segunda-feira, 15 de abril de 2019

Perspectivas: 5 principais eventos desta semana no mercado internacional

Perspectivas: 5 principais eventos desta semana no mercado internacional





Investing.com Brasil - 14/04/2019 - 
Por Investing.com
Dezenas de empresas dos EUA de uma variedade de setores, incluindo tecnologia, finanças e produtos de consumo, divulgarão resultados trimestrais na nesta semana, após o início não oficial da temporada do primeiro trimestre em Wall Street nesta semana.
Os relatórios econômicos permanecerão em foco enquanto os investidores aguardam novos sinais sobre a força da economia, com o mais recente relatório de vendas no varejo no centro das atenções.
A China será a primeira grande economia a divulgar dados de crescimento do primeiro trimestre quando publicar seus números do PIB nesta semana. Embora a segunda maior economia do mundo tenha mostrado alguns sinais de estabilização recente, os analistas alertam que é cedo demais para dizer se o novo impulso de alta pode ser sustentado.
Na Europa, os mercados estarão de olho nas pesquisas PMI sobre a atividade do setor de industrial e de serviços, que devem dar mais indicações de como a economia da região está se saindo em meio aos conflitos comerciais globais e às confusas negociações do Brexit.
Os investidores do mercado também se concentrarão na reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), em Viena.
Antes da próxima semana, o Investing.com compilou uma lista dos cinco maiores eventos do calendário econômico com maior probabilidade de afetar os mercados.

1. Temporada de ganhos do 1º trimestre

A temporada de resultados do primeiro trimestre começou na semana passada com o JPMorgan Chase (NYSE:JPM) divulgando seu balanço trimestral nesta sexta-feira.
Bancos rivais em Wall Street, o Citigroup (NYSE:C) e o Goldman Sachs (NYSE:GS) divulgam seus resultados na segunda-feira, seguidos pelo Bank of America (NYSE:BAC) na terça e no Morgan Stanley (NYSE:MS) na quarta-feira.
Alguns outros nomes de alto perfil que farão a divulgação nesta semana são Netflix (NASDAQ:NFLX) e IBM (NYSE:IBM), ambos marcados para terça-feira após o fechamento do pregão.
Os resultados da Netflix estarão particularmente em foco depois que a Walt DisneyCompany (NYSE:DIS) deu detalhes na semana passada sobre seu serviço de streaming direto ao consumidor, que será lançado em 12 de novembro. a um custo de US$ 6,99 por mês.
Pepsico (NASDAQ:PEP), UnitedHealth (NYSE:UNH), Johnson & Johnson (NYSE:JNJ), United Continental (NASDAQ:UAL), CSX (NASDAQ:CSX), Abbott Labs (NYSE:ABT), Honeywell (NYSE:HON) e American Express (NYSE:AXP) também estão programados para publicar seus balanços durante a semana.

domingo, 14 de abril de 2019

Como são lapidados os diamantes?

Como são lapidados os diamantes?

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O processo – que, além de aperfeiçoar o formato do diamante, serve para poli-lo – é feito de maneira artesanal. A qualidade da lapidação não apenas é fundamental para determinar o valor de uma jóia, como dá brilho e beleza à pedra.
Como o diamante é o material mais duro que se conhece na natureza, lapidá-lo não é moleza – sem contar o alto risco de estragar a caríssima pedra. “Quase sempre os lapidários a quem se confiam pedras maiores têm mais de 50 anos de idade. Isso porque leva muito tempo para aprender todos os macetes do processo”, afirma o lapidário Renato Santos, presidente da Brasil Comércio de Diamantes.
Há duas formas de cortar o diamante bruto: na clivagem, o método mais comum, o diamante é partido com um rápido golpe. Em algumas pedras, porém, essa técnica não funciona. Usa-se, então, a serragem, processo longo e tedioso, feito com uma serra elétrica rotatória ou, mais recentemente, com raios laser.
Depois do corte, vem a etapa do bloqueamento, em que o diamante é raspado em outro até que se aproxime do formato desejado. As facetas (como são chamadas as várias pequenas faces de um diamante) são feitas na etapa seguinte, chamada de abrilhantamento. A pedra é encaixada na ponta de uma vareta chamada dop e pressionada contra um disco giratório forrado de pó de diamante. O processo lembra um pouco o de uma agulha riscando um disco de vinil na vitrola.
Em geral, os brilhantes pequenos são lapidados em um único dia. Já nas pedras grandes (acima de 20 gramas) esse trabalho pode levar até mais de um ano!

Fonte: Super

Como funciona uma mina de diamantes?

Na maioria dos casos, máquinas gigantes escavam em busca das pedras preciosas, que são separadas do cascalho pelo peso e identificadas por um sofisticado sistema de raios x. As minas são criadas em regiões com alta concentração de um tipo de rocha, denominado pelos geólogos de kimberlito. Esse material é formado pelo resfriamento do magma, que chegou até a superfície há milhões de anos, carregando elementos de regiões profundas da Terra. Feitos de carbono submetido a altíssima pressão, os diamantes foram forjados até 200 km abaixo da superfície há pelo menos 3 bilhões de anos.
O tipo mais comum de mina é o de poço aberto – como a representada no infográfico a seguir –, baseada na escavação do kimberlito, e a maioria delas está na África. No Brasil, a produção se concentra em minas formadas por erosão de kimberlito. As águas de rios e lençóis freáticos carregam pedras, que se concentram em áreas superficiais e passam a ser exploradas por mineradores. As 26 toneladas de diamante produzidas no mundo movimentam US$ 13 bilhões. O maior comprador é a China.
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TRABALHO ÁRDUO
Supermáquinas, explosivos e alta tecnologia são usados para vasculhar toneladas de rocha.
Amaciando a terra
Após encontrar provas geológicas da presença de diamantes, os mineiros escavam o kimberlito. Mas a ferramenta deles não é picareta, não: os caras colocam explosivos em buracos de até 17 m de profundidade feitos pela perfuradora. O objetivo é fazer a rocha dura virar cascalho.
Trio parada dura
Três máquinas gigantes fazem o trabalho pesado: a perfuradora abre buracos na rocha para a colocação de explosivos, a escavadora movimenta até 50 toneladas de rocha por minuto e o caminhão mineiro leva 100 toneladas de material para o beneficiamento.
Buraco fundo
Com o avanço da escavação, o poço fica mais afunilado, chegando a centenas de metros de profundidade e a quilômetros de largura. A maior mina de diamantes em operação, com 600 m de profundidade e 1,6 km de diâmetro na parte mais larga, é a Argyle Diamond, na Austrália.
Plano B
Quando a escavação afunila demais, é preciso cavar um túnel paralelo ao poço. Do túnel principal, partem túneis perpendiculares para extrair a rocha mais profunda. No subterrâneo, são usadas versões menores das máquinas empregadas na superfície.
Coisa fina
O material extraído da mina vai para o processamento. O cascalho é triturado duas vezes, lavado e peneirado. Em seguida, as pedrinhas – de 1,5 a 15 mm – vão para um tanque de flotação. As pedras mais pesadas, com potencial de ser diamantes, ficam no fundo e as mais leves são descartadas.
Catando milho
Uma máquina de triagem equipada com raios X identifica os diamantes. Ao rolarem na esteira e serem atingidos pela radiação, eles ficam fluorescentes. Um sensor registra essa luz e aciona um jato de ar, que separa o que importa do restante das pedras. Por último, rola uma checagem manual.
Feitos para brilhar
Cerca de 30% dos diamantes são gemas, ou seja, têm características ideais para se tornar joias: cor, claridade, tamanho e possibilidade de lapidação. O restante é usado na indústria para a produção de peças de corte, como brocas, discos, serras e bisturis. Como transmitem calor rapidamente, diamantes também são usados em termômetros de precisão.
VALE QUANTO PESA
Cada tonelada de terra extraída rende 1 quilate de diamantes (0,2 g)
Valor de mercado
Um caminhão carregado rende até 20 diamantes de 1 g. Pedras usadas em joias valem, em média, US$ 1 mil/quilate. Para uso industrial, paga-se em torno de US$ 10/quilate.
Além do brilho
O valor do diamante é baseado em cor, claridade, tamanho e lapidação. Gemas azuis, laranja, vermelhas e rosa são raras. Brancas e amareladas são mais comuns (98% do total).
Joia da coroa
O maior dos diamantes foi extraído na África do Sul em 1905. A pedra bruta tinha 3,1 mil quilates e foi lapidada em nove. As duas maiores (Cullinan I e II) foram dadas à realeza britânica.
– Em 1714, foi encontrado o primeiro diamante no brasil, em um garimpo de ouro próximo a Diamantina, MG.
– O diamante mais caro do mundo foi leiloado em Londres por US$ 46 milhões. O Graf Pink pesa 24,78 quilates e tem coloração rosada.

Fonte: Super

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