sábado, 18 de maio de 2019

Denzel Washington

Biografia de Denzel Washington

Denzel Washington (1954) é um ator, diretor e produtor norte-americano, um dos mais respeitados atores de Hollywood, vencedor de duas estatuetas do Oscar.
Denzel Hayes Washington (1954) nasceu em Mount Vernon, Nova Iorque, no dia 28 de dezembro de 1954. Segundo de três filhos de um pastor protestante e uma esteticista, viu seus pais se separarem quando estava com 14 anos. Nessa mesma época, ele e sua irmã mais velha foram levados para um colégio interno. Embora tenha se formado em Jornalismo, em 1977, sua verdadeira ambição era o atuar. Ganhou uma bolsa de estudos para o Conservatório de Teatro Americano e mudou-se para São Francisco. Um ano depois, já atuava em diversos telefilmes. Sua estreia no cinema se deu com a comédia “A Cara do Pai”, (1981), fazendo o papel do filho ilegítimo de um homem branco e rico (George Segal).
Seu primeiro sucesso aconteceu com um seriado dramático da televisão, vivendo Philip Chandler, um dos médicos de “St. Elsewhere” (1982-1988). Elogiado pelos críticos e admirado pelo público, o ator começou a chamar a atenção de Hollywood. Com o sucesso da série, em 1984, foi chamado pelo diretor Norman Jewison para integrar o elenco de “A História de um Soldado”, versão da peça de Charles Fuller, premiada com o Pulitzer. Nesse suspense complexo e antirracista, ele é o soldado Peterson, mesmo papel que fez nos palcos. Em 1987 atuou em “Um Grito de Liberdade”, dirigido por Richard Attenborough, no papel de Steve Biko, um ativista antiapartheid, recebendo sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
Em 1989, Denzel Washington voltou a brilhar com sua atuação no épico “Tempo de Glória”, com direção de Edward Zwick, uma narrativa sobre a participação dos negros na Guerra Civil Americana. O emocionante desempenho como um escravo fugitivo e amargurado lhe valeu a primeira estatueta do Oscar como Melhor Ator Coadjuvante. O ator passou a fazer parte do time dos grandes astros e junto com Spike Lee, atuou em “Mais e Melhores Blues” (1990), que foi o início para uma parceria que renderia mais três filmes: “Malcolm X” (1992), um épico centrado na figura do controverso líder do Nacionalismo Negro, que levou Denzel a concorrer pela primeira vez ao Oscar de ator principal, “He Got Game” (1998) e “O Plano Perfeito” (2006).
Ao longo da década de 90, o ator foi acumulando bons filmes e papéis diversificados, entre eles: “O Dossiê Pelicano” (1993), contracenando com Julia Roberts, “Filadélfia” (1993), em parceria com Tom Hanks e “Maré Vermelha” (1995), assinado por Tony Scott, “O Colecionador de Ossos” (1999), na pele de um policial tetraplégico que caça um serial Killer ao lado de Angelina Jolie e Hurricane: O Furacão” (1999), quando vive um personagem real, o campeão  de box Rubin Carter, condenado injustamente por assassinato em 1966. O desempenho lhe rendeu O Globo de Ouro e o Urso de Prata no Festival de Berlim e sua segunda indicação ao Oscar na categoria principal.
Dois anos mais tarde, Washington atuou no drama policial, “Dia de Treinamento” (2001), como um policial corrupto e violento Alonzo Harris, tornando-se o segundo negro a levar o Oscar de ator principal. (o primeiro foi Sidney Poitier por Uma Voz Nas Sombras, 1966). No ano seguinte, personificou John Q. Archibald, em “Um Ato de Coragem”, um pai desesperado que, com uma arma na mão, obriga uma equipe médica a fazer o transplante de coração que pode salvar seu filho. Ainda em 2002, estreou atrás das câmeras, dirigiu e atuou em “Voltando a Viver”, experiência que repetiu em “O Grande Debate” (2007). Denzel é casado, desde 1983, com a atriz Pauletta Washington, mãe de seus quatro filhos. Nos últimos anos, atuou em diversos filmes, entre eles “O Voo” (2012) que lhe deu mais uma indicação ao Oscar.

Fonte: Seleções

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Jerry Lewis


Jerry Lewis (1926-1917) foi um ator, comediante, roteirista, produtor e diretor norte-americano. Tornou-se famoso no cinema e nos palcos com sua comédia estilo pastelão. Ficou conhecido como Rei da Comédia, nome de um de seus filmes.
Jerry Lewis (1926-2017), nome artístico de Joseph Levitch, nasceu em Newark, New Jersey, Estados Unidos, no dia 16 de março de 1926. Filho de Danny Levitch, mestre de cerimônia e ator de Vandeville e da pianista Rachel Rae Levitch. Com cinco anos de idade começou a atuar. Foi aluno da Irvington High School, em Irvington, New Jersey.
Trabalhou com entretenimento noturno até encontrar-se com o cantor Dean Martin. O primeiro show que a dupla "Martin e Lewis" realizou, foi em 25 de julho de 1946, em Atlantic City. A dupla fez sua primeira aparição na tela do cinema em "My Friend Irma" em 1949. Juntos fizeram sucesso em casas de shows e na Paramont. Após a produção de 16 filmes, separaram-se em 1956. Lewis continuou na Paramont até 1966, em seguida foi contratado pela Colúmbia Pictures.
Um militante dedicado à causas sociais, apresentou um programa beneficente anual, o Jerry Lewis MDA Telethon, com o objetivo de ajudar a Muscular Dystrophy Association. Recebeu da Academia de Arte e Ciência Cinematográfica o prêmio Jean Hersholt Humanitarian Award, o Oscar Humanitário. Foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz pelos 50 anos que passou angariando fundos para a causa da distrofia muscular.
Entre suas comédias mais famosas estão: "Os Malucos do Ar" (1952), "Ou Vai ou Racha" (1956), "Bancando a Ama Seca" (1958), "O Professor Aloprado" (1963), "O Rei da Comédia" (1982) e "Rir é Viver" (1995). Em 1996 assinou um contrato de 1,5 milhões de dólares para escrever sua autobiografia.
Jerry Lewis foi eleito um dos maiores diretores de todos os tempos, pela revista Entreitaimente Weekley. Possui duas estrelas na calçada da fama, uma por seu trabalho no cinema e outra pelo seu desempenho na TV.
Depois de dezoito anos sem gravar, voltou às telas com "Max Rose", que estreou em maio de 2013 no Festival de Cannes. No filme Lewis vive um pianista de Jazz, que abdicou da carreira pela família e pelos filhos. Em 2016, fez parte do elenco do filme "The Trust".
Jerry Lewis faleceu em Las Vegas, Estados Unidos, no dia 20 de agosto de 2017.

Fonte: Seleções

Sell Brazil? Que nada, Bank of America Merill Lynch diz: Buy Brazil

Sell Brazil? Que nada, Bank of America Merill Lynch diz: Buy Brazil



Gustavo Kahil - 17/05/2019 - 22:14
A equipe do Bank of America Merrill Lynch discorda de Bolsonaro (Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil)
Circula nas redes um texto de autoria anônima publicado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, com lamentações sobre o seu governo que, no final, indica: “Sell Brazil”. Esta não é, contudo, a avaliação da equipe do Bank of America Merrill Lynch.
Apesar de o banco ter cortado a projeção para o PIB do país em 2019 de 2,4% para 1,2% nesta sexta-feira, por conta do atraso na reforma da Previdência e números piores recentes, os analistas J. Brauer e L. Martin elevaram a recomendação de exposição ao Brasil.
Para eles, a reforma da Previdência está com chances maiores de passar, o que poderia ser um evento catalisador positivo.
“O apoio no Congresso está aumentando, juntamente com maior disposição para negociar”, avaliam em um relatório enviado a clientes hoje.
Com isso, a recomendação para os títulos da dívida pública brasileira subiram a overweight (alocação acima da média do mercado).
A consultoria política Eurasia também elevou hoje a sua análise sobre a probabilidade de aprovação da reforma da Previdência, que subiu de 70% para 80%.

Notícias boas

O ministro da Economia, Paulo Guedes, previu que haverá uma “enxurrada de notícias boas” no segundo semestre, após a aprovação da reforma da Previdência. Ele também classificou de barulho as notícias sobre o mau resultado do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, garantindo que as expectativas vão se reverter rapidamente após a aprovação da reforma.

Fonte: MONEY  TIMES

Em meio mês, investidores estrangeiros tiram R$ 4,7 bilhões da bolsa brasileira

Em meio mês, investidores estrangeiros tiram R$ 4,7 bilhões da bolsa brasileira



Investing.com Brasil - 17/05/2019 - 
As compras totalizaram R$ 7,939 bilhões e as vendas R$ 8,883 bilhões
Por Investing.com
A sessão da última quarta-feira (15) foi marcada por mais um movimento expressivo de diminuição da posição comprada dos investidores estrangeiros no segmento Bovespa da B3. Na jornada, as compras totalizaram R$ 7,939 bilhões e as vendas R$ 8,883 bilhões, com resultado diário negativo de R$ 944,358 milhões. Desta forma, o acumulado do mês é deficitário em R$ 4,703 bilhões.
Já entre os investidores institucionais, a quarta-feira foi marcada por entrada de recursos. As aquisições foram de R$ 5,930 bilhões e as alienações de R$ 5,197 bilhões. Desta forma, o resultado do dia foi positivo em R$ 732,973 milhões, o que contribuiu para melhorar o resultado do mês para R$ 2,730 bilhões.
No caso dos investimentos de pessoa física, o dia 15 foi mais um positivo este segmento, com as entradas totalizando R$ 2,641 bilhões e as saídas R$ 2,422 bilhões, levando a saldo do final da sessão de R$ 219,438 milhões. No acumulado de maio, o saldo é de R$ 1,730 bilhão.
Os investimentos de empresas públicas e privadas na bolsa tiveram elevação na quarta-feira, com as compras de R$ 131,508 milhões e vendas de R$ 61,039 milhões, resultando em saldo de R$ 70,469 milhões no dia. Em maio, o saldo é de R$ 128,878 milhões.
Por fim, os investimentos realizados por instituições financeiras tiveram aquisições de R$ 817,341 milhões e alienações de R$ 895,862 milhões, resultando em saldo negativo de R$ 78,521 milhões, e reduzindo os números do mês para R$ 110,386 milhões.

Fonte:  Investing.com

Gold Rush | Story So Far S1-7 in 8 Mins | Best Bits