segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Feriado nos EUA e Reforma da Previdência - O Que Esperar Nesta Semana?

Feriado nos EUA e Reforma da Previdência - O Que Esperar Nesta Semana?



Por Liora Vanessa DopacioResumo do Mercado9 horas atrás (17.02.2019)


Panorama de Mercado - Saltrade
Na semana que passou tivemos…
A semana que se encerrou foi marcada pelo novo combustível injetado no ânimo dos investidores em relação a Reforma da Previdência. Graças a isso, nosso índice mais importante fechou mais uma semana em alta.
Na quinta-feira (14/02) o Presidente Jair Bolsonaro tornou público os primeiros termos do projeto da Reforma da Previdência. Dentre os itens divulgados, saiu a idade mínima para aposentadoria, sendo de 65 anos para homens e 62 para mulheres, contando também com o prazo de 12 anos para a implementação das novas regras. O mercado reagiu com uma forte alta de 2,27% no dia.
Na sexta-feira (15/02) o clima pesou com o desentendimento entre o Secretário Geral da Previdência, Gustavo Bebianno, e Carlos Bolsonaro, motivado pelas denúncias de uso de candidaturas laranja pelo PSL, partido do presidente e que era presidido por Bebiano na campanha eleitoral. Esse desentendimento só reforça a incerteza dos investidores em relação a capacidade do novo Presidente de entrar em sintonia com o Congresso e levar adiante a reforma. Apesar das instabilidades políticas, o Índice Bovespa fechou a semana em 97.525,91 pontos, representando mais de 2% de alta. Já seu derivativo, o Índice Futuro, fechou a semana na casa dos 98.270 pontos.
Ainda sobre a tragédia de Brumadinho, apesar da Vale (SA:VALE3) ter tido uma valorização de mais 6% na semana, na sexta-feira (15/02) oito funcionários da empresa foram presos.
Ainda no cenário nacional, os Ministérios da Educação e o da Justiça e Segurança Pública assinaram um acordo para investigar favorecimentos considerados indevidos e desvios no ProUni, no Pronatec, concessões irregulares de bolsas de ensino à distância e irregularidades nas universidades federais. O mercado reagiu com as ações de educação caindo, a Estácio (SA:ESTC3) desvalorizou mais de 5% e a Kroton (SA:KROT3) mais de 6%.
No mercado internacional, seguem no foco a China e os EUA, em mais uma rodada de discussões comerciais em Washington. As tarifas americanas sobre importações da China devem subir de 10% para 25% se não conseguirem chegar a um denominador comum até 1º de março, mas Trump disse que pode prorrogar o prazo se os dois lados fecharem um acordo. Além disso, a atenção está voltada para divulgação da ata do Federal Reserve com perspectivas para política monetária dos próximos meses.
A seguir, temos o fechamento de alguns ativos e índices:
Índice Bovespa - 97.525,91 pontos;
Índice Futuro de IBOVESPA - 98.270 pontos
Petrobras PN (SA:PETR4) - 25,84 reais
Vale do Rio Doce (F:VALE3) ON - 45,88 reais
Banco Itaú (SA:ITUB4) PN - 37,50 reais
Banco Bradesco (SA:BBDC4) PN - 46,00 reais
Ambev (SA:ABEV3) ON - 18,49 reais
Dólar Futuro - 3.714,00 reais
Índice Dow Jones - 25.883,25 pontos
Índice S&P 500 - 2.775,60 pontos
Para semana que se inicia teremos...
Iniciamos a semana já com feriado no EUA na segunda-feira (18/02), por ser o aniversário de Washington e, por esse motivo, não haverá negociações na Bolsa de Nova York, exigindo cautela e bom senso para quem for operar nesse dia no nosso mercado. Ainda na segunda-feira teremos vencimento de opções sobre ações. Na quarta-feira (20/02) teremos divulgação dos balanços do quarto trimestre de 2018 das empresas Pão de Açúcar (SA:PCAR4), Taesa (SA:TAEE11) e Via Varejo (SA:VVAR3). Na quinta-feira (21/02) teremos divulgação dos balanços da CVC Brasil (SA:CVCB3), Gerdau (SA:GGBR4) e Localiza (SA:RENT3).
Atenção para esses eventos:
  • Quarta-feira- Atas da Reunião do FOMC às 16h;
  • Quinta-feira- Núcleo de Pedidos de Bens Duráveis (Mensal) (Dez) e Índice de Atividade Industrial Fed Filadélfia (Fev) às 10:30h,Vendas de Casas Usadas (Jan) às 12h e Estoques de Petróleo Bruto às 13h;
  • Sexta-feira- Fed Monetary Policy Report às 13h.
Não percam, todas as quartas-feiras, às 19h, no canal do Mário Saldanha no YouTube, o auditório ao vivo, onde o Sal comenta sobre o mercado financeiro e tira dúvidas dos participantes, via chat.
Acompanhem nossas redes sociais:
Tenham uma excelente semana!!
Liora Vanessa e Mário Saldanha - Equipe Saltrade.
Este conteúdo visa ambientar/informar os investidores de uma forma simples sobre como o mercado tem se comportado, jamais devendo ser considerado como indicação de compra ou venda de qualquer ativo.



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domingo, 17 de fevereiro de 2019

Os 5 principais eventos econômicos desta semana

Os 5 principais eventos econômicos desta semana




Investing.com Brasil - 17/02/2019 - 18:16
Por Investing.com – Os mercados acompanharão a próxima rodada de discussões comerciais entre os EUA e a China em Washington esta semana, enquanto os dois lados tentam chegar a um acordo que evite um aumento de tarifas sobre os produtos chineses até 1º de março.
Os investidores também vão se concentrar na divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve, que deve ser divulgada na quarta-feira, para uma visão mais aprofundada das perspectivas para a política monetária nos próximos meses.
Há também importantes índices que chamam a atenção, como dados de bens duráveis, enquanto os investidores mercado procuram mais dicas sobre a força da economia.
Em relação aos balanços, 46 empresas constituintes S&P 500 estarão divulgando resultados na semana vem, que será mais mais curta devido ao feriado, enquanto a temporada de ganhos acaba, com o Walmart (NYSE:WMT) propenso a atrair mais atenção.
Os mercados norte-americanos estarão fechados na segunda-feira devido ao aniversário de Washington.
na Europa, os mercados estão de olho nas pesquisas sobre o PMI sobre a atividade do setor industrial e do setor de serviços, que devem dar alguma indicação de como a economia da região está lidando com conflitos comerciais globais e com as confusas negociações do Brexit.
Antes da próxima semana, o Investing.com compilou uma lista dos cinco maiores eventos do calendário econômico com maior probabilidade de afetar os mercados.
1. Negociações comerciais entre EUA e China
O secretário de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, e o vice-premier chinês e principal negociador comercial da China, Liu He, vão liderar a próxima rodada de conversações sobre comércio EUA-China em Washington nesta semana.
Os dois lados relataram progressos em cinco dias de negociações em Pequim na semana passada, mas a Casa Branca disse que ainda há muito trabalho a ser feito antes do prazo de 1º de março para chegar a um acordo.
Pouco depois de se reunir com sua equipe comercial em seu clube Mar-a-Lago na Flórida no sábado, o presidente Donald Trump disse no Twitter que as conversas em Pequim foram “muito produtivas”.
As tarifas americanas sobre importações de US$ 200 bilhões da China devem subir de 10% para 25% se nenhum acordo for alcançado até 1º de março, mas Trump disse que pode prorrogar o prazo se os dois lados fecharem um acordo.
2. Atas da Reunião do Fed
O Federal Reserve divulgará nesta quarta-feira, às 15h em horário de Brasília, as atas de sua mais recente reunião de política monetária, na quarta-feira às 16h00.
O banco central americano deixou as taxas de juros suspensas no final de sua reunião de política em 30 de janeiro e prometeu ser paciente com novos aumentos nas taxas de juros, abandonando sua orientação de que aumentos de taxas “mais graduais” serão necessários.
O Fed também afirmou que poderia alterar o ritmo de sua redução do balanço “à luz da evolução econômica e financeira”.
Os mercados também vão prestar muita atenção aos comentários de um grande número de autoridades do Fed nesta semana por causa de suas opiniões sobre a economia e como isso pode afetar a política monetária.
Loretta Mester, Presidente do Fed de Cleveland; Raphael Bostic, Presidente do Fed de Atlanta; John Williams (NYSE:WMB), Presidente do Fed de Nova York; Mary Daly,Presidente do Fed de São Francisco; Patrick Harker, Presidente do Fed de Filadélfia; James Bullard, Presidente do Fed de Saint Louis; Richard Clarida, vice-presidente do Fed, e o governador do Fed, Randal Quarles, devem fazer comentários públicos nesta semana.
Depois que o Fed subiu as taxas quatro vezes em 2018, os investidores agora esperam que o banco central americano suspenda sua política de aperto monetário este ano como riscos para a montagem econômica americana.
3. Pedidos de bens duráveis dos EUA
O Departamento de Comércio dos EUA divulgará dados de outubro sobre pedidos de bens duráveis às 10h30 da próxima quinta-feira.
A previsão consensual é de que o relatório mostrará pedidos de bens duráveis aumentados em 0,8% no mês passado. O núcleo dos pedidos de bens duráveis, que excluem itens de transporte voláteis, devem subir 0,2%.
O calendário mais curto desta semana, devido à um feriado, também apresenta dados sobre pedidos de emprego semanais, vendas de casas usadas, bem como pesquisas rápidas de PMI industrial e serviços. Uma pesquisa sobre as condições industriais na região da Filadélfia também estará em foco.
4. Balanço do Walmart
Walmart é um dos maiores nomes a anunciar os resultados do quarto trimestre nesta semana, já que a temporada de ganhos em Wall Street continua diminuindo.
A gigante do varejo deve divulgar lucro por ação de US$ 1,33 sobre receita de US$ 138,81 bilhões, de acordo com analistas consultados pela Investing.com, quando reportar antes do sino de abertura na terça-feira.
As vendas em mesmas lojas nos Estados Unidos, devem subir 3,0%.
Outras empresas notáveis divulgando resultados nesta semana incluem, CVS Health (NYSE:CVS), Kraft Heinz (NASDAQ:KHC), Domino’s Pizza (OTC:DMZPY), Wendy’s (NASDAQ:WEN), Dropbox (NASDAQ:DBX), Trade Desk (NASDAQ:TTD), Roku(NASDAQ:ROKU), Medtronic (NYSE:MDT), Herbalife (NYSE:HLF), Intelsat (NYSE:I), Baidu (NASDAQ:BIDU), iQIYI (NASDAQ:IQ), e Wayfair (NYSE:W).
5. PMIs da zona do euro
O Índice da Atividade dos Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do IHS Markit para a zona do euro deve ser divulgado às 6h00 (horário de Brasília) da quinta-feira, em meio a expectativas de um leve declínio para 50,8.
O índice mede a produção combinada dos setores de indústria e de serviços e é visto como um bom guia para a saúde econômica geral.
Antes dos PMI da zona do euro, a França e a Alemanha divulgarão seus próprios relatórios do PMI às 5h15 e no 5h30, respectivamente.
Além dos dados do PMI, há também um par de pesquisas esta semana sobre o sentimento empresarial alemão dos institutos IFO e ZEW.
O Banco Central Europeu (BCE) reconheceu no mês passado que o crescimento na zona do euro provavelmente será mais fraco do que o esperado anteriormente, embora tenha mantido sua orientação de que pretende aumentar as taxas de juros até o final do ano pela primeira vez em uma década.


– Reuters contribuiu com esta reportagem

Caio Mesquita: Mundo Grande

Caio Mesquita: Mundo Grande

Opinião - 16/02/2019 - 
Por Caio Mesquita, CEO da Acta Holding
“Não, meu coração não é maior que o mundo.
É muito menor.
Nele não cabem nem as minhas dores.
Por isso gosto tanto de me contar.
Por isso me dispo,
por isso me grito,
por isso frequento os jornais, me exponho cruamente nas livrarias:
preciso de todos.”
Carlos Drummond de Andrade
Não é de hoje que venho falando da importância de investir fora do Brasil.
Talvez seja o tema mais recorrente desta newsletter.
É fato facilmente constatável que nós, brasileiros, somos nacionalistas nas nossas preferências de investimento.
Há razões históricas para isso. O controle de capitais existiu durante décadas no país, especialmente nos tempos de escassas reservas internacionais.
Apesar da atual facilidade com que as pessoas conseguem movimentar os seus recursos, simples como o toque de um botão no aplicativo do banco, a participação de ativos estrangeiros nas carteiras dos brasileiros é ínfima.
Existem restrições regulatórias que contribuem para isso. A cinquentona circular 24/66, do Banco Central, proíbe que instituições financeiras ofereçam a seus clientes oportunidades de investimento fora do Brasil.
É por isso que você nunca recebeu uma dica do seu gerente de banco ou assessor de investimentos para um investimento “especial” no exterior (a exceção aqui vai para os abonados clientes do private banking, em que tais modalidades são apresentadas com o “tratamento adequado”).
Sem o empurrão de intermediários financeiros, turbinados por premiações e bônus, torna-se muito difícil quebrar a inércia do nosso provincianismo financeiro.
Ficamos restritos às alternativas tupiniquins, ao passo que lá fora tem um mundão a ser explorado.
Empiricus, como empresa de comunicação, não está restrita às limitações do Banco Central. Ainda tratamos primordialmente de investimentos domésticos, até porque é essa demanda que nos chega por parte de nossos assinantes. Gradativamente, porém, estamos trazendo sugestões de investimentos no exterior.
Mas mesmo assim, confesso que ainda estranho quando leio pela manhã notas sobre Disney, McDonald’s e Apple, em meio aos comentários tradicionais sobre Petrobras, Itaú e outras empresas listadas no Day One.
É como se o mundo dos investimentos lá fora não nos pertencesse. Ou não fosse para o nosso bico.
No entanto, novas soluções estão transformando esse cenário. Além da proximidade proporcionada pela internet, plataformas digitais e redes sociais, surgem iniciativas que facilitam a operacionalização de investimentos no exterior.
A corretora  Avenue, criada pelo notável empreendedor Roberto Lee, e o aplicativo Stake  prometem uma experiência simples e intuitiva para o investidor desbravar as oportunidade de ganhar dinheiro lá fora.
E dentro dessa linha, meus sócios da Agora resolveram trazer para os brasileiros uma de suas afiliadas mais exitosas, a Agora Financial. Ao acompanhar a newsletter “Um Brasileiro em Wall Street”, você fica mais perto do que está rolando no mais importante mercado de capitais do mundo.

Fonte: MONEY  TIMES

Dow Jones fecha em alta de 1,74%

Dow Jones fecha em alta de 1,74%





Ações8 horas atrás (16.02.2019 19:28)

© Reuters.  Dow Jones fecha em alta de 1,74%© Reuters. Dow Jones fecha em alta de 1,74%
Nova York, 15 fev (EFE).- O índice Dow Jones Industrial fechou nesta sexta-feira em alta de 1,74%, em mais um dia de otimismo em Wall Street com as negociações comerciais entre Estados Unidos e China.
O principal indicador da Bolsa de Nova York somou 443,86 pontos e agora acumula 25.883,25. Já o seletivo S&P 500 avançou 1,09%, para 2.775,60, enquanto o índice composto da Nasdaq subiu 0,61% e fechou aos 7.472,41 pontos.
Por setores, o financeiro se destacou com um progresso de 2,02%, seguido pelo energético (1,59%), que está vinculado aos preços do petróleo, e pelo sanitário (1,47%).
Wall Street viveu um pregão de retomada após o fechamento misto de quinta-feira e se despediu de outra semana em terreno positivo, a oitava consecutiva, com o que já registra sua melhor sequência em quase dois anos.
Nos últimos cinco dias, o Dow Jones se valorizou 3,09%, enquanto o S&P 500 avançou 2,5% e o Nasdaq subiu 2,53%.
A alta de hoje vem motivada pela negociação comercial entre EUA e China, que acabaram uma terceira rodada de conversas em Pequim com "avanços importantes", segundo o presidente chinês, Xi Jinping.
De acordo com informações oficiais, Xi deseja que ambas partes possam alcançar um acordo "mutuamente benéfico" na próxima rodada de diálogo, que será realizada na próxima semana em Washington.
Por outro lado, os mercados não pareceram impactados pela tensão política nos EUA após a declaração de emergência nacional do presidente Donald Trump, que tenta reunir US$ 8 bilhões para financiar a construção de um muro na fronteira com o México.
Entre as 30 empresas que cotam no grupo do Dow Jones, os maiores lucros foram de Goldman Sachs (NYSE:GS) (3,1%), JP Morgan Chase (NYSE:JPM) (3,06%), DowDuPont (3%), United Technologies (NYSE:UTX) (2,92%) e Caterpillar(NYSE:CAT) (2,70%).
Por sua vez, as únicas baixas foram nas ações de Coca-Cola (NYSE:KO) (-0,77%) e Apple (NASDAQ:AAPL) (-0,22%).
Em outros mercados, a onça do ouro subia para US$ 1.324,70, enquanto a rentabilidade do bônus do Tesouro a dez anos avançava até 2,666%.



Fonte:  EFE

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Barbara Palvin

Biografia de Barbara Palvin

Barbara Palvin nasceu em Budapeste, Hungria, em 8 de outubro de 1993. Desde criança ela gostava de cantar e jogar futebol e aos 13 anos foi descoberta andando pelas ruas da Hungria ao lado de sua tia. 

Primeiro, ela trabalhou no Japão como modelo e, em seguida, ingressou na agência IMG, que a ajudou a se tornar internacionalmente conhecida como modelo, lançando seu primeiro editorial do ano para a revista Spur. 

Barbara, em seguida, decidiu mudar para a Ásia aparecendo as capas de várias revistas como L'Officiel, Vogue Rússia, Marie Claire, Cosmopolitam, Bazaar, Elle e foi em pistas para Armani Exchange, H & M, Chanel, Victoria 's Secret, Lovcat e Pull and Bear . 

Também Ele trabalhou para Louis Vuitton, Miu Miu, Nina Ricci e Emanuel Ungaro e teve a oportunidade de abrir o show de pré-queda 2011 da Chanel. 

Em 2012, ela entrou para a lista de modelos da Victoria's Secret Fashion Show e esteve na passarela da Barcelona Bridal Week 2012. Ela também se tornou a embaixadora oficial da L'Oreal Paris e em 2013 ela ficou em 23º lugar na lista The Money Girls. por models.com 

Palvin tem sido muitas vezes comparado com a supermodelo russa Natalia Vidiánova e se considera uma de suas modelos preferidas, bem como com Kate Moss . 

Após o Victoria's Secret Fashion Show 2013, a modelo foi vista acompanhada pelo cantor com Justin Bieber, que trouxe muitos rumores de um possível relacionamento amoroso. Mas Barbara esclareceu as coisas negando todos os rumores deixando claro que eles são apenas bons amigos. 

Para dezembro do mesmo ano, ele foi ligado a Niall Horan , membro da banda inglesa One Direction, mas dois meses depois, foi confirmado que o relacionamento tinha chegado ao fim. 

Em maio de 2014, ele foi novamente carinhosamente associado ao ídolo canadense sem ser confirmado. 

A boa notícia é que o jovem modelo e continua com sua carreira aparentemente tornou-se a rainha Micenas, Eurystheus esposa na nova produção cinematográfica do herói de Hércules da mitologia grega para ser lançado em julho de 2014.
A boa notícia é que a modelo húngara voltou para as passarelas e foi eleita a mulher mais bonita do mundo em 2017.


Fonte: Seleções