quarta-feira, 31 de julho de 2019

Petrobras: Ainda há muito espaço para alta das ações, avalia XP Investimentos

Petrobras: Ainda há muito espaço para alta das ações, avalia XP Investimentos





Gustavo Kahil - 31/07/2019 - 22:03
As estimativas consideram os preços do petróleo a US$ 60 no longo prazo (Imagem: Pixabay)
As ações da Petrobras (PETR3; PETR4) ainda tem bastante espaço para crescimento, avalia a XP Investimentos em um relatório enviado a clientes em que reinicia a cobertura dos papeis da estatal. A recomendação é de compra.
O documento com o título “Grandes avanços estão acontecendo e não estão sendo vistos”, assinado por Gabriel Fonseca, aponta um preço-alvo de R$ 36 para as ações preferenciais e R$ 35 para as ordinárias, o que indica um potencial de valorização de aproximadamente 38% e 22%, respectivamente. As estimativas consideram os preços do petróleo a US$ 60 no longo prazo.
Fonseca lista 4 pontos que o mercado ainda não precificou. “Essa assimetria de risco-retorno em um momento de transformação histórica é a base fundamental da nossa recomendação de compra as ações da Petrobras”, diz.
1 – Redução de endividamento após a venda das participações da TAG e BR Distribuidora (chegando ao patamar de 2,1 vezes a Dívida Líquida sobre o Ebitda ante à meta de 1,5 vez no final de 2020);
2 – Redução do endividamento para a meta de 1,5 vez Dívida Líquida sobre Ebitda no final de 2020 com a agenda de venda de ativos, com um potencial de geração de recursos entre R$ 77 e R$ 91 bilhões;
3 – Menor risco de intervenções em políticas de preços após a redução da exposição da companhia em segmentos de refino e distribuição; e
4 – Ganhos com a conclusão da renegociação do Contrato da Cessão Onerosa e leilão dos barris excedentes.

Fonte: MONEY  TIMES

O que comprar em agosto? Bradesco inclui Magazine Luiza e Ultrapar em carteira

O que comprar em agosto? Bradesco inclui Magazine Luiza e Ultrapar em carteira



Gustavo Kahil - 31/07/2019 - 22:43
Magazine Luiza
Ação do Magazine Luiza passou a fazer parte do portfólio Top 10 do banco (Imagem: Money Times)
O Bradesco BBI incluiu as ações do Magazine Luiza (MGLU3) e da Ultrapar (UGPA3) em sua carteira recomendada para o mês de agosto, mostra um relatório enviado a clientes nesta quarta-feira (31).
Os papeis da Duratex (DTEX3) e da Gerdau (GGBR4) foram retirados do portfólio.
O time de análise do banco explica que a retirada da Duratex é pontual e uma estratégia de realização de lucros após a forte alta de julho. Já a saída da Gerdau se justifica pela falta de direcionadores de curto prazo.
Veja a carteira:


Fonte: MONEY  TIMES

Após um ano e meio, Banco Central corta Selic em 0,5 ponto

Após um ano e meio, Banco Central corta Selic em 0,5 ponto



Primeiro corte em 16 meses era aposta do mercado financeiro; taxa básica da economia brasileira cai para 6% ao ano, menor patamar da história

Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu em 0,5 ponto percentual a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, passando de 6,50% para 6% ao ano. O anúncio feito nesta quarta-feira, 31, representa a primeira queda de juros em 16 meses. A última redução foi em março de 2018, quando a taxa foi reduzida de 6,75% para os  6,50%.
Esse é o menor percentual da história da taxa de juros brasileira. A Selic é usada como referência para todas as outras taxas de juros do mercado e serve como instrumento para controlar a inflação e estimular o consumo. Com a Selic alta, os juros tendem a ficar mais caros e desestimular o consumo. Já com a taxa em viés de baixa, o crédito pode ficar mais barato, estimulando compras e aquecendo a economia.
Em nota divulgada após o fim da reunião, o Copom disse que indicadores da economia mostram sinais de retomada. Esse fator, somado com a inflação estável e cenário externo favorável, balizam a decisão de reduzir a taxa. “Ocomitê avalia que a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo. O Copom enfatiza que a comunicação dessa avaliação não restringe sua próxima decisão e reitera que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”. 
Segundo o Copom, o andamento das reformas, como a da Previdência aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados, e a tributária tramitando na casa, é necessário para a economia e enfatiza que a continuidade do processo é “essencial para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia”.

Fonte: Veja

Bitcoin retorna aos US$ 10.000 após dias em queda

Bitcoin retorna aos US$ 10.000 após dias em queda



(Foto: Shutterstock)
O Bitcoin voltou a operar em alta e rompeu a barreira dos US$ 10.000 na tarde desta quarta-feira (31), mais uma vez, após quatro dias de queda e tendo chegado a bater US$ 9.100 no domingo (27). No Brasil, a criptomoeda é negociada a R$ 37.960 às 17:02(horário de brasília).
Em julho, o BTC acumula uma desvalorização de 6% após cinco meses consecutivos de fortes altas. Desde o início do ano, a moeda digital já valorizou mais de 150%.
Em análise compartilhada com o CCN, Simon Peters, analista da eToro, disse que o movimento de alta de hoje é “apenas um pump, nada mais”. Ele também comentou que o volume do mercado está muito baixo desde que o Banco Central dos EUA (FED) cogitou diminuir as taxas de juros.
Ainda assim, Peters expressou otimismo de que a decisão política do FED possa catalisar uma recuperação mais forte no mercado de criptomoedas. O FED confirmou o corte nos juros em 25 pontos base nesta quarta (31).
Por outro lado, muitos analistas de criptomoedas continuam pessimistas com a tendência de curto prazo do mercado, temendo que o hype sobre a introdução do projeto Libra, do Facebook, tenha impulsionado uma repressão do governo dos EUA sobre o mercado de criptomoedas.
Na semana passada, a Receita Federal dos EUA (IRS), começou a enviar cartas para mais de 10.000 detentores de criptomoedas, alertando-os de que podem ter infringido as leis fiscais federais.
O órgão não especifica quais violações foram infringidas, mas é provável que seja referente aos impostos de ganhos de capitais.

Mercado segue devagar

Ethereum opera em leve valorização de 2,2% no dia, recuperando os US$ 215 mas cai 1,74% no par BTC/ETH, sendo cotada a 0,0216, menor patamar desde o primeiro trimestre de 2017.
Com o halving se aproximando, o Litecoin segue em alta e ganha 7% no dia e acumula mais de 200% de valorização apenas em 2019.
O valor de mercado total das criptomoedas é de US$ 275 bilhões, com o bitcoin representando 65% do montante.

Fonte: Portal do Bitcoin

terça-feira, 30 de julho de 2019

Leiloado por US$ 83 mi, diamante é o mais caro da história



Leiloado por US$ 83 mi, diamante é o mais caro da história





Um diamante conhecido como Pink Star (Estrela Rosa), de 59,60 quilates, foi leiloado em um hotel de Genebra por 73,9 milhões de dólares, quantia que se eleva a 83,2 milhões de dólares (ou cerca de 310 milhões de reais) quando computados os impostos e comissões que o comprador terá que pagar. Com o lance, a pedra preciosa, do tamanho de uma ameixa, se transformou no diamante mais caro já vendido em um leilão.
O leilão foi realizado pela Sotheby’s, que havia avaliado a pedra em 60 milhões de dólares e a pôs à venda ao valor inicial de 52 milhões de dólares. O Pink Star foi leiloado sob os olhares ansiosos de 250 pessoas, em apenas cinco minutos. Quem bateu o martelo do leilão foi David Bennett, presidente da divisão de joias da Sotheby’s na Europa e no Oriente Médio.
O diamante tem uma cor rosa intensa, forma oval e é completamente puro. Três anos atrás, a Sotheby’s havia registrado o recorde de 46,2 milhões de dólares para um diamante, com a venda da gema “Graff Pink”, agora superado — e muito — pelo Pink Star.


Fonte: Veja