sábado, 16 de fevereiro de 2019

Como vender pedras preciosas


Como vender pedras preciosas








Como vender pedras preciosas
Venda suas pedras preciosas para criar uma renda adicional
Precious Mexican Supreme Opal image by Mexgems from Fotolia.com

Se você possui pedras preciosas, elas estão provavelmente juntando poeira no fundo da sua caixa de jóias. Quer você tenha um pequeno diamante ou uma grande safira, você pode transformar essas pedras em um dinheiro adicional. O valor verdadeiro de uma joia depende do tipo de pedra, do tamanho e da qualidade. Proprietários de pedras preciosas têm uma infinidade de meios para vendê-las tanto cara a cara com um comprador local como online.


O que você precisa?

  • Transporte
  • Câmera
  • Acesso à Internet

Instruções


  1. 1

    Localize um avaliador de pedras preciosas ou um gemólogo e peça uma avaliação
    Jeffrey Hamilton/Digital Vision/Getty

    Localize um avaliador de pedras preciosas ou um gemólogo graduado e peça uma avaliação formal. O gemólogo diplomado de uma joalheria local também é capaz de fornecer avaliações. Depois de obter uma avaliação profissional, você será capaz de vendê-las a um comprador por um preço apropriado.
  2. 2
    Decida o seu método de vendas. As opções incluem a venda de pedras preciosas para uma joalheria local ou agente, colocando um anúncio no jornal ou em um site de anúncios como craigslist.com, ou listando as pedras em um site de leilão online como o Ebay.com ou Overstock.com.
  3. 3
    Faça uma visita a uma joalheria local que esteja disposta a comprar pedras preciosas e peça para examinar as suas. Se você não deseja vendê-las a um joalheiro, tire fotos de alta qualidade delas sob várias direções e envie para um site de leilão online ou para um site de anúncios. Forneça uma cópia das informações da avaliação para seus possíveis clientes para que eles possam analisar toda a informação que esteja disponível sobre as joias.
  4. 4
    Conclua a venda entregando suas pedras preciosas ao joalheiro local ou as enviando para o seu cliente online e aceite o seu pagamento. Faça um seguro para o pacote se você enviar as pedras, assim você pode recuperar o dinheiro se elas forem perdidas no trânsito.


Fonte: Geologo.com

Goiaba valor nutricional

A goiaba branca ou vermelha, cientificamente chamada Psidium guajava, é uma fruta rica em vitamina C que facilita a absorção do ferro da dieta, ajudando a tratar a anemia.
A goiaba também tem propriedades antidiarreicas e serve para ajudar a prender o intestino em casos de diarreia devido seu alto teor de taninos. Por esse motivo, o consumo de goiaba na gravidez deve ser reduzido para evitar prisão de ventre que já é comum nessa altura da vida da mulher.
Além disso, comer goiaba vermelha é bom para a pele porque é rica em licopeno, que é um antioxidante responsável por manter a saúde da pele saudável e prevenir o envelhecimento das células e até alguns tipo de câncer, como o de próstata, por exemplo.
Benefícios da goiaba

Goiaba emagrece?

Cada goiaba tem cerca de 73 calorias e pode ser consumida numa dieta de emagrecimento como sobremesa ou lanche, porém, a goiaba pode prender o intestino, sendo esta a única contraindicação da goiaba para emagrecer, porque ela é rica num tipo de fibra chamada pectina que favorece a sensação de saciedade, diminuindo naturalmente a fome.

Informação Nutricional da Goiaba

ComponentesQuantidade em 100 g de goiaba
Energia42,5 calorias
Proteínas0,9 g
Gorduras0,1 g
Carboidratos9,5 g
Vitamina A (retinol)245 mcg
Vitamina B1190 mcg
Vitamina B2154 mcg
Vitamina B31,2 mg
Vitamina C45,6 mg
Cálcio17 mg
Fósforo30 mg
Ferro0,7 mg
A goiaba tem quase tanta vitamina C como a laranja e tem mais vitamina A (retinol) que o tomate.
A goiabada, que é um doce normalmente servido com queijo branco, conhecido como "Romeu e Julieta", tem aproximadamente 160 calorias em uma fatia média de 60 g. Mas a goiaba também pode ser comida em forma de geleia ou suco onde a concentração de licopeno é maior. Pode-se ainda fazer xarope de goiaba para usar como cobertura de sorvetes, pudins e vitaminas.

Fonte: TUA SAÚDE

Grafeno

Grafeno é apresentado em forma de arame, composto por uma estrutura hexagonal de átomos de carbono, com ligação sp2, sendo um material bidimensional. Em 1962  Hanns-Peter Boehm o nomeou pois, sua constituição grafite (carbono) com o sufixo eno, originou o nome grafeno. O grafeno quando enrolado origina os nanotubos de carbono, alvos de estudos na nanotecnolgia.
Considerado pelos cientistas como o material mais forte existente atualmente. Eles testaram sua resistência utilizando a ponta de diamante de um microscópio, sendo impossível quebrar uma chapa de grafeno, segundo os cientistas.

Considera-se a fabricação de folhas grandes de grafeno difícil, pois não há estrutura tecnológica para esse processo e também ocorrem diversos defeitos, que interferem na qualidade de suas propriedades. No entanto, para o estudo do material, criaram-se pequenas amostras para minimizar defeitos.

Testes com grafeno

Para testes eletrônicos foram utilizadas pelos cientistas folhas pequenas, onde criaram um mini transistor, o menor e o mais rápido do mundo. Como teste para a criação de novas tecnologias os resultados foram satisfatórios.

Foi testado também por empresas de semicondutores, a fim de substituir o silício pelo grafeno, pois o grafeno é mais eficiente. Com sua utilização os equipamentos seriam mais rápidos e compactos, pois o transporte de elétrons ao longo de distâncias da ordem dos sub-micrômetros e a condutividade térmica são muito elevadas.

Utilizações do grafeno

Dispositivos de cristais líquidos, fabricação de células solares e diversos tipos de sensores, já que o grafeno absorve apenas 2,3% da luz que nele incide.
Após descoberto o grafeno ainda é alvo de diversas pesquisas no campo da física quântica, pois  algumas propriedades ainda estão em estudo, visando novas  aplicações tecnológicas.



Fonte: CPRM

Grafita o mineral do futuro

Grafita o mineral do futuro








A grafita, uma forma de carbono, é um mineral em alta. Os novos usos da grafita nas baterias de lítio, em celulares e computadores estão acelerando a busca dos jazimentos do mineral. O que se procura é qualidade, um concentrado de grafita com flocos de granulometria grosseira e alta pureza, que possa suprir uma indústria com faturamento de mais de 13 bilhões de dólares.
O grande produtor de grafita a China, fechou várias minas e teve a sua produção reduzida em 20% para 700 mil de toneladas em 2017. O motivo das paralisações foi a contaminação ambiental feita pelos produtores chineses de Pindgu . O mesmo ocorreu na Mongólia em 2017. Os preços do mineral caíram nos últimos anos, mas são ainda atraentes em torno de US$1.300/t o que torna jazimentos de grafita de qualidade em excelentes alvos para mineradores.
Mais de 200 empresas de mineração estão engajadas na prospecção de grafita no mundo e o resultado desse esforço já começa a aparecer. Em Moçambique a australiana Triton Minerals descobriu um depósito que pode ser o quarto maior do mundo, de 5,7 milhões de toneladas de grafita contida: o Cobra Plains. A região de Balama tem vários prospectos de grafita sendo pesquisados.
No Brasil a produção de grafita já é a segunda do mundo atrás, apenas, da China, atingindo 96.000t em 2018. Essa grafita é derivada das minas de 3 produtores principais. O consumo brasileiro foi de 32,5 mil toneladas em 2018.





Fonte: Portal do Geologo

Gabriel Casonato: O que aconteceu com o bear market?

Gabriel Casonato: O que aconteceu com o bear market?





Opinião - 16/02/2019 - 16:49
Fed de Nova York dá uma chance de 21 por cento de recessão nos EUA no próximo ano (Pixabay)
Por Gabriel Casonato, Editor da Agora Brasil
Caro leitor,
Do fundo ao topo no espaço de um mês…
Os ursos estavam prestes a reivindicar a vitória no final de dezembro, e um clima de velório já começava a se instaurar em Wall Street.
Naquela altura, os principais índices de ações – S&P 500, Dow Jones e Nasdaq – acumulavam uma queda de quase 20 por cento desde as máximas de outubro.
O Nasdaq, na verdade, apresentava uma performance um pouco pior e já navegava oficialmente no território bearish.
Quem poderia prever o que estava por vir em janeiro?
Ainda mais sabendo que um dia tudo aquilo que é bom termina, e que dez anos de ganhos são uma corrida longa o bastante.
O presidente do Fed disse que estava “preparado para ajustar a política monetária de forma rápida e flexível”
Só esqueceram de combinar com Jerome Powell…
Ao contrário do que vinha sinalizando, o presidente do Fed disse que estava “preparado para ajustar a política monetária de forma rápida e flexível”.
Também afirmou que estava “ouvindo atentamente” os mercados e prometeu encerrar o aperto quantitativo se necessário.
Em suma, disse tudo aquilo que os investidores queriam ouvir e fez com que a instituição que comanda passasse de vilã a aliada do mercado.
Sem aumentar os juros e ainda sinalizando que novas altas não estão no radar, o Fed acabou acionando um forte gatilho de recuperação para as ações.
O Dow Jones subiu 3 mil pontos, o equivalente a 17 por cento, desde a mínima atingida em 24 de dezembro.
O S&P 500 deu um show semelhante, enquanto o Nasdaq deixou para trás os ursos que o atormentavam.
Mas e quanto as condições econômicas? Estariam elas também justificando a recuperação?
Aparentemente não, embora ainda seja cedo para cravar.
Muita coisa indica que o crescimento americano pode estar desacelerando.
Os números do PIB do quarto trimestre de 2018 ainda não foram divulgados, mas muito provavelmente virão piores que os do trimestre anterior.
Enquanto isso, a guarnição nova-iorquina do Fed acaba de publicar relatório que fornece detalhes preocupantes sobre a saúde financeira dos americanos.
Revelou, por exemplo, que um recorde de 7 milhões de pessoas no país está com um atraso de pelo menos 90 dias em seus financiamentos de automóveis.
Revelou também que a dívida privada atingiu um recorde de 13,5 trilhões de dólares ao final do ano passado.
Esse mesmo Fed de Nova York dá uma chance de 21 por cento de recessão nos EUA no próximo ano, sua maior leitura desde 2008.
Está em linha com pesquisa da Bloomberg feita com economistas que aponta 25 por cento, taxa mais alta em seis anos.
E um pouco abaixo dos 35 por cento de chance apontado pelo JPMorgan, ante previsão anterior de 16 por cento feita em março.
Também não posso deixar de citar os números do desemprego, que após atingir o nível mais baixo em 49 anos, de 3,7 por cento em setembro, já voltou para 4 em janeiro.
Nada que preocupe muito por enquanto, mas há de se ter um olho aberto para uma possível reversão da tendência.
Afinal, segundo estatísticas do próprio governo, o desemprego normalmente começa a subir nove meses antes de uma recessão.
Ou seja, ela poderia chegar ainda este ano nos EUA, embora eu prefira não arriscar uma previsão formal.
Olhando um pouco para fora, as notícias também não são muito boas no que diz respeito à economia global.
A China chafurda, o Japão segue cochilando, a Alemanha beira a recessão, e o Brexit pende sobre a atividade da Grã-Bretanha.
Isso para citar apenas os principais.
Enquanto isso, o prazo para a trégua comercial entre EUA e China termina daqui duas semanas.
Num dia, um acordo parece provável. No outro, fica distante. Incerteza, portanto, seria a palavra mais adequada para definir a questão.
Mas nada disso ainda parece ter muita importância nos arredores de Wall Street, com uma certa euforia renovada em torno das ações.
Deixo claro que acho ótimo que isso esteja acontecendo. Significa que provavelmente nossos assinantes estão ganhando dinheiro.
O meu alerta, no entanto, é para que apenas tenha em mente que um dia, por mais distante que esteja, haverá um inferno a pagar.
E quando isso acontecer, não se preocupe…
Estaremos aqui para lhe proteger.

Fonte: MONEY  TIMES