domingo, 17 de março de 2019

Exclusivo: Bettina, viralizada na internet com campanha da Empiricus, conta como chegou ao seu milhão

Exclusivo: Bettina, viralizada na internet com campanha da Empiricus, conta como chegou ao seu milhão





Gustavo Kahil - 15/03/2019 - 19:13
#betina, grafada errada, virou 1º lugar do trending topics no Brasil
As redes sociais foram inundadas pelo o que pode ter sido o maior caso de um “meme financeiro” da história do Brasil. Um vídeo publicado pela Empiricus Research ultrapassou, em poucos dias, a marca de 10 milhões de visualizações  em um viral sem precedentes. A #betina, grafada errada, chegou ao 1º lugar dos trending topics no Brasil.
Em um pouco mais de um minuto, Bettina afirma no vídeo ter aumentado o seu patrimônio de pouco mais de mil reais para acima de R$ 1 milhão em três anos. Foi o suficiente para quebrar a internet.
Money Times entrevistou Bettina na sede da Empiricus em São Paulo para entender esta polêmica. Afinal, Bettina tem R$ 1 milhão? Conquistou isso por causa de sua família? Foi tudo com ações? Abaixo, você pode encontrar estas respostas:


Fonte: MONEY  TIMES

EUA vs China: Como será a vida após a Guerra Comercial?

EUA vs China: Como será a vida após a Guerra Comercial?





Opinião - 16/03/2019 - 
Arthur Kroeber e José Pio Borges
“Life After The Trade War” – reunião realizada pela Gavekal na Casa das Garças, Rio de Janeiro, 15/3/2019. Na mesa, Arthur Kroeber e José Pio Borges (Imagem: Marink Martins)
Por Marink Martins, do MyVOL e autor da newsletter Global Pass
Durante a tarde desta sexta-feira, dia 15/3, tive o imenso prazer de participar de um encontro especial a convite da Gavekal Dragonomics – casa de pesquisa especializada em China – onde seu economista chefe, Arthur Kroeber, discursou para um seleto grupo sobre o que ele espera do iminente acordo entre os EUA e a China.
Aqueles que me acompanham através do myvol.com.br, naturalmente, já estão familiarizados com o Kroeber e sabem muito bem que, desde o início das tensões comerciais entre os dois gigantes, ele interpreta tal evento como uma guerra de exaustão (“war of attrition”).
Antes de entrar em detalhes sobre os principais pontos discutidos neste encontro, vale ressaltar que Kroeber é americano e um dos maiores conhecedores da economia chinesa. Possui residências em Nova York e em Pequim. Nesta tarde, entretanto, me confessou estar passando mais tempo em Nova York e indo a Washington sempre que possível.
Em suas recentes visitas à capital americana, ele se mostrou surpreso com a frequência com a qual representantes do governo americano se referiam as tensões sino-americanas como uma guerra fria.
Para ele tal classificação não é só incorreta, mas também perigosa. Em sua opinião as relações sino-americanas envolvem uma integração das cadeias de produção que faz com que não haja nada em comum com aquelas tensões vividas na época da União Soviética.
O mais provável é vermos uma vitória comercial norte-americana onde os chineses se comprometem em elevar substancialmente as importações
Explorando o tema principal do encontro, Kroeber nos disse que chegamos a um ponto onde tanto Donald Trump como Xi Jinping necessitam chegar a um acordo onde ambos possam se declarar vitoriosos diante de suas respectivas bases.
Para Trump isso representa uma oportunidade de reforçar a sua imagem de grande negociador e ao mesmo tempo dar um empurrão para cima no mercado de ações, que o próprio presidente heroicamente parece ter eleito como uma espécie de barômetro para avaliação de seu êxito como governante.
Aqui aproveito para fazer uma digressão e mencionar a entrevista concedida pelo ex-assessor econômico de Trump, Gary Cohn, ao podcast Freakonomics (publicada na quarta-feira, 13/3), onde ele reitera esta tese de dependência entre a popularidade de Trump e o comportamento do índice S&P 500. Escrevi sobre isso ontem no MyVOL.
De volta a reunião com Kroeber — ele nos diz que uma conclamação de vitória por Xi Jinpin tomaria a forma de um comunicado ao partido comunista chinês de que o país deverá ceder pouco aos americanos e que tanto os projetos Belt & Road como Made in China 2025 (MIC2025) devem proceder conforme planejados. Vale ressaltar que Xi vem sofrendo pressões internas de seu partido que o acusa de ter provocado a ira dos americanos ao anunciar planos demasiadamente ambiciosos de retomada da hegemonia chinesa.
Assim, o mais provável é vermos uma vitória comercial norte-americana onde os chineses se comprometem em elevar substancialmente as importações de produtos agrícolas e industriais. Com isso, o imenso deficit comercial norte-americano tende a cair ao mesmo tempo em que as tarifas impostas por Trump tendem a ser reduzidas gradualmente na medida em que as chineses honrem com os seus devidos compromissos.
Para os chineses, que contam com o luxo de uma visão de mais longo prazo, manter a sua moeda mais forte é algo de interesse nacional
Já na frente monetária, Trump, mais uma vez, irá “cantar vitória” ao dizer que os chineses se comprometerão em não promover desvalorizações cambiais com o intuito comercial. Algo que Kroeber classifica como irônico pelo fato de que, em sua opinião, os chineses nunca aderiram a tal prática. Para os chineses, que contam com o luxo de uma visão de mais longo prazo, manter a sua moeda mais forte é algo de interesse nacional pois contribui para a internacionalização do remimbi.
Aonde a situação torna-se mais tensa diz respeito a frente tecnológica. É justamente nesta área onde os chineses devem se sair bem. Neste caso a vitória toma uma forma de continuidade do projeto MIC2025, com algumas concessões que satisfaçam os “trade Hawks” americanos, mas que não inviabilizem o tão importante projeto chinês.
Dito tudo isso, há inúmeras incertezas no ar. Hoje, sabe-se pelo já ocorrido com as empresas chinesas ZTE e Fujian Jinhua que os americanos tem o poder de, em um curto espaço de tempo (48 horas), aniquilar qualquer empresa de tecnologia chinesa que dependa de matéria prima norte-americana para compor seu produto final.
Sendo assim, o tema “Export Ban” (proibição a exportações) passará a desempenhar o papel de uma espada de Dâmocles nas futuras relações comerciais entre os dois países. Kroeber chega a mencionar 3 possibilidades; começando por uma proibição mais branda e caminhando até uma bem mais rígida, onde as próprias empresas americanas podem ser negativamente afetadas em seu dia a dia.
Ainda sobre o tema, ele chegou a mencionar sobre a possibilidade de que os EUA exijam que seus parceiros comerciais, como a Alemanha, venham a aderir as políticas estabelecidas por Washington. Neste momento, Arthur Kroeber deixou claro que transitamos de um período de ampla globalização, com cadeias de produção integradas, para um de maior fragmentação global.
Quanto ao caso Huawei, ele se mostrou cético com relação a uma solução de curto prazo.
Sobre a possibilidade de que boa parte da produção chinesa seja transferida para o Vietnam – uma das minhas dúvidas – ele nos diz que isso só deverá ocorrer de forma pontual, na margem. Complementa afirmando que as condições na China são bem mais convidativas, tanto no aspecto tecnológico como no de qualificação pessoal. Além disso, vale lembrar que o objetivo final dos produtores é acessar o vasto mercado consumidor chinês.
Discursando sobre a situação econômica chinesa, o pesquisador afirmou que a China atingiu o seu potencial exportador no que diz respeito a quantidade de produtos exportados. Resta agora o desafio de agregar valor a exportação. Daí a importância do projeto Made in China 2025 destinado a alçar o país a uma nova era tecnológica com foco em um maior uso de inteligência artificial que irá gerar maiores ganhos de produtividade.
Kroeber deu destaque a desafios envolvendo o enorme endividamento do país assim como aqueles associados a fatores demográficos.
Quanto ao primeiro item, diz ele que mais importante do que o montante da dívida, está um processo de má utilização dos recursos. Diz ele que o setor público, composto pelas famosas State Owned Enterprizes (SOEs), é responsável por 2/3 do endividamento, gerando somente 1/3 de contribuição para o PIB. Já o setor privado, com 1/3 do endividamento, contribui com os outros 2/3 para o PIB. O desafio está em dar continuidade a migração para o setor privado – movimento este que fora interrompido nos últimos anos.
Já no tema demográfico, Kroeber diz que o desafio é enorme pois a taxa de envelhecimento da China é mais acelerada do que aquela vista no Japão.
Em eventos deste calibre, o melhor é sempre a sessão de perguntas e respostas. Para não me exceder no tamanho do texto, convido você a visitar a área de Tendências Globais do www.myvol.com.br onde vou disponibilizar um post explorando alguns dos temas discutidos. Não preciso dizer que as perguntas foram feitas pelas mentes mais brilhantes deste país que estavam presentes neste evento.

Fonte: 

RUBI

Rubi


Rubi é uma pedra  vermelha, uma variedade do mineral corindon (óxido de alumínio) cuja cor é causada principalmente pela presença de crômio. Os rubis naturais são excepcionalmente raros As gemas de rubi são valorizadas de acordo com várias características incluindo tamanho, cor, claridade e corte. Todos os rubis naturais contêm imperfeições. Por outro lado, rubis artificiais podem não conter imperfeições. Quanto menor o número e menos óbvias as imperfeições, mais caro é o rubi - a menos que não tenha imperfeições (i.e., um rubi "perfeito") - então ele é suspeito de ser fabricado artificialmente e seu status de gema, seu preço não é garantido. Alguns rubis manufaturados têm substâncias adicionadas a eles para que possam ser identificados como artificiais, mas a maioria requer testes gemológicos para determinar a sua origem. Alguns rubis mostrar um ponto, ou 3 ou 6 pontos  ou "estrela". Esses rubis são cortados em cabochão para mostrar o efeito.

Dureza

  Dureza 9 na escala de Mohs

 Forma cristalina

Gema. rubi lapidada


                                                          gema. rubi bruta




Geralmente, a qualidade da gema colorindo em todos os tons de vermelho, inclusive rosa, são chamados de rubis.   No entanto, nos Estados Unidos, uma saturação de cor mínimo devem ser atendidos para ser chamado de rubi, caso contrário, a pedra será chamado de safira rosa .   Esta distinção entre rubis e safiras rosa é relativamente nova, tendo surgido por volta do século 20. Se é feita uma distinção, a linha que separa um rubi de uma safira rosa não é clara e altamente debatido.   Como resultado da dificuldade e subjetividade de tais distinções, as organizações comerciais, como a International Colored Gemstone Association (ICA) têm adotado a definição mais ampla de rubi, que engloba as suas tonalidades mais claras, incluindo rosa.

 jazidas

Rubis historicamente têm sido extraído na Tailândia , a Pailin e Distrito Samlout do Camboja , Birmânia , Índia , Afeganistão e no Paquistão. No Sri Lanka , tons mais claros de rubis (muitas vezes "safiras rosa") são mais comumente encontradas. Após a Segunda Guerra Mundial,depósitos de rubi foram encontrados em Tanzânia , Madagascar , Vietnã , Nepal , Tajiquistão e Paquistão . foram encontradas poucos rubis nos EUA . Mais recentemente, grandes depósitos de rubi foram encontrados sob a plataforma de gelo se afastando da Groenlândia .

O rubi pode ser confundido Spinelli , outra pedra preciosa vermelha, às vezes é encontrado junto com rubis no cascalho.pode ser confundido   rubi ​​por aqueles com pouca  experiência com pedras preciosas. No entanto, os melhores Spinelli vermelho pode ter um valor que se aproxima muito do rubi .

                                                                Lapidação



Formas sigerida para lapidar ruis

Na antiga Índia afirmava-se que a posse de muitos rubis ajudava a pessoa a acumular mais pedras preciosas. 




Fonte: Portal do Geologo

Caio Mesquita: Pódio de chegada ou beijo de namorada

Caio Mesquita: Pódio de chegada ou beijo de namorada





Opinião - 16/03/2019 - 
A comparação da participação dos brasileiros em renda variável com outros países nos faz calçar as “sandálias da humildade”
Por Caio Mesquita, CEO da Acta Holding
O editor do site Money Times, Gustavo Kahil, publicou nesta semana um artigo antecipando o marco histórico de 1 milhão de investidores pessoas físicas na Bolsa brasileira.
Tal número merece muita comemoração, sem dúvida. É fato que ainda estamos distantes dos míticos 5 milhões de investidores almejados por Edemir Pinto, presidente da Bovespa à época de seu IPO. Assim mesmo, um milhão de pessoas é emblemático e materializa o renovado interesse das pessoas em investir na Bolsa.
A comparação da participação dos brasileiros em renda variável com outros países nos faz calçar as “sandálias da humildade”.
Esqueçamos os Estados Unidos, onde mais da metade dos adultos tem investimentos diretos em ações.
Com um quarto da população do Brasil, a Coreia do Sul atingiu, no início da década, o número de investidores que Edemir Pinto sonhava, cerca de 5 milhões de indivíduos.
Mesmo na América do Sul temos exemplos de países onde a participação das pessoas físicas na Bolsa é substancialmente maior que a nossa. Há mais colombianos e chilenos investindo em ações do que brasileiros, e isso em termos absolutos.
Desde que fundamos a Empiricus , em 2009, monitoramos o número de pessoas físicas na Bolsa. No início, tomávamos isso como indicador do mercado potencial de assinantes. Nossa premissa era de que somente aqueles que já tinham posição em ações teriam real interesse em receber orientações sobre o assunto.

Leitura recomendada
Na Semana do Consumidor, toda a loja de assinaturas da Empiricus está com descontos especiais de 30 a 45%. É uma ótima oportunidade de conhecer o que nossos especialistas estão indicando para você fazer mais dinheiro hoje mesmo.
Mas esta condição ficará no ar por tempo limitado… aproveite e acesse agora.

A partir de 2013, com a entrada da Agora  na nossa sociedade, redirecionamos o negócio. Aplicando ferramentas de marketing digital, conseguimos despertar o interesse de uma audiência expressivamente mais ampla, mas em sua maioria com recursos estacionados em investimentos ruins.
Pessoas que anteriormente ignoravam os temas financeiros, relegando aos gerentes de banco as escolhas que impactariam seu patrimônio, passaram a assinar nossas publicações, tendo acesso a ideias anteriormente inacessíveis ou acessíveis apenas aos muito ricos.
Ao aplicarem, na prática, nossas sugestões, nossos assinantes abriram contas em corretoras, passando a cuidar de seu futuro financeiro ativamente.
Temos estudos e pesquisas internas que demonstram a influência da Empiricus na transformação dos hábitos de investimentos dos nossos assinantes.
A mais recente, realizada em agosto de 2018, mostra que, antes de conhecerem nossas publicações, 45 por cento dos assinantes tinham recursos na poupança, enquanto 35 por cento investiam em ações. Após assinarem a Empiricus, esses percentuais se inverteram, com 15 por cento deixando dinheiro nas cadernetas e 60 por cento afirmando ter recursos aplicados diretamente na Bolsa.
Com seus 330 mil assinantes únicos ativos, a Empiricus contribui efetivamente para o aumento da participação das pessoas no mercado de capitais em geral e na Bolsa em particular.
Apesar disso, não espero um pódio de chegada ou beijo de namorada.
Vamos seguir impactando, incomodando, mas, principalmente, ajudando os brasileiros a se tornarem investidores melhores.
Deixo você agora com os destaques da semana.
Um abraço e boa leitura!
Caio
P.S.: O mais experiente trader do país resolveu contar a verdadeira história e os segredos da criação do mercado de capitais no Brasil. Em documentário inédito, você conhecerá quais são os fundamentos dos vencedores da Bolsa, de ontem e de hoje.

Fonte: Acta Holding


Sem Previdência, sem salários : Governo pode deixar de pagar ano que vem

Sem Previdência, sem salários: Governo pode deixar de pagar ano que vem





Agência Brasil - 16/03/2019 - 
A União terá dificuldades em pagar os salários do funcionalismo a partir de 2020, caso a reforma da Previdência não seja aprovada. Sem as mudanças nas regras para aposentadoria, os gastos com saúde, educação e segurança ficarão comprometidos antes de 2023. As conclusões constam de relatório divulgado ontem (15) pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia.
Segundo a secretaria, a não aprovação da reforma põe em risco a solvência do Estado. Isso porque o crescimento da dívida pública, prevista para encerrar 2019 entre 78,3% e 80,4% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos), vai disparar para 83,9% em 2020 e 102,3% em 2023, na falta de mudanças na Previdência.
De acordo com a nota técnica, o rombo da Previdência acumulado em 12 meses saltou de 1,3% do PIB em novembro de 2009 para 2,9% do PIB em novembro de 2018. As receitas da Previdência – contribuições que trabalhadores e patrões pagam para financiar os benefícios – ficaram relativamente estáveis, passando de 5,5% para 5,7% do PIB no mesmo período. As despesas, no entanto, saltaram de 6,8% para 8,5% do PIB. A comparação com o PIB minimiza os efeitos de crises econômicas sobre tanto sobre a arrecadação como as despesas.
O texto ressalta o descompasso entre a arrecadação e os gastos da Previdência Social. Embora a arrecadação tenha ficado estável pela falta de mudança de regras, as despesas têm aumentado ano a ano por causa do envelhecimento da população e do aumento da expectativa de vida, que demandam cada vez mais o pagamento de aposentadorias e de pensões.

Déficit primário

A Previdência, tanto dos servidores públicos como da iniciativa privada, foi, segundo o levantamento da SPE, a principal responsável pelo déficit primário do setor público – resultado negativo das contas de União, estados, municípios e estatais desconsiderando os juros da dívida pública. Em 2018, o setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 108,3 bilhões, equivalente a 1,6% do PIB. O rombo, no entanto, só não foi maior porque outros setores do governo – como o Tesouro Nacional e o Banco Central – registraram resultados positivos no ano passado.
A Previdência Social, que abrange os trabalhadores da iniciativa privada e das estatais que contribuem para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) teve déficit de R$ 195,2 bilhões (2,9% do PIB) em 2018. A previdência dos servidores federais registrou rombo de R$ 90,3 bilhões (1,3% do PIB). O resultado da previdência dos servidores estaduais e municipais ainda não foi consolidado, mas a SPE estima déficit de R$ 104,2 bilhões (1,5% do PIB)
Apesar da recessão em 2015 e 2016 e do crescimento da economia em torno de 1% em 2017 e 2018, a SPE argumenta que o descontrole dos gastos públicos, principalmente o dos benefícios com a Previdência Social, está na raiz da deterioração fiscal dos últimos anos.
Segundo o órgão, o problema é antigo e exige mudanças de regras e reformas estruturais. O levantamento ressaltou que as despesas não financeiras (que excluem juros da dívida, amortizações, encargos e despesas com concessão de empréstimos) saltaram 5,7 pontos percentuais do PIB entre 1997 e 2018, de 14% para 19,7% do PIB.


Fonte:  Agência Brasil