terça-feira, 30 de julho de 2019
O retorno da esmeralda
O retorno da esmeralda
Esta pedra verde já foi uma das mais importantes no mundo, rivalizando, em alguns casos, com o diamante.
Nos últimos anos a esmeralda praticamente foi eclipsada pelo diamante e desapareceu da mídia.
Somente agora, que o mercado da esmeralda está voltando ao que já havia sido. Os preços da esmeralda estão em alta, superando praticamente todas as outras pedras preciosas, perdendo somente, para o diamante bom. O que alavanca os preços é uma forte procura vinda da China e a falta de novas minas necessárias para suprir a demanda. Quarenta por cento das compras atuais estão vindo da China onde as pedras verdes como o Jade e a esmeralda são altamente consideradas há milênios.
A tendência é de uma subida de preços ainda mais pronunciada. O governo de Myanmar, o maior produtor de jade do mundo, paralisou a grande mina mecanizada de Hpakant. Este distrito mineiro é famoso pelas suas jadeítas de altíssima qualidade onde trabalhavam 90.000 pessoas segundo um senso de 2016.
O jade de Hpakant é lavrado a séculos e está cercado de controvérsias e acusações de impactos ambientais e de devastações florestais. Até o Governo Obama está ameaçando proibir o comércio deste jade alegando falta de democracia em Myanmar. Joalherias famosas como Cartier, Tiffany e Signet boicotam o jade de Myanmar. Em 2016 o faturamento do jade de Hpakant foi de US$297 milhões uma das principais rendas do pobre país.
Com o fim iminente do jade de Hpakant, os preços da esmeralda irão subir à estratosfera. Até agora os preços já subiram quase 100%.
Uma alta muito mais importante irá ocorrer assim que os estoques chineses acabarem.
Se você é dono de uma mina de esmeralda abra o olho, pois lucros extraordinários poderão surgir em um futuro próximo.
Na foto uma peça de jade, extraída em Hpakant, é inspecionada por compradores : REUTERS/Aung Hla Tun
Autor: Pedro Jacobi - O Portal do Geólogo
Banco Inter dispara na bolsa após oferta e notícia de investimento do japonês Softbank
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Banco Inter mais uma vez contrariou os céticos em relação a uma nova disparada das ações (incluindo este que vos escreve). Um dia após a definição do preço por ação na oferta lançada pelo banco digital, as units (BIDI11) eram negociadas em alta de 17,05%, cotadas a R$ 47,23 por volta das 14h15 de hoje.
Além de ser bem sucedida, a oferta contou com um ingrediente todo especial: a participação do fundo de tecnologia japonês Softbank, de acordo com o site Brazil Journal. Eu confirmei a informação com uma fonte próxima à operação.
O Banco Inter captou R$ 1,247 bilhão na oferta, o equivalente a R$ 39,99 por unit. Desse total, o Softbank ficou com pouco mais de R$ 750 milhões, segundo a fonte que eu ouvi.
Com a entrada do Softbank e do dinheiro novo, o banco digital que já conquistou mais de 2,5 milhões de clientes com sua conta digital sem tarifas ganha musculatura para brigar nessa arena cada vez mais disputada.
O novo sócio também deve contribuir com os planos do Banco Inter de criar um "super app", como são os chamados aplicativos para celulares com vários serviços reunidos.
O aporte de capital realizado por meio da oferta na bolsa foi concluído menos de uma semana depois de o Nubank anunciar uma rodada de captação de US$ 400 milhões (R$ 1,5 bilhão, ao câmbio de hoje), que avaliou a fintech em US$ 10 bilhões (R$ 38 bilhões).
Para efeito de comparação, o valor da Inter considerando o preço por ação na oferta foi de R$ 9,3 bilhões. Com a alta de hoje, as ações do banco acumulam valorização de 142% no mês e quase 450% nos últimos 12 meses.
Como eu já mencionei, sou um grande fã do Banco Inter e de João Vitor Menin, presidente do banco. Mas continuo considerando o preço atual da ação muito caro, ainda mais depois da valorização de hoje. De todo modo, no mundo à parte em que vivem as fintechs hoje, a avaliação do Inter parece adequada.
Fonte: Seudinheiro
Banco Inter define preço por unit de oferta pública em R$ 39,99 e capta R$ 1,247 bi
O Banco Inter (BOV:BIDI4) informou hoje que definiu o valor por unit (recibo de ações) na oferta pública realizada esta semana em R$ 39,99. Cada unit representa uma ação ordinária, com voto, e duas preferenciais, sem voto, o que representa um preço por ação ordinária e por ação preferencial de R$ 13,33. Com isso, a oferta total atingirá R$ 1.247.688.000, sem contar os lotes adicionais, valor este que corresponde ao aumento de capital do banco.
O capital do Inter passará então a ser de R$ 2.114.051.736,15, dividido em 358.501.021 ações ordinárias e 344.303.981 ações preferenciais.
Fonte: ADVFN
Ibovespa fecha no vermelho com forte queda de Itaú
Ibovespa fecha no vermelho com forte queda de Itaú
Ações6 minutos atrás (30.07.2019 17:06)
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa recuou nesta terça-feira com o setor bancário exercendo grande peso negativo sobre o índice, após a divulgação do balanço trimestral de Itaú Unibanco (SA:ITUB4), ainda em meio a preocupações com o aumento das tensões entre Estados Unidos e China.
O Ibovespa caiu 0,54%, a 102.928,20 pontos., de acordo com dados preliminares. O volume financeiro somava 13,68 bilhões de reais.
(Por Peter Frontini)
Fonte: Reuters
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