroit, onde trabalhou como aprendiz em diversas oficinas.
Depois de reunir dinheiro para estabelecer-se por conta própria, com uma fábrica de arados a vapor, viu seu negócio não dar certo, não conseguia vender seus arados. Voltou à condição de mecânico, trabalhando na Edison Illuminating Company. Por volta de 1888, demitiu-se do emprego, decidido a tornar-se fabricante de automóveis. Nesse mesmo ano, casa-se com Clara Jane Bryant, o casal teve um único filho, em 1893, Edsel Bryant Ford.
Henry Ford conseguiu dinheiro e montou sua primeira oficina no subúrbio de Detroit. A instalação era precária, mas foi dali que saiu seu primeiro “quadriciclo”, que consumia pouco e desenvolvia uma velocidade razoável. O primeiro passo estava dado, mas a intenção de Ford era produzir um carro grande para conduzir a família.
Em 1903, junto com alguns amigos fundaram a Ford Motor Company, que trabalhando pelo processo de padronização lançou seu primeiro carro: o “Modelo A”, de dois cilindros. O sucesso foi rápido, logo a empresa produzia cem veículo por dia. A ideia de expansão logo veio, comprou as ações dos investidores e sozinho passou a fabricar um só modelo: o “Modelo T”, que foi posto no mercado em 1908, ao preço de 850 dólares.
Em 1912, já produzia o “Modelo T”, ou “Ford Bigode” como ficou conhecido, por um preço bem mais barato, restava inventar um modo de montar um carro atrás do outro, sem parar. E foi exatamente isso que Henry Ford fez, criando a linha de montagem – um processo que revolucionou a fabricação de automóveis. Graças a montagem em série, em 1925, um novo Ford ficava pronto em 15 segundos.
Vendo que outras empresas lhe tomavam parcelas do mercado de carros, Henry Ford acelerou ainda mais a sua produção, eliminou os intermediários, adquiriu florestas, minas de ferro e carvão, ferrovias e até uma frota de navios. Com isso, a organização Ford tornou-se um verdadeiro império, que em 1928, empregava mais de 200.000 operários, para fabricar 6.000 carros por dia, além de caminhões, tratores, ônibus etc.
Henry Ford inovou no tratamento com os funcionários, reduzindo as horas de trabalho e incentivando-os com sucessivos aumentos de salários. Ainda repartiu o controle acionário com os empregados.
Henry Ford, que apesar de revolucionário e progressista em diversos aspectos, era também um conservador no sentido administrativo, onde sua palavra era lei. O grande empreendedor faleceu em Dearbom, Estados Unidos, no dia 07 de abril de 1947.



Fonte: Seleções

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Por que Paulo Guedes peidou em Davos? (Fechando o Caixa com Cohen) - 23/01

SAFIRA NEGRA ESTRELADA

 
    SAFIRA NEGRA ESTRELADA

Gafisa: O que fazer com as ações?

Gafisa: O que fazer com as ações?


Gafisa
Uma possível oferta de fechamento de capital da Gafisa (GFSA3) a ser lançada pelo Grupo GWI, que hoje passou a deter 50,17% das ações ordinárias emitidas pela companhia, pode ser positiva aos acionistas minoritários da construtora, aponta o Credit Suisse em um relatório enviado a clientes nesta terça-feira (22). Os papéis operam em queda nesta sessão, valendo em torno de R$ 15,26.
De acordo com as regras corporativas da Gafisa, durante os próximos 45 dias, a GWI poderá publicar uma oferta pela totalidade das ações. O preço mínimo a ser proposto é um valor justo a ser calculado por uma firma independente e que deverá levar em consideração: o preço médio das ações nos últimos 12 meses; o valor contábil da empresa; e um método de valuation, considerando o fluxo de caixa descontado ou múltiplos.
“Acreditamos que com as ações sendo negociadas a 0,8 vez o preço da ação sobre o valor contábil e, considerando que nos últimos anos o quarto trimestre concentrou maiores despesas com impairment e provisões, achamos difícil que o relatório de avaliação independente atinja um valor significativamente acima do preço atual das ações, especialmente se levarmos em conta o valor contábil da empresa a partir do quarto trimestre de 2018”, destacam os analistas Luis Stacchini, João Dutra e Vanessa Quiroga.
Ainda assim, considerando a desvantagem que há para o preço-alvo proposto pelo banco (de R$ 8,60), qualquer fechamento de preços próximo ao valor de mercado atual deve ser visto como positivo, aponta a análise.
Histórico
Em setembro, o Grupo GWI, do empresário Mu Hak You, aumentou a participação no capital votante da construtora para 16.704.119 ações ordinárias. Esse percentual equivale a 37,32% das ações ordinárias emitidas pela companhia. Antes, a GWI tinha 30,2% das ações. Dessa forma, a GWI se consolidou como maior acionista individual da Gafisa e deu início ao processo de reestruturação da companhia.
Com isso, o conselho de administração da Gafisa destituiu o diretor presidente Sandro Rogério Gamba e outros executivos, elegendo Ana Recart para liderar a companhia, como parte dos esforços para recuperação do negócio.

Fonte: MONEY  TIMES