quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Qual é a ação mais barata do mercado?

Qual é a ação mais barata do mercado?



Gustavo Kahil - 06/08/2019 - 
Os analistas calculam que os papéis negociam abaixo de 1 vez o valor contábil (Divulgação: Site do Banco ABC Brasil)
Qual é a ação mais barata do mercado? Na avaliação do BTG Pactual, é a do banco ABC Brasil (ABCB4), revela um relatório enviado a clientes nesta terça-feira (6). O banco apresentou um resultado considerado “sem inspiração” no segundo trimestre, com lucro líquido recorrente de R$ 125 milhões (3,3% acima do consenso) e 12% acima do ano anterior.
Apesar disso, os analistas Eduardo Rosman e Thomas Peredo avaliam que, assim que os empréstimos voltarem a acelerar  – ainda lentos por conta do perfil de crédito para empresas -, as ações devem procurar um novo patamar.
Eles lembram que, no início do ano, o ABC lançou uma nova área de clientes. Ela terá um foco maior no “middle market”, ou seja, para clientes com receitas abaixo de R$ 250 milhões por ano.
“O banco também está passando por uma transformação digital, e abarcou Marcos Mastroeni (+ de 30 anos no Banco do Brasil, onde foi o chefe do canal digital) para liderar esta iniciativa. O ABC também lançou o “ABC LAB”, um espaço de trabalho separado da chefia, focada em criar, analisar e desenvolver projetos de alta tecnologia para direcionar a inovação do banco”, explicam.

Tá barato pra caramba

Tudo considerado, o BTG mantém a recomendação de compra para o banco.
“O ABC tem grande credibilidade, uma equipe de gestão altamente experiente, está bem capitalizado, tem um bom financiamento e está soberbamente posicionado para ganhar participação de mercado nos mercados de crédito altamente concentrados do Brasil”, apontam Rosman e Peredo.
Eles calculam que os papéis negociam abaixo de 1 vez o valor contábil, o que os colocam como os mais baratos entre as ações analisadas pelo banco na América Latina. O preço alvo proposto é de R$ 23.


Fonte: MONEY  TIMES

Trump diz que China está "nos matando com acordos comerciais injustos"

Trump diz que China está "nos matando com acordos comerciais injustos"



Indicadores Econômicos4 minutos atrás (07.08.2019 13:36)
Trump diz que China está "nos matando com acordos comerciais injustos"Trump diz que China está "nos matando com acordos comerciais injustos"
Por Nandita Bose e Andrea Shalal
WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que sua postura dura sobre o comportamento da China nos mercados globais beneficiará a economia norte-americana, mesmo quando a China sinalizou que poderá retaliar segurando as vendas de produtos químicos conhecidos como terras raras.
A guerra comercial entre EUA e China se intensificou acentuadamente nos últimos dias depois que os EUA rotulou a China como manipuladora cambial pela primeira vez desde 1994, e disse que vai impor tarifas de 10% sobre os 300 bilhões de dólares restantes das importações chinesas, a partir de 1º de setembro.
Os movimentos afetaram os mercados financeiros e alimentaram preocupações sobre uma recessão global.
Os rendimentos dos Treasuries caíram nesta quarta-feira, com as notas de 30 anos se aproximando das mínimas recordes, diante de temores crescentes de uma desaceleração global e apostas de que o Federal Reserve terá que reduzir ainda mais os juros para conter os crescentes riscos de recessão.
Trump disse a repórteres na Casa Branca que a reação do mercado era esperada, mas permaneceu confiante na força da economia norte-americana.
"Em última análise, vai subir muito mais do que nunca, porque a China era como uma âncora para nós. A China estava nos matando com acordo comerciais injustos", disse ele.
Autoridades da Casa Branca dizem que ainda esperam que os negociadores chineses viajem a Washington em setembro para negociações, e que as tarifas anunciadas recentemente ainda possam ser evitadas se as duas maiores economias do mundo avançarem em um acordo comercial.
Mas as esperanças de um acordo estão diminuindo. O Goldman Sachs (NYSE:GS) disse na terça-feira que não espera mais que os EUA e a China cheguem a um acordo antes da eleição presidencial de novembro de 2020, dada a "linha mais dura" que está sendo utilizada por ambos os lados.
Os mercados financeiros se acalmaram um pouco em meio a sinais de que a China não vai permitir que o iuan se desvalorize muito mais, depois de deixar que a moeda recuasse abaixo de 7 por dólar pela primeira vez em mais de uma década.
Mas a China ainda tem algumas cartas na manga.
A associação de terras raras da China disse nesta quarta-feira que vai apoiar contramedidas na crescente disputa comercial com os Estados Unidos e acusou Washington de usar o "comportamento de intimidar o comércio" para reprimir o desenvolvimento da China.
A Associação da Indústria de Terras Raras da China emitiu comunicado depois de uma reunião especial de trabalho na segunda-feira para discutir a "orientação" dada pelo presidente chinês, Xi Jinping, durante sua visita a uma instalação de terras raras em Jiangxi em maio.
A visita de Xi alimentou temores de que a China usará seu domínio sobre a produção de terras raras, um grupo de 17 elementos químicos valorizados por seu uso em equipamentos eletrônicos e militares, como arma na intensificação da guerra comercial, embora nenhuma restrição de oferta tenha sido anunciada até agora.

Fonte: Reuters

Dólar supera R$3,99 com aversão ao risco no exterior por disputa EUA-China

Dólar supera R$3,99 com aversão ao risco no exterior por disputa EUA-China



Economia35 minutos atrás (07.08.2019 12:55)

© Reuters. .© Reuters. .
(Corrige no 4º parágrafo que dólar futuro ganhava cerca de 0,64%, e não perdia)
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia com força ante o real nesta quarta-feira, tendo superado o nível de 3,99 reais, com renovado sentimento de aversão ao risco no exterior por temores ligados à disputa comercial entre Estados Unidos e China.
Às 10:37, o dólar avançava 0,83%, a 3,9888 reais na venda. Na máxima do pregão, a cotação foi a 3,9930 reais na venda e, na mínima, tocou 3,9460 reais na venda.
Na véspera, o dólar encerrou praticamente estável, com variação negativa de 0,03%, a 3,956 reais na venda.
O dólar futuro de maior liquidez ganhava cerca de 0,64% neste pregão.
A cautela voltava a imperar nos mercados globais nesta quarta-feira em face da perspectiva de uma nova escalada nas tensões entre Estados Unidos e China.
"Continuamos totalmente reféns do movimento de fora... O mundo está bastante instável, há bastante aversão ao risco, preocupações com a questão cambial", disse o economista da consultoria Tendências, Silvio Campos Neto.
Na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou temores de uma guerra comercial prolongada, apesar de um alerta do governo chinês de que classificar o país como manipulador cambial terá consequências severas para a ordem financeira global.
O porta-voz da Administração Estatal de Câmbio chinesa disse nesta quarta-feira que a ação dos EUA via piorar seriamente o ambiente econômico e prejudicar o crescimento global.
Em meio aos persistentes temores sobre a disputa EUA-China, investidores denotam maior importância para eventuais declarações de autoridades do Federal Reserve, que vinham citando a guerra comercial como fator de risco à saúde da economia norte-americana.
Na véspera, o presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, disse que o banco central dos EUA pode ficar preso a um ambiente comercial volátil por anos, mas não pode responder "ao vaivém diário" das disputas entre países sobre as regras do jogo.
A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira o texto-base da reforma da Previdência em segundo turno e votará, a partir das 11h, destaques que podem suprimir pontos do texto, visando encerrar a tramitação da matéria na Casa e enviá-la ao Senado.
O placar foi de 370 votos a favor e 124 votos contrários. No primeiro turno, o governo obteve 379 votos a favor de seu texto e 131 votos contrários.
No entanto, as expectativas positivas com relação à tramitação da Previdência, inclusive no Senado, já estão consolidadas entre participantes do mercado e, portanto, noticiário sobre a reforma não deve beneficiar o câmbio, com atenções todas voltadas para o exterior.
"Por enquanto, com o exterior dessa forma, é difícil (que Previdência dê alívio nos preços), e já era algo esperado. Se o governo conseguir que algum destaque prospere, pode trazer algum impacto, mas muito pontual", acrescentou Silvio.
O BC realiza nesta sessão leilão de até 11 mil contratos de swap cambial tradicional, correspondentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento outubro de 2019.
(Por Laís Martins)

Fonte: Reuters

Unidas: BTG Pactual eleva preço-alvo em 40%

Unidas: BTG Pactual eleva preço-alvo em 40%



Gustavo Kahil - 06/08/2019 

O lucro líquido consolidado da empresa registrou alta de 47,5% no segundo trimestre de 2019
Ao avaliar como “mais um rodada de fortes resultados” para a  Unidas (LCAM3), a equipe do BTG Pactual atualizou as suas estimativas para as ações da empresa e elevou o preço-alvo em 40%. O valor saltou de R$ 45 para R$ 63 e é projetado para 2020.
“Estamos atualizando o modelo para com novas premissas para custo de capital, resultados e o preço-alvo baseado em fluxo de caixa descontado”, avaliam os analistas Renato Mimica e Lucas Marquiori. Eles calculam que as ações negociam a um múltiplo atrativo de 16,7 vezes o preço sobre o lucro estimado para o ano que vem.
O lucro líquido consolidado da empresa registrou alta de 47,5% no segundo trimestre de 2019. O valor final foi de R$ 40,4 milhões ante os R$ 27,4 milhões acumulados no mesmo período do ano anterior.

Fonte: MONEY  TIMES

Câmara aprova reforma da Previdência em 2º turno por 370 a 124

Câmara aprova reforma da Previdência em 2º turno por 370 a 124


Agência Câmara - 07/08/2019 - 0:44
Câmara
O primeiro turno da proposta foi concluído no dia 13 de julho. Na ocasião, o texto principal foi aprovado por 379 votos a 131 (Imagem: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno, por 370 votos a 124, o texto-base da reforma da Previdência (PEC 6/19). Os deputados precisam analisar ainda os destaques apresentados pelos partidos. Nessa fase, podem ser apresentados apenas destaques supressivos, ou seja, que pretendem retirar trechos do texto.
A reforma da Previdência, na forma do substitutivo do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), aumenta o tempo para se aposentar, limita o benefício à média de todos os salários, eleva as alíquotas de contribuição para quem ganha acima do teto do INSS e estabelece regras de transição para os atuais assalariados.
Na nova regra geral para servidores e trabalhadores da iniciativa privada que se tornarem segurados após a reforma, fica garantida na Constituição somente a idade mínima. O tempo de contribuição exigido e outras condições serão fixados definitivamente em lei. Até lá, vale uma regra transitória.
O primeiro turno da proposta foi concluído no dia 13 de julho. Na ocasião, o texto principal foi aprovado por 379 votos a 131.

Fonte: MONEY  TIMES