sábado, 9 de fevereiro de 2019
MINA DE GONGO SOCO- MINAS GERAIS
MINA DE GONGO SOCO- MINAS GERAIS
MINA DE GONGO SOCO- MINAS GERAIS
“Os relatos históricos registram que, no ano de 1856, a mina subterrânea de ouro foi inundada e todas as atividades interrompidas, iniciando-se a fase decadente da produção de ouro em Gongo Soco. Poucas décadas depois, o explorador inglês W. J. Henwood divulgou um relatório, enfatizando a riqueza desta região em rochas ferríferas com alto teor aurífero. Pouco se sabe da atividade minerária em Gongo Soco após este período até o ano de 1960, quando a empresa São Carlos Minérios, de capital americano, estudou a formação ferrífera e, em 1967, avaliou as reservas de minério de ferro. Os direitos minerários da São Carlos Minérios foram posteriormente arrendados pela Mineração Socoimex Ltda que iniciou, em 1989, a operação de lavra da mina de Gongo Soco, com a instalação de britagem e peneiramento do minério de ferro” (Innocentini, 2003). A mineração em Gongo Soco é histórica, sendo cronologicamente apresentada da seguinte maneira: 1760 a 1800 – Início da produção de ouro em Gongo Soco com o Barão de Catas Altas; 1800 a 1820 – Entrada do capital inglês no Brasil para produção de ouro; 1824 - Imperial Brazilian Mining Association adquire Gongo Soco; 1871 - W.J. Henwood publica o primeiro trabalho geológico sobre Gongo Soco; 1967 - A São Carlos Company (USA) inicia a pesquisa para minério de ferro; 1986 – O Grupo Santa Inês adquire da São Carlos a mina de Gongo Soco; 1987 – Início da produção de minério de ferro; 1998 – Início das pesquisas para ouro. Em 11/05/2000 - A Vale adquire Gongo Soco do Grupo Santa Inês/Mineração Socoimex; 2001 – Paralização das pesquisas para ouro com focalização para a exploração de minério de ferro.
A história começou quando, em 1824, João Baptista Ferreira de Souza Coutinho, o Barão de Catas Altas, vendeu as terras de Gongo Soco para uma empresa Britânica, a Imperial Brazilian Mining Association – primeira empresa de capital estrangeiro a se instalar em Minas Gerais.
A casa do Barão de Catas Altas – informação sem constatação documental – teria aproximadamente 1.000 m² de área construída, supondo apenas um pavimento. Perto do Setor I, há um forno com chaminé de mais ou menos 5,20 m de altura e 0,60 m de boca. Caminhando pela estrada à direita, vê-se um muro de pedra de quase 60 m de comprimento, terminando num portão em arco, erguido presumivelmente para marcar a passagem dos imperadores Dom Pedro I, no ano de 1831, e Dom Pedro II, em 1881. Atualmente, o arco em ruínas está coberto por uma gameleira. À esquerda, estão localizadas ruínas do que teria sido um vestiário, segundo relatos do viajante Richard Burton.
A mina de Gongo Soco teve seu início no século XIX, durante o ciclo do ouro, da chegada dos ingleses e mecanização das minas no Brasil. Entre os anos de 1824 e 1856. É uma mina de minério de ferro localizada no município de Barão de Cocais, Minas Gerais. Atualmente é explorada pela Companhia Vale e foi encerrada as atividades em abril de 2016.

Gongo Soco tornou-se mundialmente conhecida pela alta tecnologia aplicada para a época, com extração subterrânea e auge de produção de 12.887 kg de ouro. Este período foi marcado pela forte presença de capitais de companhias inglesas em Minas Gerais, sendo que a mina de Gongo Soco pertencia à “Imperial Brazilian Mining Association”, companhia de capital e administração inglesa, que se utilizava mão-de-obra escrava em suas atividades mineiras. De acordo com Burton Richard. F. (1821-1890) em seu livro “Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho” tradução de David Jardim Júnior (2001) – Coleção: O Brasil visto por estrangeiros, em seu capítulo XXX (Viagem para Gongo Soco e Fábrica da Ilha), descreve...”separado pela lavagem, sem dificuldade, e purificado com ácido nítrico. Não vale a pena remover todo o corpo do filão, sendo preferível, portanto, o trabalho em galerias subterrâneas. As linhas e veios podem ser acompanhados com picaretas, não se fazendo mister as explosões. O conteúdo fornece um minério de ferro macio e pulverizável que exige pouco trabalho para britagem e pulverização, e o “ouro de linha” assim encontrado é de qualidade superior. Muitas vezes, seguindo os filamentos que se irradiam para todas as direções, vindos de um centro comum, os mineiros encontram um núcleo ou pepita de grande tamanho, mas inferior, em qualidade, ao ouro de linha e perdendo mais na fusão.

Gongo Soco tornou-se mundialmente conhecida pela alta tecnologia aplicada para a época, com extração subterrânea e auge de produção de 12.887 kg de ouro. Este período foi marcado pela forte presença de capitais de companhias inglesas em Minas Gerais, sendo que a mina de Gongo Soco pertencia à “Imperial Brazilian Mining Association”, companhia de capital e administração inglesa, que se utilizava mão-de-obra escrava em suas atividades mineiras. De acordo com Burton Richard. F. (1821-1890) em seu livro “Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho” tradução de David Jardim Júnior (2001) – Coleção: O Brasil visto por estrangeiros, em seu capítulo XXX (Viagem para Gongo Soco e Fábrica da Ilha), descreve...”separado pela lavagem, sem dificuldade, e purificado com ácido nítrico. Não vale a pena remover todo o corpo do filão, sendo preferível, portanto, o trabalho em galerias subterrâneas. As linhas e veios podem ser acompanhados com picaretas, não se fazendo mister as explosões. O conteúdo fornece um minério de ferro macio e pulverizável que exige pouco trabalho para britagem e pulverização, e o “ouro de linha” assim encontrado é de qualidade superior. Muitas vezes, seguindo os filamentos que se irradiam para todas as direções, vindos de um centro comum, os mineiros encontram um núcleo ou pepita de grande tamanho, mas inferior, em qualidade, ao ouro de linha e perdendo mais na fusão.
O ouro em Gongo Soco era de 19 a 20 quilates. Alguns descrevem o ouro como amarelo-escuro com paládio, outros dizem que muito tingido pelo ferro e de cor semelhante à do chumbo. Vi algum cor de bronze brilhante e, às vezes, vermelhopardacento, como cobre trabalhado e não polido”. O mesmo autor escreve em sua obra o seguinte trecho: “Naquela mina, porém, o ouro era livre e o furto era enorme.... Conta-se de mineiros que saíam aos domingos levando espingardas cheias de minério furtado, e de latas de biscoito que entravam vazias na mina e, às vezes, saíam levando quinze quilos do precioso pó. Há ainda muito tesouro oculto, e, de vez em quando, os que têm sorte encontram pequenas fortunas em potes e garrafas...”. Ainda, Burton também explica a origem do nome da mina: “Explica-se que Gongo Soco significa: o gongo, ou a campainha, que não toca. Os brasileiros traduzem por: Esconderijo dos Ladrões”.
A mina de Gongo Soco tornou-se célebre por volta de 1830 pelo seu minério aurífero de alto teor. “A Imperial Brazilian Mining Association, lavrou estreitos veios auríferos 65entremeados concordantemente ao minério de ferro brando de alto teor da formação ferrífera Itabira (FFI), paleoproterozóica, do Quadrilátero Ferrífero. Os corpos auríferos, conhecidos como “Jacutinga”, eram compostos de hematita especular, talco, caulinita e óxido de manganês, e lineação de estiramento com caimento para leste” (Raphael, 1996).
“Os relatos históricos registram que, no ano de 1856, a mina subterrânea de ouro foi inundada e todas as atividades interrompidas, iniciando-se a fase decadente da produção de ouro em Gongo Soco. Poucas décadas depois, o explorador inglês W. J. Henwood divulgou um relatório, enfatizando a riqueza desta região em rochas ferríferas com alto teor aurífero. Pouco se sabe da atividade minerária em Gongo Soco após este período até o ano de 1960, quando a empresa São Carlos Minérios, de capital americano, estudou a formação ferrífera e, em 1967, avaliou as reservas de minério de ferro. Os direitos minerários da São Carlos Minérios foram posteriormente arrendados pela Mineração Socoimex Ltda que iniciou, em 1989, a operação de lavra da mina de Gongo Soco, com a instalação de britagem e peneiramento do minério de ferro” (Innocentini, 2003). A mineração em Gongo Soco é histórica, sendo cronologicamente apresentada da seguinte maneira: 1760 a 1800 – Início da produção de ouro em Gongo Soco com o Barão de Catas Altas; 1800 a 1820 – Entrada do capital inglês no Brasil para produção de ouro; 1824 - Imperial Brazilian Mining Association adquire Gongo Soco; 1871 - W.J. Henwood publica o primeiro trabalho geológico sobre Gongo Soco; 1967 - A São Carlos Company (USA) inicia a pesquisa para minério de ferro; 1986 – O Grupo Santa Inês adquire da São Carlos a mina de Gongo Soco; 1987 – Início da produção de minério de ferro; 1998 – Início das pesquisas para ouro. Em 11/05/2000 - A Vale adquire Gongo Soco do Grupo Santa Inês/Mineração Socoimex; 2001 – Paralização das pesquisas para ouro com focalização para a exploração de minério de ferro.
A Mina de Gongo Soco presenciou o auge e a decadência da exploração do ouro de aluvião e da mecanização rudimentar da atividade mineradora. No século XIX, viveu seu apogeu, com a mineração aurífera subterrânea, mecanizada e industrializada. Com o declínio do rico mineral, a extração do ouro foi substituída pela do ferro, atividade ainda existente no local. O minério pertence a formação ferrífera Itabira,quadrilátero ferrífero, do período paleoproterozóica
A história começou quando, em 1824, João Baptista Ferreira de Souza Coutinho, o Barão de Catas Altas, vendeu as terras de Gongo Soco para uma empresa Britânica, a Imperial Brazilian Mining Association – primeira empresa de capital estrangeiro a se instalar em Minas Gerais.
Entre os anos de 1826 a 1856, a mina produziu mais de 12 mil quilos de ouro. Em 1856, sua produção, em queda, foi reduzida a apenas 29 quilos, e neste mesmo ano foi abandonada. O conjunto de ruínas do sítio do Gongo Soco era constituído por dois setores distintos: Setor I, considerado o espaço de trabalho da mina propriamente dita, com seu complexo de estruturas industriais; e o Setor II, mais afastado, onde se encontravam as moradias e os equipamentos urbanos que faziam parte da antiga vila.
Uma autêntica vila inglesa, Gongo Soco, segundo o censo, em 1931, possuía 30 casas ao longo de uma extensão de um quilômetro e meio. As edificações eram todas construídas em alvenaria de pedra e barro. Entre as casas ficava o Cemitério dos Ingleses, onde eram enterrados apenas os trabalhadores britânicos. Ali foram encontradas dez lápides com inscrições em inglês e ornamentadas por desenhos apurados. Existem ainda vestígios do que seriam um hospital e duas capelas, sendo uma católica e outra anglicana.
A casa do Barão de Catas Altas – informação sem constatação documental – teria aproximadamente 1.000 m² de área construída, supondo apenas um pavimento. Perto do Setor I, há um forno com chaminé de mais ou menos 5,20 m de altura e 0,60 m de boca. Caminhando pela estrada à direita, vê-se um muro de pedra de quase 60 m de comprimento, terminando num portão em arco, erguido presumivelmente para marcar a passagem dos imperadores Dom Pedro I, no ano de 1831, e Dom Pedro II, em 1881. Atualmente, o arco em ruínas está coberto por uma gameleira. À esquerda, estão localizadas ruínas do que teria sido um vestiário, segundo relatos do viajante Richard Burton.
A origem do nome Gongo Soco é incerta. Segundo uma das versões, quando acontecia roubo na mina, o gongo era tocado, mas ninguém o ouvia. Outra versão diz que um escravo, vindo do Congo, foi encontrado na posição de galinha choca (palavra que teria originado “soco”) cavando escondido um depósito aurífero.
As ruínas, tombadas pelo Iepha/MG em 1995, estão localizadas no município de Barão de Cocais, a 76 quilômetros de Belo Horizonte.
fonte:
www.nugeo.ufop.br /IEPHA. Projeto Ruínas de Gongo Soco
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
7 Grandes tesouros que até hoje não foram encontrados
Segundo algumas fontes, no mundo há mais de 36 tesouros lendários que ainda estão escondidos em algum lugar do nosso imenso planeta. Cada tesouro tem sua própria história, e até hoje ninguém os encontrou. Veja abaixo algumas histórias curiosas sobre os tesouros perdidos – muitos deles valem bilhões de dólares.
1 – Manuscritos do Mar Morto
Entre 1947 e 1956, nas cavernas de Qumran, Cisjordania, os arqueólogos descobriram cerca de 900 manuscritos judaicos antigos, conhecidos como Manuscritos do Mar Morto. O que mais chamou atenção foi um pergaminho em que havia uma descrição de 64 lugares nas proximidades de Israel, onde tesouros avaliados em 1,2 bilhões de dólares estão escondidos. Porém, as instruções estavam escritas em hebraico antigo e palavras antigas cujo significado era desconhecido dos linguistas. Como resultado, a instrução continua sendo um dos textos mais misteriosos que os cientistas não conseguiram decifrar completamente.

2 – A Fortuna de Lima
O valor dos tesouros soma 200 milhões de dólares. Durante o reinado sobre o império Inca, os espanhóis acumularam muitos tesouros. A maioria deles foi mantida em Lima, Peru. Para manter o tesouro, eles o colocaram em um navio do capitão britânico William Thompson e ordenaram que ele o levasse para a Espanha. Mas a ambição de Thompson foi maior, e ele matou os guardas espanhóis e roubou o tesouro. Mais tarde, quando o navio foi capturado, todo o grupo foi executado, menos Thompson e outro integrante do grupo. Thompson disse que havia escondido o tesouro na Ilha do Coco (perto da Costa Rica) e concordou em mostrar exatamente onde. Mas quando chegaram à costa, Thompson fugiu para a floresta e nunca mais o viram.

3 – Ouro de Montezuma
Em 1519, a capital de Tenochtitlán, cidade asteca, era governada pelo Imperador Montezuma II, quando o conquistador espanhol Hernán Cortés chegou até lá. Os espanhóis estavam muito interessados em ouro, começaram a aterrorizar os habitantes da cidade, e trancaram o governante do local em uma masmorra. Para soltar o governante, eles impuseram uma condição – que os habitantes enchessem a masmorra de Montezuma com ouro até o topo. No entanto, os índios não conseguiram cumprir a exigência totalmente. Cortés executou o governante, deixando o povo indígena revoltado. Como resultado, os espanhóis foram forçados a deixar a cidade e o ouro ficou todo por lá. Um ano depois, quando Cortés retornou com um exército mais forte, o tesouro não estava mais na masmorra. Os índios conseguiram escondê-lo nos arredores e desde então ninguém nunca o encontrou.

4 – Câmara de Âmbar
O valor desse tesouro é de 200 milhões de dólares. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Câmara de Âmbar foi desmontada, capturada pelos alemães e enviada para a Alemanha, onde foi colocada no Castelo de Königsberg. Mas, depois que o Exército Vermelho chegou à cidade, os painéis de âmbar foram desmontados novamente, embalados em caixas e levados para um lugar desconhecido. Apenas uma pequena parte dos fragmentos dela foi encontrada e devolvida em 2000. Ainda não se sabe onde estão as partes restantes.

5 – Costa do tesouro
Na Flórida, há uma praia que leva o nome de Costa do Tesouro, porque, de vez em quando, moedas de ouro e várias jóias aparecem misteriosamente na praia. Em 1715, um navio da Marinha Espanhola carregado de ouro afundou. Conseguiram recuperar aproximadamente metade do tesouro, e o restante foi misturado com a areia, resultando na permanência do tesouro às vezes aparecendo na costa. Em setembro de 2013, uma família encontrou uma corrente de ouro no valor de 300 mil dólares, mas teve que entregar 20% desse valor para o governo e outros 40% para a empresa proprietária do litoral.

6 – O Tesouro do Tigre Malaio
O valor desse tesouro é de 40 bilhões de dólares. Em meados da Segunda Guerra Mundial, no Japão, havia uma organização chamada “Golden Leaf”, cuja tarefa era coletar ouro e artefatos valiosos em todo o sudeste da Ásia. O dinheiro recebido servia para financiar o exército japonês. Todo o tesouro foi mantido em um esconderijo na selva filipina, e guardado pelo general Yamashita, também conhecido como o Tigre Malaio. No entanto, a guerra terminou antes que o tesouro fosse transportado para o Japão. Yamashita ordenou dividir os valores em partes e escondê-los em 170 lugares nas Filipinas. Além disso, parte do ouro foi encontrado em minas localizadas em áreas de difícil acesso. Trabalhadores locais e prisioneiros de guerra que participaram do enterro do tesouro foram assassinados, bem como o general, e o tesouro nunca foi encontrado.

O caçador de tesouros Rogelio Roxas encontrou em 1971 um esconderijo na selva perto da cidade de Baguio. Seu grupo conseguiu achar apenas uma parte do tesouro, que incluía uma grande estátua dourada de Buda. Depois de voltar, o caçador de tesouros foi preso e os objetos de valor foram confiscados. Logo ele morreu, sem revelar onde estava um dos esconderijos.

7 – O ouro dos nazistas
Nos últimos meses da guerra, quando a Alemanha estava à beira da derrota, os nazistas decidiram esconder os valores capturados durante a guerra. Existem duas lendas populares sobre onde e como o tesouro desapareceu. A primeira lenda fala de um trem que transportava vários objetos de valor. A existência do trem e sua carga é confirmada por fotografias, documentos e histórias de oficiais alemães. Acredita-se que o trem pode estar em um dos túneis que fazem parte das rotas subterrâneas que foram construídas durante a guerra. A segunda lenda refere-se a lagos em que os alemães lançaram documentos, artefatos e vários objetos valiosos em 1944. Em 2003, um mergulhador descobriu uma taça de ouro com símbolos nazistas no Lago Chiemsee


Fonte: Bright Side
Insônia sintomas
A insônia é um distúrbio do sono que causa dificuldade para adormecer ou para permanecer dormindo, podendo surgir de forma esporádica ou se ser frequente. Esta situação é mais comum em períodos de estresse, podendo também estar associada a doenças, como a depressão, ou estar associada a situações como gravidez, menopausa ou na terceira idade, períodos que causam modificações na fisiologia do organismo.
Para tratar a insônia, é muito importante adotar bons hábitos para reeducar o corpo a adormecer no momento certo, chamados de terapia de higiene do sono, como evitar assistir televisão ou olhar o celular na hora de dormir, evitar deitar cada dia em um horário diferente e praticar exercícios físicos durante o dia, por exemplo. Além disso, existem remédios naturais, como chá de maracujá ou camomila, que podem ser usados para facilitar o sono.
Já os remédios de farmácia para dormir, como Diazepam ou Clonazepam, por exemplo, devem ser evitados, pelo seu risco de dependência e de efeitos colaterais, como quedas, devendo ser usados somente sob indicação médica.

Causas mais comuns
As causas da insônia podem estar relacionadas ao estresse, ansiedade e até mesmo ao consumo excessivo de alimentos estimulantes, como o café. Outras causas comuns da insônia incluem:
- Depressão;
- Alterações hormonais, como na menopausa. Saiba o que causa e como vencer a insônia na menopausa;
- Uso de drogas ilícitas;
- Uso prolongado de remédios para dormir;
- Não ter bons hábitos de sono, como não respeitar o horário de dormir e acordar;
- Síndrome do Jet Lag ou da mudança dos fusos horários;
- Mudanças contínuas de horários, como ocorre com profissionais que trabalham por turnos;
- Envelhecimento, pois os idosos estão mais propensos a alterações do sono e dificuldades para dormir. Conheça as formas de combater a insônia na 3ª idade para dormir melhor;
- Doenças, como, por exemplo, a fibromialgia, que gera dor por todo o corpo sem justificativa aparente, causando cansaço.
O diagnóstico da insônia deve ser feito através da avaliação pelo médico do padrão de sono, do uso de medicamentos, grau de estresse psicológico, consumo de álcool e o nível de atividade física. Deve ser baseado nas necessidades individuais porque a necessidade de horas de sono não é igual para todos.
Como tratar
As principais forma de tratar a insônia incluem:
1. Tratamento natural
O tratamento natural para insônia pode ser feito com a ingestão de um chá calmante, como maracujá, hipericão, tília ou camomila, por exemplo, pois são plantas medicinais possuem propriedades calmantes que vão ajudar a dormir melhor.
O chá de tilia é feito adicionando-se 2 colheres de sopa de tília para 2 xícaras de água fervente, tampar e beber cerca de 2 a 3 xícaras por dia quando morno. Para fazer o chá de camomila, deve-se acrescentar 1 colher de sopa de flores secas de camomila em 1 xícara e adicionar água fervente e quando morno, beber.
Além disto, é possível utilizar remédios fitoterápicos naturais, como a Valeriana, que tem ação sedativa e analgésica. Veja outras opções de Remédios naturais e receitas para combater a insônia.

2. Terapia de higiene do sono
Esta é a forma principal e mais efetiva de tratar a insônia, e consiste em adotar hábitos que facilitam o adormecimento. Alguns exemplos são:
- Deitar-se e levantar-se sempre ao mesmo horário;
- Evitar dormir durante o dia;
- Não assistir televisão, mexer em celulares, computadores ou tablets 1-2 horas antes de dormir;
- Evitar ficar na cama ao longo do dia ou fazer atividades diversas como estudar, ler ou mexer no celular;
- Evitar luzes ou barulhos excessivos no quarto;
- Preferir atividades físicas durante o dia;
- Comer alimentos leves antes de dormir. Confira quais são os alimentos indicados para insônia e o que evitar.
Além disto, também pode ser recomendada a realização de terapia cognitivo-comportamental ou terapias alternativas, como meditação, acupuntura, massagens ou fototerapia, por exemplo. Confira quais são os principais métodos de terapia do sono para dormir melhor.
3. Tratamento com remédios
O tratamento para insônia pode ser feito com a ingestão de medicamentos ansiolíticos ou para dormir, como são popularmente chamados, como o Flurazepam, Clonazepam ou Diazepam. Veja mais exemplos em: Remédios para ajudar a dormir.
No entanto, estes medicamentos só devem ser utilizados após indicação pelo médico e em casos muito específicos, pois podem causar dependência e efeitos colaterais, como quedas e alterações de memória, podendo, inclusive piorar o sono do indivíduo.
Fonte: Tua Saúde
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