domingo, 23 de junho de 2019

Bitcoin entra em sua “quarta fase parabólica”, visando US$ 100.000

Bitcoin entra em sua “quarta fase parabólica”, visando US$ 100.000





Leandro França de Mello - 23/06/2019 - 

Ontem, o Bitcoin rompeu o nível de resistência de US$ 10.000 e foi negociado em um intervalo entre US$ 10.3000 a US$ 11.200 nas últimas 24 horas. Mas retornando à casa dos US$ 10.700 e onde está se mantendo (Imagem: Pixabay)

Segundo Peter Brandt, um renomado analista técnico, afirmou que a Bitcoin está passando por sua “quarta fase parabólica” depois que ela rompeu a barreira dos US$ 10.000. Agora, Brandt diz que o Bitcoin está mirando em US$ 100.000.
Ontem, o Bitcoin rompeu o nível de resistência de US$ 10.000 e foi negociado em um intervalo entre US$ 10.3000 a US$ 11.200 nas últimas 24 horas. Mas retornando à casa dos US$ 10.700 e onde está se mantendo.
Agora que o Bitcoin superou o nível de resistência psicológica de US$ 10.000, Peter Brandt afirma que US$ 100.000 são os próximos para a moeda.
De acordo com Brandt, em seus 45 anos de negociação, nenhum outro mercado “ficou parabólico” em um gráfico de log. Em outras palavras, Brandt nunca viu um ativo apreciar tão rapidamente e com a mesma magnitude que o BTC.
No entanto, se o Bitcoin pode subir de sua baixa de dezembro de 2018 de US$ 3.148 para a previsão de US$ 100.000 de Brandt – um aumento de 32 vezes – ainda é incerto.
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Fonte: Portal Do Bitcoin


XP Investimentos troca 4 ações em carteira Top 5 para semana

XP Investimentos troca 4 ações em carteira Top 5 para semana



Gustavo Kahil - 23/06/2019 - 19:11


XP Investimentos
s papéis da Natura (NATU3), Minerva (BEEF3), Banco Inter (BIDI4), e Linx (LINX3) deixaram o portfólio

A XP Investimentos anunciou a troca de quatro ações de sua carteira Top 5 de análise técnica para esta semana, mostra um relatório enviado a clientes neste domingo (23).
Os papéis da Natura (NATU3), Minerva (BEEF3), Banco Inter (BIDI4), e Linx (LINX3) deixaram o portfólio para abrir espaço para Via Varejo (VVAR3), Cemig (CMIG4), Bradesco (BBDC4) e Hypera (HYPE3).


Perspectivas

Para o analista Gilberto Pereira Coelho Junior, no radar do mercado brasileiro nesta semana estão: as estatísticas do setor externo e Caged no dia 24/06; ata do Copom, confiança do consumidor e IPCA-15 no dia 25/06; confiança da construção, confiança do comércio, estatísticas de mercado aberto e saldo de crédito total no dia 26/06; relatório trimestral de inflação no dia 27/06; e confiança de serviços, PNAD e estatísticas fiscais no dia 28/06.
Nos Estados Unidos, Giba indica o monitoramento: do índice CFNAI de atividade nacional no dia 24/06; dados de confiança industrial e do consumidor no dia 25/06; balança comercial no dia 26/06 e PIB anualizado do 1T no dia 27/06. Por fim, na Zona do Euro, monitorar confiança na economia no dia 27/06 e CPI no dia 28/06.




Fonte: MONEY  TIMES

Ibovespa bate novo recorde e chega a 102 mil pontos

Ibovespa bate novo recorde e chega a 102 mil pontos





Arena do Pavini - 21/06/2019 - 
Bovespa
Ontem, o S&P500 bateu recorde de pontos nos EUA e os papéis brasileiros haviam subido, acompanhando o otimismo dos investidores com as declarações do Fed
A expectativa de queda nos juros nos EUA e no Brasil domina os mercados hoje e mexe com a bolsa e com os juros futuros. No Brasil, o dia deve ser de menor volume de negócios por conta do feriado ontem. Mesmo assim, chama a atenção as taxas projetadas pelos contratos futuros de juros, que estão em forte queda após o Comitê de Política Monetária (Copom) sinalizar cortes caso a reforma da Previdência seja aprovada.
Os contratos para janeiro de 2020 projetam juros de 5,99%, 0,09 ponto percentual abaixo do fechamento de quarta-feira, dia da decisão do Copom. Para 2021, a projeção está em 5,85%, 0,18 ponto menor e, para 2022, 0,24 ponto menor. Até os contratos mais longos estão em baixa, com 2025 projetando 7,20% (-0,22 ponto) e para 2028, 7,74% (-0,19 ponto percentual).

Juros dos títulos do Tesouro Direto caem

Os juros futuros do Tesouro Direto também recuam, com os papéis corrigidos pela inflação (Tesouro IPCA+ ou NTN-B) para 2035 e 2045 pagando 3,77% mais IPCA hoje, ante 3,90% mais IPCA no começo da semana. Já os juros prefixados das LTN (Tesouro Prefixado) para 2022 caíram de 6,54% ao ano na quarta-feira para 6,31% ao ano agora.
Esse movimento tende a melhorar a rentabilidade de quem comprou esses papéis antes da queda, assim como os fundos renda fixa de mais longo prazo e os renda fixa inflação.

Ibovespa bate 102 mil pontos

Na bolsa, o Índice Bovespa fechou em alta, ajustando seus preços ao movimento de ontem, feriado no Brasil de Corpus Christi. Ontem, o S&P500 bateu recorde de pontos nos EUA e os papéis brasileiros haviam subido, acompanhando o otimismo dos investidores com as declarações do Federal Reserve (Fed, banco central americano) indicando queda nos juros lá também.

Mais cuidado com o Irã

Aqui, às 11h45, o Índice Bovespa subia 1,66%, para 101.967 pontos. Na máxima do dia, o índice já superou os 102 mil pontos, puxado pelas ações da Petrobras, que fecharam em 2,76% a ação PN, em meio à tensão entre Estados Unidos e Irã, depois que forças iranianas derrubaram um drone de vigilância americano. O presidente americano Donald Trump chegou a ameaçar retaliar Teerã, mas depois voltou atrás e culpou “algum oficial estúpido” do Irã pelo ataque, reduzindo a tensão. Mas o receio continua e os preços do petróleo seguem em alta, de 0,67% em Nova York.
As ações de bancos também subiram, com Itaú Unibanco PN ganhando 2,26% e o Banco do Brasil ON, 0,78%. A ação da bolsa B3 fechou em alta de 1,7%.
Entre as ações do Ibovespa, destaques vão para ações de JBS ON, com 3,86%, seguida de CCR ON, 3,49% e Ultrapar ON, 2,15%. As maiores quedas do índice foram de Smiles ON, 3,15%, Natura ON, 0,89% e Gol PN, 1,89%.
O dólar comercial está em queda, de 0,84%, vendido a R$ 3,818. O dólar turismo sobe 0,75%, para R$ 4,03 para venda.

Bradesco vê ajuste dos juros aqui e no exterior

Em um contexto de desaceleração disseminada da atividade, em decorrência das tensões entre EUA e China, e de inflação baixa, bancos centrais de diversas economias mostraram-se inclinados a cortar a taxa de juros nos próximos meses, avalia o Departamento Econômico do Bradesco.
Economia moderada reforça a expectativa do Bradesco de que a Selic encerrará o ano em 5,75% ao ano (CNT)
No Brasil, avanços na tramitação da reforma da Previdência e sinais de que a economia segue moderada neste segundo trimestre reforçam a expectativa do banco de que a Selic encerrará o ano em 5,75% ao ano. “De fato, a reforma pode ser votada na Comissão Especial na próxima semana, o que indica que sua votação em plenário poderá ocorrer entre julho e agosto”, avalia o Bradesco.
Adicionalmente, a confiança da indústria continuou em queda neste mês, apontando que a retomada da economia segue bastante gradual.

Impacto nos ativos brasileiros

As sinalizações de que Fed e Banco Central Europeu (BCE) estão dispostos a cortar juros neste ano e a moderação da atividade global devem gerar impactos sobre ativos brasileiros, diz o Bradesco. No mês passado, o diferencial de crescimento entre os EUA e o restante do mundo fortalecia o dólar ante as demais moedas, incluindo o real. Entretanto, após os últimos dados de atividade americana indicarem desaceleração, o Fed ajustou o tom de seu comunicado, sugerindo redução de juros ainda em 2019.
No mesmo sentido, o presidente do BCE mostrou-se pronto para diminuir juros ou ampliar o programa de compra de ativos, caso necessário. Assim, juros mais baixos nas principais economias, em um contexto de desaceleração moderada do crescimento global, implicam maior liquidez nos mercados emergentes, podendo levar a uma apreciação da moeda brasileira.

Fonte:  Arena do Pavini

PORQUE DEIXAMOS TUDO PARA DEPOIS?

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               Fonte: Seleções

AÇO

O aço é um metal rígido que tem as mais diversas aplicações. Carrocerias de automóveis, pontes, estruturas de edifícios e contêineres são apenas alguns exemplos de coisas feitas de aço.
O aço é basicamente ferro misturado com um pouco de carbono. No entanto, ele é melhor que o ferro em muitos aspectos. O aço é mais forte e, ao mesmo tempo, mais leve do que o ferro. Além disso, dura mais.
Para fazer aço, o ferro é aquecido até derreter. Então, acrescenta-se carbono ao ferro líquido. Outros materiais às vezes também são adicionados para fazer tipos diferentes de aço. Quando é acrescentado cromo, ele passa a se chamar aço inoxidável, que não enferruja nem mancha. Depois, são usadas máquinas para resfriar o aço líquido e para transformá-lo em barras, placas ou folhas. O aço, resfriado e endurecido, é então usado na fabricação de produtos.
O aço foi feito pela primeira vez por volta de 1400 a.C. Os povos da Antiguidade aqueciam o ferro dentro de uma pilha de carvão em brasa. Isso adicionava carbono ao ferro. O resultado não era o mesmo que se obtém atualmente, mas ficava mais resistente do que o ferro comum.
No século XIX, começaram a ser usados fornos imensos para produzir grandes quantidades de aço. No final desse século, passou-se a usar aço na construção dos primeiros arranha-céus e de pontes grandes e modernas. No século XX, novas técnicas simplificaram a produção desse material. O aço ainda é um dos materiais de construção mais usados no mundo.


Fonte: CPRM