quinta-feira, 18 de abril de 2019

Como se formam as pedras preciosas?

Os mesmos processos geológicos que criam, dão forma e remodelam a Terra também geram situações de temperatura e pressão que combinam elementos em pedras preciosas. A exceção são as gemas orgânicas, como pérola e coral, que são feitas por seres vivos, mas classificadas como minerais.
Existem três tipos de rocha na crosta terrestre: ígnea, metamórfica e sedimentar, que podem ser compreendidas como diferentes fases de um ciclo, já que se transformam uma na outra com o tempo. As ígneas se formam do magma ou da lava. Já as metamórficas são formadas a partir de rochas que sofrem calor e pressão sem derreter novamente. As sedimentares surgem a partir de resíduos de rocha ou matéria orgânica dissolvidos em água. É em meio a toda essa ciranda de magma, sedimentos e rochas que as pedras preciosas surgem.
Nem tudo que brilha é ouro
Onde e como se formam algumas das gemas mais conhecidas

 (Marcus Penna/Mundo Estranho)
1.DiamanteFeito somente de carbono, o diamante é uma das poucas pedras preciosas que não costumam se formar na crosta terrestre, e sim no manto, um oceano subterrâneo de magma. A pressão e a temperatura do manto, capazes de liquefazer rochas, também comprimem e fundem o carbono na forma de diamantes, que são carregados à superfície pelo magma, misturados a rochas ígneas
  • Em raros casos, a pressão que forma rochas metamórficas na crosta terrestre também forma diamantes
2.PeridotoÉ outra das raras gemas que se formam no manto terrestre, e não na crosta. O peridoto é uma variante do mineral olivina, uma mistura de magnésio, ferro e sílica (silício e oxigênio) combinada em meio ao calor e pressão do magma do manto. Quando esses elementos se combinam na proporção certa, mais rica em magnésio, o peridoto se forma. Com sorte, sobe à superfície junto a rochas ígneas

 (Marcus Penna/Mundo Estranho)
3.JadeO que chamamos de “jade” na verdade são dois minerais diferentes, jadeíta e nefrita. Eles se formam no mesmo processo que forma rochas metamórficas, quando a temperatura e a pressão na profundeza da crosta recombinam os elementos das pedras, mas sem derretê-las (o que as transformaria em magma)
4.EsmeraldaFormada pela combinação dos elementos berílio, alumínio, silício e oxigênio em uma solução aquosa, a esmeralda costuma ocorrer em veios de água quente (hidrotermais) derivada do magma nas profundezas da crosta terrestre. Quando essa solução aquosa com esses quatro elementos se resfria, a esmeralda se solidifica
5.Rubi e safiraQuando magma contendo alumínio e crômio encontra bolsões de ar na crosta terrestre que contêm oxigênio, esses três elementos se combinam e formam rubis. O crômio, um elemento raro, é o que dá a cor vermelha ao rubi. Se ele não estiver presente na brincadeira, a gema formada é a safira, que costuma ser azul
6.QuartzoÉ formado pela evaporação de uma solução aquosa contendo átomos de silício, o que ocorre tanto em veios de água de superfície na crosta terrestre quanto em veios hidrotermais. Com a presença de certas impurezas (com o ferro) durante sua formação, o quartzo pode ficar da cor violeta, também conhecido como ametista
7.TurquesaParecida com a esmeralda, a turquesa vem da combinação de elementos (fósforo, cobre e alumínio) em uma solução aquosa. A diferença é que essa solução não deriva do magma do manto, e sim do infiltramento de água da superfície na crosta terrestre. Quando o infiltramento se aprofunda o suficiente para o calor evaporar a água, a turquesa se forma

Quer pagar quanto?
Quanto mais “única” a combinação de impurezas e deformidades, mais valiosa é a pedra. Confira algumas das mais caras:
1. Diamante Pink StarÉ um exemplar grande (11,92 g) de um tipo de diamante caro e raro, o diamante rosa. Ninguém sabe ao certo como eles ficam dessa cor, mas o mais provável é a presença de anomalias estruturais. Em 2013, foi leiloado por US$ 83 milhões
2. PainitaEste tipo de cristal proveniente de evaporação de solução aquosa em veios superficiais foi descoberto em 1950. Sua raridade é resultado da quantidade de elementos necessários para formá-lo: cálcio, zircônio, boro, alumínio, oxigênio e ferro. Seu preço pode chegar a US$ 60 mil o quilate
3. MusgravitaUm minério formado da evaporação de água da superfície ou de hidrotermais composto de magnésio, berílio, alumínio, ferro e oxigênio. A raridade vem não só do berílio, um elemento escasso, mas também da dificuldade de encontrar o mineral em forma de cristais translúcidos. Chega a custar US$ 35 mil o quilate
4. JadeítaA variante de jade mais rara é criada em pedras metamórficas que combinam sódio, alumínio, ferro, silício e oxigênio. É difícil de encontrar porque a pressão necessária 




para produzi-la em meio a rochas metamórficas é bem alta. Vale US$ 20 mil o quilate

5. Alexandrita é uma espécie rara do já escasso cristal de berílio, como a musgravita. A alexandrita é especialmente desejada porque sua estrutura molecular (que é determinada basicamente ao acaso) faz com que sua cor mude de acordo com a luz. Custa US$ 12 mil o quilate.

Fonte: Seleções

A expansão da Largo na Bahia

17/04/2019
VANÁDIO

A expansão da Largo na Bahia

Até meados de 2019, a Largo Resources, através da Mineração Maracás, deverá colocar em operação o projeto de expansão do seu complexo para produção de vanádio localizado em Maracás (BA), que terá a capacidade de produção aumentada em 25%, passando das atuais 800 toneladas/mês de V2O5 para 1 mil toneladas/mês. De acordo com Mark Smith, CEO da Largo Resources, o projeto foi motivado pela situação favorável do mercado internacional de vanádio, que registrou aumento de demanda e de preços, e pelas boas perspectivas que se abrem tendo em vista novos usos para o metal. 

Fonte: Brasil Mineral
 

Marmota Limited encontra ouro em vegetação

17/04/2019
OURO

Marmota Limited encontra ouro em vegetação

Empresa de mineração de ouro que trabalha no Sul da Austrália a Marmota Limited identificou recentemente novos alvos de ouro em seu prospecto Aurora Tank utilizando amostras biogeoquímicas que consistem em coletar amostras de vegetação, como folhas de árvores e arbustos, e testar o material quanto à presença de ouro ou outros produtos químicos que frequentemente se associam ao ouro, os chamados elementos pathfinder. Com esta técnica, a Marmota encontrou vestígios de ouro nas folhas das árvores e usou essa informação para orientar seu programa de perfuração, mostrando que o ouro pode, de fato, crescer em árvores!
 
O trabalho original da Marmota realizado em Kalgoorlie, na Austrália Ocidental, demonstrou que árvores de eucalipto que cresciam acima das áreas conhecidas de mineralização de ouro continham partículas de ouro detectáveis em suas folhas e galhos. As raízes das árvores atuam como bombas hidráulicas para trazer pequenos traços de metais de corpos subterrâneos profundos. As partículas de metais absorvidas pelas raízes viajam para os tecidos vegetais dos ramos e folhas. Mesmo as folhas que caem ainda contêm quantidades vestigiais do metal.
 
A Marmota decidiu coletar e analisar o material da folha que pode revelar quais áreas da terra contêm regiões mais profundas de mineralização de ouro. Dos testes iniciais em Kalgoorlie, os pesquisadores concluíram o maior levantamento biogeoquímico da Austrália, a criação de um mapa do tesouro dos tempos modernos, a amostragem de centenas de eucaliptos e árvores mulga no Cráton Norte Yilgarn, na Austrália Ocidental. O Cráton de Yilgarn é a maior massa de terra da Austrália Ocidental e é uma das mais antigas paisagens preservadas na Terra. O leste de Yilgarn é famoso por depósitos de ouro e níquel, mas a área do norte permanece amplamente inexplorada para novas descobertas minerais. 
 
Os pesquisadores da Marmota Limited mapearam 130 mil km² de mata australiana no norte de Yilgarn - uma área do tamanho da Grécia - em busca de informações sobre possíveis depósitos de ouro e uma série de outras commodities minerais economicamente valiosas. Foram encontrados resultados positivos para metais específicos e elementos pathfinder que agora podem ser usados para identificar áreas a serem exploradas.
 
Junto com as descobertas recentes, a Marmota reconhece o método de pesquisa biogeoquímica no norte de Yilgarn, uma vez que se sobrepôs a uma área que já havíamos pesquisado usando a amostragem de águas subterrâneas e mostrou resultados correspondentes. A companhia afirma: “Descobrimos que as áreas onde o ouro foi detectado em amostras de águas subterrâneas coincidiram com áreas nas quais detectamos ouro nas amostras de vegetação”. Segundo a Marmota a técnica de amostragem geoquímica está ajudando as empresas de exploração mineral a se dedicarem a novas metas para as próximas grandes descobertas. “Nosso trabalho de pesquisa no Cráton de Yilgarn produziu o maior conjunto de dados de referência da região para uso da indústria na exploração mineral adicional da região”, concluiu a empresa.


Fonte: Brasil mineral

Lipari, produtora de diamantes, adota centrífuga para obter rejeito a 20% de umidade e deposita em pilha




A Lipari Mineração, uma empresa 100% nacional, opera a Mina Braúna no município de Nordestina, no semiárido baiano, desde julho de 2016. Ela consolidou-se nesse tempo como a maior produtora de diamantes do País – responde por 85% da produção nacional, segundo a mineradora. Trata-se da primeira mina da pedra preciosa em fonte primária da América Latina, viabilizada após investimento de cerca de R$ 180 milhões.
A Mina Braúna nunca teve uma barragem de rejeitos. O projeto do circuito de processamento baseou-se no uso de sistema de desaguamento de rejeitos contando com uma centrífuga para gerá-los com baixa umidade, permitindo o transporte por caminhão até a disposição na pilha de estéril.
De acordo com a Lapari, deve-se considerar que a planta trabalha com teores extremamente baixos. Praticamente 100% do minério alimentado na planta é rejeitado em diferentes granulometrias, classificadas em peneiras ao longo do processamento.
A fração de rejeito < 1mm é encaminhada para uma classificação hidrodinâmica por cyclone, sendo que a fração > 0,4 mm (underflow) é destinada para uma peneira desaguadora (degrit), que posteriormente é destinada para o silo de rejeitos.
O material < 0,4 mm (overflow) é direcionado para o espessador. A lama gerada no espessador (que via de regra é encaminhada para as barragens de rejeito), na Mina Braúna é destinada para a desaguamento na centrífuga, a uma vazão média de 40 m³/h.
A centrífuga recebe a lama com umidade em torno de 63% e entrega a fração sólida com baixa umidade, em torno de 20%. Dessa maneira, a lama desaguada é agregada ao rejeito grosso no silo de rejeito, de onde é transportada via caminhão e depositada na pilha de estéril.
A centrífuga atual é uma Decanter Z92-4 / 459 Flottweg Skid System com SIMP-Drive SP4.3. Trata-se de um equipamento extremamente robusto e não teve interrupção significativa nesse tempo.
A manutenção regular da centrífuga é realizada durante as paradas de manutenção preventiva da planta, que ocorrem normalmente duas vezes por mês.
A mineradora relatou que durante a fase de projeto da planta de processamento, considerou outras tecnologias para desaguar rejeitos, como filtros tambores e esteiras, por exemplo.
No entanto, a capacidade de produção e capacidade de desaguamento, juntamente com o design robusto da centrífuga, torna a manutenção relativamente fácil e, por conta disso, obteve melhor eficiência de desaguamento quando comparado com outras tecnologias.
Durante a fase de projeto, a mineradora também realizou vários testes de laboratório usando centrífugas – e comparou os resultados com outros sistemas de desaguamento e descobriu que as centrífugas atendem aos requisitos e especificações de produção.
A planta de beneficiamento da Mina Braúna foi projetada para uma capacidade produtiva, que limita uma expansão da produção. Atualmente, a Lapari está realizando estudos de engenharia sobre a transição da mina a céu aberto para uma operação de mineração subterrânea.
Isso não resultaria em aumento de produção ou geração de rejeitos. Provavelmente ocorreria o contrário, segundo a mineradora, reduzindo a taxa de produção por corresponder a uma taxa mais baixa de produção de mina, o que resultaria em uma quantidade reduzida de rejeitos sendo gerados a partir da usina de processamento.
O ROM da planta de processamento da Lipari alcança 2.400 t/dia. A empresa tem hoje 337 colaboradores diretos.
Após o incidente em Brumadinho, a Lipari Mineração divulgou uma nota lamentando o ocorrido e ressaltou o projeto desenvolvido na planta utilizando a tecnologia de centrifugação dos rejeitos:
“A Lipari Mineração lamenta profundamente pela tragédia ambiental e humana que recentemente abateu Brumadinho (MG) após o rompimento de uma barragem de rejeitos de mineração e se solidariza com todos os envolvidos, direta e indiretamente, neste triste e irreparável fato.
Esse grave episódio, juntamente com o similar ocorrido não tão distante em Mariana (MG), impõem o estado de alerta ao setor mineral para rever e inovar os seus processos produtivos e construir uma nova era para uma mineração mais moderna, segura e responsável. Uma etapa que deve, urgentemente, evoluir da reflexão pós-luto para a prática.
Para tranquilizar as comunidades do entorno da Mina Braúna e a sociedade brasileira, reiteramos que não há barragem de rejeitos em nossa operação, o que exclui radicalmente o risco de acidentes semelhantes aos ocorridos nas duas cidades mineiras.
Desde o início de suas operações em julho de 2016, a mina Braúna implementou tecnologia de centrifugação no desaguamento dos rejeitos finos para disposição em pilha, eliminando as tradicionais barragens de rejeito. O processo – que alia espessador e centrífuga – transforma os rejeitos finos (lama) numa ‘areia’, possibilitando que a mesma seja transportada por caminhão e depositada com resíduos de rocha (rejeito mais grosso) em pilha próxima à cava da mina, de forma ambientalmente segura.
A solução, inédita no país, ainda possibilita a reciclagem de mais de 95% da água de processo, reduzindo o consumo de água nova captada no rio local. O beneficiamento do minério não utiliza produtos químicos e o material com baixa umidade gerado é inerte, ou seja, não é prejudicial à saúde de pessoas e ao meio ambiente.
Diante do exposto, pode-se afirmar que os resultados do emprego dessa tecnologia estão diretamente associados às premissas da sustentabilidade, ao passo que minimiza os impactos e assegura a redução de risco de acidentes ambientais, além de menor custo de construção e manutenção quando comparada com a barragem de rejeito”.



Fonte: Minérios

CLOROFILA

A energia luminosa utilizada na fotossíntese é absorvida graças a pigmentos armazenados em organelas conhecidas como plastos. Existem diferentes tipos de pigmentos, e cada um deles é capaz de absorver certos comprimentos de onda e refletir os demais comprimentos. O mais conhecido desses pigmentos é a clorofila, sendo a substância responsável por dar a cor verde a algumas algas e folhas de plantas.
A clorofila é um pigmento fotossintetizante que absorve a luz principalmente nos comprimentos de onda azul e violeta, além de vermelho. Devido a isso, ela reflete principalmente a luz verde, dando às plantas a coloração que conhecemos. Os plastos que armazenam a clorofila são então chamados de cloroplastos. A clorofila está inserida nas membranas internas do cloroplasto chamadas de tilacoides, como componentes de unidades chamadas de fotossistemas. Cada fotossistema inclui um conjunto de 250 a 400 moléculas de clorofila.
A absorção da energia luminosa ocorre quando esta excita os elétrons da clorofila fazendo-os alcançar um nível energético superior. Os elétrons liberam essa energia de três formas possíveis, retornando para seu estado de energia mais baixo. A primeira delas é a conversão total ou parcial da energia em calor. Na segunda forma, a energia é transferida da molécula de clorofila excitada para uma molécula de clorofila vizinha, excitando essa segunda, que por sua vez pode excitar uma terceira molécula de clorofila e daí em diante, no processo conhecido como transferência de energia por ressonância. Na terceira possibilidade também há transferência de energia, mas de uma forma distinta. Nesse caso, a energia é transmitida quando o próprio elétron excitado é passado a diante. Ele é recebido por um receptor de elétrons que compõe uma cadeia transportadora de elétrons.
As duas últimas formas liberam energia útil para a realização do processo de fotossíntese. Os fotossistemas formados por moléculas de clorofila se organizam em dois complexos: complexo antena e centro de reação. O complexo antena é formado por moléculas de clorofila que captam a energia da luz e a transfere por ressonância até chegar ao centro de reação. No centro de reação, a energia luminosa vai ser convertida em energia química pela perda de elétrons da clorofila. A perda do elétron pela molécula de clorofila resulta na sua oxidação e na consequente redução do receptor. No final, esta reação química acaba sendo a responsável pela produção do gás oxigênio (O2) na fotossíntese.
Quanto a sua estrutura molecular, a clorofila pode apresentar diferentes tipos, possuindo propriedades de absorção luminosa distintas. A forma chamada de clorofila a é a principal responsável pela coloração verde das plantas e pela realização da fotossíntese, estando presente em todos os eucariotos fotossintetizantes e nas cianobactérias. Já a forma chamada de clorofila b não possui um papel tão essencial no processo de fotossíntese quanto a clorofila a. Sua função consiste na ampliação da faixa de luz utilizada pela fotossíntese, sendo considerado um pigmento acessório. Ao absorver a luz, a clorofila b transfere a energia para uma molécula de clorofila a, que vai utilizá-la para a realização da fotossíntese. A clorofila b pode ser encontrada em algas verdes e euglenófitas juntamente com a clorofila a. Em algas como diatomáceas e algas pardas, um terceiro tipo de clorofila é encontrado substituindo a clorofila b. A essa forma dá-se o nome de clorofila c, sendo também considerada como um pigmento acessório.




A clorofila é um excelente revigorante para o organismo e atua eliminado toxinas, melhorando o metabolismo e o processo de emagrecimento.  Além disso a clorofila é muito rica em ferro, sendo um ótimo suplemento natural para anemia ferropriva.
Para aumentar o consumo de clorofila, para emagrecer ou tratar anemia, uma das formas mais fáceis é adicionar clorofila no suco de fruta cítrico. 
Suco de clorofila para matar a fome e combater a anemia

Receita de Suco rico em clorofila

Este suco pode ser tomado pela manhã em jejum, nos lanches da tarde ou antes do almoço, ao meio da manhã.
Ingredientes:
  • Meio limão
  • 2 folhas de couve
  • 2 folhas de alface
  • Meio pepino
  • Meio copo de água
  • 2 folhinhas de hortelã
  • ​1 colher de chá de mel
Modo de preparo: Bater todos os ingredientes no liquidificador.

Outros benefícios da clorofila

A Clorofila é responsável pela cor verde das plantas, por isso está presente em grande quantidade na couve, espinafre, alface, acelga, rúcula, pepino, chicória, salsa, coentros e algas, por exemplo e ajuda a:
  • Reduzir a fome e a favorecer a perda de peso, pois está presente em alimentos ricos em fibras;
  • Reduzir o inchaço do pâncreas em casos de pancreatite;
  • Melhorar a cicatrização de feridas, como as causadas pela herpes;
  • Prevenir câncer de cólon, por proteger o intestino de substâncias tóxicas que causam alterações nas células;
  • Atuar como antioxidante, favorecendo a desintoxicação do fígado;
  • Prevenir anemia, por conter ferro;
  • Combater infecções, como gripes e candidíase
A quantidade recomendada de clorofila é de 100 mg, 3 vezes por dia que pode ser consumida em forma de Espirulina, clorela ou nas folhas de cevada ou trigo. No tratamento da herpes, os cremes devem conter entre 2 a 5 mg de clorofila por cada grama de creme, devendo serem aplicados de 3 a 6 vezes por dia na região afetada. Outra alternativa é consumir uma colher de sopa do suplemento de clorofila concentrado dissolvida em 100 ml de líquido, podendo-se utilizar água ou suco de frutas.

Onde encontrar a clorofila

A tabela a seguir traz a quantidade de clorofila presente em 1 xícara de chá de cada alimento.
Quantidade em 1 xícara de chá de cada alimento
AlimentoClorofilaAlimentoClorofila
Espinafre23,7 mgRúcula8,2 mg
Salsa38 mgAlho poró7,7 mg
Vagem8,3 mgEndívia5,2 mg
Além dos alimentos naturais, a clorofila pode se comprar em farmácias ou lojas de produtos naturais na forma líquida ou como suplemento alimentar em cápsulas.




Fonte: Seleções